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3 Tipos de Hobbies Essenciais para o Sucesso, Segundo a Ciência

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

Quando você realmente ama fazer algo, é difícil não se entregar completamente. Ao encontrar o “ponto ideal” de um hobby — algo que você gosta e em que é bom — ele muitas vezes assume prioridade sobre tudo o mais. Ainda assim, não há nada de errado em ter uma única paixão. Na verdade, aproximadamente 15% da população dos Estados Unidos tem apenas um hobby, de acordo com uma pesquisa de 2024.

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Dito isso, hobbies fazem muito mais do que apenas ocupar seu tempo. De várias formas, eles moldam quem você é, nutrindo partes suas que, de outra forma, poderiam passar despercebidas ou negligenciadas. Assim, ao focarmos apenas em um tipo de hobby, podemos inadvertidamente deixar outras áreas de nós mesmos — nossa mente, corpo ou senso de criatividade — sem o cuidado necessário.

Encontrar mais hobbies que se encaixem nesse “ponto ideal” pode ser desafiador, mas, felizmente, as opções são inúmeras. Ainda assim, com base em pesquisas psicológicas, você realmente só precisa de três.

Veja a seguir:

1. Um Hobby que Te Mantenha em Forma

Você provavelmente já está ciente da importância do exercício para o bem-estar físico. Mas, do ponto de vista psicológico, ele é igualmente essencial: pesquisas sugerem que o exercício desempenha um papel crítico na redução do estresse e na prevenção de transtornos de humor, como a depressão.

Se você não é entusiasta de exercícios, pode ser difícil saber por onde começar ou manter uma rotina consistente. Esse desafio é amplificado pelos estereótipos sobre como o “exercício ideal” deve ser — muitos acreditam que correr ou frequentar academias são as únicas opções viáveis.

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Na verdade, o exercício não precisa significar horas na academia ou correr maratonas — a menos que isso o agrade. Pode ser tão simples quanto mover o corpo e acelerar o ritmo cardíaco de formas que lhe tragam alegria:

  • Natação: Se você gosta da sensação de estar na água, nadar é uma opção fantástica. É suave para as articulações e trabalha todo o corpo. Além disso, o ritmo das braçadas e o som da água têm um efeito meditativo.
  • Caminhada: Nunca subestime o poder de uma boa caminhada. Pode ser uma volta pelo bairro ou uma trilha pela floresta — de qualquer forma, caminhar é uma das maneiras mais fáceis de se manter ativo.
  • Dança: A beleza da dança é que ela oferece muitas abordagens — aulas, baladas com amigos ou apenas dançar em casa. Além de ser um ótimo exercício, é uma forma divertida de aliviar o estresse.
  • Yoga: Ignore os comentários que desmerecem o yoga como “alongamento glorificado”. Na prática, é uma das melhores formas de se conectar com seu corpo de maneira nutritiva e restauradora.
  • Esportes coletivos: Se você prefere um elemento social, considere se juntar a uma liga esportiva local. Não importa o esporte escolhido, jogar com outros torna o exercício mais divertido.

2. Um Hobby que Te Mantenha Criativo

Muitas pessoas insistem que não possuem um “osso criativo” no corpo. Acreditam ser péssimos escritores, artistas desajeitados ou maus cantores e assumem que a criatividade não é para elas. No entanto, a criatividade não tem nada a ver com ser “bom” em algo. Em vez disso, ela é sobre se expressar, abandonar julgamentos e apreciar o processo de criar algo novo.

Hobbies criativos são como alimento para a alma. Eles ajudam a processar emoções avassaladoras e nos permitem encontrar beleza no cotidiano. E o melhor: você não precisa ser um artista renomado para colher seus benefícios. De acordo com um estudo de 2024 publicado na Frontiers in Psychology, pessoas que se envolvem em hobbies criativos relatam maior satisfação com a vida, felicidade e, principalmente, uma sensação maior de que a vida vale a pena:

  • Escrita criativa ou diário: Colocar pensamentos no papel pode ser extremamente terapêutico. Não é necessário escrever uma obra-prima — apenas registrar sentimentos, sonhos ou pequenas histórias pode ser um ótimo escape.
  • Cozinhar: A cozinha é uma das maiores telas para a expressão criativa. Experimente novas receitas, decore bolos ou invente seus próprios pratos. Cozinhar combina criatividade com praticidade — e, de quebra, você pode comer sua arte.
  • Jardinagem: É profundamente gratificante ver plantas crescerem sob seus cuidados. Flores, ervas ou vegetais — independentemente do que plantar, você se conectará à natureza e criará algo belo e vivo.
  • Projetos DIY, tricô ou crochê: Trabalhos manuais são perfeitos para quem gosta de usar as mãos. São atividades rítmicas, relaxantes e deixam algo tangível como resultado.

