Tecnologia
Os 10 melhores jogos da Square Enix, segundo a crítica

A Square Enix é uma das desenvolvedoras de jogos mais veneradas da história dos videogames. Com uma trajetória marcada por títulos icônicos e narrativas cativantes, a empresa consolidou-se como uma referência no mundo dos RPGs e dos jogos de ação.
Por isso, listamos os 10 melhores jogos da Square Enix, de acordo com a crítica especializada, mergulhando em suas histórias envolventes, mecânicas de jogo inovadoras e impacto duradouro na indústria.
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Vale lembrar, que a lista foi montada utilizando de agregadores que se utilizam de reviews de especialistas na área, o que não significa necessariamente que um jogo seja de fato melhor que o outro, podendo ser também algo subjetivo de cada jogador.
10. Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age – Nota: 91

Iniciamos nossa lista com “Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age”, um RPG épico que conquistou tanto os críticos quanto os jogadores com sua narrativa cativante, jogabilidade envolvente e mundo vibrante para explorar.
A história de “Dragon Quest XI S” segue o herói silencioso em sua jornada para descobrir sua verdadeira identidade e enfrentar as forças do mal que ameaçam o reino de Erdrea. Com personagens carismáticos, combate estratégico por turnos e uma vasta gama de atividades secundárias, este jogo oferece uma experiência completa e gratificante para os fãs de RPG e é um dos melhores jogos da Square Enix.
9. Final Fantasy XIV: Shadowbringers – Nota: 91

“Final Fantasy XIV: Shadowbringers”, a aclamada expansão do MMORPG épico da Square Enix é elogiada por sua narrativa envolvente, personagens cativantes e conteúdo rico em variedade. Esta expansão leva os jogadores a um mundo mergulhado em trevas, onde devem enfrentar ameaças antigas e desvendar segredos há muito esquecidos. Com novas áreas para explorar, classes para dominar e uma história que emociona do início ao fim, “Shadowbringers” eleva o patamar de qualidade do “Final Fantasy XIV”.
8. Chrono Trigger – Nota: 92

Considerado um dos melhores RPGs de todos os tempos, “Chrono Trigger” ocupa o oitavo lugar em nossa lista dos melhores jogos da Square Enix. Lançado originalmente para o Super Nintendo em 1995, este clássico atemporal continua a encantar jogadores com sua história épica, personagens memoráveis e sistema de batalha inovador.
Desenvolvido pela lendária equipe de criação que inclui nomes como Hironobu Sakaguchi, Yuji Horii e Akira Toriyama, “Chrono Trigger” segue as aventuras de um grupo de heróis que viajam no tempo para impedir uma ameaça apocalíptica.
7. Vagrant Story – Nota: 92

“Vagrant Story”, um RPG de ação aclamado pela crítica e pelos jogadores é o próximo na lista dos melhores jogos da Square Enix. Lançado para o PlayStation em 2000, este título único se destaca por sua atmosfera sombria, sistema de combate profundo e enredo complexo. Na pele do protagonista Ashley Riot, os jogadores exploram as ruínas de uma cidade amaldiçoada em busca de respostas e vingança. Com gráficos impressionantes para a época, mecânicas de jogo inovadoras e uma trama repleta de reviravoltas, “Vagrant Story” continua a ser lembrado como um dos melhores exemplos do gênero.
6. Final Fantasy X – Nota: 92

Lançado originalmente para o PlayStation 2 em 2001, este RPG épico da Square Enix conquistou os corações dos fãs com sua história emocionante, sistema de combate estratégico e visuais impressionantes.
A jornada de Tidus e Yuna em um mundo dominado por uma força sinistra conhecida como Sin é uma das mais memoráveis da franquia “Final Fantasy”. Com personagens cativantes, cenas emocionantes e uma trilha sonora inesquecível, “Final Fantasy X” continua a ser um dos melhores jogos da Square Enix.
5. Final Fantasy XII – Nota: 92

