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X-Men: quais são os 10 mutantes mais fortes com nível ômega?

Os X-Men estão entre os heróis mais icônicos dos quadrinhos, conhecidos por suas habilidades mutantes e histórias repletas de complexidade. Dentro do universo mutante, alguns personagens se destacam por alcançarem o status de mutantes de nível ômega.
Esses mutantes representam o pináculo do poder genético, com habilidades tão impressionantes que os colocam acima da maioria de seus pares. Mas, afinal, quem são os mutantes nível ômega mais fortes do universo dos X-Men?
A classificação de nível ômega não diz respeito apenas à potência bruta, mas também à infinita capacidade de evolução de seus poderes. Esses personagens não só moldam o universo dos X-Men, mas também desafiam os limites do que significa ser um mutante.
X-Men: quais são os 10 mutantes mais fortes com nível ômega?
Seja controlando a realidade, manipulando energias inimagináveis ou exercendo controle absoluto sobre as mentes, eles redefinem o conceito de poder. Nesta lista, exploramos os 10 mutantes ômega mais fortes do universo X-Men, destacando suas habilidades no mundo dos quadrinhos.
Vulcano
Gabriel Summers, conhecido como Vulcano, é um mutante que controla energia em um nível quase incompreensível. Ele consegue absorver, manipular e redirecionar praticamente qualquer forma de energia, tornando-o uma força imparável em combate.

Sua capacidade de destruir planetas inteiros o coloca entre os mutantes mais temidos e poderosos do universo Marvel. Além disso, sua conexão com os X-Men e com a família Summers torna suas histórias ainda mais impactantes.
Jean Grey
Jean Grey é a manifestação mais poderosa da Fênix, uma entidade cósmica que representa a vida e a destruição. Mesmo sem a Fênix, Jean é uma telepata e telecinética incrivelmente forte, capaz de remodelar mentes, criar campos de força indestrutíveis e mover objetos de proporções colossais.

Sua conexão com a Força Fênix amplifica suas habilidades a um nível ômega que transcende a realidade, solidificando seu papel como uma das personagens mais icônicas dos X-Men.
Monarca
Conhecido como Jamie Braddock, Monarca tem a capacidade de manipular a estrutura da realidade. Ele enxerga o universo como uma teia de fios que pode entrelaçar e cortar à sua vontade, alterando os fundamentos do tempo e espaço.

Esse poder praticamente ilimitado faz dele um dos mutantes ômega mais fortes e perigosos. Sua instabilidade mental, no entanto, o torna imprevisível, o que adiciona uma camada extra de complexidade às histórias em que aparece.
Kid Ômega
Quentin Quire, ou Kid Ômega, é um jovem mutante com habilidades telepáticas extraordinárias. Apesar de sua atitude rebelde e comportamento desafiador, Quentin é um dos telepatas mais talentosos do universo Marvel.

Sua capacidade de manipular mentes e criar projeções psíquicas o coloca como um dos mutantes ômega mais promissores, com potencial para superar até mesmo os maiores telepatas da história.
Magneto
Erik Lehnsherr, conhecido como Magneto, é o mestre do magnetismo e um dos mutantes ômega mais conhecidos. Sua capacidade de manipular campos magnéticos o permite controlar metais, gerar pulsos eletromagnéticos e até mesmo influenciar o campo magnético da Terra.

Além de seus poderes, Magneto é um estrategista brilhante, cujas convicções políticas e filosóficas moldaram a história dos X-Men.
Rogue (Vampira)

Rogue, conhecida no Brasil como Vampira, tem a habilidade de absorver temporariamente os poderes, memórias e habilidades de outros mutantes e seres vivos com um simples toque. No entanto, em algumas versões dos quadrinhos, Vampira demonstrou um nível de controle que lhe permitiu reter habilidades permanentemente, tornando-se uma verdadeira ameaça.
Ao absorver poderes de nível ômega como os de Miss Marvel ou mesmo de outros mutantes extremamente poderosos, Vampira pode alcançar níveis de força, resistência e habilidades que a colocam entre os mutantes mais perigosos e versáteis do universo Marvel.
Tempestade
Ororo Munroe, ou Tempestade, é uma mutante que controla o clima em escala global. Sua capacidade de manipular tempestades, ventos, raios e outras condições climáticas faz dela uma figura imponente e essencial para os X-Men.