3. Hobbies que Te Mantenha Mentalmente Ágil

Enquanto hobbies físicos e criativos cuidam do corpo e da alma, hobbies intelectuais mantêm a mente aguçada, curiosa e engajada com o mundo ao seu redor. Muitas vezes, é fácil cair no hábito de interagir de maneira superficial com o que nos cerca — seja o celular, os amigos ou até nós mesmos. Por isso, encontrar um hobby que desafie sua mente é como redescobrir uma parte de si que você nem sabia que estava adormecida.

Embora começar algo novo — especialmente algo que exija foco — possa parecer desconfortável, lembre-se de que você não precisa dominar nada rapidamente ou competir com ninguém. O importante é redescobrir a alegria de aprender, explorar novas ideias e sair da zona de conforto.

Os benefícios desses hobbies são vastos: eles melhoram habilidades de resolução de problemas, fortalecem a memória e aumentam a resiliência mental. Além disso, uma pesquisa de 2023 da Frontiers in Psychology sugere que atividades intelectualmente desafiadoras podem reduzir o risco de declínio cognitivo com o passar dos anos. Mais do que isso, esses hobbies permitem que você veja o mundo — e a si mesmo — de novas formas:

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  • Leitura: Romances são o treino mental perfeito. Ficam entre ficção, que amplia a empatia e transporta para outros mundos, e não ficção, que apresenta tópicos fascinantes. Cada gênero oferece um novo caminho de aprendizado.
  • Quebra-cabeças e jogos de lógica: Para quem gosta de desafios, palavras cruzadas, Sudoku ou enigmas são excelentes para manter a mente afiada. Jogos como xadrez ou Scrabble também oferecem os mesmos benefícios, com o acréscimo de diversão.
  • Aprender um novo idioma: Dominar outro idioma é como um treino completo para o cérebro. Melhora a memória, as habilidades de resolução de problemas e a escuta ativa, além de abrir portas para novas culturas.
  • Viajar: Explorar novos lugares desafia sua mente a se adaptar e crescer, ao mesmo tempo que educa e inspira.

Encontrar novos hobbies pode exigir tentativa e erro, mas tudo bem. O segredo é continuar experimentando até encontrar algo que não pareça uma obrigação, mas uma celebração do que corpo e mente podem realizar.

*Mark Travers é colaborador da Forbes USA. Ele é um psicólogo americano formado pela Cornell University e pela University of Colorado em Boulder. 

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Roche Farma Nomeia Alberto D’Angelo Como CFO no Brasil

Redação Informe 360

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A Roche Farma Brasil anunciou Alberto D’Angelo como novo diretor de finanças e serviços.

Com mais de 25 anos de experiência no setor financeiro, o executivo trabalhou por 18 anos na Roche e construiu uma carreira internacional, com passagens pelo Brasil, América Latina, Suíça, Alemanha e Estados Unidos.

Nos últimos seis anos, atuou como CFO em empresas como Ecolab, Galderma e Ferring.

D’Angelo é formado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, e possui especializações pelo Insper.

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Como uma Estratégia Inspirada no Super Bowl Pode Melhorar a Produtividade no Trabalho

Redação Informe 360

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Profissionais de alta performance costumam atribuir seu sucesso à adoção de práticas inspiradas no esporte de alto rendimento. Quando as probabilidades parecem jogar contra, consultores da National Football League (NFL) defendem que os desafios da carreira podem ser enfrentados da mesma forma que jogadores de futebol americano encaram adversários, avançam jardas decisivas, marcam touchdowns e conquistam o Super Bowl.

Produtividade não tem a ver com trabalhar mais, mas melhor, a partir de estratégias baseadas na ciência. Nesse contexto, a mentalidade dos 90 minutos é uma tendência no mundo dos esportes que especialistas sugerem que você pode aplicar para se destacar na sua carreira.

Como funciona a estratégia dos 90 minutos

A mentalidade esportiva guarda paralelos claros com a produtividade no trabalho: ambas envolvem tarefas complexas, feedback constante, desenvolvimento de habilidades, contratempos e esforço sustentado ao longo do tempo. Uma comparação recente entre a mentalidade atlética e o sucesso na carreira foi feita por Ciarán McArdle, CEO da rede de complexos esportivos XL Sports World e autor de ” The Soccer of Success” .