Na quinta posição, temos “Final Fantasy XII”, outro título icônico da franquia que recebeu uma pontuação de 92 no Metacritic. Lançado para o PlayStation 2 em 2006, este RPG de mundo aberto se destaca por sua ambientação exuberante, sistema de combate revolucionário e história intrigante.
Em um mundo dividido por guerras e política, os jogadores assumem o papel de Vaan, um jovem órfão envolvido em uma conspiração que ameaça o reino de Dalmasca. Com uma narrativa complexa, personagens bem desenvolvidos e mecânicas de jogo inovadoras, “Final Fantasy XII” é um dos melhores jogos da Square Enix.
4. Final Fantasy VII – Nota: 92

Agora temos o clássico “Final Fantasy VII”, lançado originalmente para o PlayStation em 1997, este RPG revolucionário da Square Enix é aclamado por sua história épica, personagens memoráveis e sistema de combate inovador. A jornada de Cloud Strife e seus aliados para derrotar a megacorporação maligna Shinra e salvar o planeta de uma ameaça cósmica é uma das mais icônicas da história dos videogames.
Com cenas emocionantes, reviravoltas surpreendentes e uma trilha sonora inesquecível, “Final Fantasy VII” continua a ser adorado por fãs de todas as idades.
3. Final Fantasy VII Rebirth – Nota: 92

Com a medalha de bronze da lista dos melhores jogos da Square Enix, temos o recente “Final Fantasy VII Rebirth”, uma versão aprimorada do clássico original citado anteriormente. Esta versão não só apresenta gráficos aprimorados, jogabilidade refinada e conteúdo adicional que expande ainda mais o mundo de “Final Fantasy VII”, mas reconta toda a trama e dá continuidade da nova história apresentada no primeiro jogo do Remake de Final Fantasy VII.
2. Final Fantasy IX – Nota: 94

Com a medalha de prata, temos “Final Fantasy IX”, um dos RPGs mais amados da Square Enix, com uma pontuação impressionante de 94 no Metacritic. Lançado originalmente para o PlayStation em 2000, este título encantador é aclamado por sua narrativa cativante, personagens carismáticos e estilo visual único.
Em uma jornada épica para salvar o reino de Alexandria de uma ameaça maligna, os jogadores assumem o papel de Zidane e sua trupe de aventureiros improváveis. Com uma história repleta de humor, drama e emoção, “Final Fantasy IX” continua a ser um dos destaques da renomada franquia.
1. Chrono Cross – Nota: 94

Finalizando nossa lista, temos “Chrono Cross”, uma sequência espiritual de “Chrono Trigger” que recebeu uma pontuação de 94 no Metacritic. Lançado para o PlayStation em 1999, este RPG único da Square Enix é elogiado por sua trama complexa, sistema de batalha inovador e trilha sonora deslumbrante.
Na pele do protagonista Serge, os jogadores exploram mundos paralelos em uma busca para desvendar os segredos por trás de uma misteriosa catástrofe. Com múltiplos finais, personagens inesquecíveis e uma atmosfera envolvente, “Chrono Cross” é uma experiência imperdível para qualquer fã de RPG.
Em resumo, os 10 melhores jogos da Square Enix, segundo a crítica, representam o que há de melhor na indústria dos videogames. Com narrativas envolventes, mecânicas de jogo inovadoras e personagens memoráveis, esses títulos continuam a encantar e inspirar jogadores de todo o mundo, deixando um legado duradouro na história dos videogames.
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TikTok oficializa cisão nos EUA e reduz participação da ByteDance

