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Aprendemos errado? Conheça 12 legumes que, na verdade, são frutos

Redação Informe 360

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Desde cedo, aprendemos a diferenciar frutas e legumes de forma simples, onde as frutas seriam as partes doces consumidas como sobremesa e os legumes, os alimentos presentes em pratos salgados, como saladas, sopas e refogados.

Mas, essa divisão é muito mais cultural do que científica. Do ponto de vista da botânica, muitos dos alimentos que chamamos de legumes são, na verdade, frutos, porque se desenvolvem a partir do ovário das flores e possuem sementes.

O erro acontece porque a linguagem popular leva em conta o uso culinário e não a classificação científica, então, vegetais consumidos em pratos salgados, sem sabor adocicado, são chamados de legumes.

Porém, para os botânicos, a classificação correta depende de critérios específicos, como a origem do alimento dentro da planta e sua estrutura reprodutiva. Por isso, itens como tomate, berinjela, abobrinha e pimentão são tecnicamente frutos, mesmo que culturalmente sejam tratados como legumes.

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Essa diferença pode parecer apenas um detalhe, mas mostra como ciência e cultura podem se afetar de formas curiosas. Além de mudar a maneira como vemos nossa alimentação, esse conhecimento ajuda a entender melhor o mundo vegetal e sua diversidade. Veja a seguir na matéria 12 legumes populares que, na verdade, são frutos.

12 legumes que, na verdade, são frutos

Tomate

O tomate é o exemplo clássico de um alimento que achamos que é legume, mas que, na verdade, é um fruto. Botanicamente, ele é um fruto do tipo baga, desenvolvido a partir do ovário da flor e contendo sementes em seu interior.

O tomate é o exemplo clássico de um alimento que achamos que é legume, mas que na verdade, é um fruto. (Imagem: stockking/Freepik)

Apesar de ser consumido em molhos, saladas e pratos salgados, sua estrutura o classifica claramente como fruta. O tomate é rico em licopeno, antioxidante associado à prevenção de doenças cardiovasculares, e por isso também é valorizado na nutrição.

Pimentão

Assim como o tomate, o pimentão faz parte da família das solanáceas e é considerado um fruto. Ele nasce da flor e abriga sementes, o que o enquadra nessa categoria botânica.

Pimentões verde, vermelho e amarelo
Imagem: eriyalim / iStock

Pode ser encontrado nas variedades verde, vermelha, amarela e até roxa, sendo muito usado em refogados e assados, trazendo sabor característico e valor nutricional. É rico em vitamina C e antioxidantes, reforçando o sistema imunológico e ajudando a combater radicais livres.

Abóbora

A abóbora costuma ser muito usada em sopas, purês e pratos típicos, mas na botânica ela é classificada como fruto do tipo pepônio, assim como o pepino e o melão. Seu interior possui sementes que podem ser consumidas torradas ou usadas na produção de óleo vegetal.

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Tipos de abóbora
Imagem: IrisImages / iStock

Além disso, a abóbora é fonte de fibras e betacaroteno, pigmento natural que o corpo converte em vitamina A, essencial para a saúde dos olhos e da pele.

Abobrinha

A abobrinha é outro exemplo de fruto confundido com legume, já que também pertence à família das cucurbitáceas, a mesma da abóbora, e apresenta sementes em sua polpa clara e macia. Versátil na culinária, pode ser grelhada, refogada, recheada ou até mesmo usada em bolos e sobremesas.

A abobrinha é outro exemplo de fruto confundido com legume. (Imagem: stockking/Freepik)

Nutricionalmente, é leve, com baixa quantidade de calorias e alto teor de água, sendo indicada em dietas equilibradas e para a hidratação do organismo.

Pepino

É muito comum vermos o pepipo como um legume usado em saladas e conservas, mas é um fruto do tipo pepônio, possuindo sementes internas e nascendo a partir da flor da planta. Muito refrescante, é composto em grande parte por água e contribui para a hidratação.

Homem colhendo pepino em uma cesta
Imagem: Yana Tatevosian / iStock

Além de seu uso na gastronomia, o pepino é famoso em cuidados estéticos, sendo aplicado na pele e nos olhos devido ao efeito calmante e antioxidante.

Berinjela

A berinjela também pertence à família das solanáceas e é um fruto, mesmo que normalmente seja consumida como legume. Sua casca roxa característica e a polpa esponjosa com sementes são inconfundíveis, sendo um alimento rico em fibras, vitaminas do complexo B e minerais como potássio e magnésio.

