Tecnologia
6 notebooks para você comprar em 2025 para trabalhar, jogar ou usar no dia a dia

O ano de 2025 está só começando, e é o momento perfeito para renovar suas ferramentas. Que tal investir em um notebook que acompanhe suas necessidades neste ano?
A seguir, confira seis modelos para diferentes públicos e usos.

Notebooks para comprar em 2025
- Lenovo Legion Slim 5i – ideal para profissionais criativos e gamers
- ASUS TUF Gaming F15 – ideal para gamers
- Positivo Vision R15 (Ryzen 7) – ideal para quem procura um bom notebook ao menor preço possível
- Dell G15 RTX 3050 – ótimo custo-benefício para gamers
- Samsung Galaxy Book4 (15.6″) – ótimo custo-beneficio para uso cotidiano
- ASUS ROG Strix G16 – notebook gamer potente
Lenovo Legion Slim 5i – ideal para profissionais criativos e gamers

Portabilidade e alto desempenho definem o Legion Slim 5i. Este notebook combina design e atributos ideais para gamers e profissionais criativos. Seu design compacto e peso reduzido tornam-no uma opção atrativa para quem precisa de mobilidade sem abrir mão do desempenho.
Ele é equipado com o processador Intel Core i7-13700H de 13ª geração e lida com jogos modernos e softwares avançados com eficiência. Sua placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 4050 oferece gráficos realistas nos games e é eficiente em tarefas como edição de vídeos em alta resolução e modelagem 3D.
Ainda apresenta tela de 16 polegadas WQXGA (2560 x 1600) com cores precisas graças à cobertura de 100% do espaço sRGB. A taxa de atualização de 165 Hz garante maior fluidez, essencial para jogos competitivos e vídeos em movimento.
O modelo vem com 16 GB de RAM DDR5 e um SSD de 512 GB.
Você pode comprar este notebook por cerca de R$ 9.000 na Amazon.
ASUS TUF Gaming F15 – ideal para gamers

Com recursos que atendem tanto ao uso cotidiano quanto a aplicações intensas, o ASUS TUF Gaming F15 é perfeito para jogos e tarefas exigentes.
Equipado com o processador Intel Core i7 de 12ª geração, oferece rapidez em jogos, programas pesados e multitarefa, como edição de vídeos e o uso de várias aplicações simultaneamente.
A placa de vídeo NVIDIA RTX 3050 garante imagens nítidas e fluidas, além de proporcionar desempenho estável em programas de design e edição 3D. Sua tela de 15.6 polegadas Full HD com taxa de atualização de 144 Hz é especialmente útil para jogos, pois elimina borrões em movimentos rápidos.
O notebook vem com 16GB de memória RAM e SSD de 512 GB.
Você pode comprar este notebook por cerca de R$ 6.800 na Amazon.
Positivo Vision R15 (Ryzen 7) – ideal para quem procura um bom notebook ao menor preço possível

Apesar de sua reputação, a Positivo lançou um dos melhores notebooks em sua faixa de preço com o Positivo Vision R15. Para quem busca bom custo-benefício, a versão com o processador AMD Ryzen 7 5700U, 8GB de RAM e 256GB de SSD é uma excelente opção.
O processador AMD Ryzen 7 5700U oferece bom desempenho para um notebook de uso geral, sendo capaz de lidar com múltiplas tarefas simultaneamente sem comprometer a fluidez. A tela Full HD de 15,6 polegadas complementa a experiência, oferecendo uma boa resolução para o uso diário.
Você pode comprar este notebook por cerca de R$ 3.100 na Amazon.
Leia mais:
- Quer um notebook bom e barato? 8 modelos de melhor custo-benefício em 2024
- Notebook gamer: 10 modelos com o melhor custo-benefício em 2024
- Fim do Windows 10: como escolher um notebook para substituir seu antigo
Dell G15 RTX 3050 – ótimo custo-benefício para gamers