O TikTok anunciou nesta quinta-feira (22) que finalizou a cisão de suas operações nos Estados Unidos, transferindo o controle da versão americana do aplicativo para um grupo de investidores não chineses. A medida encerra um processo que se arrastou por anos em meio a negociações entre Washington e Pequim e garante a continuidade da plataforma no país após a aprovação de uma lei que proibia o serviço sob controle majoritário de empresas chinesas.
Segundo a empresa, a nova estrutura passa a operar por meio da TikTok USDS Joint Venture LLC, uma joint venture de maioria americana que inclui como investidores a Oracle, a gestora Silver Lake e a MGX. Cada uma das três detém uma participação de 15% no negócio. A controladora chinesa ByteDance, por sua vez, manteve uma fatia de 19,9%, abaixo do limite estabelecido pelo governo dos Estados Unidos para caracterizar controle estrangeiro.
Estrutura societária do TikTok nos EUA e prazo imposto pelo governo
A conclusão do acordo ocorre dentro do prazo de 120 dias determinado por uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump em setembro do ano passado. O documento suspendeu temporariamente a aplicação da lei que poderia banir o TikTok do país, dando tempo para que a empresa finalizasse a venda parcial e passasse pela análise regulatória nos dois países.
Na época, a Casa Branca indicou que o plano previa a criação de uma joint venture em que a ByteDance teria menos de 20% de participação e que “parceiros de segurança confiáveis” ficariam responsáveis por supervisionar o funcionamento dos sistemas e a integridade dos algoritmos. O objetivo declarado era evitar qualquer tipo de influência do governo chinês sobre a plataforma.

O anúncio marca uma vitória para setores do governo e do Congresso dos EUA que, há anos, pressionavam por uma venda do TikTok. Esses grupos argumentavam que a origem chinesa do aplicativo poderia representar riscos à segurança nacional e abrir espaço para a disseminação de propaganda ou coleta indevida de dados de usuários americanos.
O que é uma joint venture?
Uma joint venture é um acordo empresarial em que duas ou mais empresas se unem para criar uma nova entidade ou projeto específico, compartilhando investimentos, riscos e resultados. Cada parte mantém sua identidade jurídica e operacional, mas define, em contrato, como será a gestão, a divisão de participação societária e as responsabilidades sobre decisões estratégicas, operação e uso de recursos.
Salvaguardas para dados, algoritmo e moderação
No comunicado oficial, a TikTok USDS Joint Venture LLC detalhou as medidas que passam a valer com a nova estrutura. De acordo com a empresa, os dados de usuários dos EUA serão armazenados na nuvem da Oracle em território americano, dentro de um programa de privacidade e cibersegurança auditado por terceiros e alinhado a padrões como o NIST e a ISO 27001.

A joint venture também informou que será responsável por re-treinar, testar e atualizar o algoritmo de recomendação com base apenas em dados de usuários dos Estados Unidos. O código e as atualizações de software passarão por revisões contínuas, com apoio da Oracle como parceira de segurança.
Outro ponto destacado foi a autonomia para definir políticas de trust & safety e moderação de conteúdo no mercado americano. Segundo a empresa, a nova entidade terá autoridade decisória sobre essas áreas, além de publicar relatórios de transparência e buscar certificações independentes.
Conselho e comando da nova empresa
A joint venture será administrada por um conselho de sete membros, com maioria de diretores americanos. Entre os nomes anunciados estão o CEO global do TikTok, Shou Chew, executivos da Silver Lake, Oracle e MGX, além de Raul Fernandez, presidente da DXC Technology, que assume a presidência do comitê de segurança.
A liderança executiva ficará a cargo de Adam Presser, nomeado CEO da TikTok USDS Joint Venture, com Will Farrell como diretor de segurança. Ambos já atuaram em estruturas ligadas ao TikTok e à área de proteção de dados da empresa.
Contexto político e impacto nos usuários
O TikTok afirma ter cerca de 170 milhões de usuários nos Estados Unidos, com forte presença entre o público jovem. A plataforma ganhou relevância também no debate político. O próprio Trump, que durante seu primeiro mandato defendeu a proibição do aplicativo, mudou de postura e passou a apoiar a reestruturação como forma de manter o serviço ativo no país. Em 2024, ele abriu uma conta na rede social durante a campanha presidencial.
O governo chinês, que no início criticou a pressão americana como uma forma de “lógica de roubo”, acabou sinalizando apoio ao acordo após conversas entre os líderes dos dois países. Na ocasião, Pequim declarou que empresas deveriam conduzir negociações comerciais “com base nas regras de mercado”.
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Investidores e escopo ampliado
Além de Oracle, Silver Lake e MGX, o consórcio de investidores inclui nomes como o Dell Family Office, a Alpha Wave Partners, a General Atlantic, o fundo ligado a Yuri e Julia Milner e a NJJ Capital, do empresário francês Xavier Niel. O comunicado também informa que as salvaguardas de segurança da joint venture vão abranger outros aplicativos da empresa nos EUA, como CapCut e Lemon8.

