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De Chefe do Dipoa ao Centro do Poder em Washington, Quem É Ana Lucia Viana

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Negócios

De Chefe do Dipoa ao Centro do Poder em Washington, Quem É Ana Lucia Viana

Redação Informe 360

Publicado

1 ano atrás

no

21/11/2024

Por

Redação Informe 360
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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Ana Lúcia Viana
Arq.Pessoal

Ana Lúcia Viana, a médica veterinária que se tornou adida em Washington

“Quem é você? Desde quando uma carioca sabe derrubar boi?’ Eu respondi: ‘Não preciso derrubar boi para fazer meu trabalho, mas se precisar, tem gente que derruba por mim’.” Tombar boi, na linguagem do campo, é preparar um animal para ser vacinado. O tom desafiador saiu da boca de um pecuarista do interior do Paraná à médica veterinária, Ana Lúcia Pereira, hoje com 46 anos, quando era auditora do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no início de sua carreira. Mulher, negra e carioca, ela era uma presença estranha em um setor ainda masculino, às vezes machista e rude, segundo ela. “Depois de um tempo, essas mesmas pessoas que desconfiavam me buscavam para liderar reuniões. Eram plateias exclusivamente masculinas, e todo mundo parado me ouvindo. Foi ali que comecei a moldar minha liderança.”

Hoje, como adida agrícola do Mapa em Washington, ela representa o Brasil em uma das principais frentes de negociação do agronegócio global. “Tudo é o resultado de uma construção tijolo a tijolo”, diz. Além de ser a primeira nesse posto, Ana Lúcia também foi a primeira, em 105 anos, a assumir a direção do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), em 2019. Vale registrar que toda proteína e seus derivados que você, eu, ou lá fora algum estrangeiro coloca na boca, e que tenha saído do Brasil, passa pelo crivo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), criado em 1915, e que faz parte do Dipoa.

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A Publicidade e o Agro


Ana Lúcia é médica veterinária desde 2002, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O fato acima ocorreu em Santo Antônio do Sudoeste, na sua primeira ida ao campo para acompanhar uma campanha de vacinação, e onde assumiu a chefia de uma unidade veterinária, um dos dois concursos que passou depois de formada. Um deles era do Mapa, seu caminho escolhido. Lidava com defesa sanitária, controle de raiva e rastreabilidade de rebanhos, além de fiscalizar campanhas de vacinação. “Foi uma experiência transformadora. Saí do Rio, uma cidade grande, para um município de 18 mil habitantes”.

Sobre a construção de liderança, os “tijolos” aos quais ela se refere têm dois elementos fundamentais: a dedicação e o saber ouvir e observar. “Se dedicar ao estudo, que é fundamental, e não ter preguiça para escutar o que as pessoas têm para dizer. Sempre escutei muito meus pais, as pessoas mais velhas, meus pares e meu coordenados, porque aquilo que as pessoas estão fazendo é um espelho pra mim.”

Ana Lúcia, Representatividade e Liderança

Em 2013, Ana Lúcia chegou a Brasília para liderar a Divisão de Inspeção de Carnes, Aves e Ovos no Dipoa e dois anos depois se tornou coordenadora geral, supervisionando auditorias nacionais e internacionais, além de coordenar a habilitação de estabelecimentos para exportação. Para ela, a direção geral do Dipoa, posição ocupada durante a pandemia de Covid19, foi um dos períodos mais desafiadores da carreira.

“Enquanto muitos países sacrificavam animais no campo por não conseguirem operar frigoríficos, o Brasil manteve a produção. Nosso papel era garantir a segurança alimentar interna e continuar exportando. Foi uma missão de muita pressão, mas também de muito aprendizado.” O Dipoa tem sob sua guarda 5 mil estabelecimentos e uma equipe de mais de 2 mil servidores diretos. O trabalho envolvia lidar com auditorias internacionais e responder a exigências de mercados como a União Europeia e a China. “A base técnica é fundamental. Não há espaço para erro. E quando o cenário esbarra no político, usamos os argumentos técnicos para rebater. É um equilíbrio constante entre os dois.”

