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Por que não há razão para o impasse do retorno ao escritório

Redação Informe 360

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Coworking reservado na Regus Center Shopping Uberlândia (MG)

Estamos presenciando cada vez mais notícias sobre a “guerra da volta aos escritórios” entre colaboradores e empresas. E não há razão alguma para esse impasse, já que o trabalho híbrido oferece o meio-termo perfeito entre aumentar os lucros e o bem-estar dos funcionários.

Oferecer esse modelo de trabalho equilibra o tempo gasto entre o deslocamento para coworkings próximos ao domicílio, a própria casa ou mesmo o escritório central. Essa estratégia atende às necessidades tanto dos funcionários quanto dos empregadores, sem tornar a localização da empresa um ponto de discórdia.

A realidade é que a maior objeção dos funcionários não é realmente ao escritório em si, mas ao deslocamento diário para chegar até ele. Os profissionais não estão mais dispostos a tolerar longos e caros deslocamentos diários quando podem acessar as vantagens de trabalhar em um espaço mais perto de casa. O escritório continua a existir, mas está em uma localização mais conveniente.

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A pesquisa Hybrid & Healthy, da IWG, mostrou que reduzir o deslocamento permite que os funcionários façam 38% mais atividade física e preparem refeições mais saudáveis, o que melhora seu bem-estar. Além disso, eles têm mais horas de sono e desfrutam desse benefício para a saúde. Livres do deslocamento diário, os funcionários ganham três dias extras de sono por ano, número que reduz o risco de doenças cardíacas, diabetes e derrames.

Trabalhar mais próximo de casa não apenas promove um estilo de vida mais saudável, mas também tem um impacto positivo na saúde mental e nos níveis de estresse dos funcionários. De acordo com o mesmo estudo, 66% dos entrevistados relataram boa saúde mental como resultado do modelo de trabalho híbrido.

Além dos benefícios para os funcionários, essa modalidade também impulsiona os negócios. Nossa pesquisa mostrou que 79% dos trabalhadores afirmam ser mais produtivos nesse formato, o que pode resultar em um aumento de 3% a 4% na produtividade, algo significativo para qualquer empresa.

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Sala de reuniões Regus Paulista Center 3, em São Paulo

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No entanto, os benefícios do trabalho híbrido não se limitam à produtividade. Nosso estudo CFO de 2022 revelou maneiras diferentes pelas quais os diretores financeiros estão aproveitando esse modelo em benefício das empresas. A capacidade de reduzir o espaço físico do escritório é uma delas, com 65% dos CFOs entrevistados planejando diminuir os gastos com instalações em mais de 10% ao ano. Essa transição para espaços flexíveis resulta em menor consumo de energia para aquecimento, refrigeração e iluminação, o que reduz a pegada de carbono das empresas. Além disso, os funcionários que trabalham mais perto de casa reduzem substancialmente as emissões relacionadas ao deslocamento.

Todos esses benefícios contribuem para o objetivo final: aumentar os lucros ao mesmo tempo que mantemos os funcionários felizes. Diante disso, realmente são necessários conflitos em relação ao retorno ao escritório? A evidência certamente sugere que não.

Ao adotar o trabalho híbrido, as empresas não apenas aumentam a produtividade e o bem-estar geral dos funcionários, mas também se alinham à busca global pela redução das emissões de carbono e às demandas dos trabalhadores por flexibilidade. Com todas essas vantagens em jogo, não há razão para resistência ou impasse.

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Tiago Alves é CEO da Regus & Spaces no Brasil e autor do livro “Nem Home Nem Office”

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A Regus tem a maior rede de espaços de trabalho e coworking do mundo, presente em mais de 4 mil localidades em 120 países. Com soluções flexíveis de escritórios totalmente mobiliados e prontos para usar, tem ambientes de trabalho ideais para negócios de todos os tamanhos e orçamentos, eliminando custos de instalação, investimento de capital e os incômodos do gerenciamento da propriedade. Conheça a Regus: acesse regus.com.br

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores e não reflete, necessariamente, a opinião da FORBES Brasil e de seus editores.

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Negócios

Ex-McDonald’s vai liderar dona do Burger King no Brasil

Redação Informe 360

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O executivo Paulo Camargo, escolhido pela Zamp, master-franqueada de Burger King, Popeyes e, recentemente, Starbucks no Brasil, conforme comunicado, tem uma longa trajetória na área de foodservice. Camargo vai suceder Ariel Grunkraut, que era CEO da Zamp desde janeiro de 2023.

Paulo Camargo

Durante pouco mais de seis anos, Paulo liderou, no Brasil, a operação da Arcos Dourados, master-franqueada de McDonald’s na região. Desde 2022, Paulo era CEO da Espaçolaser e também foi membro do conselho da International Meal Company, dona de marcas como Pizza Hut e KFC.

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O executivo presidiu, de 2021 a 2022, o Instituto Foodservice Brasil. Em entrevista para a Forbes Brasil, em 2021, Paulo destacou a importância para a digitalização nos negócios. “Recursos como a capacidade de processamento de dados, aliada a uma capacidade de comunicação [que será ampliada] com o 5G e a inteligência artificial, é possível potencializar, e muito, a nossa habilidade de entender nossos clientes”, disse Camargo.