Berinjela
(Imagem: nnattalli/Shutterstock)

Além de saborosa, a berinjela tem propriedades que auxiliam na redução do colesterol e no controle da pressão arterial, sendo muito valorizada em dietas saudáveis.

Chuchu

O chuchu, popular na culinária brasileira, é tecnicamente um fruto da família das cucurbitáceas. Ele cresce a partir da flor da planta e contém uma semente única em seu interior, e mesmo que seja conhecido pelo sabor suave, o chuchu é nutritivo, rico em água e minerais como magnésio e potássio.

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Mulher lavando chuchu em torneira da cozinha
Imagem: efired / iStock

Por ser leve e de fácil digestão, é indicado em dietas para todas as idades, além de combinar bem com pratos cozidos, refogados e ensopados.

Vagem

Apesar de ser tratada como legume, a vagem é uma vagem-fruto produzida pelo feijoeiro, contendo sementes em seu interior. Na botânica, frutos do tipo vagem se desenvolvem a partir do ovário da flor e armazenam sementes alinhadas.

Apesar de ser tratada como legume, a vagem é uma vagem-fruto produzida pelo feijoeiro, contendo sementes em seu interior. (Imagem: wirestock/Freepik)

Fonte de fibras, proteínas e vitaminas, a vagem é muito usada em saladas, sopas e guarnições, sendo considerada um alimento leve e versátil. Seu consumo contribui para a saciedade e para o bom funcionamento do intestino.

Ervilha

Assim como a vagem, a ervilha também é um fruto que é considerado um legume, por conter sementes no interior de sua vagem. Quando fresca, pode ser consumida diretamente em pratos leves, mas também aparece na versão seca para sopas e caldos.

Imagem: Eva Pruchova – Shutterstock

Rica em proteínas vegetais, fibras e vitaminas, a ervilha é uma ótima opção para quem busca alternativas saudáveis e sustentáveis. Além disso, seu cultivo é importante economicamente em diversas regiões do mundo.

Azeitona

A azeitona pode parecer um caso à parte, mas também é um fruto, mais especificamente uma drupa, assim como a ameixa e o pêssego. Desenvolve-se a partir da flor da oliveira e possui um caroço central.

Pessoa segurando ramo de oliveira cheio de azeitonas em plantação
(Imagem: William.Visuals/Shutterstock)

Ela costuma ser consumida em conservas ou como ingrediente de pães, saladas e pizzas, mas sua maior importância está no azeite de oliva, extraído da polpa. A azeitona é rica em gorduras boas, antioxidantes e vitamina E, benéficos para a saúde cardiovascular.

Jiló

Conhecido por seu sabor amargo, o jiló também pertence à família das solanáceas, sendo um fruto e não um legume. Ele nasce da flor da planta e apresenta sementes em sua polpa esverdeada.

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Barraquinha de jiló em feira livre
Imagem: TMP – An Instant of Time / Shutterstock

Apesar de dividir opiniões no paladar, é altamente nutritivo, com propriedades antioxidantes e baixo valor calórico. Seu consumo regular auxilia no controle da glicemia e no bom funcionamento do fígado, além de ser bastante usado na culinária brasileira em pratos refogados.

Milho

O milho, apesar de ser considerado por muitos um cereal, botanicamente também é classificado como fruto, já que cada grão de milho é um fruto seco do tipo cariopse, em que a semente está unida ao pericarpo.

O milho, apesar de ser considerado por muitos um cereal, botanicamente também é classificado como fruto. (Imagem: jcomp/Freepik)

Muito usado em preparações doces e salgadas, como pamonha, curau e pipoca, o milho é uma importante fonte de carboidratos, fibras e vitaminas do complexo B. É um alimento energético e versátil, cultivado em larga escala no Brasil e no mundo.

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Temporada de derretimento do gelo do Ártico para de aumentar após décadas de avanço, mostra estudo da NASA

Redação Informe 360

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O período de derretimento do gelo marinho no Ártico, que vinha se prolongando por décadas, aparentemente se estabilizou desde 2010. A conclusão vem de estudo liderado pela NASA e publicado na revista Communications Earth & Environment, que analisou observações de satélite realizadas entre 1979 e 2023.

De acordo com a pesquisa, a temporada de derretimento do gelo no Ártico atualmente dura cerca de 40 dias a mais do que em 1979. A maior parte desse aumento ocorreu antes de 2010. Desde então, a duração média da temporada permaneceu relativamente estável, embora haja grandes oscilações de um ano para outro.

