Tecnologia
Veja 5 tecnologias que estão presentes na Fórmula 1 em 2025

A temporada 2025 da Fórmula 1 já começou, e junto dela vieram diversas tecnologias para contribuir ainda mais para o espetáculo de velocidade com carros que chegam a quase 300 km/h.
Você é um fã da categoria e ficou curioso para saber quais são as principais tecnologias lançadas este ano para o esporte? Nas próximas linhas, confira as 5 novidades.
5 tecnologias da F1 em 2025 que vão deixar o espetáculo automobilístico ainda melhor
Aprimorar o sistema da corrida constantemente é essencial, seja para o benefício dos pilotos, dos carros e até da equipe que administra os participantes. Por isso, a Fórmula 1 costuma trazer atualizações sempre que possível. A seguir, confira alguns dos novos recursos que foram implementados este ano.
5 – Asa traseira (DRS)
Além de um motor potente, pneus de alta aderência, do design aerodinâmico e de um chassi bem projetado, os carros da Fórmula 1 terão a tecnologia da asa traseira, chamada de DRS (Drag Reduction System – Sistema de Redução de Arrasto).

O DRS é um sistema responsável por dar mais velocidade ao carro. Isso porque ele muda o ângulo da asa traseira do veículo, diminuindo o arrasto aerodinâmico e deixando o automóvel mais veloz nas retas.
Este sistema pode ser acionado pelos pilotos em lugares específicos da pista, chamados de zonas de DRS ou quando o automóvel estiver atrás do outro com menos de 1 segundo de distância. Dessa maneira, poderemos ver duelos ainda mais incríveis e emocionantes este ano.
4 – Sistema de suspensão pull-rod
Neste ano, o carro da Ferrari vem com uma alteração bem interessante, pois adotou o sistema de suspensão pull-rod na dianteira.

Isso deve melhorar o desempenho de seus carros na pista, pois o recurso promete elevar a eficiência aerodinâmica do carro, além de dar maior estabilidade.
Para você entender melhor o que esse sistema faz, vamos destrinchar um pouco do funcionamento dele. Primeiro, saiba que a suspensão em um carro tem como principal função manter os quatro pneus no chão, contando que o peso estará bem distribuído e a plataforma estabilizada corretamente.
Nos carros de Fórmula 1, as suspensões usam seis braços por roda, chamado de sistema double wishbone, que consiste em dois triângulos paralelos: um na parte inferior e outro na superior. Esses triângulos conectam as rodas ao chassi.
Em meio a isso, há a haste paralela, o braço de direção que permite virar as rodas conforme o piloto vira o volante.
O nome pull-rod se refere ao funcionamento do sistema: ‘rod’ significa haste, enquanto ‘pull’ quer dizer puxar. No sistema, a haste é conectada na parte inferior do chassi. Então, na hora que a roda for para cima, ela puxa o amortecedor em uma tração.
Como o conjunto foi montado na frente, ele fica na parte de baixo do chassi, o que dá um peso mais para baixo, abaixando o centro de gravidade e proporcionando maior estabilidade.
4 – Cypher Pro Micro Cooler
Preocupada com possíveis problemas de saúde que os pilotos possam vir a ter nas corridas, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) adotou uma tecnologia que permite aos atletas ficarem mais “gelados” em dias de altas temperaturas.
Assim, quando a temperatura ambiente ultrapassar 30,5°C, os pilotos poderão utilizar coletes antichamas, que resfriam o corpo com substâncias ou líquidos refrigerantes. O nome do equipamento é Cypher Pro Micro Cooler.
3 – Uso de inteligência artificial
Conforme informações da CNBC, a inteligência artificial já começou a ser utilizada pelas equipes da Fórmula 1 com o objetivo de melhorar o desempenho nas pistas.

Em dezembro de 2024, em entrevista coletiva no McLaren Technology Center (MTC) em Woking, Inglaterra, Dan Keyworth, diretor de tecnologia empresarial da McLaren, disse que já estavam utilizando inteligência artificial de aprendizado de máquina tradicional.
Dessa forma, a equipe consegue tomar decisões com base em probabilidades, utilizando ferramentas de IA generativas para realizar simulações detalhadas do que pode acontecer nas corridas.
Sendo assim, é possível saber o tempo perfeito que o automóvel precisa passar nos pit stops e quais pneus precisam substituir um conjunto antigo. A tendência é que o uso dessa tecnologia seja cada vez mais amplo dentro da Fórmula 1.
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2 – Telemetria
A telemetria é um sistema que capta, transmite e analisa dados em tempo real nos veículos da F1 em tempo real.

