Ligue-se a nós

Tecnologia

Wicked: Glinda consegue fazer magia?

Redação Informe 360

Publicado

no

No universo de Wicked, Glinda é uma das personagens mais emblemáticas, conhecida como a “boa” que contrasta com Elphaba, a “bruxa má”. Mas uma pergunta comumente levantada por fãs do musical, do filme e dos livros de Gregory Maguire é: Glinda realmente sabe fazer magia?

Neste artigo, vamos explorar o assunto e desvendar se ela possui poderes mágicos ou não.

Ariana Grande caracterizada como Glinda no filme musical Wicked
Wicked (2024) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)

Afinal, por que não vemos uma cena de Glinda fazendo magia?

Glinda é uma personagem central no universo mágico de Oz, conhecida como a poderosa e benevolente Bruxa Boa. Criada por L. Frank Baum, ela é retratada como protetora da princesa Ozma e governante do País dos Quadlings nos livros originais. Ela está presente no filme clássico The Wizard of Oz (1939), como guia de Dorothy em sua jornada.

imagem mostra personagens de o mágico de oz
O Mágico de Oz (1939) / Crédito: MGM (Metro-Goldwyn-Mayer) (divulgação)

Em Wicked, romance de Gregory Maguire, Glinda é inicialmente chamada de Galinda, uma jovem esnobe que, ao dividir quarto com Elphaba na Universidade de Shiz, forma uma improvável amizade com ela. Sua trajetória é marcada por amadurecimento pessoal, incluindo sua decisão de estudar feitiçaria após a morte do Dr. Dillamond. 

Eventualmente, ela se torna uma figura respeitada como a Bruxa do Norte, tanto no romance quanto no musical baseado na obra. Apesar de ser conhecida como uma “bruxa boa”, sua habilidade mágica é constantemente questionada.

Glinda faz magia no musical?

No musical, Glinda raramente é mostrada realizando magia de forma direta. Um dos momentos mais comentados pelos fãs é quando ela aparece em sua icônica bolha voadora. No entanto, para muitos fãs da obra, essa bolha é fruto de um dispositivo mecânico criado pelo Mágico de Oz e não um resultado de magia própria.

Anúncio
Glinda e a bruxa verde de wicked
Fabi Bang como Glinda, no musical Wicked no Brasil / Crédito: Foto: Jairo Goldflus (divulgação)

Em uma versão inicial do musical, havia uma cena em que Glinda usava magia para alterar o tamanho de flores durante um funeral. No entanto, essa cena foi cortada na produção final. Essa mudança reforça a ideia de que Glinda, no musical, é retratada mais como uma figura política e carismática do que como uma feiticeira habilidosa.

Glinda no filme de Wicked

Em Wicked, Glinda não consegue fazer magia devido à falta de habilidades mágicas inatas, diferentemente de Elphaba, que possui uma aptidão natural para a magia.

personagens principais do filme musical wicked
Wicked (2024) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)

Glinda tenta aprender magia, mas não obtém sucesso. Há até a sugestão de que a bolha em que Glinda viaja seja um dispositivo mecânico, não fruto de seus poderes.

Enquanto Elphaba é filha de dois mundos (Terra e Oz), o que lhe confere poderes mágicos extraordinários, Glinda é filha de dois cidadãos de Oz e não possui essa conexão mística. 

Apesar disso, em Wicked: Parte Dois, Glinda poderá desenvolver mais suas habilidades e quem sabe apresentar mais poderes mágicos.

Leia também:

Anúncio
  • Gostou de Wicked? Confira 10 outras adaptações de O Mágico de Oz para assistir online
  • Superman, Avatar: Extermínio e mais: 10 dos filmes mais aguardados para 2025
  • Ariana Grande: 6 opções de filmes para conhecer o trabalho dela como atriz e onde assisti-los online

Como Glinda é retratada nos livros de Gregory Maguire?

No livro, Glinda possui poderes mágicos, mas não é retratada como uma bruxa naturalmente talentosa. Apesar de ter aprendido magia, suas habilidades são limitadas e frequentemente abordadas de maneira cômica.

imagem mostra a personagem glinda no filme musical wicked
Wicked (2024) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)

Um exemplo disso é a cena em que, durante uma tentativa desastrada de feitiçaria, ela acidentalmente explode um sanduíche. Em contraste, Elphaba é mostrada como uma personagem com um talento inato para a magia, embora sua relação com esses poderes seja mais emocional do que técnica. 