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Ela diz não ter hobbies, mas sempre foi uma viajante convicta. Conhece 25 países, com visitas recorrentes a vários, dos quais dois com mais intensidade, a França e os Estados Unidos. “Adoro viajar e estudar idiomas. Falo inglês, espanhol e francês, além do português, claro. Viajar me conecta com novas culturas e me dá perspectiva para encarar os desafios da diplomacia.” Antes de desembarcar em Washington como residente, ela já havia estado por lá 16 vezes.

A agenda de um adido agrícola nos Estados Unidos é frenética. “Recebo missões diplomáticas e empresariais constantemente. Os EUA são uma vitrine do agronegócio mundial, e isso demanda atenção redobrada.” Apesar do ritmo intenso, Ana Lúcia acredita que a missão diplomática também exige uma abordagem humana: “Sou apaixonada por construir relações. Entender o interlocutor é tão importante quanto ter domínio técnico. Represento o Brasil, mas também carrego a responsabilidade de ser um ponto de referência para outros adidos agrícolas e para mulheres na carreira pública.”

Ana Lúcia lida com temas como sustentabilidade, inovação, transição energética e, claro, as tradicionais questões de barreiras sanitárias e fitossanitárias, identificando oportunidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro e mantém a interlocução com representantes dos setores público e privado. O Brasil possui 40 adidos agrícolas em suas representações diplomáticas no exterior, mas até julho deste ano eram apenas 29. Entre eles, apenas 11 são mulheres.

Filha de um militar, hoje na reserva, e de uma dona de casa – Jandira e Sebastião são os nomes deles – Ana Lúcia conta que sua criação moldou seu olhar de mundo. “Você é poderosa, não tem lugar nenhum que não possa ir, não tem lugar nenhum que não possa entrar e não tem nenhum ambiente que você não possa participar dele. Os meus pais sempre me diziam isso”, afirma. “Eles nunca me disseram ‘isso aqui não é pra você’ e dentro dos limites da minha criação sempre soube me portar e nunca deixei ninguém me diminuir em lugar nenhum.”

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Ana Lúcia ainda vê um longo caminho pela frente na carreira pública. “O posto de adida é cíclico. Fico quatro anos fora, depois retorno ao Brasil para novos desafios. Minha visão de mundo se ampliou muito aqui. No futuro, quero continuar contribuindo para que o Brasil fortaleça sua posição no mercado global, seja em outro posto internacional ou em uma nova função no Mapa.” Ana é uma das poucas mulheres negras em cargos de liderança no agronegócio brasileiro. Ela reconhece a importância de sua representatividade e da mensagem que transmite às gerações mais jovens.

“É fundamental que as meninas vejam que podem ocupar qualquer espaço. Durante toda minha carreira, fui pioneira em vários ambientes, o que me ensinou que é preciso construir liderança com firmeza, respeito e competência.” Quando perguntada sobre como lida com o racismo, Ana é enfática: “Nunca fui preterida por ser negra, mas sei que o racismo estrutural ainda é uma barreira real. Nos espaços que ocupo, faço questão de abrir caminho para outros. Somos poucos, mas precisamos ser cada vez mais”, diz ela. “Quero que outras mulheres, especialmente negras, olhem para minha trajetória e vejam que é possível chegar lá. Temos muito a contribuir, e o futuro é nosso para moldar.”

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6 Passos Para Uma Rotina Produtiva e Equilibrada em 2026

Redação Informe 360

Publicado

3 horas atrás

no

18/01/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Quando um novo ano começa, você pode sentir a pressão para “otimizar tudo”. Comer e dormir melhor, trabalhar mais, fazer exercícios físicos e praticar um hobby. A questão é: como encaixar tudo isso em dias que já estão lotados? O problema não é disciplina nem ambição. É a falta de uma rotina equilibrada.

