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Saúde

3 conversas que o casal precisa ter para viver um relacionamento saudável

Redação Informe 360

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A comunicação é a base de qualquer relacionamento saudável. Uma boa comunicação pode garantir compreensão emocional, estabelecer limites essenciais, resolver conflitos mais rapidamente e promover uma boa vida sexual.

No entanto, estabelecer uma comunicação transparente e autêntica com o seu parceiro pode ser desafiador, já que exige que você coloque seu ego de lado, desenvolva empatia e tenha conversas muitas vezes difíceis.

Se você não sabe por onde começar, veja três conversas necessárias com seu parceiro para garantir que seu relacionamento seja sólido:

1. Trabalho

Muitas vezes deixamos de falar detalhadamente sobre nossa vida profissional porque sentimos que isso prejudica nosso tempo de qualidade com nosso parceiro ou que ele simplesmente não entenderia. No entanto, uma pesquisa publicada na Current Psychology sugere que os casais que têm conversas extensas sobre trabalho apresentam níveis mais elevados de satisfação no relacionamento do que os que não fazem isso.

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“Quando os cônjuges discutem o seu trabalho, partilham informações sobre as suas experiências, tarefas, desafios e os seus colegas”, explica a autora principal, Delia Virga. “Essa troca de informações ajuda a moldar a compreensão de cada pessoa sobre o seu próprio trabalho e o trabalho do seu parceiro e pode influenciar as suas perspectivas e atitudes sobre os seus empregos e carreiras.”

Segundo Virga, isso é especialmente necessário para as mulheres, uma vez que recebem menos apoio nos casamentos e nas relações de longo prazo em comparação aos homens. Eles também se sentem menos obrigados a se esforçar para apoiá-las, uma vez que as suas próprias necessidades de apoio e compreensão são geralmente compensadas pelas suas parceiras.

2. Estar juntos ou separados

A maioria das pessoas não presta atenção às fases de “transição” do seu relacionamento – ou seja, fases em que o casal se reúne ou fica separado. Mas, de acordo com um estudo publicado na revista Couples and Family Psychology, essas transições, sejam elas grandes ou pequenas, podem ter um impacto negativo no relacionamento se não forem bem tratadas.

Casais que não conseguem fazer uma transição suave entre as fases de estar juntos e separados sofrem de ‘jet lag no relacionamento’. Ficar junto após um longo dia de trabalho, quando você está exausto, pode te impedir de estar 100% presente, mentalmente, com seu parceiro durante o jantar. Já se separar (não terminar o relacionamento, apenas ficar distante) após um lindo fim de semana juntos pode deixar um dos dois envolvidos com uma sensação ruim.

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Falar sobre como você lida com as fases de transição, especialmente se estiver em um relacionamento à distância, pode ajudar a compreender bem os seus próprios limites e os do seu parceiro.

Você deve falar abertamente se a separação for difícil para você, para que ele possa reservar algum tempo para deixar as coisas mais fáceis. Da mesma forma, conversas sobre sair com seus próprios amigos sem o seu parceiro ou ter algum tempo para si após um longo dia de trabalho devem ser trazidas à mesa. Preocupações que não são faladas passam despercebidas e podem colocar uma pressão desnecessária em seu relacionamento.

3. Sexo

O prazer e o desejo sexual são muitas vezes tidos como garantidos nos relacionamentos. No entanto, o medo de que a “chama se apague”, que a maioria das pessoas sente, é real. Na verdade, segundo a professora da NYU Zhana Vrangalova, a probabilidade de infidelidade aumenta com o tempo.

O risco de perder a tal da chama pode ser reduzido consideravelmente por meio de conversas abertas ​​sobre as fantasias e desejos sexuais. Cuidar e comunicar sobre sua vida sexual mantém as coisas dinâmicas. É também uma forma poderosa de manter viva a novidade, um dos principais ingredientes para uma boa vida sexual, em seu relacionamento.

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A comunicação sexual, quando feita de forma autêntica, faz parte do guarda-chuva mais amplo da atenção sexual, que comprovadamente aumenta o prazer e o significado da sua vida sexual, de acordo com uma pesquisa publicada na Sexual and Relationship Therapy .

Outro resultado positivo da prática de uma boa comunicação sobre o assunto, de acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Sex and Marital Therapy, é que você não precisará de “roteiros sexuais de gênero ” (ou seja, o que a sociedade considera ser a maneira “adequada” de ser íntimo) para navegar em novos cenários sexuais. Se há uma coisa que torna as coisas chatas no quarto, é a monotonia.

forbes.com.br

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

Leia mais

Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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Saúde

Remédio que dispensa jejum é mais potente que semaglutida oral, diz estudo na Lancet

Redação Informe 360

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Um novo medicamento experimental chamado orforgliprona, da Eli Lilly, demonstrou resultados significativos para adultos que enfrentam a obesidade e o diabetes tipo 2. Em testes que duraram 72 semanas, os pacientes que utilizaram a substância conseguiram reduzir o peso corporal em até 9,6%.

Os dados, publicados na revista científica The Lancet, mostram que o remédio foi muito mais eficiente que o placebo. A grande vantagem prática é que se trata de uma pílula oral que não exige restrições de horário para comer ou beber água, o que torna o tratamento muito mais simples de seguir no dia a dia. 

Além de emagrecer, o medicamento, que pertence à classe dos agonistas do receptor de GLP-1, ajudou a controlar o açúcar no sangue e melhorou indicadores da saúde do coração.

Orforgliprona supera semaglutida oral no controle do diabetes

Um estudo, chamado ACHIEVE-3, comparou diretamente o novo fármaco com a semaglutida oral (famosa versão em comprimido de tratamentos para diabetes) em 1.698 adultos. Durante um ano, os participantes tomaram doses diárias de 12 mg ou 36 mg de orforgliprona, ou doses de 7 mg ou 14 mg de semaglutida, sempre acompanhados de mudanças no estilo de vida.

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Durante um ano, os participantes tomaram doses diárias de orforgliprona ou de semaglutida (Imagem: brizmaker/Shutterstock)

Os números mostram uma vantagem clara: a dose de 36 mg da orforgliprona promoveu uma perda de peso de 8,9 kg, enquanto a semaglutida de 14 mg ficou em 5 kg. Isso significa que o medicamento experimental foi 73,6% mais potente para emagrecer do que o concorrente já disponível no mercado. No controle da glicose, a orforgliprona também venceu, reduzindo a hemoglobina glicada em 2,2%, contra 1,4% da semaglutida.

No entanto, o tratamento exige atenção aos efeitos colaterais. Assim como outros remédios da mesma família, a orforgliprona causa náuseas, diarreia e vômitos, principalmente no início do ajuste das doses. Um ponto de alerta é que o número de pessoas que desistiram do tratamento por não suportarem esses efeitos foi maior no novo medicamento (entre 8,7% e 9,7%) do que na semaglutida (cerca de 4,5% a 4,9%).

Apesar do desconforto gástrico, a substância trouxe melhorias no colesterol e na pressão arterial dos voluntários. Quanto à segurança, as mortes registradas durante os testes globais não tiveram relação comprovada com o uso do remédio. A fabricante Eli Lilly agora aguarda a decisão do FDA, a Anvisa dos Estados Unidos, para liberar o uso contra a obesidade no próximo trimestre. O pedido para o tratamento específico de diabetes tipo 2 deve ficar para o fim de 2026.

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