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Por que o ar-condicionado afeta o motor do carro?

Redação Informe 360

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O ar-condicionado é um item de conforto indispensável nos dias quentes, mas seu uso tem um impacto direto no desempenho do motor do carro. A sensação de perda de potência ao ligar o AC é real e tem uma explicação técnica.

Basicamente, o sistema de ar-condicionado automotivo funciona através de um compressor, que é acionado por uma correia ligada ao motor. Esse compressor comprime um gás refrigerante que, ao se expandir, absorve o calor do ar que circula no interior do veículo.

Para realizar esse trabalho, o compressor exige energia do motor, o que resulta em uma diminuição da potência disponível para as rodas. Essa perda de potência é mais evidente em situações de baixa rotação do motor, como em subidas ou durante acelerações.

E como percebemos o impacto na direção e no desempenho do carro? A perda de potência causada pelo ar-condicionado pode influenciar a dirigibilidade do carro de diversas maneiras. E, infelizmente, não existe um ar-condicionado que não consuma energia do motor. No entanto, algumas tecnologias e práticas podem minimizar o impacto no desempenho do carro.

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Por que o ar-condicionado afeta o motor do carro?

Como explicado anteriormente, o ar-condicionado precisa de energia para funcionar e tal energia é retirada do motor, o que impacta o funcionamento de todo o carro: se antes havia energia de sobra, agora o veículo se aproxima de um limite. Com “menos” energia disponível, o carro perde potência.

Imagem mostra interruptor de controle do ar- condicionado dentro de um carro
Botão de ar-condicionado de um carro (Imagem: Bjoern Wylezich / Shutterstock)

A perda de potência causada pelo uso do ar-condicionado pode impactar a dirigibilidade de um veículo de múltiplas formas. Primeiramente, o motorista pode sentir uma diminuição na aceleração, especialmente em carros com motores menores ou menos potentes. Isso pode tornar ultrapassagens e subidas mais desafiadoras, exigindo maior planejamento e tempo.

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Além disso, a perda de potência pode afetar a capacidade de manter uma velocidade constante, especialmente em aclives ou com o carro carregado. O motorista pode precisar pressionar mais o acelerador para compensar, aumentando o consumo de combustível.

Em situações extremas, como em ladeiras íngremes ou com o motor já sob esforço, o uso do ar-condicionado pode até causar uma perda momentânea de tração, fazendo com que as rodas patinem. Isso pode ser perigoso, especialmente em condições de pista molhada ou escorregadia.

Por fim, o uso do ar-condicionado em conjunto com outros acessórios que demandam energia, como o sistema de som, faróis e desembaçador traseiro, pode sobrecarregar o sistema elétrico do carro, levando a uma queda ainda maior na potência e até mesmo a falhas no funcionamento do motor.

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Veículos onde a perda de potência é mais evidente

A diminuição da potência do motor ao ligar o ar-condicionado é mais perceptível em veículos com motores de baixa cilindrada (1.0 ou 1.3, por exemplo). Nesses casos, a demanda extra de energia do compressor representa uma parcela significativa da potência total do motor.

Foto do Gol City 1.0 estacionado
Modelo de carro Gol City 1.0 (Imagem: Divulgação/iCarros)

Em veículos com motores mais potentes (2.0 ou superiores), a perda de potência é menos evidente, pois a reserva de energia do motor é maior. No entanto, mesmo nesses casos, o consumo de combustível ainda pode aumentar.

Todo ar-condicionado consome energia do motor do seu carro, no entanto, algumas soluções e alternativas podem ajudar. Veja tecnologias e hábitos que podem diminuir o impacto no desempenho do carro:

  • Ar-condicionado automático: sistemas de ar-condicionado automático modulam o funcionamento do compressor, reduzindo o consumo de energia quando a temperatura desejada é atingida;
  • Manutenção preventiva: manter o sistema de ar-condicionado em bom estado, com filtros limpos e gás refrigerante na quantidade correta, garante o funcionamento eficiente do sistema e minimiza o consumo de energia;
  • Direção consciente: evitar acelerações bruscas e manter uma velocidade constante ajuda a reduzir o consumo de combustível e a perda de potência.

O futuro do ar-condicionado automotivo

Com o avanço da tecnologia, os sistemas de ar-condicionado automotivos estão se tornando cada vez mais eficientes. Os novos modelos utilizam compressores elétricos, que consomem menos energia e podem ser controlados de forma mais precisa.

