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Qual a ordem cronológica para assistir Pokémon? Veja aqui!

Redação Informe 360

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Pokémon é uma das franquias mais icônicas da cultura pop, e seu anime conquistou gerações de fãs desde sua estreia em 1997. Com tantas temporadas e arcos diferentes, pode ser difícil saber por onde começar. 

Aqui, mostramos a ordem cronológica para assistir ao anime e acompanhar a jornada de Ash Ketchum e Liko desde o início.

imagem do anime pokémon: ash abrançando pikachu
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)

Veja por onde começar a assistir Pokémon

O anime de Pokémon pode ser dividido em duas fases: a primeira, protagonizada por Ash Ketchum, e a segunda, com Liko como personagem principal.

Ash Ketchum é um garoto que, ao completar 10 anos, inicia sua jornada para se tornar um Mestre Pokémon. Atrasado no dia de receber seu primeiro Pokémon, ele fica com Pikachu, que se torna seu parceiro inseparável. Ao longo das temporadas, Ash faz amigos como Brock, Misty, May, Dawn e Iris, e enfrenta rivais como Gary e Paul, além da Equipe Rocket.

imagem de capa da série de anime pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)

Na nova fase do anime, Liko, uma treinadora da região de Paldea, viaja com seu Sprigatito e um pingente misterioso. Ela se junta a Rain, que possui uma Pokébola enigmática, e ao professor Friede, cujo parceiro é o Capitão Pikachu. Essa fase é baseada nos jogos Pokémon Scarlet e Violet e apresenta novas aventuras e criaturas a cada temporada.

Até o momento, o anime de Pokémon já passou da marca impressionante de 1.300 episódios.

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Ordem para assistir ao anime

Abaixo está a lista de temporadas de Pokémon em ordem cronológica, com seus títulos em português do Brasil e suas datas de exibição:

imagem mostra a capa do anime pokémon original dos anos 90
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 1 – Pokémon: Liga Indigo (1997 – 1999)
    • YouTube: Lançamento contínuo, até o momento no episódio 70 (Official Pokémon TV)
    • Netflix: Até o episódio 50
    • Oldflix: Até o episódio 80
  • 2 – Pokémon: Aventuras nas Ilhas Laranja (1999)
    • Indisponível online
personagens de um dos times de pokémon - a equipe rockett
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 3 – Pokémon: A Jornada Johto (1999 – 2000)
    • Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
  • 4 – Pokémon: Campeões da Liga Johto (2000 – 2001)
    • Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
  • 5 – Pokémon: Master Quest (2001 – 2002)
    • Disponível para assinantes do Amazon Prime Video
novos protagonistas da série pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 6 – Pokémon: Avançado (2002 – 2003)
    • Indisponível online
  • 7 – Pokémon: Desafio Avançado (2003 – 2004)
    • Indisponível online
  • 8 – Pokémon: Batalha Avançada (2004 – 2005)
    • Indisponível online
  • 9 – Pokémon: Batalha da Fronteira (2005 – 2006)
    • Indisponível online
pokémon - ash rodeado de pikachu e várias outras criaturas
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 10 – Pokémon: Diamante e Pérola (2006 – 2007)
    • Indisponível online
  • 11 – Pokémon: Batalha Dimensional (2007 – 2008)
    • Indisponível online
  • 12 – Pokémon: Batalhas Galácticas (2008 – 2009)
    • Indisponível online
  • 13 – Pokémon: Vencedores da Liga Sinnoh (2010)
    • Indisponível online
ash e outros personagens de pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 14 – Pokémon: Preto e Branco (2010 – 2011)
    • Indisponível online
  • 15 – Pokémon: Destinos Rivais (2011 – 2012)
    • Indisponível online
  • 16 – Pokémon: Aventuras em Unova e Mais Além (2012 – 2013)
    • Indisponível online
ash e seus amigos desbravando a ilha dos pokémons
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 17 – Pokémon: XY (2013 – 2014)
    • Indisponível online
  • 18 – Pokémon: Desafio em Kalos (2014 – 2015)
    • Indisponível online
  • 19 – Pokémon: XYZ (2015 – 2016)
    • Indisponível online
ash, pikachu e outros treinadores e pokemons na areia de uma praia
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 20 – Pokémon: Sol e Lua (2016 – 2017)
    • Indisponível online
  • 21 – Pokémon: Ultra Aventuras (2017 – 2018)
    • Indisponível online
  • 22 – Pokémon: Ultra Lendas (2018 – 2019)
    • Indisponível online
ash e pikachu no meio da selva no anime pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 23 – Pokémon: Jornadas (2019 – 2020)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 24 – Pokémon: Jornadas de Mestre (2020 – 2021)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 25 – Pokémon: Jornadas Supremas (2021 – 2022)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 26 – Pokémon: Mestre Pokémon (Especial) (2023)
    • Disponível para assinantes do Netflix
novos protagonistas de pokémon
Pokemon (1997 – presente) / Crédito: Oriental Light and Magic (divulgação)
  • 27 – Pokémon: Horizontes (2023 – 2024)
    • Disponível para assinantes do Netflix
  • 28 – Pokémon: A Busca por Laqua (2024 – em exibição)
    • Disponível para assinantes do Netflix