Além de seus poderes, Tempestade é uma líder natural, cuja presença e carisma inspiram aqueles ao seu redor. Seu status como mutante de nível ômega destaca sua importância tanto como guerreira quanto como estrategista.
Leia mais:
- X-Men: entenda o sistema de classificação dos mutantes na Marvel
- ‘X-women’: as dez mutantes mais poderosas segundo a Marvel
- Quais são os vilões mais fortes em X-Men Evolution?
Legião
David Haller, conhecido como Legião, é um dos mutantes mais complexos e poderosos do universo X-Men. Ele possui múltiplas personalidades, cada uma com um poder diferente, variando de telepatia a manipulação da realidade.

Essa combinação de habilidades faz dele um mutante incrivelmente perigoso e imprevisível. Seu status de nível ômega é uma prova de sua capacidade de alterar o mundo ao seu redor de maneiras extraordinárias.
Massacre
Massacre é a fusão entre Magneto e o Professor Xavier, um ser de poder incomensurável. Ele combina as habilidades telepáticas de Xavier com o controle magnético de Magneto, criando uma entidade praticamente invencível.

Massacre é uma das maiores ameaças que os X-Men já enfrentaram, capaz de destruir heróis e vilões com igual facilidade.
Beyonder
Embora a classificação do Beyonder como mutante seja discutível, ele é frequentemente associado ao universo mutante devido às histórias em que participa. Como uma entidade cósmica, o Beyonder possui poderes praticamente ilimitados, capazes de alterar a realidade em uma escala multiversal.

Sua presença nos quadrinhos dos X-Men elevou o nível de perigo e complexidade das histórias, consolidando-o como uma figura de poder absoluto. Os mutantes de nível ômega representam o que há de mais poderoso no universo X-Men.
Suas habilidades transcendem os limites da compreensão humana, moldando não apenas o destino dos mutantes, mas de todo o universo Marvel.
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TikTok oficializa cisão nos EUA e reduz participação da ByteDance

O TikTok anunciou nesta quinta-feira (22) que finalizou a cisão de suas operações nos Estados Unidos, transferindo o controle da versão americana do aplicativo para um grupo de investidores não chineses. A medida encerra um processo que se arrastou por anos em meio a negociações entre Washington e Pequim e garante a continuidade da plataforma no país após a aprovação de uma lei que proibia o serviço sob controle majoritário de empresas chinesas.
Segundo a empresa, a nova estrutura passa a operar por meio da TikTok USDS Joint Venture LLC, uma joint venture de maioria americana que inclui como investidores a Oracle, a gestora Silver Lake e a MGX. Cada uma das três detém uma participação de 15% no negócio. A controladora chinesa ByteDance, por sua vez, manteve uma fatia de 19,9%, abaixo do limite estabelecido pelo governo dos Estados Unidos para caracterizar controle estrangeiro.
Estrutura societária do TikTok nos EUA e prazo imposto pelo governo
A conclusão do acordo ocorre dentro do prazo de 120 dias determinado por uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump em setembro do ano passado. O documento suspendeu temporariamente a aplicação da lei que poderia banir o TikTok do país, dando tempo para que a empresa finalizasse a venda parcial e passasse pela análise regulatória nos dois países.
Na época, a Casa Branca indicou que o plano previa a criação de uma joint venture em que a ByteDance teria menos de 20% de participação e que “parceiros de segurança confiáveis” ficariam responsáveis por supervisionar o funcionamento dos sistemas e a integridade dos algoritmos. O objetivo declarado era evitar qualquer tipo de influência do governo chinês sobre a plataforma.