Além disso, a eletrificação dos veículos abre novas possibilidades para o ar-condicionado automotivo. Em carros elétricos e híbridos, o sistema de ar-condicionado pode ser alimentado por baterias, eliminando a necessidade de utilizar a energia do motor a combustão.

Qual a média de preço para instalar ar-condicionado no carro?
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O preço para instalar ar-condicionado no carro pode variar entre R$ 3 mil e R$ 7 mil, dependendo do modelo do veículo, das adaptações necessárias e da região. Depende do tipo de aparelho, da complexidade da instalação, da necessidade de adaptações, da categoria do veículo, da mão de obra e do custo das peças. O serviço pode ser feito em concessionárias ou lojas especializadas. 

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Quais as principais estreias no cinema em janeiro de 2026?

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O início de 2026 traz para as telonas o aguardado suspense “A Empregada”, com Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, e o longa protagonizado por Timothée Chalamet, “Marty Supreme”. Em janeiro de 2026, também chega ao cinema o brasileiro “Agentes Muito Especiais”, com história original de Paulo Gustavo, e do sul-coreano escolhido para o Oscar, “A Única Saída”.

Quais as principais estreias no cinema em janeiro de 2026?

A empregada

Com participação das atrizes Amanda Seyfried e Sydney Sweeney, o filme mostra a história de Millie, uma jovem passando por dificuldades que encontra uma chance de recomeço como empregada de um casal rico, Nina e Andrew. Mas descobre que o segredo dos patrões são mais perigosos do que os seus.

Data de estreia no cinema: 1 de janeiro de 2026.

2. Agentes Muito Especiais

Cartaz Agentes Muito Especiais
Filme Agentes Muito Especiais. Imagem: Divulgação/Downtown

Jeff e Jhonny tem o sonho de entrar para a polícia do Rio de Janeiro, mas sofrem chacota por serem gays. Durante um treinamento, eles recebem a missão de se infiltrar na em um uma penitenciária para desmantelar a perigosa quadrilha “Bando da Onça”. Em meio à missão, a dupla terá a chance de provar que pode ser respeitados agentes da lei. O filme conta com ideia original do comediante Paulo Gustavo.

Data de estreia no cinema: 8 de janeiro de 2026.

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O Primata

O Primata
Filme O Primata. Imagem: Divulgação/Paramount

De volta para casa da faculdade, Lucy encontra seu chimpanzé de estimação, Ben. Mas um acesso de raiva do macaco transforma férias tropicais com velhos amigos em uma história de sobrevivência.

Data de estreia no cinema: 8 de janeiro de 2026.

Marty Supreme

Marty Supreme
Marty Supreme. Imagem: Divulgação/Diadmond Filmes.

Ambientado no mundo dos anos 50 do tênis de mesa, Marty Supreme acompanha o jovem Marty Mauer, interpretado por Timothée Chalamet, que sonha em se tornar um grande tenista de mesa. O filme é inspirado pelo em uma lenda real do pingue-pongue.

Data de estreia no cinema: 22 de janeiro de 2026.

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A Única Saída

A Única Saída
Filme A Única Saída. Imagem: Reprodução/Mubi

O filme foi escolhido como representante da Coreia do Sul no Oscar e conta a história de um homem que, após ser demitido de onde trabalhou por 25 anos, vê como solução para conseguir uma vaga de emprego eliminar toda a concorrência.

Data de estreia no cinema: 22 de janeiro de 2026.

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7 alimentos da Amazônia que fazem bem à saúde

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A Amazônia não é só a maior floresta tropical do mundo, ela abriga uma rica biodiversidade. Na densa mata amazônica estão alimentos que fazem bem à saúde, com opções que ajudam a fortalecer o sistema imunológico, combater processos oxidativos e inflamatórios, entre outros.

A rotina de uma alimentação saudável está sempre sendo atualizada por pesquisadores e médicos, os ovos e os cereais matinais, por exemplo, já passaram por fases de recomendação e de questionamento conforme novos estudos vieram à tona.