Entregando muito a um preço competitivo, o Dell G15 é projetado tanto para quem gosta de jogar quanto para quem precisa de bom desempenho em outras atividades.
Ele possui um processador Intel Core i5 de 13ª geração, que permite rodar programas e jogos de forma rápida e eficiente. Este modelo vem com 8 GB de RAM e armazenamento com SSD de 512 GB.
O notebook ainda conta com a placa de vídeo dedicada NVIDIA GeForce RTX 3050, ideal para jogos mais pesados com boa qualidade gráfica. Sua tela de 15,6 polegadas em resolução Full HD (1920×1080 pixels) e o teclado retroiluminado na cor laranja completam o conjunto.
Você pode comprar este notebook por cerca de R$ 6.000 na Fast Shop.
Samsung Galaxy Book4 (15.6″) – ótimo custo-beneficio para uso cotidiano

Se você procura um notebook que atenda bem às tarefas do dia a dia, como estudos, trabalho ou entretenimento, o Galaxy Book4 pode ser uma ótima opção.
Equipado com o processador Intel Core i5, ele é rápido e eficiente para abrir programas como Word, Excel, navegar na internet e assistir a vídeos.
Conta com uma tela de 15,6 polegadas, que oferece uma boa experiência visual. O modelo vem com 8 GB de memória RAM e armazenamento SSD de 256 GB.
Você pode comprar este notebook por cerca de R$ 3.700 na Amazon.
ASUS ROG Strix G16 – notebook gamer potente

Se a sua intenção é ter alto desempenho em jogos, tarefas exigentes e criação de conteúdo profissional, vale a pena investir no ASUS ROG Strix G16.
Ele possui um potente processador Intel Core i9 de 13ª geração, o que garante excelente desempenho em tarefas pesadas, como jogos, edição de vídeo, modelagem 3D e multitarefa.
A placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 4060, projetada para gamers e profissionais, é ideal para jogos modernos em alta qualidade e para trabalhos gráficos exigentes.
A tela de 16 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de 165 Hz é ótima para jogos e filmes. A tecnologia antirreflexo e o suporte a Dolby Vision HDR melhoram ainda mais a experiência visual.
O modelo conta com 16 GB de memória RAM e armazenamento SSD de 512 GB.
Você pode comprar este notebook por cerca de R$ 9.500 na Amazon.
O post 6 notebooks para você comprar em 2025 para trabalhar, jogar ou usar no dia a dia apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?
Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.
Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.
O post Eleições: posso perguntar para a IA em que votar? apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Estudo aponta que duas aves brasileiras estão entre as mais barulhentas