Ela funciona da seguinte forma: são colocados sensores de maneira estratégica nos carros para monitorar diversos fatores, como temperatura dos pneus, velocidade, pressão dos pneus, rotação do motor, consumo de combustível e outros itens.
Então, todas as informações são passadas através de uma rede sem fio para a equipe de engenheiros que estão na garagem. Assim, eles podem tomar diversas decisões importantes para o piloto se sair bem na corrida.
1 – Nova asa dianteira do AMR25
A nova asa dianteira da AMR25, carro da equipe Aston Martin, veio para 2025 com modificações muito importantes para o desempenho do veículo. A peça é flexível, sendo capaz de dobrar nas curvas e se esticar nas retas.
De acordo com o portal SEI2, a mudança resultou em um carro com uma melhor aerodinâmica e, consequentemente, mais veloz.
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Samsung prevê lucro recorde de R$ 426 bilhões com explosão da demanda por IA

A Samsung estima um lucro operacional de 107,4 trilhões de wons (cerca de R$ 426 bilhões) no terceiro trimestre de 2026, em resultado impulsionado pela forte demanda por chips utilizados na infraestrutura de inteligência artificial (IA).
Se confirmado no balanço definitivo, o número representará salto de 782% em relação ao mesmo período do ano passado e será a primeira vez que a Samsung ultrapassará a marca de 100 trilhões de wons em lucro operacional em um único trimestre.
A previsão também supera as expectativas dos analistas. A Samsung estima ainda uma receita de aproximadamente 195 trilhões de wons (cerca de R$ 774 bilhões) entre julho e setembro, alta de quase 127% na comparação anual.
O resultado representa mais um recorde para a maior fabricante mundial de chips de memória e mostra o impacto da corrida global pela construção de infraestrutura para IA.
Chips de memória puxam resultado da Samsung
- A principal responsável pelo salto nos resultados é a divisão de semicondutores, especialmente os chips de memória utilizados em servidores e sistemas de IA;
- A demanda por memória aumentou com a expansão dos data centers destinados a executar modelos de IA. Entre os produtos mais importantes estão as memórias de alta largura de banda, conhecidas como HBM, capazes de fornecer grandes volumes de dados aos processadores usados para IA;
- A Samsung também se beneficia da alta nos preços de chips convencionais de memória, incluindo DRAM e NAND. A oferta limitada desses componentes contribuiu para elevar os preços durante o trimestre;
- No segundo trimestre, a empresa já havia registrado recordes de receita e lucro operacional, com 171,5 trilhões de wons em receita e 89,5 trilhões de wons em lucro operacional. A divisão de memória foi novamente um dos principais motores daquele resultado.
IA transforma mercado de memória
A explosão dos investimentos em IA mudou o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado de semicondutores.
Grandes empresas de tecnologia estão construindo data centers para treinar e executar modelos cada vez maiores, aumentando a necessidade de chips capazes de lidar com enormes volumes de dados.