Esse movimento constante da ciência traz um novo olhar para alimentos tradicionais. Confira, a seguir, sete dessas iguarias da Amazônia que possuem benefícios importantes para a saúde.

amazonia arvore
Close-up de uma árvore na floresta amazônica (Imagem: Tarcisio Schnaider/Shutterstock)

7 alimentos da Amazônia que fazem bem à saúde

Ricos em vitaminas, fibras e antioxidantes, esses alimentos tradicionais da Amazônia vêm sendo estudados por seus efeitos positivos sobre a imunidade, o coração e o equilíbrio do organismo.

Açaí

Rico em antioxidantes, especialmente antocianinas, o açaí é uma boa fonte de energia e reúne gorduras naturais, fibras e carboidratos. Por isso, é comumente consumido antes ou depois de atividades físicas. Vai da tigela tradicional com granola a preparações mais elaboradas, incluindo receitas salgadas, e é associado ao bem-estar geral do organismo.

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Açaí. Imagem: Railson Wallace/Wikimedia Commons
Açaí em cestas (Imagem: Railson Wallace/Wikimedia Commons)

Mas, atenção, estamos falando do açaí puro e não do sorvete de açaí, ok? Geralmente, o sorvete de açaí é servido pelo território brasileiro como se fosse a versão tradicional, mas isso não é verdade. Como todo sorvete, ele contém níveis significativos de gordura ruim e açúcar adicionado.

Então, a forma ideal é comprar a poupa da fruta e verificar o rótulo da embalagem para garantir que não há aditivos ruins; ou, se for mais fácil, comprar o açaí já pronto (naquele típico formato pastoso), mas garantir que ele é puro e não o sorvete.

Castanha-do-pará

Fonte natural de selênio, a castanha-do-Pará contribui para a sensação de saciedade e para o equilíbrio do organismo. Ela pode ser incluída com facilidade na rotina alimentar, seja pura, em lanches, ou como complemento de saladas e pratos variados.

Castanha-do-Pará (Imagem: Amarita/Shutterstock)

O único ponto de atenção é que, diferente da castanha-de-caju, a castanha-do-Pará não pode ser consumida em altas quantidades, pois pode acarretar uma má condição de saúde chamada de selenose. Em caso de dúvidas, o nutricionista deve ser consultado.

Camu-camu

Conhecido pelo alto teor de vitamina C, o camu-camu contribui para o fortalecimento do sistema imunológico. O consumo mais comum é em sucos, polpas ou em pó, geralmente combinado com outras frutas.

imagem mostra o exterior e o interior da fruta camu-camu em cima de uma mesa
Camu-camu tem mais vitamina C que a laranja (Reprodução: Juerginho/Shutterstock)

Guaraná

Tradicional na Amazônia, o guaraná é conhecido pelas propriedades energéticas. Costuma ser consumido em pequenas quantidades, misturado a sucos e vitaminas, especialmente por quem busca mais disposição no dia a dia, sempre com atenção ao consumo excessivo.

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Cupuaçu

Parente do cacau, o cupuaçu se destaca pelo aroma marcante e pelo sabor que mistura doçura e acidez. Muito utilizado em sucos, sobremesas e cremes, é uma fruta versátil rica em antioxidantes e pode fazer parte de diversas preparações alimentares.

Cacau

No Brasil, o cacau pode ser encontrado tanto na Amazônia quanto na Bahia, embora a espécie seja historicamente associada à América Central, pelo vínculo com povos maias e astecas. Rico em antioxidantes, o cacau é amplamente associado à saúde cardiovascular e pode ser incluído na alimentação no consumo de chocolates com maior teor de cacau e menos açúcar, o que ajuda a preservar seus benefícios naturais.

Fermentação correta desde o grão é essencial para chocolates de alto padrão. (Imagem: SALMONNEGRO-STOCK / Shutterstock)

Tucumã

Fruto de uma palmeira, o tucumã é conhecido pela coloração amarela intensa e pela presença de compostos ligados à vitamina A. É popular na culinária amazônica e é bastante utilizado em preparações salgadas e lanches regionais, contribuindo para a diversidade alimentar.

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5 coisas que fazem a pílula do dia seguinte falhar

Redação Informe 360

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A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo de emergência bastante conhecido e utilizado em situações específicas, como quando há falha do método habitual ou ausência de proteção durante a relação sexual. Apesar da popularidade, ainda existem muitas dúvidas sobre como ela funciona, em quais casos realmente é eficaz e quais fatores podem comprometer seu efeito.