Em resumo, essa diferença cria um contraste marcante entre as duas personagens, reforçando os temas de dualidade e percepção que permeiam a narrativa.

O post Wicked: Glinda consegue fazer magia? apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo
Anúncio

Tecnologia

Blue Origin pausa turismo espacial para focar em missões lunares

Redação Informe 360

Publicado

no

A Blue Origin, empresa aeroespacial fundada por Jeff Bezos, anunciou na sexta-feira (30) que vai suspender os voos do foguete New Shepard por pelo menos dois anos. A decisão tem como objetivo redirecionar recursos para contratos com a NASA ligados às próximas missões do programa Artemis, que pretende levar astronautas de volta à Lua.

O anúncio vem após o voo mais recente do New Shepard, realizado na semana passada, com seis passageiros a bordo. Até então, a empresa mantinha a operação regular do veículo suborbital, que desde 2021 levou turistas e celebridades ao limite do espaço. Agora, a prioridade passa a ser o desenvolvimento de sistemas de pouso lunar humano, considerados estratégicos dentro do cronograma da agência espacial americana.

Lua no crepúsculo espacial
Blue Origin vai direcionar recursos para a exploração lunar, pausando os voos de turismo espacial (Imagem: Divulgação/NASA)

New Shepard e o histórico de voos suborbitais

O New Shepard é um foguete reutilizável de pequeno porte que não entra em órbita. Em cada missão, uma cápsula no topo do veículo ultrapassa a altitude de 62 milhas (100 km), frequentemente apontada como o limite do espaço, antes de retornar ao solo com o auxílio de paraquedas. O propulsor, por sua vez, faz um pouso controlado em uma plataforma usando suas aletas e o motor principal.

Desde o primeiro voo tripulado, em 2021, que contou com a presença de Jeff Bezos entre os quatro passageiros, o foguete realizou 38 lançamentos a partir da base da empresa no oeste do Texas. Entre os viajantes estiveram nomes como William Shatner, Michael Strahan e Katy Perry, além de figuras históricas da era inicial da exploração espacial, como Wally Funk e Edward Dwight.

De acordo com a empresa, o sistema já levou 98 passageiros acima da linha de Kármán, alguns deles em mais de uma viagem. O New Shepard também transportou mais de 200 cargas científicas e de pesquisa de estudantes, universidades, organizações e da própria NASA. Apesar da pausa, a Blue Origin afirma que existe uma fila de clientes com reservas para os próximos anos.

Anúncio

Foco nos contratos da NASA e no programa Artemis

Fundada em 2000, a Blue Origin mantém um contrato de US$ 3,4 bilhões com a NASA para desenvolver módulos de pouso que vão integrar o programa Artemis. Inicialmente, o primeiro veículo da empresa seria utilizado na missão Artemis V, prevista para a década de 2030. No entanto, atrasos enfrentados pela SpaceX, responsável pelos sistemas das missões Artemis III e IV, levaram a NASA a pedir que as duas companhias avaliem caminhos para acelerar o desenvolvimento.

Imagem da NASA mostrando Neil A. Armstrong na Lua.
Programa Artemis visa o retorno de humanos à Lua (Imagem: Reprodução/NASA /Neil A. Armstrong)

Leia mais:

  • Bezos, Musk, Zuckerberg e mais: quais celulares os empresários utilizam?
  • Onde termina a Terra e começa o espaço?
  • Quais as principais potências espaciais em 2025?

Em entrevista nesta semana, o administrador da agência, Jared Isaacman, afirmou que os dois projetos de aceleração seguem em paralelo. O presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceu como meta que a missão Artemis III seja lançada até o fim de 2028.

A receita obtida com o turismo suborbital do New Shepard é considerada pequena diante do valor do contrato lunar. A Blue Origin nunca divulgou oficialmente o preço das passagens. Além disso, o foguete também serviu como base para tecnologias usadas no maior veículo da empresa, o New Glenn, cujo propulsor foi recuperado com sucesso em uma balsa flutuante no ano passado, após o lançamento de uma missão científica da NASA em direção a Marte.

O post Blue Origin pausa turismo espacial para focar em missões lunares apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo

Tecnologia

Entrevista: há risco de um surto do vírus Nipah?

Redação Informe 360

Publicado

no

A confirmação de novos casos do vírus Nipah, na Índia, foi assunto nesta semana aqui no Olhar Digital News. A doença causada pelo patógeno não tem cura e pode chegar a uma taxa de 75% de letalidade.