A nova estrutura passa a ser apresentada como uma entidade independente, com foco em proteger dados, sistemas e o ecossistema de criadores no mercado americano, ao mesmo tempo em que mantém a interoperabilidade com a rede global do TikTok para permitir que conteúdos e negócios continuem circulando em escala internacional.
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Malware criado com IA marca nova fase do cibercrime

A Check Point Software anunciou nesta quarta-feira (21) a identificação de um novo tipo de ameaça digital que pode indicar uma mudança relevante na forma como o cibercrime passa a explorar a inteligência artificial (IA). O framework, chamado de VoidLink, foi descrito como um dos primeiros exemplos de malware avançado amplamente gerado com apoio de IA, capaz de acelerar etapas que antes exigiam grandes equipes e longos períodos de desenvolvimento.
De acordo com a divisão de pesquisa da empresa, a Check Point Research (CPR), o VoidLink ainda estava em fase inicial e não chegou a ser utilizado em ataques ativos. Mesmo assim, o caso chama a atenção por mostrar como a tecnologia já permite que um único agente desenvolva uma plataforma de malware sofisticada em poucos dias, reduzindo barreiras técnicas e ampliando o potencial de escala para ações cibernéticas de alta complexidade.

VoidLink e a virada no uso da IA pelo cibercrime
- Historicamente, o uso de inteligência artificial por cibercriminosos se concentrava em tarefas pontuais, como automação simples ou adaptação de códigos já existentes.
- Segundo a CPR, a maioria dos exemplos anteriores de malware com apoio de IA apresentava baixo nível técnico ou dependia fortemente de ferramentas de código aberto.
- O VoidLink, no entanto, se diferencia por apresentar uma estrutura modular e organizada, com um nível de planejamento que costuma ser associado a operações bem financiadas.
- A análise dos pesquisadores indicou que, ao contrário do que parecia à primeira vista, o framework pode ter sido criado por um único indivíduo, que utilizou a IA não apenas para escrever trechos de código, mas também para planejar, estruturar e conduzir todo o projeto.

A IA como acelerador do desenvolvimento de malware
Um dos pontos destacados pela Check Point é o papel da IA como “multiplicador de força” para atacantes. As evidências apontam que a tecnologia foi usada para montar cronogramas, definir especificações, orientar testes e facilitar a rápida iteração do sistema malicioso.
Processos que antes demandavam meses de trabalho coletivo teriam sido comprimidos em menos de uma semana até alcançar um estágio funcional. Para os pesquisadores, isso indica que a barreira de entrada para a criação de ameaças cibernéticas avançadas está sendo reduzida de forma significativa, o que pode tornar ataques complexos mais acessíveis e frequentes.
Eli Smadja, gerente de grupo de pesquisas da CPR, afirmou que a velocidade de desenvolvimento foi o aspecto mais marcante do caso. Segundo ele, a IA permitiu que um único ator planejasse e evoluísse uma plataforma sofisticada em dias, algo que antes exigia recursos e coordenação de equipes inteiras.
Reflexos para a segurança das empresas
A descoberta do VoidLink é vista como um sinal de alerta para organizações que dependem de estratégias tradicionais de defesa digital. Com a possibilidade de ameaças sendo criadas e ajustadas em ritmo acelerado, a empresa defende que a segurança corporativa passe a priorizar prevenção, inteligência de ameaças em tempo real e resposta mais ágil.
A CPR ressalta que a cibersegurança não pode mais se basear apenas em ações reativas após a detecção de um ataque. A dinâmica imposta pelo uso de IA na criação de malware exige visibilidade contínua e ferramentas capazes de operar na velocidade das máquinas.
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Um novo cenário para o panorama de ameaças
Para a Check Point, o VoidLink vai além da identificação de um único framework. O caso indica que a chamada era do malware gerado por IA já saiu do campo teórico e começou a se materializar, ainda que em estágios iniciais.
Nesse contexto, compreender como os atacantes utilizam a inteligência artificial passa a ser um passo central para o desenvolvimento de defesas mais eficazes. A empresa destaca que inovação em segurança e prevenção precisam evoluir juntas para acompanhar a transformação no ecossistema de ameaças digitais.
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Casos de sarampo disparam e geram alerta internacional