Ao contrário do que muita gente acredita, a pílula do dia seguinte não garante proteção absoluta contra uma gravidez. Sua eficácia depende de uma série de condições, incluindo o momento da ingestão, o organismo da pessoa e até interações com outros medicamentos. Quando esses fatores não são considerados, o risco de falha aumenta de forma significativa.

Por isso, entender o que pode fazer a pílula do dia seguinte falhar é fundamental para tomar decisões mais conscientes sobre saúde reprodutiva. Veja na matéria abaixo como esse método funciona e as principais situações que podem reduzir sua eficácia.

Ao contrário do que muita gente acredita, a pílula do dia seguinte não garante proteção absoluta contra uma gravidez. (Imagem: freepik/Freepik)

5 coisas que fazem a pílula do dia seguinte falhar

A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência indicado para uso ocasional, não devendo substituir métodos regulares como pílulas anticoncepcionais, preservativos ou DIU. Ela atua principalmente atrasando ou impedindo a ovulação, o que reduz a chance de fecundação quando tomada dentro do prazo recomendado após a relação sexual.

Apesar de ser uma opção importante em situações emergenciais, seu uso frequente não é recomendado. Além de apresentar menor eficácia em comparação a métodos contínuos, a pílula pode causar efeitos colaterais e não protege contra infecções sexualmente transmissíveis.

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Tomar a pílula fora do tempo recomendado

Mulher tomando medicamento (Imagem: fizkes/Shutterstock)

O tempo entre a relação sexual e a ingestão da pílula do dia seguinte é um dos fatores mais importantes para sua eficácia. Quanto mais cedo o medicamento é tomado, maiores são as chances de evitar a gravidez. Após o prazo indicado, o efeito contraceptivo diminui consideravelmente.

Se a ovulação já tiver ocorrido, a pílula não consegue impedir a fecundação. Por isso, atrasar a ingestão, mesmo que por algumas horas além do limite recomendado, pode reduzir significativamente a proteção esperada.

Uso de medicamentos que interferem na absorção

Mulher prestar a fazer uso de um remédio (Imagem: freepik/Freepik)

Alguns medicamentos podem interferir na ação da pílula do dia seguinte, reduzindo sua eficácia. Anticonvulsivantes, certos antibióticos, remédios para tuberculose e tratamentos à base de ervas, como a erva-de-são-joão, são exemplos conhecidos dessa interação.

Essas substâncias podem acelerar o metabolismo do hormônio presente na pílula, fazendo com que ele seja eliminado mais rapidamente pelo organismo. Nesses casos, o efeito contraceptivo pode não ser suficiente para impedir a gravidez.

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Vômitos ou diarreia após a ingestão

Mulher passando mal dentro do banheiro (Imagem: freepik/Freepik)

Vômitos ou episódios de diarreia intensa nas horas seguintes à ingestão da pílula podem comprometer a absorção do medicamento. Se o corpo não conseguir absorver adequadamente o hormônio, a eficácia da pílula diminui.

Essa situação é especialmente relevante quando os sintomas ocorrem pouco tempo após a ingestão. Nesses casos, é importante buscar orientação médica para avaliar a necessidade de uma nova dose ou de outro método de emergência.

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Uso frequente da pílula do dia seguinte

Close-up de duas embalagens da pílula do dia seguinte (Imagem: kikpokemon/Shutterstock)

A pílula do dia seguinte não foi desenvolvida para uso contínuo ou frequente. Utilizá-la repetidamente ao longo de um curto período pode desregular o ciclo menstrual e dificultar a previsão da ovulação.

Além disso, o uso frequente não aumenta a eficácia e pode, ao contrário, tornar o método menos confiável ao longo do tempo. Por isso, ela deve ser encarada apenas como uma solução emergencial, e não como método contraceptivo principal.

Peso corporal elevado

Mulher se pesando numa balança digital (Imagem: freepik/Freepik)

Estudos indicam que o peso corporal pode influenciar a eficácia da pílula do dia seguinte. Em pessoas com peso mais elevado, a concentração do hormônio no organismo pode ser menor, o que reduz a capacidade do medicamento de impedir a ovulação.

Nesses casos, a falha não é garantida, mas o risco é maior em comparação a pessoas com peso mais baixo. Por isso, profissionais de saúde costumam orientar sobre métodos alternativos de emergência, como o DIU de cobre, quando apropriado.

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