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 Ordem para assistir aos filmes

A franquia Pokémon, além da série de anime de grande sucesso, teve diversos filmes e especiais em longa-metragem, a maioria exibida nos cinemas. Até 2020, foram lançados 23 filmes de animação e um live-action.

ash e pikachu em destaque no primeiro filme baseado no anime
Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)

Os primeiros 19 filmes de animação são baseados na série de TV, e seguem a trama do anime. O primeiro filme foi refeito em CGI em 2019 (Mewtwo Strikes Back: Evolution.) Os 20º, 21º e 23º filmes seguem uma continuidade alternativa ao anime.

Os filmes são produzidos por estúdios como OLM, Production I.G, Xebec e Wit Studio.

imagem mostra a capa do filme Pokémon: O Filme - Mewtwo Contra-Ataca
Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca (1998)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon – O Filme 2000: O Poder de Um (1999)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon – O Retorno de Mewtwo (2000)
    • Indisponível online
  • Pokémon, O Filme 3: O Feitiço dos Unown (2000)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 4: Viajantes do Tempo (2001)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 5: Heróis Pokémon (2002)
    • Indisponível online
imagem mostra a capa do sexto filme de pokémon, intitulado: Imagem: Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003)
Imagem: Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 6: Jirachi, Realizador de Desejos (2003)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 7: Alma Gêmea (2004)
    • Disponível para assinantes do Globo Play e para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 8: Lucario e o Mistério de Mew (2005)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 9: Pokémon Ranger e o Lendário Templo do Mar (2006)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • O Mentor do Pokémon Miragem (2006)
    • Indisponível online
  • Pokémon, O Filme 10: O Pesadelo de Darkrai (2007)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
pokémon proveniente do filme Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
Foto: Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 11: Giratina e o Cavaleiro do Céu (2008)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 12: Arceus e a Jóia da Vida (2009)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 13: Zoroark, Mestre das Ilusões (2010)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 14.1: Preto – Victini e Reshiram (2011)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 14.2: Branco – Victini e Zekrom (2011)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 15: Kyurem Contra a Espada da Justiça (2012)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
ash e seus amigos na capa do filme Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
Imagem: Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 16: Genesect e a Lenda Revelada (2013)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon – A Origem (2013)
    • Indisponível online
  • Pokémon, O Filme 17: Diancie e o Casulo da Destruição (2014)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 18: Hoopa e o Duelo Lendário (2015)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 19: Volcanion e a Maravilha Mecânica (2016)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon, O Filme 20: Eu Escolho Você! (2017)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
capa do filme Foto: Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
Foto: Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018) / Crédito: Pokémon Company (divulgação)
  • Pokémon, O Filme 21: O Poder de Todos (2018)
    • Disponível para aluguel e compra no Apple TV.
  • Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução (2019)
    • Disponível para assinantes do Netflix.
  • Pokémon: Detetive Pikachu (2019)
    • Disponível para Prime Video, Max e Claro TV
  • Pokémon, O Filme 22: Segredos da Selva (2020)
    • Disponível para assinantes do Netflix.

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Tecnologia

TikTok apresenta feed que usa localização exata do usuário

Redação Informe 360

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O TikTok anunciou, nesta quarta-feira (11), o lançamento do recurso “Local Feeds” nos Estados Unidos, funcionalidade opcional que utiliza dados precisos de localização por GPS para criar um feed com conteúdos da região do usuário. A novidade é semelhante ao “Nearby Feed”, lançado no Reino Unido e em outros países da Europa no fim do ano passado.