Para entendermos mais sobre a gravidade destas infecções e se existe um risco real de um surto, conversamos agora com o Dr. Celso Granato, médico infectologista e diretor Clínico do Grupo Fleury. Confira!

O post Entrevista: há risco de um surto do vírus Nipah? apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo

Tecnologia

O efeito multiplicador: Como uma única fábrica de carros gera riqueza para o Rio inteiro

Redação Informe 360

Publicado

no

A indústria automotiva no Rio de Janeiro tem impulsionado uma retomada econômica significativa em diversas regiões do estado fluminense. Esse setor atrai novos investimentos bilionários e gera milhares de empregos qualificados para a população local. Portanto, compreender esse impacto é vital para analisar o futuro financeiro e o desenvolvimento regional.

Como a indústria automotiva no Rio evoluiu recentemente?

O estado consolidou-se como o segundo maior polo automotivo do Brasil, e dados da FIRJAN confirmam que o setor é responsável por uma fatia expressiva do PIB industrial fluminense. A região do Sul Fluminense transformou-se em um “cluster” de montadoras internacionais que buscam logística privilegiada.

Além disso, as fábricas modernas trouxeram consigo uma vasta cadeia de fornecedores de autopeças, criando um ecossistema produtivo robusto. Essa evolução tecnológica mudou o perfil da mão de obra, exigindo qualificações mais altas e impulsionando o setor educacional técnico na região.

[raw]

Anúncio
  • 🏗️ 2014 – O Início do Hub
    Inauguração de grandes plantas em Resende e Itatiaia, atraindo marcas globais.

  • 💰 2021 – Novos Investimentos
    Aportes bilionários para modernização das linhas de montagem em Porto Real.

  • ⚡ 2025 – Era Híbrida
    Foco total na produção de veículos híbridos e elétricos com tecnologia nacional.

[/raw]

Quais cidades são transformadas pelas montadoras?

O impacto geográfico concentra-se fortemente no Médio Paraíba, onde municípios como Resende, Porto Real e Itatiaia viram suas receitas tributárias multiplicarem. A presença dessas companhias financia melhorias na infraestrutura urbana e nos serviços públicos essenciais para os moradores.

Contudo, o efeito transborda para cidades vizinhas, que acabam servindo como áreas residenciais ou de serviços para os trabalhadores do complexo industrial. Essa dinâmica cria uma zona de prosperidade que reduz a dependência econômica exclusiva da capital ou da indústria do petróleo.

  • Aumento na arrecadação de ICMS e ISS para as prefeituras.
  • Valorização do mercado imobiliário local.
  • Desenvolvimento do comércio e setor de serviços de apoio.

Qual o impacto da indústria automotiva no Rio na renda?

A massa salarial nas cidades que abrigam as montadoras é consideravelmente superior à média nacional, pois o setor industrial paga melhores salários. Isso aquece o comércio local e eleva o padrão de vida das famílias que dependem direta ou indiretamente dessa cadeia produtiva.

Por isso, o governo estadual mantém programas de incentivo fiscal para garantir que essas empresas permaneçam no Rio de Janeiro e continuem expandindo suas operações. A tabela abaixo ilustra como esse setor movimenta diferentes pilares da economia fluminense.

Anúncio

[raw]

Setor AfetadoTipo de ImpactoResultado Local
Empregos DiretosContratação CLTRenda Estável
TecnologiaP&D RegionalInovação
LogísticaTransporte e ViasMelhoria Viária

[/raw]

O que esperar para o futuro do setor?

A tendência aponta para uma especialização cada vez maior na produção de carros eletrificados, aproveitando a matriz energética limpa do Brasil. As fábricas do Rio já iniciaram adaptações para produzir motores híbridos flex, que utilizam etanol e eletricidade.

Sendo assim, a região deve se manter competitiva globalmente, atraindo engenheiros e empresas de tecnologia que orbitam o mundo da mobilidade sustentável. O estado do Rio de Janeiro posiciona-se não apenas como produtor, mas como um centro de inovação automotiva.

Anúncio

Leia mais:

  • Quais os tipos de carro? Conheça os principais modelos disponíveis no mercado.
  • Saiba quais são os dez veículos a combustão mais econômicos do Brasil.
  • Conheça o top 8 de carros mais seguros do Brasil.

O post O efeito multiplicador: Como uma única fábrica de carros gera riqueza para o Rio inteiro apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Em Alta