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Tiro e pancadaria: 10 séries de ação para você maratonar online 

Redação Informe 360

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Nada melhor do que assistir a uma boa obra de ação para passar o tempo. E não é só de filmes que vivem os fãs de adrenalina. Também existem séries que oferecem muitos momentos de tiro e pancadaria, naquele estilo tradicional que todo admirador de ação adora. 

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 séries de ação disponíveis nos streamings para você maratonar e se divertir.

10 séries de ação para ver nos serviços de streaming

  • Reacher
  • Cobra Kai
  • Banshee
  • FUBAR (2023)
  • Warrior 
  • O Dia Do Chacal
  • Detetive Alex Cross
  • Like a Dragon: Yakuza
  • Cães de Caça
  • Citadel

Confira abaixo nossa lista com 10 séries de ação disponíveis nas principais plataformas de streaming para você maratonar.

Reacher

Reacher / Crédito: Amazon Prime Video (divulgação)

Uma das séries de ação do momento é “Reacher”. Produzida pela Amazon Prime Video, a atração é baseada na série de livros de Jack Reacher, de Lee Child. 

Alan Ritchson estrela como o brucutu Jack Reacher, um ex-major da polícia militar do Exército dos EUA, que vive atualmente como um andarilho. Com vasta experiência em combate corpo a corpo, ele se envolve em diversas investigações.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video

Cobra Kai

Cobra Kai / Crédito: Netflix (divulgação)

A sequência dos filmes da franquia “Karate Kid”, a série “Cobra Kai” é uma das principais obras de artes marciais da atualidade. 

A série é estrelada por William Zabka e Ralph Macchio, reprisando seus respectivos papéis como Johnny Lawrence e Daniel LaRusso. 

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O enredo da série se inicia 34 anos depois que Johnny foi derrotado por Daniel no torneio no final de “Karate Kid – A Hora da Verdade”. Sofrendo de alcoolismo e depressão, Johnny reabre o dojo Cobra Kai e reacende sua rivalidade com Daniel.

  • Onde assistir: Netflix
Cobra Kai / Crédito: Netflix (divulgação)

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Banshee

Banshee / Crédito: Max (divulgação)

Conhecida por sua intensidade e violência, “Banshee” é uma das séries de ação mais aclamadas dos últimos tempos. Antony Starr estrela o show. 

A série segue um ex-presidiário que assume a identidade de Lucas Hood, o xerife assassinado da cidade de Banshee, para se esconder de um criminoso.

  • Onde assistir: Max

FUBAR (2023)

FUBAR / Crédito: Netflix (divulgação)

A série de ação e comédia “FUBAR” traz ninguém mais, ninguém menos que o astro de cinema Arnold Schwarzenegger como protagonista. 

Na trama, Luke Brunner e sua filha Emma, ambos agentes da CIA, descobrem, após anos de mentiras, que não sabem nada um sobre o outro. Forçados a trabalhar juntos em missões perigosas, eles enfrentam conflitos devido à superproteção de Luke.

  • Onde assistir: Netflix

Warrior 

Warrior / Crédito: Max (divulgação)

Série de drama criminal e artes marciais, “Warrior” é baseada em um conceito original do astro de cinema Bruce Lee.

A trama acompanha Ah Sahm, um prodígio das artes marciais que emigra da China para procurar sua irmã. Porém, ele acaba sendo vendido para um dos tongs mais poderosos de Chinatown, em São Francisco, durante as Guerras Tong na década de 1870.

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  • Onde assistir: Netflix e Max

O Dia Do Chacal

The Day of the Jackal / Crédito: Disney+ (divulgação)

Baseada no romance de Frederick Forsyth de mesmo nome, “O Dia do Chacal” é uma série de ação e espionagem. 

Eddie Redmayne interpreta o “Chacal”, um assassino britânico implacável. O elenco também conta com Lashana Lynch.

  • Onde assistir: Disney+

Detetive Alex Cross

Cross / Crédito: Amazon Prime Video (divulgação)

Baseada na coleção de romances de Alex Cross, escrita por James Patterson, esta série de ação e suspense criminal é uma produção original do Amazon Prime Video. 

Aldis Hodge interpreta Alex Cross, um detetive de homicídios de Washington D.C. que enfrenta os criminosos mais perigosos do país.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video

Like a Dragon: Yakuza

Like a Dragon: Yakuza / Crédito: Amazon Prime Video (divulgação)

Esta produção de ação policial do Prime Vídeo é uma adaptação live-action da série de videogames “Like a Dragon”, da Sega. 

A trama segue Kazuma Kiryu (Ryoma Takeuchi), um ex-yakuza que retorna ao submundo após cumprir pena na prisão.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video

Cães de Caça

Sanyanggaedeul / Crédito: Netflix (divulgação)

Fugindo dos doramas românticos, a série sul-coreana “Cães de Caça” entrega muitos momentos de ação e combates intensos. 

