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Lista Forbes: Os Apresentadores Mais Bem Pagos da TV Americana

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O declínio estrutural da televisão linear aparece com mais força justamente no late night, formato de talk show muito tradicional nos EUA. Por décadas, esses programas, que, como o próprio nome sugere, são apresentado nas horas finais do dia, podendo avançar madrugada adentro, foram verdadeiras máquinas de dinheiro para as emissoras americanas. Mas, nos últimos anos, analistas estimam que nenhum deles gera lucro.
Em julho, por exemplo, a CBS tomou a decisão repentina de cancelar o The Late Show with Stephen Colbert, alegando perdas anuais de US$ 40 milhões (R$ 214 milhões). Tanto a ABC quanto a NBC também cortaram custos no ano passado ao reduzir suas programações para quatro dias por semana, independentemente da vontade dos apresentadores. “Fiquei chateado”, disse Jimmy Fallon, apresentador do The Tonight Show, à Forbes. “Quero fazer cinco dias por semana. Eu amo fazer isso.”
Ainda assim, um emprego no late night vem com um salário de respeito: Fallon recebe US$ 16 milhões (R$ 85,6 milhões), Jimmy Kimmel também US$ 16 milhões e Stephen Colbert US$ 15 milhões (R$ 80,2 milhões). Eles estão entre os apresentadores mais bem pagos da TV, segundo estimativas da Forbes. Mesmo em sua fase de declínio, a televisão em seu formato tradicional ainda gera receitas significativas para as emissoras. O talento para conduzir programas como late night, matinais, noticiários em horário nobre, esportes e lifestyle é o que transforma profissionais em grandes estrelas da televisão. Somados, os 25 apresentadores mais bem pagos da TV americana faturam US$ 582 milhões (R$ 3,11 bilhões). Com poucas exceções, eles recebem muito mais que os atores das séries de maior sucesso da televisão.
Mas, com a possível extinção do late night no horizonte, muitos se perguntam se apresentadores como Fallon serão os últimos a comandar esses programas. Isso inclui até mesmo um tão longevo e respeitado quanto The Tonight Show, exibido pela NBC desde 1954.
“Ah, meu Deus”, diz Fallon, refletindo se será o último apresentador do Tonight. “Não, vai ter outra pessoa. E não acho que será um robô. Acho que precisa ser um ser humano, que comete erros e tem conversas reais com as pessoas.”
O mais provável é que essa geração de estrelas da TV seja a última a conquistar salários tão exorbitantes. A maioria dos 25 nomes mais bem pagos já está sob os holofotes há décadas e, em geral, agentes e empresários relatam forte pressão para reduzir valores na hora da renovação de contratos. Muitas vezes, o melhor que os talentos conseguem é manter o salário dos anos anteriores. E, em muitos casos, as emissoras exigem que apresentadores assumam projetos extras para justificar o mesmo nível de remuneração. Fallon e Kimmel, por exemplo, além do late night, também apresentam game shows para suas respectivas emissoras.
Enquanto isso, os chefs celebridades continuam vivendo em grande estilo. Guy Fieri, Bobby Flay e Gordon Ramsay comandam verdadeiros universos de programas e firmaram contratos de produção semelhantes aos dados aos grandes roteiristas de séries, trocando participação nos lucros por taxas anuais garantidas.
Esses acordos geralmente são mantidos em sigilo. Porém, quando um vaza, como o contrato de três anos e US$ 100 milhões (R$ 535 milhões) de Fieri com o Food Network no fim de 2023, ele pode sacudir o mercado, levando concorrentes a exigir a mesma remuneração, tal como aconteceu com Flay e Ramsay. Contratos tão altos, no entanto, pegam mal quando as empresas anunciam demissões. A Disney, por exemplo, cortou quase 200 vagas nas divisões da ABC News e Disney Entertainment Networks em março, apenas alguns meses depois de renovar o contrato de George Stephanopoulos, do Good Morning America, por US$ 17 milhões (R$ 91 milhões) ao ano.