Duas aves encontradas no Brasil estão entre as mais barulhentas já medidas pela ciência: a araponga-de-garganta-nua (Procnias nudicollis) e a seriema (Cariama cristata). Os cantos das duas ultrapassaram 120 decibéis (dB) de pico, volume comparável ou superior ao de equipamentos extremamente ruidosos, como motosserras e britadeiras.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA), entre eles o brasileiro João C.T. Menezes, durante seu trabalho de pós-graduação. O estudo foi publicado na revista científica Evolution.
O objetivo dos cientistas, porém, não era simplesmente descobrir qual ave faz mais barulho. A pesquisa buscou entender quais características físicas podem determinar a intensidade dos cantos e investigar se o volume está relacionado ao ambiente em que as espécies vivem ou à sua organização social.
Para isso, os pesquisadores mediram a amplitude dos cantos de 123 espécies de aves em áreas próximas a Amherst, em Massachusetts (EUA), e em diferentes regiões do Brasil. Das espécies analisadas, 113 nunca haviam tido o volume de seus cantos catalogado.
Menezes explica que ainda há poucos dados sobre a amplitude vocal das aves. Os resultados indicam que algumas espécies brasileiras estão próximas do limite de produção de som observado nesses animais. “Podemos dizer com segurança que as arapongas da Amazônia e da Mata Atlântica e a seriema emitem os cantos mais altos já medidos”, disse ao g1.
Aves ultrapassam 120 decibéis
- A pesquisa identificou uma diferença de 58 decibéis entre os cantos analisados;
- Na parte mais baixa da escala estava o beija-flor, com cerca de 64 dB, aproximadamente o volume de uma conversa normal. No extremo oposto estavam a araponga-de-garganta-nua e a seriema, ambas com registros superiores a 120 dB de pico;
- No caso da araponga-de-garganta-nua, uma das medições chegou a 122,4 dB quando o som foi padronizado a uma distância de 1 metro. O estudo também registrou um pico individual próximo de 131 dB para um exemplar da espécie, dependendo do critério utilizado para calcular a amplitude;
- Isso coloca as duas espécies em uma faixa sonora comparável à de motosserras e britadeiras.
As descobertas também ajudam a contextualizar um recorde anterior. Em 2019, pesquisadores da mesma universidade identificaram a araponga-branca, encontrada na Amazônia, como responsável pelo canto de ave mais alto já documentado, com registros de até 125,4 dB. O feito foi posteriormente reconhecido pelo Guinness World Records.
Assim, a nova pesquisa não necessariamente estabelece uma única campeã. Dependendo da forma como os pesquisadores calculam o volume, diferentes espécies podem ocupar o topo da classificação. Para os cientistas, no entanto, essa disputa é menos importante do que entender por que algumas aves evoluíram para produzir sons tão intensos.
O que faz uma ave ser tão barulhenta?
Os pesquisadores encontraram duas características físicas que ajudam a explicar as diferenças de volume: tamanho corporal e largura da abertura do bico.
Em geral, aves maiores tendem a produzir sons mais altos. Elas também apresentam músculos mais robustos, que podem permitir uma maior compressão do ar e, consequentemente, uma emissão sonora mais intensa.
As aves com cantos mais fortes também possuem aberturas de bico particularmente largas. A comparação feita pelos pesquisadores é com instrumentos musicais: estruturas mais largas, como as campânulas de instrumentos de sopro, podem ajudar a amplificar o som.
A seriema é a maior espécie entre as aves analisadas, enquanto as arapongas apresentam aberturas de bico especialmente largas para o tamanho do corpo.
Apesar dessas descobertas, os pesquisadores ainda não conseguiram explicar completamente por que algumas espécies produzem sons tão extremos.
Por que cantar tão alto?
Antes da pesquisa, os cientistas levantaram algumas hipóteses sobre possíveis funções ecológicas e evolutivas dos cantos muito intensos.
Uma delas era que aves mais barulhentas poderiam ser voadoras mais fracas, usando o som para compensar uma mobilidade limitada. Outra possibilidade era que espécies que vivem em florestas densas precisassem de cantos mais intensos para facilitar a comunicação quando os indivíduos não conseguem se enxergar.
Os pesquisadores também imaginaram que aves mais barulhentas poderiam apresentar maior frequência de poligamia, já que chamados capazes de viajar por distâncias maiores poderiam ajudar a alcançar potenciais parceiros.

