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Wicked: Glinda consegue fazer magia?

No universo de Wicked, Glinda é uma das personagens mais emblemáticas, conhecida como a “boa” que contrasta com Elphaba, a “bruxa má”. Mas uma pergunta comumente levantada por fãs do musical, do filme e dos livros de Gregory Maguire é: Glinda realmente sabe fazer magia?
Neste artigo, vamos explorar o assunto e desvendar se ela possui poderes mágicos ou não.

Afinal, por que não vemos uma cena de Glinda fazendo magia?
Glinda é uma personagem central no universo mágico de Oz, conhecida como a poderosa e benevolente Bruxa Boa. Criada por L. Frank Baum, ela é retratada como protetora da princesa Ozma e governante do País dos Quadlings nos livros originais. Ela está presente no filme clássico The Wizard of Oz (1939), como guia de Dorothy em sua jornada.

Em Wicked, romance de Gregory Maguire, Glinda é inicialmente chamada de Galinda, uma jovem esnobe que, ao dividir quarto com Elphaba na Universidade de Shiz, forma uma improvável amizade com ela. Sua trajetória é marcada por amadurecimento pessoal, incluindo sua decisão de estudar feitiçaria após a morte do Dr. Dillamond.
Eventualmente, ela se torna uma figura respeitada como a Bruxa do Norte, tanto no romance quanto no musical baseado na obra. Apesar de ser conhecida como uma “bruxa boa”, sua habilidade mágica é constantemente questionada.
Glinda faz magia no musical?
No musical, Glinda raramente é mostrada realizando magia de forma direta. Um dos momentos mais comentados pelos fãs é quando ela aparece em sua icônica bolha voadora. No entanto, para muitos fãs da obra, essa bolha é fruto de um dispositivo mecânico criado pelo Mágico de Oz e não um resultado de magia própria.

Em uma versão inicial do musical, havia uma cena em que Glinda usava magia para alterar o tamanho de flores durante um funeral. No entanto, essa cena foi cortada na produção final. Essa mudança reforça a ideia de que Glinda, no musical, é retratada mais como uma figura política e carismática do que como uma feiticeira habilidosa.
Glinda no filme de Wicked
Em Wicked, Glinda não consegue fazer magia devido à falta de habilidades mágicas inatas, diferentemente de Elphaba, que possui uma aptidão natural para a magia.

Glinda tenta aprender magia, mas não obtém sucesso. Há até a sugestão de que a bolha em que Glinda viaja seja um dispositivo mecânico, não fruto de seus poderes.
Enquanto Elphaba é filha de dois mundos (Terra e Oz), o que lhe confere poderes mágicos extraordinários, Glinda é filha de dois cidadãos de Oz e não possui essa conexão mística.
Apesar disso, em Wicked: Parte Dois, Glinda poderá desenvolver mais suas habilidades e quem sabe apresentar mais poderes mágicos.
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Como Glinda é retratada nos livros de Gregory Maguire?
No livro, Glinda possui poderes mágicos, mas não é retratada como uma bruxa naturalmente talentosa. Apesar de ter aprendido magia, suas habilidades são limitadas e frequentemente abordadas de maneira cômica.

Um exemplo disso é a cena em que, durante uma tentativa desastrada de feitiçaria, ela acidentalmente explode um sanduíche. Em contraste, Elphaba é mostrada como uma personagem com um talento inato para a magia, embora sua relação com esses poderes seja mais emocional do que técnica.
Em resumo, essa diferença cria um contraste marcante entre as duas personagens, reforçando os temas de dualidade e percepção que permeiam a narrativa.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (03/09/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (03/09).
El Niño deve atingir pico no fim do ano, alerta ONU
Um novo alerta da Organização Meteorológica Mundial reforça a possibilidade de formação de um Super El Niño. De acordo com o órgão, ligado à ONU, o fenômeno climático já está estabelecido e deve ganhar força nos próximos meses, podendo chegar a uma intensidade muito forte.
Apagão digital? ChatGPT, Claude e Grok ficam fora do ar simultaneamente
Você tentou usar algum chatbot de IA nesta quinta-feira (03) e não conseguiu? Pois saiba que o problema não foi a sua rede. O ChatGPT, o Claude e o Grok saíram do ar quase ao mesmo tempo, desencadeando um travamento em cadeia na web.
GPT-6 Astra: OpenAI lança IA “superpoderosa”
A OpenAI apresentou nesta quinta-feira (03) o GPT-6 Astra, novo modelo de inteligência artificial que, segundo a empresa, representa um salto de geração. Greg Brockman, presidente da companhia, afirmou que a ferramenta pode marcar a chegada da inteligência artificial geral.
Missão BepiColombo inicia fase decisiva rumo a Mercúrio
A missão BepiColombo chegou a uma etapa decisiva de sua jornada rumo a Mercúrio nesta quinta-feira (03). Após quase oito anos viajando pelo Sistema Solar interno, o módulo MTM foi separado com sucesso do conjunto da espaçonave, a mais de 200 milhões de quilômetros da Terra.
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O que muda com a aprovação do Redata para os data centers no Brasil?
O Senado aprovou nesta semana o projeto de lei que cria o Redata, Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center. Ele prevê um pacote de incentivos fiscais, suspendendo impostos federais na compra de equipamentos voltados ao armazenamento e processamento de dados, à inteligência artificial e à computação em nuvem.
O texto agora depende de sanção do presidente Lula para entrar em vigor. Sobre o assunto, o Olhar Digital News conversou com Luis Tossi, vice-presidente da Associação Brasileira de Data Center.
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Anthropic muda política de dados após pressão de clientes empresariais