A trama acompanha dois jovens boxeadores que tentam derrotar um agiota que explora pessoas em situação financeira desesperadora.

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  • Onde assistir: Netflix

Citadel

Citadel / Credito: Amazon Prime Video (divulgação)

Série de ação e espionagem, “Citadel” conta com Richard Madden e Priyanka Chopra nos papéis principais e um alto valor de produção. 

Na trama, dois agentes secretos de elite têm suas memórias apagadas após a queda de sua agência. No entanto, oito anos depois, um ex-colega os procura.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video
Citadel / Credito: Amazon Prime Video (divulgação)

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WhatsApp prepara mudanças de privacidade para jovens no Brasil

Redação Informe 360

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O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (4) uma nova atualização de teste para Android por meio do Google Play Beta Program, elevando o aplicativo à versão 2.26.5.1. A atualização ainda não traz recursos visíveis para os usuários, mas indica que a plataforma trabalha em mudanças nas configurações de privacidade para usuários mais jovens no Brasil, com o objetivo de se alinhar à legislação nacional.

Segundo informações identificadas na versão beta, o aplicativo prepara ajustes automáticos em opções sensíveis de privacidade para crianças e adolescentes, atendendo a exigências de leis brasileiras de proteção digital, aprovadas no ECA Digital. As mudanças ainda estão em desenvolvimento e devem ser liberadas apenas em uma atualização futura, quando estiverem prontas para uso geral.

Essas adaptações fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas do WhatsApp para reforçar a segurança de menores. Em versões anteriores de teste, a empresa já havia sinalizado a criação de contas secundárias, vinculadas a responsáveis, com funcionalidades limitadas e maior supervisão, sem acesso ao conteúdo das mensagens.

whatsapp
WhatsApp trabalha em versão de testes do aplicativo mensageiro que cumpra as normas do ECA Digital brasileiro (Imagem: Alex Photo Stock / Shutterstock.com)

Ajustes automáticos de privacidade para jovens no Brasil

A principal novidade em desenvolvimento envolve a atualização automática de configurações de privacidade para usuários jovens no Brasil. De acordo com o que foi observado na versão 2.26.5.1, o WhatsApp pretende modificar essas opções assim que a legislação entrar em vigor, garantindo conformidade sem exigir ações manuais dos usuários.

A primeira configuração afetada será o “Visto por último”. Caso esteja definido como “Todos”, o aplicativo passará automaticamente para “Meus contatos”. Com isso, pessoas que não estejam na lista de contatos não poderão mais visualizar quando o menor esteve online pela última vez, mesmo que já tenham trocado mensagens anteriormente. Os usuários impactados receberão uma notificação direta informando sobre a mudança.

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Limitação de acesso a informações do perfil

Outra alteração planejada envolve o campo “Sobre” do perfil. Quando essa opção estiver configurada como visível para “Todos”, o WhatsApp fará a alteração automática para “Meus contatos”. A medida busca restringir o acesso de desconhecidos a informações pessoais que jovens costumam compartilhar, como disponibilidade ou localização.

Além disso, o WhatsApp também pretende tornar mais restrita a visibilidade de links de perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Se essa opção estiver aberta para qualquer pessoa, ela será ajustada para permitir o acesso apenas a contatos aprovados, reduzindo o risco de abordagens externas.

Ícones dos aplicativos do Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, redes sociais da Meta, em tela inicial de um iPhone colocado sobre teclado de notebook
O WhatsApp também pretende tornar a visibilidade de perfis em redes sociais mais restrita (Imagem: miss.cabul / Shutterstock.com)

O recurso que permite ao WhatsApp se alinhar à legislação brasileira ainda não está disponível para testes, mas segue em desenvolvimento e deve ser ativado em uma atualização futura.

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Anthropic prepara lançamento do Claude Sonnet 5

Redação Informe 360

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A Anthropic pode estar próxima de anunciar uma nova versão de seu modelo intermediário de inteligência artificial (IA). Referências ao Claude Sonnet 5 começaram a aparecer em fóruns públicos e publicações de desenvolvedores e analistas do setor, o que levantou a expectativa de que o modelo esteja em fase avançada de testes e preparação para lançamento.

Segundo o Mashable, esses indícios se intensificaram no início de fevereiro e passaram a ser interpretados como sinais de um lançamento iminente. Apesar da movimentação, a Anthropic ainda não confirmou oficialmente uma data nem divulgou detalhes sobre a nova versão.

Logo do Claude em um smartphone
Claude parece prestes a ganhar um novo modelo intermediário (Imagem: Ahyan Stock Studios / Shutterstock.com)

Desempenho próximo ao Opus com custo menor

De acordo com o site UCStrategies, a expectativa é que o Claude Sonnet 5 apresente ganhos relevantes de desempenho sem alterar a política de preços que tornou a linha Sonnet popular entre desenvolvedores. A publicação aponta que o modelo pode igualar ou até superar as capacidades do Opus 4.5, versão mais avançada da Anthropic, mantendo um custo significativamente inferior.