Muitos profissionais focam em apenas uma ou duas prioridades por vez. Alguns trabalham o máximo possível e encaixam a alimentação ou os exercícios no tempo que sobra. Outros reduzem as horas de sono para treinar mais e ainda assim ter sucesso no trabalho. Com o tempo, a frustração aparece quando começam a adoecer com mais frequência, ganhar peso, ter dificuldade de foco ou se sentir irritados e emocionalmente esgotados.

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A performance sustentável envolve a gestão conjunta de todos estes elementos: sono, alimentação, movimento, trabalho focado e tempo para o prazer. Quando qualquer um deles é negligenciado de forma consistente, o desempenho sofre. Criar uma rotina que sustente todos esses pilares ajuda a proteger a sua energia para que os resultados venham de forma mais natural, sem esforço constante.

Veja seis passos para construir uma rotina equilibrada, saudável e realista neste ano — que apoie tanto o seu trabalho quanto o seu bem-estar:

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6 passos para manter uma rotina produtiva, saudável e equilibrada

1) Comece pelos inegociáveis: comer, dormir e se mover

Uma rotina saudável não começa com metas ou listas de tarefas. Ela começa com o básico de que o seu sistema nervoso precisa para funcionar. Alimentar-se regularmente (e se hidratar também), dormir o suficiente e movimentar o corpo não são “extras” de bem-estar. São fundamentos da performance. É possível usar aplicativos para acompanhar o tempo de movimento e sono, e até para contar quantos copos de água você bebe, se costuma esquecer. Não para buscar perfeição, mas para perceber padrões e corrigir o rumo.

Se você percebe que seu foco cai com facilidade, que tomar decisões parece mais difícil, que a motivação oscila ou que sua tolerância ao estresse diminuiu, tente dar atenção para esses fundamentos. Quando se trata do básico, consistência importa muito mais do que perfeição.

2) Pare de depender da fome, da motivação ou do humor

Um dos maiores erros que pessoas de alta performance cometem é deixar sinais internos ditarem a estrutura do dia, como “vou comer quando estiver com fome” ou “vou descansar quando estiver exausto”. O problema é que, quando esses sinais aparecem, você já está esgotado.

Rotinas saudáveis funcionam de forma oposta. Elas criam previsibilidade para que o seu corpo não precise se adaptar ou reagir o tempo todo. Isso significa:

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  • Comer aproximadamente nos mesmos horários todos os dias, com pelo menos quatro refeições. Por exemplo: às 7h, 11h30–12h, 15h–16h e 19h;
  • Dormir e acordar dentro de uma janela de horário consistente;
  • Agendar exercícios diários, mesmo que sejam leves. Até um treino de 10 minutos conta.

Esses elementos não precisam ser complicados, mas precisam estar na sua agenda. Definir esses horários deve ser inegociável. O retorno é significativo: redução da sobrecarga cognitiva e do burnout, e mais energia mental disponível para trabalhos realmente importantes.

3) Organize sua vida em blocos de tempo

A maioria das pessoas bloqueia tempo na agenda para reuniões e tarefas. Por que não colocar tudo em blocos de tempo, incluindo o que é fundamental para o seu equilíbrio?

Uma rotina sustentável inclui organizar momentos para refeições, pausas, exercícios, trabalho profundo e o encerramento do dia. Pessoas de alta performance não trabalham o dia inteiro; elas organizam suas agendas e delimitam horários. Elas param não porque tudo foi concluído, mas porque o sistema precisa de fechamento para se recuperar e recomeçar novamente no dia seguinte.

4) Trabalhe o suficiente, e não o máximo possível

Muitos profissionais foram recompensados no início da carreira por ignorar limites. Com o tempo, essa estratégia deixa de funcionar. O corpo reage com fadiga, irritabilidade, confusão mental e queda de foco. Por isso, é essencial definir quantas horas você pretende trabalhar por dia, estabelecendo um horário claro de encerramento, podendo ser flexível a depender das necessidades e dos objetivos diários.

5) Reserve mais tempo para o prazer

Fazer algo de que você realmente gosta ajuda a regular o estresse e restaurar a motivação. Ainda assim, isso costuma ser tratado como opcional. Na prática, fazer isso te ajuda a recarregar quando outras áreas da vida não estão funcionando tão bem. Quando os dias se resumem apenas a trabalho, manutenção e recuperação, o burnout não é uma surpresa — é uma consequência. Sua rotina deve incluir algo que lembre por que você está fazendo tudo isso.