Para ele, é possível construir uma trajetória profissional de sucesso aplicando as mesmas táticas usadas por atletas de elite em seus treinamentos. McArdle chama essa abordagem de mentalidade dos 90 minutos: uma estratégia baseada em períodos intensos de foco seguidos por um momento de recuperação. Segundo o empresário, foi assim que ele construiu um negócio multimilionário que recebe mais de três milhões de visitantes por ano.

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O método consiste em reservar diariamente um bloco de 90 minutos totalmente livre de distrações: celular no modo avião, sem e-mails e sem interrupções. “Assim como em uma partida de futebol, os 90 minutos são divididos em dois tempos de 45 minutos, com uma pausa de cinco a dez minutos entre eles”, explica. O intervalo também deve ser livre de celulares ou outros estímulos.

McArdle afirma que é possível realizar em 90 minutos o que normalmente demoraria um dia inteiro, levando em conta as interrupções. “Se um jogador parasse no meio de uma partida para atender o telefone ou responder uma mensagem, as pessoas ficariam indignadas”, diz. “Se eles não permitem isso enquanto estão trabalhando, por que nós permitimos?”

Do Super Bowl ao mundo corporativo

Evan Wray, presidente da Later, plataforma de gestão de mídias sociais, diz que a estratégia dos 90 minutos o remete aos tempos em que jogava futebol americano na universidade. “Você se esforça ao máximo e depois se recupera, porque o desempenho exige as duas coisas”, afirma. “Hoje, levo essa prática para minha rotina de trabalho.”

Segundo Wray, esse ritmo favorece os negócios, protege a saúde mental contra o burnout e impulsiona o desempenho no longo prazo. Inovar e competir exige velocidade, mas, sem tempo para recuperação, o risco é sofrer uma “lesão”. No ambiente corporativo, ela pode se manifestar como esgotamento ou bloqueio criativo.

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Ronni Zehavi, CEO e cofundador da HiBob, plataforma global de tecnologia para RH, concorda. Para ele, trabalhar em blocos de foco profundo ajuda a manter presença total em decisões complexas e em conversas centradas em pessoas. “Produtividade real não vem do número de horas passadas diante do computador ou da presença física à mesa.”

Já Lee Sosin, diretor de relacionamento com clientes da Props, empresa de tecnologia voltada ao engajamento de colaboradores, conta que a companhia incentiva os funcionários a não agendarem mais de três reuniões consecutivas no Zoom, como forma de preservar a energia cognitiva. “As pessoas chegam mais presentes, as conversas ficam mais objetivas e as ideias, melhores”, observa.

Sosin também destaca o valor da recuperação. Há pelo menos dez anos, faz o que chama de “volta da sanidade” depois de uma sequência intensa de reuniões ou de um longo período de foco. “Saio para dar algumas voltas no quarteirão e volto com mais energia, foco renovado e pronto para pensar novamente.”

Segundo McArdle, todos nós trabalham apenas 10 horas por semana — o problema é que levamos 40 horas para fazer isso. Ainda assim, ele ressalta que as pausas após 90 minutos de trabalho intenso precisam ser bem compreendidas. Caso contrário, gestores podem confundir recuperação com procrastinação. “Se alguém da minha equipe pedisse para não ser interrompido por 90 minutos para concluir um projeto importante em apenas 20% do tempo que levaria normalmente, eu apoiaria totalmente.”

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O custo das interrupções para a produtividade

Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos EUA, e da Universidade Humboldt, na Alemanha, mostra que interrupções têm um alto custo para a produtividade. A troca constante de tarefas fragmenta a atenção, aumenta erros e compromete a qualidade das decisões, já que o cérebro precisa mudar repetidamente de “engrenagem mental”. Para compensar, muitas pessoas tentam trabalhar mais rápido — o que também cobra seu preço em forma de ansiedade, frustração e maior risco de burnout.

Imagine estar totalmente imerso em um projeto quando o telefone toca. Ao atender, você é puxado para outra demanda ainda não planejada. Cada mudança exige que o cérebro se reorganize para lembrar onde havia parado, o que quebra o ritmo, consome tempo e aumenta a chance de erros.