Zamp assume Starbucks no Brasil

A Zamp anunciou, na semana passada,  a compra da operação brasileira de lojas da rede de cafeterias norte-americana Starbucuks por R$ 120 milhões, segundo ata do conselho de administração da empresa divulgada ao mercado.

A SouthRock, que operava a rede de cafeterias no Brasil, pediu recuperação judicial no final do ano passado. A empresa lista cerca de 140 lojas da marca norte-americana no Brasil. “O preço base acordado para a aquisição dos ativos…está sujeito a ajustes para refletir, dentre outros, a quantidade de lojas efetivamente adquiridas, bem como o nível de estoque na data do fechamento”, afirmou a Zamp em fato relevante.

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Mas a Zamp afirmou, dada a situação de recuperação judicial da operadora da marca no país, que vai comprar os ativos em processo competitivo de propostas fechadas, podendo igualar eventuais ofertas por eles apresentadas por terceiros.

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Desigualdade: mulheres ganham 17% menos do que homens

Redação Informe 360

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De acordo com um levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado nesta quinta-feira (20), as mulheres ainda enfrentam uma significativa desigualdade salarial. Em 2022, a remuneração média mensal das mulheres foi de R$ 3.241,18, aproximadamente 17% menor do que a dos homens, estimada em R$ 3.791,58.

Getty Images
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Mulheres representam 45,3% da força de trabalho assalariada no Brasil

Baseado no CEMPRE (Cadastro Central de Empresas), o instituto analisou 357 áreas de atuação e concluiu que as mulheres receberam salários inferiores aos dos homens em 82% dos setores. A maior disparidade foi registrada no campo de fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas: enquanto os homens obtiveram em média R$ 7.509,33, as mulheres ficaram com apenas R$ 1.834,09, uma diferença de 309,4%.

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Em apenas 63 segmentos, 18% do total, as mulheres ganharam salários iguais ou superiores aos dos homens. O setor de organismos internacionais e instituições extraterritoriais foi o ramo em que as profissionais obtiveram os maiores pagamentos em relação aos homens: R$ 9.018,70 para elas e R$ 4.717,09 para eles, uma diferença de 47,7%.

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O estudo também registrou que a força de trabalho assalariada no Brasil era composta por 54,7% de homens e 45,3% de mulheres em 2022. Na época, o país tinha 9,4 milhões de empresas e organizações formais ativas, além de 63 milhões de pessoas empregadas, sendo 80% assalariadas e 20% como sócias e proprietárias.

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Desistiu da mudança de emprego? Saiba como agir

Redação Informe 360

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O caso do atacante Dudu, do Palmeiras, chamou a atenção da web após o jogador anunciar que ficaria no time paulista apesar das negociações com o Cruzeiro. O acontecimento trouxe à tona uma questão relevante no mundo corporativo: como agir quando desistimos de mudar de emprego? Afinal, no mercado de trabalho, transições são decisões importantes que envolvem complexidades e riscos.

Mulher em um ambiente corporativo segurando uma caixa com pertences pessoais. Imagem: Getty Images
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Saiba como mitigar riscos e manter a integridade profissional após desistir da mudança de emprego

Por isso, desistir de uma nova oportunidade depois de já ter avisado o chefe pode gerar incertezas para ambas as partes. Entenda como lidar com esse tipo de situação:

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A importância da transparência

Segundo Andréa Krug, especialista em carreira que já atuou em empresas como AMBEV e Claro, a chave para gerenciar a desistência é agir com máxima transparência e profissionalismo. Nesses casos, explicar o motivo da mudança sem maldizer as pessoas envolvidas é crucial. “É importante que todos percebam o cuidado em não expor nem o atual, nem o futuro empregador.”

Para informar a empresa, é necessário se atentar à ordem de comunicação. Primeiramente, fale com o superior imediato e, em seguida, com a área de Recursos Humanos atual, para verificar se há possibilidade de reversão da decisão. Depois, é preciso avisar o líder e o RH responsáveis pelo processo de admissão.

Riscos e repercussões

No entanto, desistir de uma mudança de emprego pode trazer vários riscos para o profissional. Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul, aponta que o principal revés é a perda de confiança. “A nova companhia pode ver a desistência como falta de comprometimento, e a empresa atual pode questionar a lealdade do colaborador.”

Krug observa que a falta de maturidade também pode ser percebida na ação: “Pode parecer imaturo e impulsivo não explorar todas as variáveis necessárias para uma decisão tão importante.”

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Como pesar a balança

Vários fatores podem levar um profissional a hesitar na troca de emprego. Sentimentos de lealdade, medo do desconhecido e incertezas sobre a adaptação à nova cultura organizacional são comuns. A escolha, porém, deve ser baseada em uma visão de carreira a longo prazo.

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Para evitar o arrependimento, os especialistas destacam a necessidade de uma avaliação criteriosa e um alinhamento entre os objetivos de carreira e pessoais. “Considere os prós e contras, a cultura organizacional, perspectivas de crescimento e estabilidade”, recomenda Mantovani.

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