Trata-se do primeiro recurso inédito disponibilizado aos usuários estadunidenses desde que o TikTok passou oficialmente para novo controle acionário no mês passado. A versão dos Estados Unidos enfrentou um início conturbado após sofrer uma grande interrupção no serviço, que, segundo a empresa, foi causada por uma “falha em cascata de sistemas”.

Como vai funcionar o novo recurso do TikTok?

  • O novo feed local exibirá “conteúdos locais relacionados a viagens, eventos, restaurantes e compras, além de posts de pequenos negócios e criadores de conteúdo locais”;
  • A funcionalidade estará desativada por padrão e não ficará disponível para menores de 18 anos;
  • De acordo com o TikTok USDS, o rastreamento preciso de localização empregado no recurso fica “ativado apenas quando o app está aberto”;
  • Os usuários que optarem por ativar o Local Feed encontrarão uma nova aba na tela inicial do aplicativo.
Três telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Com novidade, usuário poderá explorar espaços próximos (Imagem: Reprodução/TikTok)

Estratégia distinta

O lançamento ocorre após uma mudança nos termos de serviço da plataforma nos EUA. Antes, o TikTok informava que poderia coletar apenas localizações aproximadas.

Com a venda para investidores estadunidenses, o texto passou a prever a coleta de dados de localização precisa. Embora o feed seja opcional, a atualização dos termos indica que o aplicativo pode coletar essas informações independentemente da ativação da funcionalidade. A opção pode ser habilitada ou desabilitada nas configurações.

Segundo a empresa, o feed local permitirá que usuários “descubram os melhores restaurantes, lojas, museus e eventos”. Diferentemente de recursos voltados à conexão entre pessoas próximas, o novo espaço não tem como objetivo mostrar vizinhos ou possíveis afinidades sociais, mas priorizar negócios locais, destacando eventos nas redondezas, sugestões de compras e restaurantes.

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A iniciativa integra um movimento mais amplo para atrair pequenas empresas à plataforma, tanto como produtoras de conteúdo quanto como anunciantes.

Conforme observado pelo TechCrunch, a estratégia também pode ajudar a companhia a se proteger de futuras regulações e maior escrutínio, ao evidenciar o número de pequenos negócios que dependem de seus serviços.

O TikTok afirma que mais de 7,5 milhões de empresas utilizam a plataforma nos Estados Unidos para alcançar clientes. Esse dado, porém, tem como base um relatório da Oxford Economics produzido antes da conclusão do acordo que transferiu o controle da versão estadunidense para um grupo de investidores.

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Duas telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Recurso ficará desativado por padrão e não estará disponível para usuários menores de 18 anos (Imagem: Reprodução/TikTok)

E a privacidade?

A expansão do uso de dados de localização precisa levanta questionamentos sobre privacidade. Embora o apoio a negócios locais seja apontado como um objetivo positivo, usuários terão de avaliar se a utilidade de um feed dedicado compensa os possíveis riscos. A Oracle é uma das principais investidoras do novo TikTok estadunidense e seu fundador, Larry Ellison, já afirmou que “cidadãos se comportam da melhor maneira possível” quando estão sob vigilância constante.

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Google: compra da Wiz é chancelada pela UE

Redação Informe 360

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O Google recebeu, nesta terça-feira (10), a aprovação incondicional das autoridades antitruste da União Europeia (UE) para a aquisição da empresa de cibersegurança Wiz por US$ 32 bilhões (R$ 166,3 bilhões).

Trata-se do maior negócio já realizado pela companhia. Segundo os reguladores europeus, a operação não levanta preocupações concorrenciais.

Google oficializa compra da Wiz quase um ano após anunciá-la

  • O acordo foi anunciado em março do ano passado e tem como objetivo ampliar a presença do Google tanto no setor de cibersegurança quanto no mercado de computação em nuvem. Nesse segmento, a empresa disputa espaço com rivais maiores, como Amazon e Microsoft;
  • De acordo com a comissária europeia de Concorrência, Teresa Ribera, a análise das autoridades indicou que a transação não prejudicará a concorrência no mercado:
  • “O Google fica atrás da Amazon e da Microsoft em termos de participação de mercado em infraestrutura de nuvem e nossa avaliação confirmou que os clientes continuarão tendo alternativas confiáveis e a capacidade de mudar de fornecedores”, afirmou Ribera em comunicado.
Logos do Google e da Wiz lado a lado
Aquisição da Wiz foi anunciada em março do ano passado (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)

A Comissão Europeia, que atua como órgão fiscalizador da concorrência no bloco, também avaliou o impacto do negócio sobre o uso de dados.

