Ligue-se a nós

Tecnologia

Qual a ordem cronológica para assistir Pokémon? Veja aqui!

Redação Informe 360

Publicado

no

Pokémon é uma das franquias mais icônicas da cultura pop, e seu anime conquistou gerações de fãs desde sua estreia em 1997. Com tantas temporadas e arcos diferentes, pode ser difícil saber por onde começar. 

Aqui, mostramos a ordem cronológica para assistir ao anime e acompanhar a jornada de Ash Ketchum e Liko desde o início.

imagem do anime pokémon: ash abrançando pikachu
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)

Veja por onde começar a assistir Pokémon

O anime de Pokémon pode ser dividido em duas fases: a primeira, protagonizada por Ash Ketchum, e a segunda, com Liko como personagem principal.

Ash Ketchum é um garoto que, ao completar 10 anos, inicia sua jornada para se tornar um Mestre Pokémon. Atrasado no dia de receber seu primeiro Pokémon, ele fica com Pikachu, que se torna seu parceiro inseparável. Ao longo das temporadas, Ash faz amigos como Brock, Misty, May, Dawn e Iris, e enfrenta rivais como Gary e Paul, além da Equipe Rocket.

imagem de capa da série de anime pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)

Na nova fase do anime, Liko, uma treinadora da região de Paldea, viaja com seu Sprigatito e um pingente misterioso. Ela se junta a Rain, que possui uma Pokébola enigmática, e ao professor Friede, cujo parceiro é o Capitão Pikachu. Essa fase é baseada nos jogos Pokémon Scarlet e Violet e apresenta novas aventuras e criaturas a cada temporada.

Até o momento, o anime de Pokémon já passou da marca impressionante de 1.300 episódios.

Anúncio

Ordem para assistir ao anime

Abaixo está a lista de temporadas de Pokémon em ordem cronológica, com seus títulos em português do Brasil e suas datas de exibição:

imagem mostra a capa do anime pokémon original dos anos 90
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 1 – Pokémon: Liga Indigo (1997 – 1999)
    • YouTube: Lançamento contínuo, até o momento no episódio 70 (Official Pokémon TV)
    • Netflix: Até o episódio 50
    • Oldflix: Até o episódio 80
  • 2 – Pokémon: Aventuras nas Ilhas Laranja (1999)
    • Indisponível online
personagens de um dos times de pokémon - a equipe rockett
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 3 – Pokémon: A Jornada Johto (1999 – 2000)
    • Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
  • 4 – Pokémon: Campeões da Liga Johto (2000 – 2001)
    • Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
  • 5 – Pokémon: Master Quest (2001 – 2002)
    • Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
novos protagonistas da série pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 6 – Pokémon: Avançado (2002 – 2003)
    • Indisponível online
  • 7 – Pokémon: Desafio Avançado (2003 – 2004)
    • Indisponível online
  • 8 – Pokémon: Batalha Avançada (2004 – 2005)
    • Indisponível online
  • 9 – Pokémon: Batalha da Fronteira (2005 – 2006)
    • Indisponível online
pokémon - ash rodeado de pikachu e várias outras criaturas
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 10 – Pokémon: Diamante e Pérola (2006 – 2007)
    • Indisponível online
  • 11 – Pokémon: Batalha Dimensional (2007 – 2008)
    • Indisponível online
  • 12 – Pokémon: Batalhas Galácticas (2008 – 2009)
    • Indisponível online
  • 13 – Pokémon: Vencedores da Liga Sinnoh (2010)
    • Indisponível online
ash e outros personagens de pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 14 – Pokémon: Preto e Branco (2010 – 2011)
    • Indisponível online
  • 15 – Pokémon: Destinos Rivais (2011 – 2012)
    • Indisponível online
  • 16 – Pokémon: Aventuras em Unova e Mais Além (2012 – 2013)
    • Indisponível online
ash e seus amigos desbravando a ilha dos pokémons
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 17 – Pokémon: XY (2013 – 2014)
    • Indisponível online
  • 18 – Pokémon: Desafio em Kalos (2014 – 2015)
    • Indisponível online
  • 19 – Pokémon: XYZ (2015 – 2016)
    • Indisponível online
ash, pikachu e outros treinadores e pokemons na areia de uma praia
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 20 – Pokémon: Sol e Lua (2016 – 2017)
    • Indisponível online
  • 21 – Pokémon: Ultra Aventuras (2017 – 2018)
    • Indisponível online
  • 22 – Pokémon: Ultra Lendas (2018 – 2019)
    • Indisponível online
ash e pikachu no meio da selva no anime pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 23 – Pokémon: Jornadas (2019 – 2020)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 24 – Pokémon: Jornadas de Mestre (2020 – 2021)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 25 – Pokémon: Jornadas Supremas (2021 – 2022)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 26 – Pokémon: Mestre Pokémon (Especial) (2023)
    • Disponível para assinantes do Netflix
novos protagonistas de pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 27 – Pokémon: Horizontes (2023 – 2024)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 28 – Pokémon: A Busca por Laqua (2024 – em exibição)
    • Disponível para assinantes do Netflix