A exceção é o esporte, onde os salários dispararam nos últimos anos e novas estrelas tiveram a chance de surgir. Apresentadores e comentaristas esportivos representam oito dos 25 nomes mais bem pagos deste ano, incluindo o sete vezes campeão do Super Bowl, Tom Brady, que lidera a lista como comentarista da Fox, recebendo US$ 37,5 milhões (R$ 200,6 milhões) por ano.
Nova tendência
No passado, a ideia de comentaristas esportivos ganharem mais que os próprios atletas seria impensável. As empresas de mídia gastam bilhões pelos direitos das ligas, já que esses jogos são disparado os programas mais assistidos da televisão. Ante a isso, pagar alguns milhões a mais por um talento de ponta é visto tanto como uma garantia de qualidade do conteúdo quanto um incentivo para que as ligas direcionem seus melhores jogos para aquela emissora.
Brady, que tem 48 anos, foi contratado justamente para trazer poder de estrela às transmissões da NFL na Fox, depois que Troy Aikman, cuja fortuna é estimada em US$ 18 milhões (R$ 96,3 milhões), e Joe Buck (US$ 16 milhões/R$ 85,6 milhões) foram seduzidos para narrar os maiores jogos da ESPN.
“À medida que o esporte se torna um diferencial e os direitos ficam mais caros e disputados, isso empurra outros formatos e investimentos para fora”, explica Neal Zuckerman, diretor executivo e sócio sênior do Boston Consulting Group. “Há um limite para o quanto você pode gastar em conteúdo e ainda manter o negócio lucrativo.”
Outro destaque é o número de mulheres na lista. Judy Sheindlin, Rachel Maddow e Robin Roberts estão entre as dez personalidades mais bem pagas da TV. Savannah Guthrie e Kelly Ripa aparecem entre as 15 primeiras.
Só que esses super salários devem ter fim em breve. Em plena ascensão, as plataformas de streaming não pagam valores comparáveis aos maiores contratos da TV. Em vez disso, serviços como o YouTube dividem 55% da receita publicitária com os criadores, incentivando que os talentos apostem em si mesmos. Quando o modelo funciona, dá aos apresentadores poder de negociação, como no caso de Pat McAfee, que mantém propriedade e controle editorial de seu talk show diário enquanto o licencia para a ESPN. Muitos no setor acreditam que esse tipo de acordo se tornará mais comum.
Os apresentadores mais bem pagos da TV americana
1. Tom Brady – US$ 37,5 milhões (R$ 200,6 milhões)
Para especialistas da indústria, o real valor do contrato da Fox com o ex-quarterback é impossível de calcular, já que parte de sua remuneração é paga em ações da empresa, cujo preço subiu bastante desde a assinatura. Além de comentar os jogos, função que começou no último outono com críticas mistas, Brady também atua como embaixador da Fox em diversos eventos corporativos, o que ajuda a justificar o enorme pacote de compensação.
2. Bobby Flay – US$ 33 milhões (R$ 176,6 milhões)
Flay renovou seu contrato em novembro para equiparar seus ganhos aos de Guy Fieri. O acordo engloba tudo: cachês por aparições, participação em negócios paralelos como produtos e restaurantes e, claro, seus programas de TV. Para manter o valor, o chef de 60 anos precisa de uma agenda cheia: recentemente lançou Bobby’s Triple Threat e mantém em produção Beat Bobby Flay e BBQ Brawl.
2. Gordon Ramsay – US$ 33 milhões (R$ 176,6 milhões)
Assim como Fieri e Flay, Ramsay construiu um império de programas culinários na Fox, incluindo Hell’s Kitchen, MasterChef e Next Level Chef. Mas o chef escocês de 58 anos tem um diferencial: mantém oito estrelas Michelin em seus restaurantes e reúne 40 milhões de seguidores no TikTok, onde ficou ainda mais famoso durante a pandemia ao criticar vídeos de culinária de outros usuários.
2. Guy Fieri – US$ 33 milhões (R$ 176,6 milhões)
Conhecido como o “prefeito de Flavortown”, Fieri redefiniu o mercado de apresentadores de lifestyle ao assinar, no fim de 2023, um contrato de três anos avaliado em US$ 100 milhões (R$ 535 milhões). O acordo o transformou no talento mais bem pago do Food Network, após a fusão com a Warner Bros. Discovery. O chef de 57 anos já comandou quase 600 episódios de Diners, Drive-ins and Dives desde 2007 e participa de inúmeros programas do portfólio da WBD.