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A boa notícia é que o prazer nem sempre exige mais tempo. Quando seus objetivos de vida estão alinhados com o que você realmente gosta, o próprio trabalho pode se tornar uma fonte de energia, em vez de esgotamento. Por exemplo, se você ama escrever e constrói uma carreira que permite escrever, parte do seu dia de trabalho já apoia o seu bem-estar. Mas ainda que você ame o que faz, é importante buscar prazer e realização fora do trabalho.

6) Construa uma rotina equilibrada que reduza a fadiga de decisão

O objetivo de uma rotina saudável é te ajudar a fazer tudo isso de forma natural, sem pensar demais o tempo todo. Quando você come alimentos semelhantes, se movimenta em horários previsíveis e segue uma estrutura diária familiar, elimina centenas de microdecisões. Esse espaço mental recuperado pode então ser usado para pensamento estratégico, trabalho criativo, regulação emocional e construção de relacionamentos mais fortes. Em ambientes incertos ou exigentes, estrutura é autocuidado.

Experimente na próxima semana

  • Defina horários para refeições, exercícios físicos e para o encerramento do dia;
  • Coloque esses horários na sua agenda como blocos de tempo inegociáveis;
  • Mantenha-os simples e repita por sete dias;
  • Observe o que muda quando seu corpo não precisa adivinhar o que vem a seguir.

Você não precisa de uma rotina perfeita. Precisa de uma rotina equilibrada que reduza atritos, proteja sua energia e sustente a vida que você está construindo.

*Luciana Paulise é colaboradora da Forbes USA. Ela é consultora de carreira e autora, além de especialista em gestão do tempo.

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Negócios

CVC Promove VP Fábio Mader a CEO

Redação Informe 360

Publicado

1 dia atrás

no

17/01/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A CVC anunciou na noite de quinta-feira (15) que o atual vice-presidente de produtos e revenue management, Fábio Mader, será o novo CEO da companhia, sucedendo Fábio Godinho, que liderava a operadora e agência de viagens há três anos e meio.

Mader tem mais de 20 anos de experiência em cargos executivos nos setores de turismo, hotelaria (GJP Hotels&Resorts) e aviação (Gol Linhas Aéreas e Webjet). Ao longo de três passagens pela CVC, que somam quase 15 anos de atuação, liderou áreas estratégicas como produtos e operações internacionais, incluindo a condução dos negócios na Argentina durante a pandemia. Segundo a empresa, nos últimos anos, o executivo esteve à frente de agendas centrais, o que contribuiu para sua promoção ao novo cargo.

Já Godinho retornou à CVC em 2023 para conduzir a companhia no processo de retomada e estabilização pós-pandemia. “Estávamos em um momento de retorno interessante para o ativo, porque sabíamos do potencial não só da CVC, mas do grupo CVC Corp como um todo”, contou o executivo em entrevista à Forbes Brasil em agosto de 2025.

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No terceiro trimestre de 2025, a CVC (CVCB3) teve lucro líquido ajustado de R$ 62,5 milhões, alta de 35,6% em relação ao mesmo período do ano anterior; e de R$ 40,6 milhões considerando o lucro contábil, um aumento de 181,4% sobre igual período de 2024.

Estratégias do novo CEO da CVC

O novo CEO, Fábio Mader, aposta em uma estratégia baseada em cinco pilares: foco no cliente, com o fortalecimento de uma jornada integrada de ponta a ponta; omnicanalidade, com a integração entre canais físicos e digitais; rentabilidade, com foco no desempenho das lojas atuais e otimização das operações; desenvolvimento de pessoas e transformação cultural, com modernização dos processos e capacitação; e desalavancagem financeira contínua, com redução progressiva do endividamento. “Estamos juntando três elementos centrais: o cliente, a transformação da experiência por meio da tecnologia e a rentabilidade”, diz Mader.