Leia também:

  • Jogar RPG pode ajudar sua saúde mental, diz estudo 
  • Quais as maiores franquias do mundo dos jogos?
  • Os 10 melhores jogos RPG de todos os tempos, segundo a crítica

 Ordem para assistir aos filmes

A franquia Pokémon, além da série de anime de grande sucesso, teve diversos filmes e especiais em longa-metragem, a maioria exibida nos cinemas. Até 2020, foram lançados 23 filmes de animação e um live-action.

ash e pikachu em destaque no primeiro filme baseado no anime
Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)

Os primeiros 19 filmes de animação são baseados na série de TV, e seguem a trama do anime. O primeiro filme foi refeito em CGI em 2019 (Mewtwo Strikes Back: Evolution.) Os 20º, 21º e 23º filmes seguem uma continuidade alternativa ao anime.

Os filmes são produzidos por estúdios como OLM, Production I.G, Xebec e Wit Studio.

imagem mostra a capa do filme Pokémon: O Filme - Mewtwo Contra-Ataca
Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon – O Filme 2000: O Poder de Um (1999)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon – O Retorno de Mewtwo (2000)
    • Indisponível online
  • Pokémon, O Filme 3: O Feitiço dos Unown (2000)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 4: Viajantes do Tempo (2001)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 5: Heróis Pokémon (2002)
    • Indisponível online
imagem mostra a capa do sexto filme de pokémon, intitulado: Imagem: Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003)
Imagem: Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 7: Alma Gêmea (2004)
    • Disponível para assinantes do Globo Play e para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 8: Lucario e o Mistério de Mew (2005)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 9: Pokémon Ranger e o Lendário Templo do Mar (2006)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • O Mentor do Pokémon Miragem (2006)
    • Indisponível online
  • Pokémon, O Filme 10: O Pesadelo de Darkrai (2007)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
pokémon proveniente do filme Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
Foto: Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 12: Arceus e a Jóia da Vida (2009)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 13: Zoroark, Mestre das Ilusões (2010)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 14.1: Preto – Victini e Reshiram (2011)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 14.2: Branco – Victini e Zekrom (2011)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 15: Kyurem Contra a Espada da Justiça (2012)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
ash e seus amigos na capa do filme Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
Imagem: Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon – A Origem (2013)
    • Indisponível online
  • Pokémon, O Filme 17: Diancie e o Casulo da Destruição (2014)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 18: Hoopa e o Duelo Lendário (2015)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 19: Volcanion e a Maravilha Mecânica (2016)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 20: Eu Escolho Você! (2017)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
capa do filme Foto: Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
Foto: Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução (2019)
    • Disponível para assinantes do Netflix.
  • Pokémon: Detetive Pikachu (2019)
    • Disponível para Prime Video, Max e Claro TV
  • Pokémon, O Filme 22: Segredos da Selva (2020)
    • Disponível para assinantes do Netflix.