5. John Oliver – US$ 30 milhões (R$ 160,5 milhões)
O programa Last Week Tonight, da HBO, é um fenômeno: já levou 30 Emmys nos últimos 10 anos. Esse sucesso, além de atrair assinantes para a plataforma HBO Max, garantiu ao apresentador britânico de 48 anos um contrato quase duas vezes maior que o de seus colegas do late night em emissoras abertas. No ano passado, a Warner Bros. Discovery tentou segurar os clipes do programa no YouTube por alguns dias para estimular o streaming, mas voltou atrás na 12ª temporada.
6. Ryan Seacrest – US$ 29 milhões (R$ 155 milhões)
Em setembro de 2024, Seacrest assumiu o posto de Pat Sajak como apresentador de Wheel of Fortune, além de manter seus trabalhos em American Idol e no especial de Ano-Novo da ABC, que também produz. Soma-se a isso seu programa de rádio diário de quatro horas, que sozinho lhe rende mais de US$ 10 milhões (R$ 53,5 milhões) por ano. Aos 50 anos, Seacrest praticamente nunca sai do ar.
7. Judy Sheindlin – US$ 28 milhões (R$ 149,8 milhões)
Nos tempos áureos, a juíza Judy ganhava mais de US$ 45 milhões (R$ 240,8 milhões) anuais com seu programa homônimo e ainda detinha os direitos do catálogo de episódios. Desde que vendeu esses direitos para a CBS e deixou a emissora em 2021, a agora octogenária lançou duas novas atrações judiciais no streaming da Amazon. Em 2024, a gigante passou a distribuir Judy Justice para centenas de emissoras locais, garantindo a manutenção de seus altos honorários.
8. Michael Strahan – US$ 26 milhões (R$ 139 milhões)
O ex-atleta do New York Giants hoje fatura mais como apresentador de TV do que quando jogava na NFL. Strahan tem contratos lucrativos com a Fox, como comentarista esportivo, e com a ABC, como coapresentador do Good Morning America e de The $100,000 Pyramid. Além da TV, ele também ganha com aparições pessoais e com sua empresa SMAC Entertainment, que gerencia sua própria marca.
9. Rachel Maddow – US$ 25 milhões (R$ 133,8 milhões)
Durante a renovação de contrato com a MSNBC no fim de 2024, Maddow reduziu seu salário de US$ 30 milhões (R$ 160,5 milhões) para US$ 25 milhões (R$ 133,8 milhões), segundo estimativas — algo que a emissora nega. Dois anos antes, ela havia passado de cinco dias por semana para apenas as segundas-feiras. Mesmo assim, continua sendo o rosto principal da recém-rebatizada MS NOW e ainda expande sua voz em podcasts e livros que se tornam best-sellers.
9. Robin Roberts – US$ 25 milhões (R$ 133,8 milhões)
O Good Morning America segue como uma das maiores fontes de receita da ABC, e Robin Roberts é peça-chave desse sucesso. Aos 64 anos, ela completou duas décadas como coapresentadora e mantém o programa na liderança de audiência há 13 anos consecutivos. Além do matinal, também apresenta especiais em horário nobre, como o documentário sobre os 20 anos do furacão Katrina exibido em agosto.
9. Sean Hannity – US$ 25 milhões (R$ 133,8 milhões)
Veterano da Fox News desde a fundação da emissora, em 1996, Hannity é hoje o apresentador de horário nobre há mais tempo no ar na TV a cabo. Mas sua principal fonte de renda nem é mais a TV: seu programa de rádio, transmitido em mais de 600 estações nos EUA, rende a ele mais de US$ 30 milhões (R$ 160,5 milhões) por ano, graças à sua participação acionária no formato.
12. Savannah Guthrie – US$ 24 milhões (R$ 128,4 milhões)
Enfrentar Donald Trump em um debate televisionado em 2020 rendeu um aumento salarial expressivo para Savannah Guthrie, de 53 anos. A apresentadora do Today já era a mais bem paga do programa antes mesmo da saída da colega Hoda Kotb, em janeiro. Sua habilidade em conduzir entrevistas políticas importantes para a NBC, além de comandar especiais festivos como o Desfile de Ação de Graças da Macy’s e a cerimônia de iluminação da árvore de Natal do Rockefeller Center, garantem seu destaque na emissora.