A Samsung é uma das principais fornecedoras desse mercado e vem ampliando sua produção de memórias avançadas para acompanhar a demanda.
O cenário também favorece outras fabricantes de memória, como a SK Hynix, enquanto a escassez de componentes aumenta a pressão sobre empresas que utilizam esses chips em seus próprios produtos.
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Lucro cresce, mas smartphones enfrentam pressão
O boom dos chips também cria um problema para outras áreas da própria Samsung.
O aumento dos preços das memórias eleva os custos de produção de smartphones e outros dispositivos eletrônicos. Isso pode pressionar as margens das divisões responsáveis por esses produtos, mesmo enquanto o negócio de semicondutores registra resultados extraordinários.
A valorização do won sul-coreano em relação ao dólar também pode reduzir parte do ganho obtido com as vendas internacionais quando a receita em moeda estadunidense é convertida para a moeda local.
Ainda assim, a força do negócio de memória deve fazer com que a divisão de semicondutores responda pela maior parte do crescimento do lucro no trimestre.
Resultado completo sai no fim de outubro
Os números divulgados agora são uma estimativa preliminar. A Samsung informou que apresentará os resultados detalhados do terceiro trimestre, incluindo a divisão do desempenho entre seus diferentes negócios, em 29 de outubro.
A empresa estima uma faixa de 194 trilhões a 196 trilhões de wons (cerca de R$ 728,1 bilhões a R$ 735,6 bilhões) para a receita e de 107,3 trilhões a 107,5 trilhões de wons (aproximadamente R$ 402,7 bilhões a R$ 403,4 bilhões) para o lucro operacional; os valores de 195 trilhões e 107,4 trilhões representam as medianas dessas faixas.
O resultado preliminar reforça, portanto, o peso que a corrida pela IA ganhou para a indústria de semicondutores. Para a Samsung, a demanda por memória para sistemas de IA já está se traduzindo em nível de lucro que supera pela primeira vez a marca de 100 trilhões de wons em um único trimestre.
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Aplicativo de loja de moda é invadido e usado para ameaçar clientes
Clientes da ASOS receberam uma mensagem que dificilmente poderia passar despercebida nesta terça-feira (6). Uma notificação enviada pelo próprio aplicativo da varejista britânica apareceu nos celulares com o título “ASOS HACKED” e uma ameaça de vazamento de dados.
O aviso, aparentemente enviado por invasores que conseguiram acesso a parte da infraestrutura tecnológica da companhia, era endereçado ao responsável pela proteção de dados (DPO) e à equipe de TI da ASOS. A mensagem afirmava que os criminosos haviam comprometido completamente uma “instância Snowflake” e exigia contato com a empresa sob ameaça de divulgação das informações.
“Caros DPO e equipe de TI da ASOS, comprometemos totalmente a instância Snowflake. Entrem em contato conosco ou vamos vazá-la”, dizia a mensagem, segundo Mashable e TechRadar.
O alerta ainda direcionava os destinatários para um canal no Telegram. Relatos publicados nas redes sociais indicaram que o aviso não ficou restrito a poucos usuários: dezenas de clientes afirmaram ter recebido a mesma mensagem.
Hackers conseguiram controlar o sistema de notificações
- O aspecto mais incomum do episódio é justamente a maneira como a suposta invasão foi exposta. Em vez de simplesmente publicar uma reivindicação em um fórum ou entrar em contato diretamente com a companhia, os responsáveis aparentemente conseguiram utilizar um canal oficial da ASOS para enviar a mensagem aos próprios clientes;
- O TechRadar informou que os primeiros relatos começaram a aparecer durante a manhã de terça-feira, enquanto o Mashable descreveu o episódio como uma situação em que os invasores aparentemente assumiram o controle de alguma parte dos sistemas de TI da varejista;
- A mensagem fazia referência à Snowflake, plataforma de dados em nuvem utilizada para armazenar, processar e analisar informações. O próprio Mashable observou, porém, que a Snowflake não listava a ASOS entre seus parceiros no momento da publicação. Portanto, a mensagem dos invasores não era, por si só, uma confirmação de que dados da ASOS haviam sido efetivamente roubados da plataforma;
- Essa distinção é importante: a capacidade de enviar uma notificação pelo aplicativo indica algum nível de acesso a sistemas utilizados pela ASOS, mas não comprova que os criminosos tenham conseguido acessar ou copiar toda a base de dados mencionada na ameaça.
ASOS confirma atividade não autorizada
A situação avançou ao longo do dia. A ASOS confirmou que uma notificação não autorizada havia sido enviada aos clientes por meio de seu aplicativo e disse estar investigando uma “atividade não autorizada envolvendo plataformas de terceiros” utilizadas para comunicação com consumidores.
A empresa afirmou ter tomado medidas imediatas para restringir o acesso às plataformas de notificação e estar trabalhando com especialistas internos e externos, além das autoridades relevantes. Segundo a ASOS, o site e o aplicativo continuavam funcionando normalmente.
A companhia também indicou que informações pessoais básicas de clientes podem ter sido acessadas durante o incidente. Por outro lado, afirmou não acreditar que informações de cartões de pagamento ou senhas de contas tenham sido afetadas.
Isso significa que o cenário é mais concreto do que parecia nas primeiras horas, mas ainda não há confirmação pública de que a alegação sobre o comprometimento da “instância Snowflake” seja verdadeira na extensão apresentada pelos invasores.
Mensagem chegou a clientes de forma inesperada
A estratégia chamou atenção porque transformou os próprios consumidores em espectadores de uma possível negociação entre criminosos e empresa.
A mensagem não era dirigida aos clientes. Ela mencionava diretamente o DPO e a equipe de TI da ASOS, mas acabou aparecendo nas telas dos usuários do aplicativo. O alerta também incluía um link para o Telegram, aparentemente utilizado pelos responsáveis para estabelecer contato com a companhia.
O caso ganhou rapidamente repercussão nas redes sociais, em que clientes publicaram capturas de tela da notificação e perguntaram se a ASOS havia sido realmente invadida.
Especialistas em segurança ouvidos sobre o incidente destacaram que o envio da mensagem pelo aplicativo é, por si só, um sinal de que os responsáveis obtiveram algum tipo de acesso aos sistemas utilizados pela varejista, embora ainda não esteja claro qual foi a extensão desse acesso.
O que ainda não se sabe
Ainda não está confirmado publicamente quais sistemas foram comprometidos, quantos clientes foram afetados ou exatamente quais dados podem ter sido acessados.
A alegação de que a Snowflake foi “totalmente comprometida” partiu da própria mensagem enviada pelos supostos invasores. Até o momento, isso não equivale a uma confirmação independente de que a infraestrutura de dados tenha sido invadida dessa maneira.
A investigação da ASOS deverá determinar se houve acesso a dados armazenados na plataforma mencionada e qual foi o caminho utilizado para chegar aos sistemas responsáveis pelo envio das notificações.
Por enquanto, o fato confirmado é que uma mensagem não autorizada conseguiu chegar aos clientes por meio do aplicativo oficial da ASOS e que a empresa precisou restringir o acesso às plataformas utilizadas para comunicação com os consumidores.
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Mapa interativo mostra onde você sairia caso cavasse um túnel; entenda