A eficiência financeira aparece como um dos principais diferenciais esperados. O Geeky Gadgets afirma que o Sonnet 5 poderia custar cerca de metade do valor do Opus 4.5, além de oferecer inferência mais rápida. Essa combinação pode tornar o modelo mais atraente para empresas e para aplicações de programação, especialmente em ambientes que demandam escala.

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Foco em agentes e integração com Claude Code

Outro ponto recorrente nos relatos é o avanço em capacidades associadas a agentes de IA. As informações indicam melhorias em retenção de contexto, execução de múltiplas tarefas e suporte a fluxos de trabalho mais longos, características relevantes para usos corporativos e técnicos.

Há também especulações sobre uma integração mais profunda com o Claude Code, ambiente voltado a desenvolvedores mantido pela Anthropic. Analistas citados pelo UCStrategies sugerem que o Sonnet 5 pode superar o Opus em tarefas de programação, sobretudo em processos prolongados que exigem raciocínio estruturado e manutenção de contexto ao longo do tempo.

Logos de apps das big techs em um smartphone
Concorrência no mercado de modelos de linguagem está cada vez mais acirrada (Imagem: PJ McDonnell/Shutterstock)

Com esses elementos, o Claude Sonnet 5 é apontado como um possível concorrente direto não apenas dentro do portfólio da Anthropic, mas também frente a lançamentos futuros de OpenAI e Google, ampliando a disputa no mercado de modelos de linguagem.

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Disney confirma mudança no comando após anos de transição

Redação Informe 360

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A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) a escolha de Josh D’Amaro, de 54 anos, como novo CEO, encerrando um período de incerteza sobre a sucessão no comando da empresa. O executivo assumirá o cargo durante a assembleia anual de acionistas, em 18 de março, substituindo Bob Iger, de 74 anos, que liderou a companhia por diferentes mandatos e esteve à frente de aquisições como Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox.

A decisão ocorre em um momento de mudanças aceleradas no setor de mídia, marcado pela consolidação de empresas e pelo avanço de ferramentas de inteligência artificial (IA). Além da nomeação de D’Amaro, a Disney também anunciou que Dana Walden, atual co-chefe de entretenimento, passará a ocupar os cargos de chief content officer e presidente, ampliando sua atuação na área criativa e de conteúdo.

Josh D’Amaro é o novo CEO da Walt Disney Company (Imagem: Disney / Divulgação)

Transição e peso da divisão de parques

D’Amaro é um veterano de quase três décadas na companhia e, até agora, comandava a unidade de experiências, que inclui parques temáticos e cruzeiros. Essa divisão se tornou o principal motor financeiro da empresa após a pandemia, com crescimento de vendas contínuo desde 2021.

No último ano fiscal, o setor registrou lucro operacional recorde de quase US$ 10 bilhões, respondendo por aproximadamente 60% dos ganhos totais da Disney. O executivo também lidera a expansão da empresa no Oriente Médio, com um projeto de parque temático em Abu Dhabi, que será o primeiro grande empreendimento do tipo da companhia em quase uma década.

A sucessão foi supervisionada por James Gorman, veterano do Morgan Stanley, nomeado presidente do conselho em 2024 para conduzir a busca por um novo CEO. Segundo ele, D’Amaro demonstrou “uma forte visão para o futuro da empresa e um profundo entendimento do espírito criativo que torna a Disney única”.

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Desafios na indústria e pressões externas

Apesar dos resultados nos parques, a companhia enfrenta desafios. A queda no número de visitantes internacionais nos Estados Unidos foi citada como um fator de pressão sobre o negócio, contribuindo para uma queda de mais de 7% nas ações da Disney em um pregão recente, mesmo com vendas e lucros acima das expectativas.

No setor de entretenimento, o novo CEO assume às vésperas do vencimento dos principais contratos sindicais de roteiristas e atores, em maio e junho, o que pode levar a uma nova rodada de negociações trabalhistas. Em 2023, disputas envolvendo o uso de IA generativa resultaram em greves que causaram cerca de US$ 6 bilhões em perdas na produção de Hollywood.

openai disney
Disney chegou em acordo para permitir que a OpenAI utilize personagens de grandes franquias no Sora (Imagem: Blossom Stock Studio / Shutterstock.com)

A Disney também está sob atenção após permitir que a OpenAI utilize personagens de franquias como Star Wars, Pixar e Marvel no gerador de vídeos Sora, além de um investimento de US$ 1 bilhão na startup. No campo político, a empresa lidou recentemente com pressões do governo dos Estados Unidos relacionadas a programas e licenças de emissoras afiliadas à ABC.

O pacote de remuneração de D’Amaro inclui salário-base anual de US$ 2,5 milhões e um incentivo de longo prazo com valor-alvo de US$ 26,3 milhões por ano fiscal.

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