13. Kelly Ripa – US$ 22 milhões (R$ 117,7 milhões)
Presença fixa nas manhãs da TV desde 2001, Kelly Ripa já trabalhou ao lado de Regis Philbin, Michael Strahan e Ryan Seacrest, antes de formar dupla com o marido, Mark Consuelos, em 2023. Além do programa Live!, o casal também apresenta a série Running With The Wolves na ESPN, que mostra a experiência deles como proprietários do clube italiano de futebol Campobasso FC.
14. Charles Barkley – US$ 21 milhões (R$ 112,3 milhões)
Poucos anos após assinar um contrato de dez anos no valor de US$ 210 milhões (R$ 1,12 bilhão) com a Turner Sports, Barkley ameaçou se aposentar no ano passado, quando a emissora perdeu os direitos de transmissão da NBA. Um novo acordo, no entanto, permitiu que Inside The NBA continuasse sendo produzido pela Turner, mas exibido antes e depois dos jogos na ESPN e na ABC, mantendo Barkley ao lado de seus tradicionais colegas Ernie Johnson, Kenny Smith e Shaquille O’Neal — que, segundo estimativas, recebe US$ 15 milhões (R$ 80,2 milhões) por sua participação.
15. Pat McAfee – US$ 20 milhões (R$ 107 milhões)
O contrato da ESPN com o ex-punter do Indianapolis Colts inclui cachês por sua participação no College Gameday e uma taxa de licenciamento para transmitir The Pat McAfee Show na rede. McAfee, de 38 anos, utiliza esse valor para pagar sua equipe e custos de produção, mantendo a propriedade e o controle editorial do programa. Além disso, ele também atuou como comentarista de lutas da WWE até junho, quando decidiu se afastar alegando cansaço.
15. Stephen A. Smith – US$ 20 milhões (R$ 107 milhões)
Em março, o maior nome dos programas esportivos de debate da TV recebeu um aumento de US$ 12 milhões (R$ 64,2 milhões) para US$ 20 milhões (R$ 107 milhões) anuais, no que se acredita ser o maior contrato já pago a um talento da ESPN. Pelo novo acordo, Stephen A. participará de menos programas da emissora, liberando tempo para projetos paralelos, como seu podcast — e, apesar de negar repetidamente, especula-se até uma possível entrada na política.
17. Anderson Cooper – US$ 18 milhões (R$ 96,3 milhões)
Embora também contribua ocasionalmente para o programa 60 Minutes, da CBS, a maior parte da fortuna de Anderson Cooper vem do trabalho na CNN. Lá, ele apresenta um programa diário no horário nobre e outro semanal com reportagens aprofundadas aos domingos. Aos 58 anos, ele está na emissora desde 2001 e continua sendo um dos principais nomes do jornalismo americano.
17. Tony Romo – US$ 18 milhões (R$ 96,3 milhões)
O contrato de dez anos no valor de US$ 180 milhões (R$ 963 milhões) com a CBS, assinado em 2020, transformou Romo em um dos comentaristas mais bem pagos da história da TV esportiva. Ex-quarterback do Dallas Cowboys, ele segue como principal analista ao lado de Jim Nantz. Porém, já começa a sentir a concorrência de novos talentos, como o ex-defensivo J.J. Watt, recentemente contratado para a segunda equipe da CBS.
17. Troy Aikman – US$ 18 milhões (R$ 96,3 milhões)
Com o objetivo de montar uma equipe de transmissão de nível de Super Bowl para a temporada de 2026, a ESPN contratou Troy Aikman, lenda do Dallas Cowboys, tirando-o da Fox com um contrato ainda maior do que o oferecido pela CBS a Tony Romo, seu ex-companheiro de posição. O valor recebido por Romo também inclui despesas que ele cobre com assistentes que o acompanham em dias de jogo.
