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Qual a ordem cronológica para assistir Pokémon? Veja aqui!

Pokémon é uma das franquias mais icônicas da cultura pop, e seu anime conquistou gerações de fãs desde sua estreia em 1997. Com tantas temporadas e arcos diferentes, pode ser difícil saber por onde começar.
Aqui, mostramos a ordem cronológica para assistir ao anime e acompanhar a jornada de Ash Ketchum e Liko desde o início.

Veja por onde começar a assistir Pokémon
O anime de Pokémon pode ser dividido em duas fases: a primeira, protagonizada por Ash Ketchum, e a segunda, com Liko como personagem principal.
Ash Ketchum é um garoto que, ao completar 10 anos, inicia sua jornada para se tornar um Mestre Pokémon. Atrasado no dia de receber seu primeiro Pokémon, ele fica com Pikachu, que se torna seu parceiro inseparável. Ao longo das temporadas, Ash faz amigos como Brock, Misty, May, Dawn e Iris, e enfrenta rivais como Gary e Paul, além da Equipe Rocket.
Na nova fase do anime, Liko, uma treinadora da região de Paldea, viaja com seu Sprigatito e um pingente misterioso. Ela se junta a Rain, que possui uma Pokébola enigmática, e ao professor Friede, cujo parceiro é o Capitão Pikachu. Essa fase é baseada nos jogos Pokémon Scarlet e Violet e apresenta novas aventuras e criaturas a cada temporada.
Até o momento, o anime de Pokémon já passou da marca impressionante de 1.300 episódios.
Ordem para assistir ao anime
Abaixo está a lista de temporadas de Pokémon em ordem cronológica, com seus títulos em português do Brasil e suas datas de exibição:

- 1 – Pokémon: Liga Indigo (1997 – 1999)
- YouTube: Lançamento contínuo, até o momento no episódio 70 (Official Pokémon TV)
- Netflix: Até o episódio 50
- Oldflix: Até o episódio 80
- 2 – Pokémon: Aventuras nas Ilhas Laranja (1999)
- Indisponível online

- 3 – Pokémon: A Jornada Johto (1999 – 2000)
- Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
- 4 – Pokémon: Campeões da Liga Johto (2000 – 2001)
- Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
- 5 – Pokémon: Master Quest (2001 – 2002)
- Disponível para assinantes do Amazon Prime Video

- 6 – Pokémon: Avançado (2002 – 2003)
- Indisponível online
- 7 – Pokémon: Desafio Avançado (2003 – 2004)
- Indisponível online
- 8 – Pokémon: Batalha Avançada (2004 – 2005)
- Indisponível online
- 9 – Pokémon: Batalha da Fronteira (2005 – 2006)
- Indisponível online

- 10 – Pokémon: Diamante e Pérola (2006 – 2007)
- Indisponível online
- 11 – Pokémon: Batalha Dimensional (2007 – 2008)
- Indisponível online
- 12 – Pokémon: Batalhas Galácticas (2008 – 2009)
- Indisponível online
- 13 – Pokémon: Vencedores da Liga Sinnoh (2010)
- Indisponível online

- 14 – Pokémon: Preto e Branco (2010 – 2011)
- Indisponível online
- 15 – Pokémon: Destinos Rivais (2011 – 2012)
- Indisponível online
- 16 – Pokémon: Aventuras em Unova e Mais Além (2012 – 2013)
- Indisponível online

- 17 – Pokémon: XY (2013 – 2014)
- Indisponível online
- 18 – Pokémon: Desafio em Kalos (2014 – 2015)
- Indisponível online
- 19 – Pokémon: XYZ (2015 – 2016)
- Indisponível online

- 20 – Pokémon: Sol e Lua (2016 – 2017)
- Indisponível online
- 21 – Pokémon: Ultra Aventuras (2017 – 2018)
- Indisponível online
- 22 – Pokémon: Ultra Lendas (2018 – 2019)
- Indisponível online

- 23 – Pokémon: Jornadas (2019 – 2020)
- Disponível para assinantes do Netflix
- 24 – Pokémon: Jornadas de Mestre (2020 – 2021)
- Disponível para assinantes do Netflix
- 25 – Pokémon: Jornadas Supremas (2021 – 2022)
- Disponível para assinantes do Netflix
- 26 – Pokémon: Mestre Pokémon (Especial) (2023)
- Disponível para assinantes do Netflix

- 27 – Pokémon: Horizontes (2023 – 2024)
- Disponível para assinantes do Netflix
- 28 – Pokémon: A Busca por Laqua (2024 – em exibição)
- Disponível para assinantes do Netflix
Leia também:
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Ordem para assistir aos filmes
A franquia Pokémon, além da série de anime de grande sucesso, teve diversos filmes e especiais em longa-metragem, a maioria exibida nos cinemas. Até 2020, foram lançados 23 filmes de animação e um live-action.

Os primeiros 19 filmes de animação são baseados na série de TV, e seguem a trama do anime. O primeiro filme foi refeito em CGI em 2019 (Mewtwo Strikes Back: Evolution.) Os 20º, 21º e 23º filmes seguem uma continuidade alternativa ao anime.
Os filmes são produzidos por estúdios como OLM, Production I.G, Xebec e Wit Studio.

- Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon – O Filme 2000: O Poder de Um (1999)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon – O Retorno de Mewtwo (2000)
- Indisponível online
- Pokémon, O Filme 3: O Feitiço dos Unown (2000)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 4: Viajantes do Tempo (2001)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 5: Heróis Pokémon (2002)
- Indisponível online

- Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 7: Alma Gêmea (2004)
- Disponível para assinantes do Globo Play e para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 8: Lucario e o Mistério de Mew (2005)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 9: Pokémon Ranger e o Lendário Templo do Mar (2006)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- O Mentor do Pokémon Miragem (2006)
- Indisponível online
- Pokémon, O Filme 10: O Pesadelo de Darkrai (2007)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.

- Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 12: Arceus e a Jóia da Vida (2009)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 13: Zoroark, Mestre das Ilusões (2010)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 14.1: Preto – Victini e Reshiram (2011)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 14.2: Branco – Victini e Zekrom (2011)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 15: Kyurem Contra a Espada da Justiça (2012)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.

- Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon – A Origem (2013)
- Indisponível online
- Pokémon, O Filme 17: Diancie e o Casulo da Destruição (2014)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 18: Hoopa e o Duelo Lendário (2015)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 19: Volcanion e a Maravilha Mecânica (2016)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon, O Filme 20: Eu Escolho Você! (2017)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.

- Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018)
- Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
- Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução (2019)
- Disponível para assinantes do Netflix.
- Pokémon: Detetive Pikachu (2019)
- Disponível para Prime Video, Max e Claro TV
- Pokémon, O Filme 22: Segredos da Selva (2020)
- Disponível para assinantes do Netflix.
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Justiça dos EUA investiga Netflix em acordo com Warner e HBO Max

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) abriu uma investigação ampla sobre as práticas de negócios da Netflix no contexto da análise antitruste de sua proposta de aquisição dos estúdios da Warner Discovery e do serviço de streaming HBO Max. A apuração ocorre enquanto o órgão avalia se a operação pode reduzir a concorrência ou fortalecer excessivamente o poder de mercado da empresa no setor de streaming.
Segundo uma intimação civil obtida pelo The Wall Street Journal, o DOJ não se limita a examinar os termos da transação. O documento também questiona se a Netflix teria adotado condutas anticompetitivas capazes de consolidar ou criar um monopólio no futuro. O pedido de informações foi enviado a outra empresa do setor de entretenimento e indica que a investigação ainda está em estágio inicial.

Questionamentos sobre concorrência e mercado
Na intimação, o Departamento de Justiça solicita descrições de “qualquer outra conduta excludente” da Netflix que possa, de forma razoável, reforçar seu poder de mercado ou posição monopolista. A abordagem sugere que o órgão avalia não apenas o impacto direto da compra da Warner, mas também o histórico competitivo da plataforma frente a seus rivais.
A Netflix concordou, em dezembro, em pagar US$ 27,75 por ação, em um acordo avaliado em US$ 72 bilhões. Paralelamente, a Paramount apresentou uma oferta hostil de US$ 77,9 bilhões pela totalidade da Warner Discovery, incluindo sua unidade de canais a cabo, que reúne marcas como CNN, TNT e Food Network. O DOJ também analisa essa proposta, que a Warner recomendou a seus acionistas rejeitar.
O órgão regulador questionou se alguma das duas operações poderia prejudicar a concorrência, além de pedir informações sobre como fusões anteriores entre estúdios ou distribuidores afetaram a competição por talentos criativos e a estrutura de contratos no setor.
Leia mais:
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Defesa da Netflix e parâmetros antitruste
Steven Sunshine, advogado da Netflix, disse ao WSJ que a empresa entende que o DOJ realiza uma análise padrão da proposta de aquisição. Segundo ele, não houve sinal de uma investigação separada por monopolização. Em nota ao WSJ, uma porta-voz da Netflix declarou que a companhia está “engajada de forma construtiva” no processo regulatório e focada no valor potencial da combinação com a Warner Bros.
De acordo com estimativas da Antenna, Netflix e HBO Max juntas responderiam por cerca de 30% do mercado de streaming por assinatura nos EUA, sem considerar pacotes com operadoras de telefonia ou TV a cabo. A Netflix contesta a relevância desse número, argumentando que 80% dos assinantes do HBO Max também assinam a Netflix e que a concorrência inclui plataformas como YouTube e outros serviços gratuitos.