Se fosse possível cavar um túnel diretamente sob os nossos pés, atravessar a crosta terrestre, passar pelo manto e pelo núcleo e sobreviver à viagem, onde exatamente sairíamos do outro lado do planeta?
Apesar da crença popular de que alguém que cavasse um túnel a partir dos Estados Unidos acabaria na China, a resposta provavelmente seria bem diferente. Uma ferramenta interativa chamada ThroughEarth permite descobrir exatamente qual seria o ponto de saída de acordo com o local escolhido para iniciar a escavação.
O site gratuito calcula o ponto antipodal — a localização exatamente oposta a um determinado ponto da superfície terrestre. A distância entre os dois locais é de aproximadamente 12.742 quilômetros.
Ao selecionar um ponto no mapa, o ThroughEarth mostra uma animação da suposta jornada pelo interior do planeta, passando pela crosta, pelo manto e pelo núcleo até chegar ao outro lado. A plataforma também apresenta informações sobre o interior da Terra, incluindo as temperaturas extremas encontradas durante o trajeto e quanto tempo levaria para percorrer a distância em queda livre.
A ideia surgiu de uma pergunta feita por crianças. Martin Krpelan, responsável pelo projeto, contou à IFLScience que tudo começou durante uma conversa com seus filhos em um playground.
“Estávamos conversando sobre o que aconteceria se pudéssemos cavar um túnel diretamente para baixo no solo — onde acabaríamos saindo? Era basicamente uma pergunta de criança, mas ela ficou na minha cabeça.”
É muito mais provável sair do túnel no oceano
- Apesar da associação comum entre os Estados Unidos e a China, quem cavasse um túnel diretamente para baixo a partir da América do Norte não apareceria no território chinês;
- Partindo de Los Angeles (EUA), por exemplo, o ponto correspondente fica no meio do Oceano Índico, a cerca de 1.530 quilômetros da terra mais próxima;
- Já quem começasse em Londres (Inglaterra) chegaria ao Oceano Pacífico Sul, aproximadamente 740 quilômetros distante da Nova Zelândia;
- Para chegar ao território de Xangai (China) pelo outro lado do planeta, seria necessário começar a escavação em algum ponto da Argentina;
- Isso acontece porque a maior parte das áreas terrestres do planeta tem oceano no ponto exatamente oposto. Segundo os dados apresentados pelo ThroughEarth, apenas cerca de 15% das terras do mundo possuem outra área de terra diretamente do outro lado;
- Por isso, independentemente do ponto escolhido para começar, existe uma grande chance de a saída acontecer no oceano.

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Qual é a matemática por trás do mapa?
O ThroughEarth utiliza dados da Natural Earth e a famosa imagem da Terra conhecida como Blue Marble, da NASA.
Segundo Krpelan, o cálculo necessário para encontrar o ponto antipodal é “surpreendentemente simples”. Para isso, basta inverter a latitude e deslocar a longitude em 180 graus. A latitude passa a ter o sinal contrário, enquanto a longitude é deslocada em 180° e normalizada novamente para ficar entre -180° e 180°.
“O interessante é tudo o que acontece ao redor desse cálculo. O ThroughEarth também observa a geografia ao redor dos dois pontos e determina se o local oposto é terra ou oceano”, explicou Krpelan.
É justamente essa análise que permite à plataforma mostrar informações, como a proporção de apenas cerca de 15% das terras do mundo possuir outra área terrestre diretamente oposta.
Viagem pelo interior da Terra continua impossível
Na prática, obviamente, não seria possível realizar uma viagem desse tipo. O buraco mais profundo já perfurado pela humanidade é o Poço Superprofundo de Kola, na Rússia, que chegou a 12.263 metros de profundidade.
Mesmo essa marca representa apenas cerca de 0,2% da distância necessária para chegar ao núcleo da Terra — muito menos, portanto, do que seria necessário para atravessar o planeta inteiro.
Assim, a humanidade provavelmente nunca conseguirá chegar fisicamente ao centro da Terra, muito menos atravessar o planeta e sair do outro lado. Para essa experiência hipotética, resta recorrer ao mapa interativo do ThroughEarth.
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