20. George Stephanopoulos – US$ 17 milhões (R$ 91 milhões)
Um deslize verbal em 2023 levou Donald Trump a abrir um processo de difamação contra a ABC, resultando em um acordo de US$ 15 milhões (R$ 80,2 milhões). Apesar disso, a emissora manteve total apoio a George Stephanopoulos, de 64 anos, renovando seu contrato em dezembro. O novo acordo inclui um programa de política no Hulu e quatro especiais em horário nobre. No entanto, será David Muir, e não Stephanopoulos, quem seguirá responsável pelos principais boletins de notícias da rede.
20. Steve Harvey – US$ 17 milhões (R$ 91 milhões)
Desde 2010, Steve Harvey já apresentou mais de 1,1 mil episódios de Family Feud, sem contar as versões internacionais e spin-offs. Entre elas, Celebrity Family Feud teve sua maior estreia em três anos neste julho, com 4,2 milhões de espectadores. Além da TV, o apresentador de 68 anos também fatura milhões com um programa de rádio diário, transmitido em rede nacional.
22. Jimmy Fallon – US$ 16 milhões (R$ 85,6 milhões)
Com um programa feito sob medida para as redes sociais, The Tonight Show domina o espaço digital, mesmo ficando em terceiro lugar na audiência tradicional da TV. Fallon, de 50 anos, também empresta seu carisma para outras produções, apresentando game shows como Password e That’s My Jam, além do novo reality On Brand, que estreia na NBC em 30 de setembro.
22. Jimmy Kimmel – US$ 16 milhões (R$ 85,6 milhões)
Apresentador do Jimmy Kimmel Live! desde 2003, Kimmel já cogitou a aposentadoria algumas vezes, e seu contrato atual expira em meados de 2026. Fora do talk show, ele também apresenta a versão com celebridades de Who Wants To Be A Millionaire? e dublou um personagem no filme dos Smurfs lançado neste verão. Durante a temporada do Emmy, chegou a defender publicamente Stephen Colbert, chamando de “absurda” a alegação da CBS de que o programa de seu colega gerava prejuízo anual de US$ 40 milhões (R$ 214 milhões).
22. Joe Buck – US$ 16 milhões (R$ 85,6 milhões)
Em 2022, a Fox liberou Joe Buck do último ano de seu contrato para que ele se juntasse a Troy Aikman na ESPN, em troca dos direitos de transmissão de um jogo universitário entre Penn State e Purdue. Aos 56 anos, Buck se tornou o narrador esportivo mais bem pago da história, depois de ter narrado 24 World Series em sua antiga emissora. Hoje, sua principal função é no Monday Night Football, embora ocasionalmente participe de transmissões da MLB — principal liga de baseball dos EUA —, como o jogo de abertura entre Brewers e Yankees.
25. Stephen Colbert – US$ 15 milhões (R$ 80,2 milhões)
Favorito ao Emmy de Melhor Série de Talk Show neste fim de semana, Colbert, de 61 anos, pode conquistar sua primeira estatueta no comando do The Late Show. Antes, ele já havia vencido dez vezes com The Colbert Report, no Comedy Central. Com contrato até maio do próximo ano, o anúncio do fim de seu programa impulsionou ainda mais a audiência, deixando-o à frente da concorrência.
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Bancos Globais Adotam Home Office no Oriente Médio em Meio À Escalada de Tensões
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Profissionais do JPMorgan e do Citigroup no Oriente Médio foram orientados a trabalhar em casa à medida que as tensões aumentam em meio à guerra aérea entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, disseram duas fontes com conhecimento do assunto à Reuters nesta segunda-feira (2).
Ambos os bancos norte-americanos não esperam interrupções em suas operações na região, afirmaram as fontes, que pediram para não ser identificadas por se tratar de informações confidenciais. “Continuamos a adotar medidas para ajudar a manter nossos funcionários e suas famílias seguros”, disse o Citigroup em comunicado, acrescentando que possui planos de contingência para continuar atendendo os clientes.
As tensões no Oriente Médio aumentaram depois que ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã provocaram o lançamento de mísseis de retaliação por Teerã, direcionados a países do Golfo e outros aliados de Washington na região.