Segundo a instituição, quaisquer dados obtidos pelo Google por meio da aquisição da Wiz não são comercialmente sensíveis e poderão continuar a ser analisados por outras empresas de software de segurança.

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Rígido controle antitruste

Nos últimos anos, grandes aquisições no setor de tecnologia têm enfrentado um escrutínio regulatório mais rigoroso, em meio a preocupações de que essas operações possam ampliar o poder de mercado das grandes empresas e dificultar a atuação de concorrentes menores.

No caso da compra da Wiz, porém, os reguladores europeus concluíram que o negócio não apresenta esse risco.

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Roblox entra na mira da Austrália por conteúdo impróprio a crianças

Redação Informe 360

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A Justiça e órgãos reguladores da Austrália passaram a pressionar a plataforma de jogos Roblox após a divulgação de relatos envolvendo aliciamento de crianças e a circulação de conteúdos considerados inadequados para menores. A iniciativa partiu da ministra das Comunicações, Anika Wells, que solicitou explicações formais da empresa e pediu a revisão da classificação indicativa PG atribuída ao serviço.

O caso ganhou força depois de reportagens indicarem que crianças conseguem acessar ambientes destinados a adultos dentro da plataforma, com presença de conteúdo sexual explícito e referências a automutilação. Diante disso, Wells afirmou estar “alarmada” e requisitou uma análise da classificação etária ao Australian Classification Board, além de buscar medidas adicionais para regular serviços do tipo. As informações são do Guardian Australia.

A classificação PG significa Parental Guidance, ou orientação dos pais, e indica que o conteúdo é considerado adequado para crianças, mas pode conter elementos que exigem acompanhamento ou supervisão de adultos. A ministra pediu que o conselho avalie se essa classificação ainda é apropriada diante das denúncias envolvendo o uso da plataforma por menores.

Órgãos reguladores australianos pressionam o Roblox após relatos de aliciamento de menores na plataforma (Imagem: SsCreativeStudio / Shutterstock.com)

Pressão do governo e atuação da eSafety

A comissária de eSafety, Julie Inman Grant, também entrou em contato com o Roblox. Segundo o órgão, a intenção é testar na prática as promessas feitas pela empresa para proteger menores, como tornar contas de usuários abaixo de 16 anos privadas por padrão, desativar ou restringir chats e impedir o contato de adultos com crianças.

Em comunicado, Inman Grant afirmou que há preocupação contínua com relatos de exploração infantil e exposição a material prejudicial dentro do serviço. Após essa fase de verificação, a eSafety indicou que pode adotar medidas adicionais com base no Online Safety Act.

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A pressão aumentou após uma reportagem publicada em novembro pelo Guardian Australia. O veículo relatou que, ao jogar como uma menina de oito anos durante uma semana, a repórter foi exposta a assédio sexual virtual, violência, cyberbullying e outras situações extremas, mesmo com controles parentais ativados.

Leia mais:

  • Tudo o que você precisa saber sobre Roblox
  • Roblox: como ver se dados foram vazados e se proteger
  • Como criar um jogo no Roblox

Resposta do Roblox e questionamentos sobre classificação

A ministra Anika Wells enviou uma carta solicitando uma reunião urgente com o Roblox. No documento, ela citou não apenas o conteúdo gráfico e sexual, mas também denúncias de predadores que abordam e aliciam crianças dentro da plataforma. A ministra mencionou ainda acusações contra um homem de Queensland suspeito de aliciar centenas de menores em serviços como Roblox, Fortnite e Snapchat.

menino usando a Roblox em um tablet
Roblox disse estar comprometido com a segurança de seus usuários, destacando que implementou um sistema de vericiação de idade recentemente (Imagem: Alex Photo Stock / Shutterstock.com)

Até o momento, segundo o Guardian Australia, o Roblox não respondeu diretamente à carta. Em nota divulgada já na terça-feira na Austrália, um porta-voz da empresa afirmou que a plataforma está comprometida com a segurança dos usuários, destacando a implementação recente de sistemas de verificação de idade e a cooperação com autoridades australianas.

Wells ressaltou que, embora a empresa já tenha trabalhado com a eSafety em medidas adicionais, os problemas continuam sendo relatados. Para a ministra, a situação é “insustentável” e motivo de preocupação para pais e responsáveis em todo o país.

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