O post Qual a ordem cronológica para assistir Pokémon? Veja aqui! apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo
Anúncio

Tecnologia

One Piece: a nova temporada do live action mais esperado dos animes que vai levar os fãs para dentro do navio dos mugiwara em 2026

Redação Informe 360

Publicado

no

A Netflix revelou detalhes empolgantes sobre a One Piece Temporada 2, confirmando uma turnê mundial com experiências imersivas. Os fãs poderão entrar nos cenários da obra e ver roupas originais dos piratas em diversas cidades globais. Este movimento estratégico visa aumentar o engajamento antes do lançamento oficial dos novos episódios.

Quais são as datas da turnê da One Piece Temporada 2?

De acordo com o portal oficial da Netflix Tudum, a jornada global começa em fevereiro de 2026. O cronograma abrange paradas estratégicas em todos os continentes para celebrar o retorno de Luffy e sua tripulação aos mares.

Essas ativações permitem que o público vivencie momentos marcantes da trama de forma física e interativa. A experiência em Los Angeles será um dos pontos altos do evento internacional, trazendo o elenco principal para perto dos espectadores mais fervorosos.


🚢 23 de Fevereiro: México – Início do treinamento pirata com desafios reais para os novos recrutas do bando.

🎭 26 de Fevereiro: Los Angeles – Premiere oficial com tapete vermelho e a presença confirmada do elenco da série.

🌊 06 de Março: Milão – Transformação urbana da cidade italiana no lendário e misterioso porto de Loguetown.

Quais são as atrações principais para o público?

Os eventos foram planejados para criar uma conexão real entre a audiência e o universo fantástico criado por Eiichiro Oda. Cada localidade apresenta um desafio ou uma exposição única, focada na história dos piratas e na evolução visual dos personagens principais.

Anúncio

Algumas cidades contarão com treinamentos de combate e bootcamps, enquanto outras focarão na estética visual dos cenários e figurinos usados nas filmagens. A participação costuma ser gratuita, mas exige atenção redobrada aos prazos de inscrição e disponibilidade de ingressos.

  • Exposição de figurinos originais usados pelos atores no set.
  • Recriações de cenários icônicos em escala real para fotografias.
  • Sessões de exibição antecipada do primeiro episódio da nova fase.
  • Distribuição de brindes exclusivos e colecionáveis para os participantes.
One Piece: a nova temporada do live action mais esperado dos animes que vão levar os fãs para dentro do navio dos mugiwara em 2026
Jornada global celebra retorno de Luffy com ativações em todos continentes – Créditos: Netflix / Divulgação

Onde acontecerá o lançamento da One Piece Temporada 2?

A grande premiere mundial está marcada para os Estados Unidos, reunindo todo o elenco principal para um tapete vermelho histórico em Hollywood. Este evento será a primeira oportunidade oficial de ver o início do novo arco narrativo que promete emocionar os fãs.

Além de Los Angeles, o Rio de Janeiro também está na rota das celebrações previstas para o mês de março de 2026. A tabela abaixo detalha as principais paradas confirmadas pela produção da série para garantir que ninguém fique de fora da celebração.

CidadeEventoData
Tóquio, JapãoIkuzo Grand Line05 de Março
Cidade do CaboFan Event África08 de Março
Rio de JaneiroAtivação ImersivaMarço de 2026

Como será a recriação de Loguetown na Europa?

Loguetown é conhecida como a cidade do início e do fim, sendo o local onde Gold Roger deixou seu legado eterno. Na turnê, a cidade de Milão receberá uma recriação completa desta vila lendária para os visitantes explorarem cada detalhe técnico da produção.