A Anthropic anunciou, nesta terça-feira (1), que vai mudar uma controversa política de retenção de dados para clientes empresariais após receber “muitos comentários” de usuários. Em seu lugar, a empresa pretende implementar uma nova solução chamada Enterprise Frontier Safeguards.
A política de retenção existente foi apresentada em junho, junto com o lançamento do Claude Fable 5 e do Mythos 5, dois dos modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados da companhia. Na época, a Anthropic informou que exigiria a retenção de todo o tráfego desses modelos por 30 dias como forma de ajudar a combater usos indevidos e ataques cibernéticos “complexos e novos”.
A empresa havia se comprometido a não utilizar os dados para nenhuma finalidade que não estivesse relacionada à segurança, incluindo o treinamento de modelos. Ainda assim, muitos clientes empresariais demonstraram preocupação com a medida.
Segundo Kate Jensen, chefe da Anthropic para as Américas, a companhia passou centenas de horas trabalhando com clientes para desenvolver uma alternativa.
Nova solução dá mais controle às empresas
- Com o lançamento do Enterprise Frontier Safeguards, as empresas poderão controlar como seus dados são analisados, armazenados e gerenciados. A solução também permitirá realizar monitoramento automatizado de segurança sem a necessidade de revisão humana por parte da Anthropic;
- A empresa afirmou que não cobrará pelo recurso e que os controles funcionarão tanto para clientes que acessam diretamente as tecnologias da Anthropic quanto para aqueles que utilizam os modelos por meio de provedores de nuvem;
- “Podemos fazer a análise de que realmente precisamos para ajudar todos a se sentirem confiantes, mas isso fica nos sistemas e nos dados deles, para que não precisem comprometer sua própria postura de privacidade”, disse Jensen em entrevista à CNBC;
- A política de retenção de dados anunciada em junho continuará valendo para assinantes que não são clientes empresariais e utilizam os modelos da linha Mythos.

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Empresas são fundamentais para a Anthropic
Fundada em 2021, a Anthropic obtém a maior parte de sua receita com a venda de produtos e serviços para empresas. O mercado corporativo é considerado especialmente importante para a companhia enquanto ela se prepara para uma possível oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
A Anthropic também disputa espaço com concorrentes, como a OpenAI, que apresentou, no início deste mês, sua própria solução de retenção zero de dados para modelos avançados.
Na semana passada, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, havia antecipado o Enterprise Frontier Safeguards durante uma entrevista à CNBC sobre a expansão da parceria da companhia com a Salesforce.
Amodei afirmou que a solução ajuda a garantir que os dados dos clientes da Salesforce permaneçam privados e que os modelos da Anthropic “não saiam do controle”. Segundo ele, a empresa dedicou uma “enorme quantidade de esforço” ao gerenciamento das permissões da integração entre as duas companhias.
Jensen afirmou estar “muito confiante” de que a Anthropic verá uma aceleração na adoção de seus produtos após o anúncio, especialmente em tarefas que envolvem os dados mais sensíveis dos clientes.
A empresa também anunciou nesta terça-feira seus dois novos modelos, Claude Fable 5.1 e Mythos 5.1, que, segundo a Anthropic, apresentam melhorias em programação, trabalho de conhecimento e pesquisa.
O Enterprise Frontier Safeguards será disponibilizado em fases, e a Anthropic pretende ampliar sua disponibilidade ao longo do outono no hemisfério Norte.
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