Um estudo de 2022 publicado na Harvard Business Review mostra que o profissional médio que atua em um ambiente de trabalho digital alterna entre aplicativos e sites quase 1.200 vezes por dia. Além disso, gasta cerca de quatro horas por semana apenas se reorientando após essas trocas. Em um ano, isso equivale a aproximadamente cinco semanas de trabalho — ou 9% do tempo anual — perdidas com mudanças de contexto.

Os benefícios da estratégia inspirada no Super Bowl

Quando conseguimos nos dedicar a uma única tarefa por tempo suficiente para entrar em estado de foco profundo — entre 60 e 90 minutos — e depois fazemos pausas para recuperação, o cérebro atinge seu melhor desempenho. Consultores de produtividade e neurocientistas recomendam ao menos uma ou duas sessões ininterruptas de 90 minutos por dia para trabalhos complexos.

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Blocos de foco mais longos, como os de 90 minutos, se alinham melhor aos ritmos naturais de atenção e favorecem o trabalho profundo. Um estudo publicado na revista acadêmica Journal of Applied Psychology indica que intervalos estruturados, alinhados aos ritmos circadianos, podem elevar o desempenho cognitivo em até 40% em comparação com padrões de trabalho desorganizados. Profissionais que fazem pausas estratégicas a cada 90 minutos mantêm 35% mais precisão e relatam 60% menos fadiga mental do que aqueles que trabalham de forma contínua.

Para McArdle, adotar a estratégia dos 90 minutos permite alcançar o equivalente a 20 semanas de trabalho profundo no mesmo tempo que normalmente se gastaria em apenas uma semana — um retorno de 20 vezes.

*Bryan Robinson é colaborador da Forbes USA. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.

*Matéria originalmente publicada em Forbes.com

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Toyota Nomeia Novo CEO

Redação Informe 360

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A Toyota nomeou nesta sexta-feira (6) o diretor financeiro Kenta Kon, um aliado próximo e ex-secretário do presidente da empresa, Akio Toyoda, como seu próximo diretor executivo para liderar a maior montadora do mundo, em um momento em que a concorrência das rivais chinesas em rápida ascensão se intensifica.

A mudança fará com que o CEO Koji Sato deixe o cargo em 1º de abril, após apenas três anos no comando, para se tornar vice-presidente e assumir a recém-criada função de diretor industrial.

Kon, conhecido por manter um controle rígido dos custos, é amplamente visto como o arquiteto de uma aquisição planejada da subsidiária de empilhadeiras Toyota Industries . O negócio, que reforçaria o controle da família Toyoda sobre o grupo, tem enfrentado oposição de investidores minoritários, que afirmam que ele carece de transparência e está significativamente subvalorizado.

Kon atuou como secretário de Toyoda desde 2009, quando Toyoda se tornou CEO, até 2017, ano em que Kon foi nomeado chefe da divisão de contabilidade. Toyoda, neto do fundador, liderou a Toyota por quase 14 anos antes de nomear Sato como seu sucessor.

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A mudança na liderança foi anunciada juntamente com os resultados do terceiro trimestre, com a Toyota elevando sua previsão de lucro operacional para o ano inteiro em quase 12%, ajudada por um iene mais fraco e cortes de custos.

As ações da Toyota tiveram um desempenho positivo após o anúncio e os resultados, e encerraram o dia com alta de 2%.

As montadoras em todo o mundo estão se esforçando para responder à revolução no mercado provocada pelos concorrentes chineses. A Toyota tem se saído melhor do que a maioria, graças à sua aposta nos híbridos a gasolina e elétricos.

Enquanto seus concorrentes foram afetados pelos custos de uma rápida investida nos veículos elétricos — a Stellantis anunciou na sexta-feira uma perda contábil de US$ 26,5 bilhões —, o foco da Toyota nos híbridos provou ser visionário, sustentando vendas recordes, incluindo no ano passado, quando manteve sua coroa como a montadora mais vendida do mundo.

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Com a reorganização, Kon se concentrará na gestão interna da empresa, enquanto Sato se dedicará a questões mais amplas do setor — mudanças destinadas a acelerar a tomada de decisões, à medida que os concorrentes chineses perturbam o negócio com uma velocidade inquietante.

James Hong, chefe de pesquisa de mobilidade da Macquarie, disse que, embora o produto sempre tenha sido a principal prioridade da Toyota, a mudança provavelmente refletiu sua crescente necessidade de tomar decisões não automotivas.

“Kon, eu acho que ele basicamente tem mais experiência em lidar com as questões financeiras da empresa do que Sato-san, que basicamente veio da área de desenvolvimento de produtos”, disse ele.

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