Os fãs poderão caminhar pelas ruas de pedra e sentir a atmosfera de tensão que precede a entrada oficial no Grand Line. É um rito de passagem essencial para qualquer pirata que deseja alcançar o maior tesouro do mundo ao lado de Luffy.

Anúncio

Quais países da Ásia participam da jornada pirata?

A expansão da turnê alcança mercados fundamentais como Japão, Tailândia e Malásia, garantindo uma cobertura global sem precedentes para o streaming. Na Malásia, o evento terá um formato de bazar, unindo gastronomia e aventura para todos os tipos de público.

Essas paradas reforçam o compromisso da Netflix em tratar o live action como um fenômeno cultural de escala planetária. Com figurinos detalhados e cenários imersivos, a jornada para encontrar o One Piece nunca pareceu tão real e próxima dos fãs brasileiros.

Leia mais:

  • Qual a ordem cronológica para assistir aos filmes de One Piece?
  • 8 coisas que não fazem o menor sentido em One Piece – Olhar Digital
  • 10 episódios importantes de One Piece

O post One Piece: a nova temporada do live action mais esperado dos animes que vai levar os fãs para dentro do navio dos mugiwara em 2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo

Tecnologia

Android 17 Beta 1 chega a dispositivos Pixel após atraso

Redação Informe 360

Publicado

no

O Google começou a liberar o Android 17 Beta 1 para aparelhos Pixel um dia após um adiamento cuja causa não foi explicada pela empresa.

A nova versão está sendo distribuída com o código CP21.260116.011 e marca a estreia pública do próximo grande sistema operacional móvel da companhia em formato beta, etapa voltada principalmente para testes de APIs e mudanças internas do sistema.

Segundo a empresa, o lançamento ocorre dentro da estratégia do canal contínuo Android Canary, apresentado em junho como um método para testar “builds de ponta” com “APIs pré-lançamento do Android e possíveis mudanças de comportamento futuras”.

O modelo substituiu os antigos Developer Previews e, de acordo com a companhia, oferece três vantagens principais: “acesso mais rápido” a recursos assim que passam por testes internos; “maior estabilidade”, já que testes antecipados resultam em versões beta mais refinadas; e “testes mais fáceis”, pois o canal suporta atualizações Over-the-Air (OTA) sem necessidade de instalação manual e facilita a integração com fluxos de trabalho de integração contínua, além de permitir feedback imediato.

Anúncio

Android 17: foco em apps adaptativos e desempenho

  • Um dos pilares do Android 17 é a expansão do suporte a aplicativos adaptativos, projetados para ocupar toda a largura de telas grandes sem barras laterais;
  • A opção de exclusão para desenvolvedores, existente no ano passado, foi removida para aplicativos que utilizam o nível de API 37 — exigência que não se aplica a jogos;
  • A empresa afirma que usuários esperam que aplicativos funcionem em qualquer formato de tela, seja em multitarefa em tablets, em dispositivos dobráveis ou em ambientes de janelas semelhantes a desktop, com interfaces que preencham o espaço e respeitem a postura do aparelho;
  • O sistema também traz melhorias de desempenho, incluindo redução de quadros perdidos, menor custo de CPU na coleta de lixo de memória, otimizações mais agressivas e menor uso de memória para notificações;
  • A companhia afirma ainda que a versão beta estreia otimizações adicionais com melhor gerenciamento de recursos, utilizando o que chama de “coleta de lixo geracional”, que remove processos desnecessários da memória com mais frequência e menor consumo de CPU.

Na área multimídia, o Android 17 inclui ferramentas classificadas como de nível profissional. Entre elas, estão transições mais suaves entre modos e usos de câmera para ajudar a “evitar falhas visíveis ou travamentos durante a operação”.

A atualização também apresenta suporte “profissional” ao padrão Versatile Video Coding (VVC), permitindo codificação e decodificação de vídeo mais eficientes, e uma API de gerenciamento de volume que busca “proporcionar uma experiência de audição mais consistente entre aplicativos e hardware”.