O anúncio marca uma vitória para setores do governo e do Congresso dos EUA que, há anos, pressionavam por uma venda do TikTok. Esses grupos argumentavam que a origem chinesa do aplicativo poderia representar riscos à segurança nacional e abrir espaço para a disseminação de propaganda ou coleta indevida de dados de usuários americanos.
O que é uma joint venture?
Uma joint venture é um acordo empresarial em que duas ou mais empresas se unem para criar uma nova entidade ou projeto específico, compartilhando investimentos, riscos e resultados. Cada parte mantém sua identidade jurídica e operacional, mas define, em contrato, como será a gestão, a divisão de participação societária e as responsabilidades sobre decisões estratégicas, operação e uso de recursos.
Salvaguardas para dados, algoritmo e moderação
No comunicado oficial, a TikTok USDS Joint Venture LLC detalhou as medidas que passam a valer com a nova estrutura. De acordo com a empresa, os dados de usuários dos EUA serão armazenados na nuvem da Oracle em território americano, dentro de um programa de privacidade e cibersegurança auditado por terceiros e alinhado a padrões como o NIST e a ISO 27001.

A joint venture também informou que será responsável por re-treinar, testar e atualizar o algoritmo de recomendação com base apenas em dados de usuários dos Estados Unidos. O código e as atualizações de software passarão por revisões contínuas, com apoio da Oracle como parceira de segurança.
Outro ponto destacado foi a autonomia para definir políticas de trust & safety e moderação de conteúdo no mercado americano. Segundo a empresa, a nova entidade terá autoridade decisória sobre essas áreas, além de publicar relatórios de transparência e buscar certificações independentes.
Conselho e comando da nova empresa
A joint venture será administrada por um conselho de sete membros, com maioria de diretores americanos. Entre os nomes anunciados estão o CEO global do TikTok, Shou Chew, executivos da Silver Lake, Oracle e MGX, além de Raul Fernandez, presidente da DXC Technology, que assume a presidência do comitê de segurança.
A liderança executiva ficará a cargo de Adam Presser, nomeado CEO da TikTok USDS Joint Venture, com Will Farrell como diretor de segurança. Ambos já atuaram em estruturas ligadas ao TikTok e à área de proteção de dados da empresa.
Contexto político e impacto nos usuários
O TikTok afirma ter cerca de 170 milhões de usuários nos Estados Unidos, com forte presença entre o público jovem. A plataforma ganhou relevância também no debate político. O próprio Trump, que durante seu primeiro mandato defendeu a proibição do aplicativo, mudou de postura e passou a apoiar a reestruturação como forma de manter o serviço ativo no país. Em 2024, ele abriu uma conta na rede social durante a campanha presidencial.
O governo chinês, que no início criticou a pressão americana como uma forma de “lógica de roubo”, acabou sinalizando apoio ao acordo após conversas entre os líderes dos dois países. Na ocasião, Pequim declarou que empresas deveriam conduzir negociações comerciais “com base nas regras de mercado”.
Leia mais:
- O que é a Oracle? Veja sua relação com IA, TikTok, Meta e os Estados Unidos
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- TikTok: o que é e como funciona a rede social
Investidores e escopo ampliado
Além de Oracle, Silver Lake e MGX, o consórcio de investidores inclui nomes como o Dell Family Office, a Alpha Wave Partners, a General Atlantic, o fundo ligado a Yuri e Julia Milner e a NJJ Capital, do empresário francês Xavier Niel. O comunicado também informa que as salvaguardas de segurança da joint venture vão abranger outros aplicativos da empresa nos EUA, como CapCut e Lemon8.