Os dados, porém, não sustentaram essas hipóteses de forma ampla.
“Entre os fatores ecológicos que estudamos, nenhum explicou com clareza por que algumas espécies evoluíram cantos mais altos do que outras. Isso não quer dizer que habitat, capacidade de voo ou sistema de acasalamento nunca sejam importantes, mas sim que não parecem ser regras gerais para as aves como um todo”, pontua Menezes.
Para os pesquisadores, tamanho corporal e abertura do bico ajudam a explicar como determinadas aves conseguem produzir sons tão fortes, mas ainda não explicam completamente por que elas desenvolveram essa capacidade.
“Deve haver algo particularmente eficiente na maneira como elas produzem ou irradiam o som que tamanho corporal e largura do bico sozinhos não explicam. Descobrir esse ‘algo a mais’ é justamente uma das perguntas que surgem do estudo”, prossegue.
Leia mais:
- Por que pássaros voam numa formação em “V”?
- Flamingos nascem com penas claras; entenda como ficam rosa
- Novo dinossauro com penas pode mudar o que sabemos sobre a origem do voo
Medir o canto de uma ave não é simples
Determinar o volume de um canto na natureza é uma tarefa complicada porque a amplitude do som depende diretamente da distância entre a ave e o equipamento de medição.
Um canto que parece ensurdecedor quando ouvido de perto pode quase não ser registrado a algumas centenas de metros. Por isso, uma possibilidade seria capturar o animal e levá-lo a um laboratório para realizar experimentos controlados.
O problema é que esse método se torna pouco prático quando a pesquisa envolve muitas espécies e diferentes regiões do mundo.
Para fazer as medições em campo, os cientistas utilizaram telêmetros a laser, capazes de determinar a distância até a ave, e medidores de som portáteis de alta resolução. A combinação dos equipamentos permitiu relacionar a intensidade registrada com a distância do animal e obter medidas comparáveis entre as espécies.
Com essa abordagem, os pesquisadores conseguiram ampliar consideravelmente a quantidade de espécies para as quais existem dados confiáveis sobre a amplitude dos cantos.
O mistério continua
O estudo respondeu parte da pergunta, mas deixou outras em aberto.
Os cientistas sabem agora que aves maiores e com aberturas de bico mais largas tendem a produzir sons mais intensos. Ainda assim, essas características não explicam completamente como algumas espécies relativamente pequenas conseguem chegar a volumes comparáveis aos de animais muito maiores.
Para Menezes, duas questões devem orientar os próximos estudos: qual é o mecanismo que permite a essas aves produzir e irradiar sons tão fortes e qual é a vantagem evolutiva dessa capacidade? “Agora queremos entender melhor o que há de especial nessas espécies que as permite produzir e irradiar sons tão intensos.”
Também permanece a dúvida sobre os custos desse comportamento. Um canto extremamente alto pode ajudar na comunicação ou na disputa por parceiros, mas também pode tornar a ave mais fácil de ser localizada por predadores.
“O interessante agora é testar diretamente quais vantagens esses cantos extremamente altos oferecem e quais custos vêm junto com eles. É bem possível que espécies diferentes tenham chegado a amplitudes extremas por caminhos evolutivos completamente diferentes”, encerra o pesquisador brasileiro.
Para os pesquisadores, portanto, descobrir quais aves fazem mais barulho é apenas o começo. A questão central agora é entender por que a evolução levou espécies diferentes a desenvolver uma capacidade vocal tão extrema.
O post Estudo aponta que duas aves brasileiras estão entre as mais barulhentas apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Starship: maior foguete do mundo chegou à órbita; e agora?
A SpaceX marcou mais um avanço histórico com o lançamento do 14º voo de teste da Starship nesta segunda-feira (28). O gigantesco foguete subiu aos céus pontualmente às 9h48, pelo horário de Brasília, iniciando com sucesso sua primeira missão orbital.
Ao atingir a órbita, a empresa de Elon Musk pode começar a próxima fase do desenvolvimento da Starship para torná-la totalmente e rapidamente reutilizável. Marcelo Zurita, astrônomo e colunista do Olhar Digital, analisa a importância do lançamento pensando nos planos futuros da SpaceX.
O post Starship: maior foguete do mundo chegou à órbita; e agora? apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico

Saúde1 semana atrásAlzheimer deixa de ser visto apenas como doença sem tratamento com avanços em medicamentos e diagnóstico precoce
- Negócios1 semana atrás
Quem É Klaus Zellmer, Novo CEO da Volvo com Carreira na Porsche e na Skoda

Tecnologia1 semana atrásTemporada de derretimento do gelo do Ártico para de aumentar após décadas de avanço, mostra estudo da NASA

Tecnologia1 semana atrásCâmeras e microfones em óculos com IA geram reação global e podem ameaçar futuro de novos dispositivos inteligentes
- Negócios1 semana atrás
STF Iguala Direitos de Licença-Maternidade para Mães Biológicas e Adotivas

Tecnologia1 semana atrásLembra do Tamagotchi? Meta trabalha em dispositivo equipado com IA para usar o Muse
Negócios6 dias atrásA Brasileira Que Lidera a Expansão Global do Canva na Era da IA
- Tecnologia6 dias atrás
Confira o Olhar Digital News na íntegra (24/09/2026)


