O novo Espaço Privado do Android que blinda os aplicativos contra espiões e rastreadores
Beta da nova versão do sistema operacional do robozinho só está disponível para alguns dispositivos Google Pixel (Imagem: spvvk/DepositPhotos)

Leia mais:

  • 6 funções do Android que você deveria usar com mais frequência
  • 8 funções no Android que podem aprimorar a sua navegação no celular
  • iOS 26.3 facilita migração do iPhone para Android

Disponibilidade e dispositivos compatíveis

As imagens do sistema Android 17 Beta 1 estão disponíveis para diversos modelos Pixel, incluindo as linhas Pixel 6, 7, 8, 9 e 10, além de tablet Pixel e o primeiro Pixel Fold. O software também pode ser testado no Android Emulator.

Usuários podem aderir ao programa beta para receber a atualização OTA diretamente no aparelho. Quem está inscrito na versão 16 QPR3 Beta 2.1 precisa sair do programa antes de instalar o novo beta caso queira voltar à versão estável sem apagar dados; caso contrário, a próxima oportunidade para isso será em junho.

Apesar da liberação, não são esperadas grandes mudanças visíveis para o público neste estágio. A própria empresa indica que ainda há um longo caminho até o lançamento final e que mais detalhes sobre recursos devem ser divulgados nos próximos meses. No momento, a versão é considerada mais relevante para desenvolvedores e entusiastas que testam novas funções.

Anúncio

A empresa planeja duas versões do Android 17 em 2026. A primeira, prevista para o segundo trimestre, será a principal e incluirá novas APIs, mudanças de comportamento e atualizações de recursos. Uma segunda atualização menor chegará no fim do ano com alterações adicionais, embora ainda sem detalhes divulgados.

Antes disso, a companhia pretende lançar o Beta 2 em março, contendo APIs finais para que desenvolvedores concluam testes e publiquem atualizações. Eles terão “vários meses” para finalizar o trabalho antes da versão definitiva chegar aos aparelhos Pixel.

Em 2025, a empresa também alterou a forma de atualizar partes abertas do sistema. Em vez de publicações frequentes de código, o Android Open Source Project passou a receber atualizações apenas duas vezes por ano, no segundo e no quarto trimestres, quando novas versões são lançadas. Embora isso dificulte prever novidades futuras, a companhia afirma que o método é mais eficiente.

Por enquanto, o teste do Android 17 permanece restrito a dispositivos Pixel. Outros fabricantes podem liberar versões beta nas próximas semanas, mas, neste momento, trata-se de um evento exclusivo do ecossistema da empresa.

Anúncio

O post Android 17 Beta 1 chega a dispositivos Pixel após atraso apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Tecnologia

X estaria burlando sanções dos EUA e vendendo contas premium a líderes do Irã

Redação Informe 360

Publicado

no

Um relatório do Tech Transparency Project (TTP), acessado exclusivamente pela WIRED, alega que Elon Musk está trabalhando em duas frentes na crise envolvendo o Irã.

Enquanto o bilionário afirma, publicamente, que apoia manifestantes que protestam contra o regime local e critica duramente os líderes do país, o X, uma de suas várias empresas, estaria vendendo, indiscriminadamente, o acesso a contas premium aos mesmos líderes que Musk critica em público.

O que diz o relatório da TTP

O relatório aponta mais de 20 contas do X que seriam administradas por funcionários do governo iraniano, agências e veículos de comunicação estatais e que ostentam o famoso selo azul, que indica que a conta é premium.

Tais contas possuíam propaganda patrocinada pelo governo, enquanto o povo iraniano comum não possuía acesso à internet. Além disso, suas mensagens poderiam ter sido amplificadas artificialmente para aumento de alcance e engajamento.