O objetivo é expandir a relevância dos canais digitais próprios, de modo que site e aplicativo passem a responder por 20% a 30% das vendas nos próximos três anos.

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4 Sinais de Que o Burnout Está Mudando Sua Personalidade

Redação Informe 360

Publicado

2 dias atrás

no

16/01/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O burnout costuma ser encarado como um problema de trabalho. Quando pensamos em burnout, pensamos em sinais que aparecem em métricas de produtividade, como prazos perdidos, queda de desempenho e exaustão. Mas, do ponto de vista psicológico, o burnout não se limita à sua lista de tarefas.

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Pesquisas mostram que o estresse crônico e não gerenciado altera a regulação emocional, a motivação e o comportamento social. Em outras palavras, ele também invade as partes mais íntimas da vida. Muito antes de o desempenho entrar em colapso, o burnout costuma se manifestar como mudanças sutis, porém persistentes, na personalidade. As pessoas dizem coisas como “eu simplesmente não me sinto mais eu mesma”, sem perceber que essa mudança é uma resposta psicológica previsível à sobrecarga prolongada.

A seguir, quatro formas pelas quais o burnout costuma aparecer na personalidade de uma pessoa, mesmo quando a produção no trabalho parece preservada.

1. O burnout faz da irritabilidade seu estado emocional padrão

Um dos sinais mais precoces e negligenciados do burnout é o aumento da irritabilidade. Pequenos incômodos passam a parecer desproporcionalmente irritantes, e interações neutras são percebidas como frustrantes. Em geral, a pessoa pode estar operando com um nível de paciência muito mais baixo do que o habitual.

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Embora seja fácil pensar que “essa é a nova versão de mim”, ignorar esse sinal é ignorar um sistema nervoso sob tensão constante e intensa. Um estudo de 2022 publicado na Brain Connectivity mostrou que o estresse crônico reduz o funcionamento do córtex pré-frontal, a área do cérebro responsável pelo controle de impulsos e pela modulação emocional. Quando esse sistema está sobrecarregado, o cérebro passa a operar em respostas mais reativas, baseadas em ameaça.

Essa desregulação ajuda a explicar por que a exaustão emocional está tão ligada ao aumento da irritabilidade e da raiva, especialmente em ambientes de alta demanda, onde o tempo de recuperação é limitado.

É importante notar que essa irritabilidade costuma aparecer primeiro fora do trabalho. Antes de explodir com colegas ou superiores, a pessoa passa a reagir mal com quem ama. Ou seja, a agitação se mantém mesmo em momentos de baixo risco emocional. Por isso, a mudança de personalidade pode parecer confusa: ela se manifesta até nos ambientes mais seguros e afetivos.

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Se você vem sentindo uma irritabilidade crônica e constante, independentemente do contexto, pode ser o seu sistema nervoso sinalizando esgotamento antes de um colapso.

2. O burnout limita sua gama emocional

Outro marco do burnout é um achatamento emocional difícil de explicar. Quem passa por isso descreve sentir-se menos reativo, menos alegre e menos engajado emocionalmente. Muitas vezes, esse estado não é levado a sério, porque, externamente, pode parecer calma e autocontrole. Por dentro, porém, é vivido como entorpecimento ou ausência de sensação emocional.

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Quando o estresse permanece sem resolução, o cérebro pode reduzir a responsividade emocional como uma estratégia de proteção. Em outras palavras, o embotamento emocional economiza energia quando se envolver emocionalmente se torna custoso.

Um estudo de 2017 sobre burnout, publicado na Frontiers in Psychology, explica que o burnout leva a reações mais fracas a todos os estímulos que evocam afeto. Em termos simples, a pessoa não se sente menos impactada apenas por coisas ruins; ela também deixa de saborear os momentos bons. É assim que o cérebro tenta manter o funcionamento, encurtando a nossa faixa emocional.

A reação mais perigosa a esse achatamento é interpretá-lo como maturidade ou resiliência. Quando alguém diz “não sinto mais empolgação com nada”, essa perda de textura emocional costuma ser um sinal de sobrecarga prolongada, e não uma mudança de valores ou de personalidade.