As diretrizes do DOJ indicam que fusões entre concorrentes diretos são presumidas ilegais quando a empresa combinada ultrapassa 30% de participação de mercado, enquanto monopólios costumam envolver fatias superiores a 60%. A Netflix sustenta que a união com o HBO Max representaria apenas 10% do tempo de visualização em lares americanos e classifica o acordo como uma fusão vertical.
A investigação pode durar até um ano. Tanto Netflix quanto Paramount também devem enfrentar revisões antitruste na Europa e no Reino Unido.
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WhatsApp prepara mudanças de privacidade para jovens no Brasil

O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (4) uma nova atualização de teste para Android por meio do Google Play Beta Program, elevando o aplicativo à versão 2.26.5.1. A atualização ainda não traz recursos visíveis para os usuários, mas indica que a plataforma trabalha em mudanças nas configurações de privacidade para usuários mais jovens no Brasil, com o objetivo de se alinhar à legislação nacional.
Segundo informações identificadas na versão beta, o aplicativo prepara ajustes automáticos em opções sensíveis de privacidade para crianças e adolescentes, atendendo a exigências de leis brasileiras de proteção digital, aprovadas no ECA Digital. As mudanças ainda estão em desenvolvimento e devem ser liberadas apenas em uma atualização futura, quando estiverem prontas para uso geral.
Essas adaptações fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas do WhatsApp para reforçar a segurança de menores. Em versões anteriores de teste, a empresa já havia sinalizado a criação de contas secundárias, vinculadas a responsáveis, com funcionalidades limitadas e maior supervisão, sem acesso ao conteúdo das mensagens.

Ajustes automáticos de privacidade para jovens no Brasil
A principal novidade em desenvolvimento envolve a atualização automática de configurações de privacidade para usuários jovens no Brasil. De acordo com o que foi observado na versão 2.26.5.1, o WhatsApp pretende modificar essas opções assim que a legislação entrar em vigor, garantindo conformidade sem exigir ações manuais dos usuários.
A primeira configuração afetada será o “Visto por último”. Caso esteja definido como “Todos”, o aplicativo passará automaticamente para “Meus contatos”. Com isso, pessoas que não estejam na lista de contatos não poderão mais visualizar quando o menor esteve online pela última vez, mesmo que já tenham trocado mensagens anteriormente. Os usuários impactados receberão uma notificação direta informando sobre a mudança.
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Limitação de acesso a informações do perfil
Outra alteração planejada envolve o campo “Sobre” do perfil. Quando essa opção estiver configurada como visível para “Todos”, o WhatsApp fará a alteração automática para “Meus contatos”. A medida busca restringir o acesso de desconhecidos a informações pessoais que jovens costumam compartilhar, como disponibilidade ou localização.
Além disso, o WhatsApp também pretende tornar mais restrita a visibilidade de links de perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Se essa opção estiver aberta para qualquer pessoa, ela será ajustada para permitir o acesso apenas a contatos aprovados, reduzindo o risco de abordagens externas.

O recurso que permite ao WhatsApp se alinhar à legislação brasileira ainda não está disponível para testes, mas segue em desenvolvimento e deve ser ativado em uma atualização futura.
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Anthropic prepara lançamento do Claude Sonnet 5

A Anthropic pode estar próxima de anunciar uma nova versão de seu modelo intermediário de inteligência artificial (IA). Referências ao Claude Sonnet 5 começaram a aparecer em fóruns públicos e publicações de desenvolvedores e analistas do setor, o que levantou a expectativa de que o modelo esteja em fase avançada de testes e preparação para lançamento.
Segundo o Mashable, esses indícios se intensificaram no início de fevereiro e passaram a ser interpretados como sinais de um lançamento iminente. Apesar da movimentação, a Anthropic ainda não confirmou oficialmente uma data nem divulgou detalhes sobre a nova versão.

Desempenho próximo ao Opus com custo menor
De acordo com o site UCStrategies, a expectativa é que o Claude Sonnet 5 apresente ganhos relevantes de desempenho sem alterar a política de preços que tornou a linha Sonnet popular entre desenvolvedores. A publicação aponta que o modelo pode igualar ou até superar as capacidades do Opus 4.5, versão mais avançada da Anthropic, mantendo um custo significativamente inferior.
A eficiência financeira aparece como um dos principais diferenciais esperados. O Geeky Gadgets afirma que o Sonnet 5 poderia custar cerca de metade do valor do Opus 4.5, além de oferecer inferência mais rápida. Essa combinação pode tornar o modelo mais atraente para empresas e para aplicações de programação, especialmente em ambientes que demandam escala.
Leia mais:
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Foco em agentes e integração com Claude Code
Outro ponto recorrente nos relatos é o avanço em capacidades associadas a agentes de IA. As informações indicam melhorias em retenção de contexto, execução de múltiplas tarefas e suporte a fluxos de trabalho mais longos, características relevantes para usos corporativos e técnicos.
Há também especulações sobre uma integração mais profunda com o Claude Code, ambiente voltado a desenvolvedores mantido pela Anthropic. Analistas citados pelo UCStrategies sugerem que o Sonnet 5 pode superar o Opus em tarefas de programação, sobretudo em processos prolongados que exigem raciocínio estruturado e manutenção de contexto ao longo do tempo.

Com esses elementos, o Claude Sonnet 5 é apontado como um possível concorrente direto não apenas dentro do portfólio da Anthropic, mas também frente a lançamentos futuros de OpenAI e Google, ampliando a disputa no mercado de modelos de linguagem.
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