Anúncio

“O fato de Elon Musk não apenas dar visibilidade a esses indivíduos, mas também aceitar o dinheiro deles para impulsionar seu conteúdo por meio dessas assinaturas premium e oferecer recursos extras, significa que ele está minando as sanções que os EUA e o governo Trump estão aplicando”, disse Katie Paul, diretora do TTP, à WIRED.

“Queda de braço” no Irã

Desde o fim de dezembro, protestos eclodem no Irã contra a desvalorização contínua do rial iraniano ante o dólar e a crise econômica. Manifestantes pedem a mudança do regime que está no poder e a saída do Líder Supremo, o Aiatolá Ali Khamenei, que detém o posto há 37 anos.

Os manifestantes foram duramente reprimidos, sendo milhares deles presos ou mortos. Diante disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou apoio aos reclamantes no Truth Social, sua rede social, enquanto Musk afirmou, no X, que Khamenei é “delirante“.

Dias depois, o chefe do judiciário iraniano, Gholamhossein Mohseni-Ejei, então com o selo azul de verificação, escreveu: “Desta vez, não mostraremos misericórdia aos manifestantes”. Essa conta estava entre as que perderam o selo de verificação azul após contato da WIRED.

Anúncio

Passaram-se mais alguns dias e o X trocou o emoji da bandeira iraniana para um cuja bandeira era a mesma de antes da revolução de 1979. Após, Musk anunciou que qualquer pessoa com uma Starlink poderia acessar à internet gratuitamente.

Vale lembrar que, naquele momento, a única forma de se conectar à internet era via dispositivos Starlink, de propriedade do bilionário sul-africano e controlada pela empresa aeroespacial SpaceX. Isso porque o governo local havia imposto um bloqueio quase total.

Enquanto tudo isso se desenrolava, várias contas do X disseminavam propaganda sem qualquer controle.

Anúncio
Ao fundo, desfocado, página de login do X; à frente, logo do X em um smartphone
Antigamente, plataforma concedia verificação a contas notáveis (Imagem: Photo Agency/Shutterstock)

Representantes iranianos na plataforma de Musk

Entre funcionários iranianos identificados na rede social que um dia se chamou Twitter, está Ali Larijani, assessor sênior do líder supremo do Irã. Ele tem mais de 120 mil seguidores.

Segundo o Tesouro dos EUA, Larijani é um dos “arquitetos da brutal repressão do Irã aos protestos pacíficos”. Já o funcionário, quando Trump pediu que o povo seguisse protestando, afirmou no X que Trump é um dos “principais assassinos do povo do Irã”.

Larijani foi “denunciado” pela WIRED ao X e perdeu o status de conta oficial, quando a rede social, supostamente, removeu o selo azul do perfil na última quarta-feira (11).

Outra pessoa identificada pela TTP em seu relatório é Ali Akbar Velayati, membro do círculo íntimo de Khamenei e ex-ministro das Relações Exteriores do Irã. Ele perdeu o selo azul no mesmo dia.

Velayati sofreu uma sanção do Tesouro em 2019 ao fornecer uma “tábua de salvação” ao regime do ex-ditador da Síria Bashar al-Assad. Também foi acusado por autoridades argentinas de homicídio por conta de um atentado a bomba que aconteceu em 1994 contra um centro comunitário judaico em Buenos Aires. Foram 85 mortos.

Anúncio

Outro perfil com selo azul que o relatório identificou é o de Ali Ahmadnia, chefe de comunicações do presidente do Irã. Em sua conta, colocou um link para que as pessoas pudessem enviar dinheiro via bitcoins para ele.

“Tal funcionalidade não seria abrangida por nenhuma das isenções de materiais informativos ou licenças gerais potencialmente disponíveis em relação a serviços acessórios às comunicações”, disse Kian Meshkat, advogado especializado em sanções econômicas dos EUA, à WIRED.

“Poderia ser considerada uma transação proibida com bens bloqueados do governo do Irã, bem como uma exportação proibida de serviços financeiros para o Irã, de acordo com o Regulamento de Transações e Sanções Iranianas.”