A Arábia Saudita fechou sua maior refinaria após ataques com drones causarem um incêndio, enquanto fortes explosões foram ouvidas em Dubai e Samha, nos Emirados Árabes Unidos, e também em Doha, capital do Catar.
Problemas localizados de energia afetaram a Amazon Web Services nos Emirados Árabes Unidos e no vizinho Bahrein após “objetos” não identificados atingirem um data center da Amazon, provocando um incêndio.
Atividade nos mercados de capitais em risco
As hostilidades levaram a uma ampla interrupção das viagens aéreas, já que grandes áreas do espaço aéreo em importantes centros do Oriente Médio permanecem fechadas, fazendo com que ações de empresas de viagens em todo o mundo caíssem.
O conflito ameaça interromper captações planejadas nos mercados de capitais e negócios transfronteiriços na região, à medida que negociadores e banqueiros reduzem viagens por preocupações com segurança e interrupções nos negócios, disseram fontes do setor.
O Standard Chartered, o Sumitomo Mitsui Financial Group, do Japão, e o Mitsubishi UFJ Financial Group pediram a seus funcionários que adiem viagens ao Oriente Médio.
O banco japonês Mizuho, que possui escritórios em Dubai e Riad, disse à Reuters que uma evacuação voluntária para seus funcionários é possível.
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100 Horas Diante das Telas? 3 Ações para Proteger Sua Saúde no Trabalho
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Profissionais que trabalham em escritório acumulam 99,2 horas de tempo de tela por semana, acima das 97 horas registradas no ano passado. Mas mesmo os que não trabalham em frente ao computador relatam quase o mesmo volume (87,6 horas por semana).
A maioria dos profissionais afirma sentir desconforto visual relacionado às telas. Entre os sintomas, olhos cansados ou doloridos, visão embaçada ou dupla e dificuldade para manter o foco após uso prolongado.
Esses dados aparecem no terceiro relatório anual Workplace Vision Health Report, uma pesquisa da empresa americana de seguro oftalmológico VSP Vision Care em parceria com a Workplace Intelligence, realizada com 800 líderes de recursos humanos e 1.200 funcionários nos Estados Unidos.
Embora o estudo foque especificamente na saúde dos olhos, o ambiente de trabalho hiperconectado de hoje também favorece lesões por esforço repetitivo, excesso de tempo sentado e a prática de não tirar férias. Cabe a você garantir que seu trabalho não esteja prejudicando sua saúde, física e mental.
Como evitar que o trabalho afete sua saúde
1. Mantenha atenção contínua e regular à sua saúde
Você sabe quanto tempo passa em frente às telas? Essa pesquisa sobre visão é um alerta específico para a saúde ocular, mas também é importante prestar atenção constante à sua saúde como um todo. Como?
Mantenha um diário de saúde
Reserve alguns minutos ao fim do dia (ou várias vezes ao dia, se possível) para registrar como está se sentindo. Avalie seu nível de energia. Identifique se há partes do corpo com dor. Observe se sua saúde mental está em baixa. Por exemplo, se tem sentido ansiedade, frustração ou sensação de sobrecarga.
Ao manter esse registro, você faz check-ins regulares consigo mesmo e pode perceber padrões de comportamento que ajudam (como se alimentar bem) ou hábitos que precisam ser mudados (como dormir pouco).
Agende check-ups de saúde para o ano
Seu diário funciona como uma lista contínua de pontos para discutir com seu médico de rotina e pode indicar se algum problema específico deve se tornar prioridade. Enquanto isso, agende consultas preventivas — como exame físico anual e limpezas dentárias. Assim, você já deixa tudo marcado e só precisa se lembrar na data programada. Você pode até criar agora um lembrete para o próximo ano, quando fará a nova rodada de agendamentos.
Programe suas férias para o ano
Além das consultas médicas, agende também seus dias de folga remunerada. Isso ajuda tanto você quanto a empresa a se planejarem com antecedência. Saber que você terá um tempo de descanso pela frente também traz motivação — especialmente se der um passo além e planejar viagens ou atividades específicas para esse período.
2. Peça ajuda à sua empresa
Algumas melhorias de saúde, como ampliar benefícios ou mudar rotinas de trabalho, exigem apoio da empresa.