3. O burnout freia sua curiosidade e criatividade

A curiosidade pode ser vista como um luxo psicológico, pois exige disponibilidade cognitiva, segurança emocional e um sistema nervoso que não esteja operando em modo de sobrevivência. O burnout corrói esses três recursos. Isso acontece porque o estresse crônico faz o cérebro estreitar o foco de atenção e priorizar eficiência e gerenciamento de ameaças, em vez de exploração e novidade.

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Um estudo recente publicado no International Journal of Occupational Medicine and Environmental Health associa o burnout à redução da motivação intrínseca, ou seja, atividades antes feitas por interesse ou prazer passam a parecer cansativas ou sem sentido. A pessoa pode parar de ler por prazer, de fazer perguntas reflexivas ou simplesmente perder o interesse em aprender algo além do estritamente necessário.

Durante o burnout, muitas pessoas descrevem que se tornam mais rígidas, mais práticas ou mais sérias. Com o tempo, pode ocorrer uma mudança de identidade em direção à funcionalidade, e não ao engajamento. O que isso indica, na verdade, é que o sistema nervoso entrou de forma prolongada em modo de conservação, preservando recursos mentais e emocionais para sobreviver, não para crescer.

4. O burnout leva ao afastamento social

Uma das mudanças de personalidade mais comuns no burnout é o isolamento social. Para quem está esgotado, convites podem parecer exaustivos e conversas, excessivamente trabalhosas. Em muitos dias, a preferência passa a ser ficar sozinho em vez de viver qualquer experiência social.

O ponto crucial aqui é que, enquanto a introversão é um traço estável de personalidade, o afastamento causado pelo burnout depende do estado emocional. Um estudo de 2024 mostra que o burnout está associado a tensões interpessoais, especialmente em funções emocionalmente exigentes. Isso significa que as pessoas se afastam não porque preferem a solidão, mas porque a interação social exige uma energia emocional que elas já não têm.

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Para dar sentido a essa mudança, muitos a reinterpretam como uma transformação de personalidade. Frases como “acho que fiquei mais introvertido” se tornam comuns. No entanto, essa releitura pode atrasar o reconhecimento do burnout. Quando o isolamento é normalizado como identidade, e não reconhecido como esgotamento, a recuperação é adiada.

A conexão social é um dos amortecedores mais fortes contra o estresse, e o burnout acaba afastando as pessoas justamente dos recursos que poderiam ajudá-las a se recuperar.

Por que esses sintomas de burnout exigem atenção urgente

Burnout não é o mesmo que cansaço. Trata-se de um estado de estresse crônico que afeta a regulação emocional, a motivação e o funcionamento social. A exaustão emocional, o cinismo e a redução da sensação de eficácia que acompanham o burnout vão muito além das tarefas profissionais e influenciam a forma como as pessoas vivenciam a si mesmas e aos outros.

Hoje sabemos que o estresse crônico pode alterar a maneira como processamos emoções e tomamos decisões. Com o tempo, essas mudanças moldam padrões de comportamento que parecem alterações de personalidade.

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A principal diferença entre traços de personalidade e mudanças provocadas pelo burnout é a reversibilidade. Enquanto os traços tendem a ser relativamente estáveis, as mudanças associadas ao burnout costumam melhorar com descanso adequado, limites claros e apoio psicológico.

Uma recuperação eficaz do burnout geralmente envolve restaurar a autonomia, reconstruir recursos emocionais e se reconectar com atividades significativas. E, sobretudo, não significa forçar positividade ou produtividade, mas permitir que a faixa emocional, a curiosidade e a conexão retornem gradualmente.

Reconhecer o burnout nas mudanças de personalidade costuma ser o primeiro passo. Quando essas transformações deixam de ser julgadas como falhas pessoais e passam a ser vistas como sinais, a recuperação se torna possível.

*Mark Travers é colaborador da Forbes USA. Ele é um psicólogo americano formado pela Cornell University e pela University of Colorado em Boulder.

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