A nova estrutura passa a ser apresentada como uma entidade independente, com foco em proteger dados, sistemas e o ecossistema de criadores no mercado americano, ao mesmo tempo em que mantém a interoperabilidade com a rede global do TikTok para permitir que conteúdos e negócios continuem circulando em escala internacional.
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Malware criado com IA marca nova fase do cibercrime

A Check Point Software anunciou nesta quarta-feira (21) a identificação de um novo tipo de ameaça digital que pode indicar uma mudança relevante na forma como o cibercrime passa a explorar a inteligência artificial (IA). O framework, chamado de VoidLink, foi descrito como um dos primeiros exemplos de malware avançado amplamente gerado com apoio de IA, capaz de acelerar etapas que antes exigiam grandes equipes e longos períodos de desenvolvimento.
De acordo com a divisão de pesquisa da empresa, a Check Point Research (CPR), o VoidLink ainda estava em fase inicial e não chegou a ser utilizado em ataques ativos. Mesmo assim, o caso chama a atenção por mostrar como a tecnologia já permite que um único agente desenvolva uma plataforma de malware sofisticada em poucos dias, reduzindo barreiras técnicas e ampliando o potencial de escala para ações cibernéticas de alta complexidade.

VoidLink e a virada no uso da IA pelo cibercrime
- Historicamente, o uso de inteligência artificial por cibercriminosos se concentrava em tarefas pontuais, como automação simples ou adaptação de códigos já existentes.
- Segundo a CPR, a maioria dos exemplos anteriores de malware com apoio de IA apresentava baixo nível técnico ou dependia fortemente de ferramentas de código aberto.
- O VoidLink, no entanto, se diferencia por apresentar uma estrutura modular e organizada, com um nível de planejamento que costuma ser associado a operações bem financiadas.
- A análise dos pesquisadores indicou que, ao contrário do que parecia à primeira vista, o framework pode ter sido criado por um único indivíduo, que utilizou a IA não apenas para escrever trechos de código, mas também para planejar, estruturar e conduzir todo o projeto.

A IA como acelerador do desenvolvimento de malware
Um dos pontos destacados pela Check Point é o papel da IA como “multiplicador de força” para atacantes. As evidências apontam que a tecnologia foi usada para montar cronogramas, definir especificações, orientar testes e facilitar a rápida iteração do sistema malicioso.
Processos que antes demandavam meses de trabalho coletivo teriam sido comprimidos em menos de uma semana até alcançar um estágio funcional. Para os pesquisadores, isso indica que a barreira de entrada para a criação de ameaças cibernéticas avançadas está sendo reduzida de forma significativa, o que pode tornar ataques complexos mais acessíveis e frequentes.
Eli Smadja, gerente de grupo de pesquisas da CPR, afirmou que a velocidade de desenvolvimento foi o aspecto mais marcante do caso. Segundo ele, a IA permitiu que um único ator planejasse e evoluísse uma plataforma sofisticada em dias, algo que antes exigia recursos e coordenação de equipes inteiras.
Reflexos para a segurança das empresas
A descoberta do VoidLink é vista como um sinal de alerta para organizações que dependem de estratégias tradicionais de defesa digital. Com a possibilidade de ameaças sendo criadas e ajustadas em ritmo acelerado, a empresa defende que a segurança corporativa passe a priorizar prevenção, inteligência de ameaças em tempo real e resposta mais ágil.
A CPR ressalta que a cibersegurança não pode mais se basear apenas em ações reativas após a detecção de um ataque. A dinâmica imposta pelo uso de IA na criação de malware exige visibilidade contínua e ferramentas capazes de operar na velocidade das máquinas.
Leia mais:
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Um novo cenário para o panorama de ameaças
Para a Check Point, o VoidLink vai além da identificação de um único framework. O caso indica que a chamada era do malware gerado por IA já saiu do campo teórico e começou a se materializar, ainda que em estágios iniciais.
Nesse contexto, compreender como os atacantes utilizam a inteligência artificial passa a ser um passo central para o desenvolvimento de defesas mais eficazes. A empresa destaca que inovação em segurança e prevenção precisam evoluir juntas para acompanhar a transformação no ecossistema de ameaças digitais.
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Casos de sarampo disparam e geram alerta internacional