Defina o que pedir
Você precisa de mais controle sobre sua agenda para poder fazer pausas quando necessário? Há benefícios específicos que a empresa não oferece? Algum tipo de treinamento (como yoga na cadeira ou exercícios para os olhos) seria útil? Não faça apenas uma lista genérica de sugestões. Pense no que é mais importante para você, avalie o que a empresa já oferece e planeje seu pedido como se fosse uma negociação.
Comece por você e sua equipe
Sugira reuniões ao ar livre (quando o clima permitir) ou reuniões caminhando, para incluir alguma atividade física. Implemente dias sem reuniões ou proponha encontros presenciais ou mesmo por telefone, sem vídeo, para reduzir o tempo de tela. Use alarmes para incluir pausas regulares: descansar os olhos, beber água ou até conversar rapidamente com colegas.
Construa o argumento financeiro para a liderança
De acordo com o Workplace Vision Health Report, um em cada quatro funcionários relata ter se afastado do trabalho devido a desconfortos associados ao uso prolongado de telas, o que representa, em média, 4,5 dias de ausência por ano.
Perder quase uma semana por colaborador é um dado concreto que você pode apresentar ao seu gestor, ao RH e à liderança sênior. Se sua jornada de bem-estar identificar outros problemas de saúde que a empresa possa enfrentar, essa perda de produtividade pode ser ainda maior.
3. Otimize seu tempo pessoal
Além de melhorar sua rotina profissional, organize seu tempo pessoal de forma estratégica para proteger sua saúde.
Escolha hobbies analógicos
Leia livros físicos ou ouça audiolivros, em vez de usar um leitor digital. Prefira um jantar colaborativo ou uma noite de jogos a uma maratona de séries. Escolha atividades que não exijam telas — como montar quebra-cabeças, dançar ou pintar. Como bônus, ter hobbies interessantes rende ótimos assuntos para entrevistas de emprego e encontros de networking.
Inclua atividade física no lazer
Assim como reuniões podem acontecer ao ar livre, encontre amigos em um parque ou museu. Dê voltas extras no mercado ou no estacionamento quando estiver resolvendo tarefas do dia a dia. Escolha um “guilty pleasure” (como rolar o feed infinitamente nas redes sociais) e permita-se fazê-lo apenas em pé — pelo menos você reduz o tempo sentado.
Agende uma meta divertida e desafiadora
Assim como programar suas férias com antecedência, planejar parte do seu tempo pessoal pode beneficiar sua saúde e ainda criar expectativa positiva. Uma corrida de 5 km no bairro (caminhando, correndo ou até em grupo) pode envolver atividade física, oportunidade de networking e contato com o ar livre.
Trabalhar como voluntário em algum projeto é outra atividade com benefícios sociais e emocionais. Escolha algo que já desperte seu interesse e marque a data, para não cair na rotina de apenas ficar em casa — ou pior, continuar trabalhando de casa.
*Caroline Ceniza-Levine é colaboradora da Forbes USA. Ela é consultora executiva, palestrante e escreve sobre tendências no mercado de trabalho.
*Matéria originalmente publicada em Forbes.com
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Volkswagen Anuncia Nova VP de Recursos Humanos
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A Volkswagen anunciou Angie Stelzer, atual diretora de recursos humanos do grupo na Argentina, como a nova vice-presidente de RH da marca no Brasil e América do Sul.
A partir de março, a executiva passa a se reportar diretamente a Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil, e a Alexander Seitz, chairman executivo da marca na América do Sul.
Angie sucede Douglas Pereira, que deixa o cargo após quatro anos para assumir como chefe de pessoas, cultura e organização da Lamborghini, na Itália.
Na Volkswagen desde 1999, a executiva construiu carreira nas áreas jurídica, corporativa e de relações governamentais. Em 2015, assumiu a diretoria de assuntos corporativos, jurídicos e públicos da Volkswagen Argentina, liderando também imprensa, relações públicas e comunicação interna. Desde 2023, passou a gerir a área de recursos humanos.
Com 30 anos de carreira, iniciou sua trajetória como advogada no Estudio Jurídico Limonta antes de ingressar no grupo. É formada em direito e administração de empresas pela Pontificia Universidad Católica Argentina.
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