Saúde
Anvisa desaconselha medir açúcar e oxigênio no sangue com smartwatches

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desaconselha o uso de smartwatches – os relógios inteligentes – para monitoramento de glicemia (quantidade de açúcar no sangue) e oximetria (saturação de oxigênio no sangue). É o que consta numa nota divulgada pelo órgão nesta terça-feira (27).
Para quem tem pressa:
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desaconselha o uso de smartwatches para monitorar glicemia e oximetria, destacando a necessidade de regularização desses dispositivos para uso médico;
- A nota técnica da Anvisa ressalta a ausência de relógios inteligentes regularizados para essas medições e a falta de evidências sobre sua segurança e eficácia. Também enfatiza os riscos associados a erros de medição;
- A Anvisa orienta que anúncios de smartwatches alegando realizar medições não invasivas de glicemia devem ser denunciados. A agência se preocupa com publicidade que sugira usos médicos não comprovados;
- Dispositivos que medem frequência cardíaca e respiratória não são considerados de uso médico pela Anvisa, que até o momento aprovou apenas cinco softwares para smartwatch para medição de pressão arterial, ECG, e notificação de ritmo cardíaco irregular.
Os aparelhos que fazem as medições em questão devem ser reconhecidos “como de uso tipicamente médico e deve ser regularizado na agência”, de acordo com a nota da Anvisa. As informações são da CNN Brasil.
Leia mais:
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Anvisa, softwares e smartwatches

A nota técnica enfatiza a ausência de relógios inteligentes regularizados para a medição não invasiva de glicose ou oximetria. O texto também sublinha a falta de evidências que comprovem a segurança e eficácia dessas medições.
A agência também ressalta a importância da precisão dos dispositivos médicos avaliados porque erros de medição podem levar a consequências graves, como doses inadequadas de insulina e choque glicêmico, além de impactar negativamente o controle da diabetes a longo prazo.
Por fim, a Anvisa orienta que qualquer anúncio de smartwatches que aleguem realizar medições não invasivas de glicemia, sugerindo seu uso para controle glicêmico, deve ser denunciado à agência.
Já dispositivos que medem apenas a frequência cardíaca e respiratória, não sendo considerados de uso médico, ficam fora do escopo de regulamentação da Anvisa.
Até o momento, a agência aprovou apenas cinco softwares para smartwatch destinados à medição de pressão arterial, eletrocardiograma (ECG) e notificação de ritmo cardíaco irregular. São eles:
- AliveCor (Apple Watch e Android Wear);
- Apple Heart Rate (Apple Watch Series 4 e posterior);
- KardiaMobile (Apple Watch e Android Wear);
- Samsung Health Monitor (Galaxy Watch Active2, Galaxy Watch3, Galaxy Watch4 e Galaxy Watch5);
- Wellue Checkme (Apple Watch e Android Wear).
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Saúde
Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.
Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]
Fonte: Secom/PMSFI
Saúde
Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).![]()
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Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Mpox
A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.
Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.
Saúde
Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.
A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.
Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes
Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.
Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)
Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.
Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.
Leia mais
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- Obesidade abdominal e perda muscular aumentam mortalidade
- Como bactérias na boca podem indicar risco de obesidade
Desafio global
- A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
- À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
- E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
- Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.
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