Os pesquisadores acompanharam quando o gelo marinho começa a derreter na primavera e quando volta a congelar no outono. A análise mostrou que a mudança na duração da temporada ocorreu principalmente porque o congelamento passou a acontecer mais tarde no ano, e não porque o derretimento começou mais cedo na primavera.

“Anteriormente, havia mais desse gelo plurianual que não derretia durante o verão. Agora que o gelo é mais fino e há menos dele, há muito mais variabilidade”, explicou ao Phys.org Linette Boisvert, coautora do estudo e cientista de gelo do Centro de Voos Espaciais Goddard, da NASA.

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O que mudou no Ártico

  • Para entender a estabilização observada a partir de 2010, a equipe analisou o balanço energético do Ártico — a diferença entre o calor recebido do Sol, da atmosfera e do oceano e a radiação infravermelha emitida de volta para o espaço;
  • Durante o período de perda acelerada de gelo nos anos 2000, a redução da cobertura de gelo deixou expostas áreas maiores de água escura do oceano. Essas superfícies absorvem mais luz solar, aumentando a quantidade de energia retida e atrasando o congelamento;
  • Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano. Isso faz com que a cobertura seja mais vulnerável às variações na nebulosidade, nas tempestades e nos ventos;
  • A partir de 2010, mudanças nos padrões de nuvens reduziram a quantidade de luz solar que chega a algumas regiões do Oceano Ártico. Como consequência, a temporada de derretimento passou a apresentar maior variação entre diferentes anos, mas permaneceu relativamente estável quando analisada em períodos mais longos;
  • “Muito mais do que antes, a duração da temporada de derretimento depende dos efeitos atmosféricos. Eles parecem estar desempenhando um papel maior porque o gelo, de modo geral, está mais fino e vulnerável desde o início”, disse Boisvert.
Geleira Cinza, Torres del Paine, Patagônia, Chile
Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano – Imagem: SL_Photography/iStock

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Estabilização pode ser temporária

Os resultados não significam que as mudanças no clima da Terra tenham deixado de afetar o Ártico. A região continua aquecendo quase quatro vezes mais rápido que a média global, e o gelo marinho restante é consideravelmente mais fino do que era décadas atrás.

O estudo indica, portanto, que o Ártico pode ter entrado em nova fase, na qual os padrões climáticos de cada ano exercem influência maior sobre a duração da temporada de derretimento.

Os pesquisadores alertam, porém, que a aparente estabilização pode ser temporária. Ainda existe gelo espesso durante todo o ano ao norte da Groenlândia e no Arquipélago Ártico Canadense. Caso esse gelo continue a ficar mais fino, uma nova fase de perda acelerada de gelo marinho poderá ocorrer e prolongar novamente a temporada de derretimento.

Por enquanto, os pesquisadores destacam a importância da continuidade das observações por satélite do gelo marinho do Ártico e do balanço energético que controla seu crescimento e derretimento. Ainda não está claro se a estabilização recente representa mudança duradoura na temporada de derretimento ou apenas uma pausa antes de um novo período de transformação acelerada.

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Samsung começa a trocar OneDrive pelo Google Fotos e muda como celulares Galaxy sincronizam fotos e vídeos

Redação Informe 360

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A Galeria, app da Samsung, começou a receber nova integração com o Google Fotos, que substitui o sistema de backup pelo Microsoft OneDrive. A novidade começou a ser liberada para alguns usuários após atualizações dos aplicativos envolvidos e traz algumas restrições importantes.

A Samsung havia confirmado no início da semana que substituiria a integração de backup com o OneDrive pela sincronização com o Google Fotos. Na ocasião, porém, o recurso ainda não estava disponível. Agora, a novidade começou a ser distribuída.

A atualização do aplicativo Galeria está chegando a alguns usuários após atualizações dos aplicativos Gallery Sync e Samsung Cloud. Segundo o 9to5Google, a versão 15.9.01.7 da Galeria parece ser a responsável por ativar a sincronização, embora outros aplicativos também participem do funcionamento do recurso.