A rede global de virologistas Global Virus Network (GVN) divulgou um alerta sobre o avanço recente do sarampo nos Estados Unidos e em outros países, apontando riscos para a saúde pública e para o status de eliminação da doença em regiões que vinham mantendo baixos índices de transmissão. A organização reúne especialistas em virologia humana e animal de mais de 90 centros de excelência e afiliados em mais de 40 países, com foco em pesquisa, colaboração científica e preparação para pandemias.
O sarampo segue sendo uma das doenças virais mais contagiosas conhecidas e pode ser letal, especialmente em crianças não vacinadas. Ao mesmo tempo, o GVN destaca que a enfermidade é totalmente prevenível por meio de uma vacina altamente eficaz, com histórico de segurança estabelecido desde a década de 1960.

Casos de sarampo nos Estados Unidos em 2025
Em 2025, os Estados Unidos registraram o maior número de casos de sarampo em mais de 30 anos. Foram mais de 2.242 casos confirmados em 45 estados, com pelo menos 11% dos pacientes necessitando de hospitalização. Entre os registros, houve casos em crianças pequenas e três mortes confirmadas, representando um aumento expressivo em comparação com anos recentes.
Dados coletivos indicam que os surtos devem continuar no início de 2026. Estados como a Carolina do Sul já relatam centenas de casos ativos em focos localizados. Autoridades de saúde pública alertam que o país pode perder o status de eliminação do sarampo, assim como ocorreu no Canadá, caso a transmissão não seja controlada.

Fatores associados e dados do CDC
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), o total de 2025 representa uma retomada significativa da doença em relação a períodos anteriores. Muitos dos surtos foram associados a baixa cobertura vacinal e a viagens internacionais, fatores que facilitam a reintrodução do vírus em comunidades com proteção insuficiente.
O professor Scott Weaver, diretor de um Centro de Excelência do GVN na Universidade do Texas Medical Branch, afirmou que “o sarampo em qualquer lugar é uma ameaça em todos os lugares”, destacando que os surtos refletem desafios persistentes na manutenção de altas taxas de vacinação infantil e vulnerabilidades nos sistemas de saúde pública.

Situação global do sarampo e dados da OMS
O aumento dos casos não se limita aos Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2024 houve uma estimativa de 95 mil mortes por sarampo em todo o mundo, a maioria entre crianças menores de cinco anos não vacinadas ou com vacinação incompleta. A entidade ressalta que a vacina contra a doença é segura e de baixo custo, mas ainda enfrenta barreiras de acesso e adesão em diferentes regiões.
Para a professora Heidi Larson, diretora do Vaccine Confidence Project da London School of Hygiene & Tropical Medicine e membro do conselho do GVN, reforçar a imunização de rotina, a vigilância e a educação pública é fundamental para evitar novos surtos. Ela afirma que a vacina tríplice viral (MMR) é comprovadamente segura e eficaz, sendo a principal defesa contra a disseminação do vírus.
Leia mais:
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- Como surgiu a primeira vacina? Descubra a doença que deu início aos estudos de imunização
Recomendações do Global Virus Network
O GVN orienta governos, profissionais de saúde e agências públicas a adotar medidas para conter a expansão da doença. Entre as ações recomendadas estão:
- Promover e facilitar a vacinação MMR de crianças e adultos não imunizados.
- Fortalecer sistemas de vigilância para detectar e responder rapidamente a surtos.
- Combater a desinformação sobre vacinas com comunicação baseada em evidências.
- Apoiar esforços globais de imunização para reduzir doenças e mortes evitáveis em escala mundial.
A rede reforça que a combinação de cobertura vacinal elevada e monitoramento contínuo é essencial para impedir que o sarampo volte a se estabelecer de forma sustentada em países que já haviam controlado a doença.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (15/01/2026)


