Até a publicação da reportagem, o botão de doação seguia ativo no X, mas, aparentemente, não redireciona mais para a conta de bitcoins do funcionário.

Anúncio

“Isso faz parte de um problema maior que observamos com o X, onde eles lucram diretamente com assinaturas premium, por meio de entidades e indivíduos sancionados”, diz Paul.

“Quando analisamos as demissões em massa que o X sofreu após a aquisição por Elon Musk, o que vemos é a deterioração não apenas da confiança, segurança e moderação, mas, também, da conformidade legal com questões, como as sanções dos EUA.”

Além disso, Musk já foi acusado anteriormente de fornecer serviços premium a pessoas sancionadas pelos EUA. Em junho de 2025, a senadora de Massachusetts, Elizabeth Warren, reforçou outra publicação da TTP ao escrever para o Tesouro sobre selos de verificação vendidos aos terroristas sancionados pelo país.

“Agora, parece que o X pode estar permitindo que funcionários do governo iraniano, sujeitos a sanções, lucrem com sua plataforma”, disse Warren à WIRED. “Ao deixar de tomar medidas básicas para fazer cumprir nossas sanções, o governo Trump continua a minar nossa segurança nacional e a integridade do sistema financeiro.”

Anúncio

Leia mais:

  • X (Twitter): como ver minhas sessões ativas e sair delas
  • X: como se proteger contra invasões hackers
  • X não comprovou ter agido contra erotização do Grok, dizem governo e MPF
Elon Musk com um pequeno sorriso
Musk já foi acusado de burlar sanções estadunidenses antes (Imagem: Press Connect/Shutterstock)

Sanções

Esses funcionários iranianos citados estão na lista de “nacionais especialmente designados” pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro estadunidense.

Mas as sanções dos EUA ao Irã possuem exceções, como uma emitida em 2022, que permite que empresas de tecnologia locais disponibilizem suas plataformas em território iraniano, de modo que os cidadãos comuns compartilhem informações com o resto do planeta.

Dessa forma, a “brecha” permite aos funcionários do governo do Irã a usar tais plataformas, mas somente se os serviços forem “disponíveis publicamente” e “gratuitos“.

Não é possível saber se houve uma violação sem conhecer os detalhes específicos do acordo entre X e os vários usuários sancionados”, disse Oliver Krischik, advogado da GKG Law especializado em sanções do OFAC, à WIRED.

Anúncio

“No entanto, se o X forneceu esses ‘selos azuis’ ao governo iraniano mediante pagamento ou prestou serviços ao governo iraniano não disponíveis ao público sem custo adicional e sem licença, então isso pareceria estar fora do escopo da autorização.”

Identificando autoridades no X

Para identificar chefes de Estado, o X disponibiliza um selo cinza. Já os funcionários iranianos com selos azuis estão pagando pelo serviço. Um “selo azul significa que a conta possui uma assinatura ativa do X Premium e atende aos nossos requisitos de elegibilidade”, explica o site da rede social.

Antes de o controle do antigo Twitter ir para as mãos de Musk, o selo azul era concedido a perfis notáveis que verificassem sua identidade (como artistas, chefes de Estado, atores, etc.). Em 2023, o sistema passou a ser pago.

O que diz o X

A WIRED tentou contato com representantes do X, mas não obteve retorno. Contudo, um fato “curioso” chamou atenção: poucas horas após a publicação sinalizar as contas pertencentes a autoridades iranianas, os selos azuis foram removidos. Já os demais perfis que a TTP atestou, mas que não foram repassados à empresa de Musk, seguem com a marca.

Anúncio

Já a Casa Branca afirmou, por meio do Departamento do Tesouro, que alegações específicas não são comentadas, mas que “levamos alegações de conduta passível de sanção extremamente a sério“.

O post X estaria burlando sanções dos EUA e vendendo contas premium a líderes do Irã apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo

Em Alta