Como funciona a sincronização

  • O Google publicou uma página de suporte com mais detalhes sobre o funcionamento da integração entre a Galeria e o Google Fotos;
  • Para utilizar o recurso, é necessário ter um dispositivo Samsung com Android 13 ou versão mais recente. Contas do Google Workspace não são compatíveis;
  • Também existem limitações sobre o conteúdo sincronizado e sobre alguns recursos do Google Fotos;
  • Fotos e vídeos sincronizados a partir da Galeria não funcionarão com Memórias e destaques, álbuns ao vivo ou a ferramenta de pesquisa do Google Photos.
Logo da Samsung em um prédio
Sul-coreana já havia informado que faria a substituição – Imagem: Sybillla/Shutterstock

Além disso, a Galeria não exibirá todo o conteúdo armazenado no Google Fotos. O aplicativo mostrará apenas os arquivos que foram sincronizados a partir da Galeria por meio de um dispositivo Samsung. Ou seja, conteúdos que já tenham sido armazenados diretamente no Google Fotos, sem terem passado pela sincronização de um aparelho Samsung, não aparecerão na Galeria.

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Como ativar

Caso o aparelho tenha recebido todas as atualizações necessárias, a opção para ativar a sincronização pode ser encontrada na Samsung Gallery em:

Menu > Configurações > Sincronização > Sincronizar fotos e vídeos

A partir daí, o usuário poderá habilitar a integração com o Google Fotos.

A mudança também marca o fim da integração da Galeria com o OneDrive. Para quem ainda utiliza o serviço da Microsoft, a sincronização continuará funcionando até 30 de setembro.

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OpenAI prevê “queimar” US$ 280 bilhões até 2030 para financiar expansão da infraestrutura de IA

Redação Informe 360

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A OpenAI projeta um fluxo de caixa livre negativo de US$ 278 bilhões (mais de R$ 1,4 trilhão) entre 2026 e 2030, segundo apresentação recente da empresa vista pelo Financial Times. O valor evidencia a dimensão dos recursos necessários para financiar a expansão da infraestrutura de computação usada pela companhia.

A empresa espera que suas receitas avancem de US$ 36 bilhões em 2026 para US$ 350 bilhões em 2030, mas ainda assim prevê que as despesas ficarão muito acima da geração de receita no período. Ao todo, a OpenAI estima registrar US$ 840 bilhões em receitas até o fim de 2030.

Gastos com computação devem concentrar maior parte dos recursos

De acordo com o FT, a OpenAI prevê gastar cerca de US$ 856 bilhões em poder computacional e infraestrutura até o fim de 2030. Esse deve ser, de longe, o maior grupo de despesas da empresa durante o período.

Os investimentos estão relacionados à ampliação do acesso à capacidade computacional necessária para treinar e operar modelos de inteligência artificial. A companhia também reduziu preços enquanto busca conquistar negócios da rival norte-americana Anthropic e enfrentar modelos de pesos abertos mais baratos desenvolvidos na China.

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A necessidade de financiamento ganhou importância depois que a OpenAI levantou US$ 122 bilhões em março. Segundo a apresentação citada pelo FT, esse montante pode ser consumido até 2028 caso as projeções de gastos sejam mantidas.

Nova rodada de investimentos pode superar US$ 1,2 trilhão em avaliação

A OpenAI entrou recentemente em negociações para uma nova rodada de financiamento. Investidores procuraram a empresa para discutir aportes considerando uma avaliação de US$ 1,2 trilhão, enquanto a companhia busca uma avaliação ainda maior, segundo uma pessoa próxima à OpenAI ouvida pelo FT.

A capacidade da empresa de obter novos recursos também está ligada a acordos financeiros e contratos de infraestrutura firmados para garantir acesso à capacidade computacional. Empresas como Nvidia, Oracle e a unidade de data centers da SoftBank dependem desses contratos para parte de suas receitas futuras.

Apesar das projeções de forte consumo de caixa, há sinais de crescimento da receita. Novos lançamentos de modelos contribuíram para um aumento de aproximadamente 20% na receita anualizada da OpenAI em julho.

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A projeção atual também representa uma melhora em relação à estimativa apresentada em maio, quando a empresa previa fluxo de caixa livre negativo de US$ 305 bilhões.

IPO foi adiado

A OpenAI havia planejado uma oferta pública inicial de ações para este outono e protocolou confidencialmente os documentos junto à Securities and Exchange Commission em junho. Desde então, porém, o processo foi adiado.

A empresa citou a crescente preocupação pública com os riscos associados ao rápido desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial como motivo para o adiamento. Alguns investidores também apontaram preocupações sobre a recepção nos mercados públicos de uma companhia que registra perdas elevadas.

A Anthropic, por sua vez, deve realizar uma oferta pública inicial neste outono, em uma operação que pode ser a maior desse tipo já registrada. A OpenAI não comentou as informações ao FT.

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