A rede global de virologistas Global Virus Network (GVN) divulgou um alerta sobre o avanço recente do sarampo nos Estados Unidos e em outros países, apontando riscos para a saúde pública e para o status de eliminação da doença em regiões que vinham mantendo baixos índices de transmissão. A organização reúne especialistas em virologia humana e animal de mais de 90 centros de excelência e afiliados em mais de 40 países, com foco em pesquisa, colaboração científica e preparação para pandemias.
O sarampo segue sendo uma das doenças virais mais contagiosas conhecidas e pode ser letal, especialmente em crianças não vacinadas. Ao mesmo tempo, o GVN destaca que a enfermidade é totalmente prevenível por meio de uma vacina altamente eficaz, com histórico de segurança estabelecido desde a década de 1960.

Casos de sarampo nos Estados Unidos em 2025
Em 2025, os Estados Unidos registraram o maior número de casos de sarampo em mais de 30 anos. Foram mais de 2.242 casos confirmados em 45 estados, com pelo menos 11% dos pacientes necessitando de hospitalização. Entre os registros, houve casos em crianças pequenas e três mortes confirmadas, representando um aumento expressivo em comparação com anos recentes.
Dados coletivos indicam que os surtos devem continuar no início de 2026. Estados como a Carolina do Sul já relatam centenas de casos ativos em focos localizados. Autoridades de saúde pública alertam que o país pode perder o status de eliminação do sarampo, assim como ocorreu no Canadá, caso a transmissão não seja controlada.

Fatores associados e dados do CDC
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), o total de 2025 representa uma retomada significativa da doença em relação a períodos anteriores. Muitos dos surtos foram associados a baixa cobertura vacinal e a viagens internacionais, fatores que facilitam a reintrodução do vírus em comunidades com proteção insuficiente.
O professor Scott Weaver, diretor de um Centro de Excelência do GVN na Universidade do Texas Medical Branch, afirmou que “o sarampo em qualquer lugar é uma ameaça em todos os lugares”, destacando que os surtos refletem desafios persistentes na manutenção de altas taxas de vacinação infantil e vulnerabilidades nos sistemas de saúde pública.

Situação global do sarampo e dados da OMS
O aumento dos casos não se limita aos Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2024 houve uma estimativa de 95 mil mortes por sarampo em todo o mundo, a maioria entre crianças menores de cinco anos não vacinadas ou com vacinação incompleta. A entidade ressalta que a vacina contra a doença é segura e de baixo custo, mas ainda enfrenta barreiras de acesso e adesão em diferentes regiões.
Para a professora Heidi Larson, diretora do Vaccine Confidence Project da London School of Hygiene & Tropical Medicine e membro do conselho do GVN, reforçar a imunização de rotina, a vigilância e a educação pública é fundamental para evitar novos surtos. Ela afirma que a vacina tríplice viral (MMR) é comprovadamente segura e eficaz, sendo a principal defesa contra a disseminação do vírus.
Leia mais:
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Recomendações do Global Virus Network
O GVN orienta governos, profissionais de saúde e agências públicas a adotar medidas para conter a expansão da doença. Entre as ações recomendadas estão:
- Promover e facilitar a vacinação MMR de crianças e adultos não imunizados.
- Fortalecer sistemas de vigilância para detectar e responder rapidamente a surtos.
- Combater a desinformação sobre vacinas com comunicação baseada em evidências.
- Apoiar esforços globais de imunização para reduzir doenças e mortes evitáveis em escala mundial.
A rede reforça que a combinação de cobertura vacinal elevada e monitoramento contínuo é essencial para impedir que o sarampo volte a se estabelecer de forma sustentada em países que já haviam controlado a doença.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (15/01/2026)


























