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Os 10 bosses mais difíceis dos jogos da FromSoftware

Redação Informe 360

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Os jogos da FromSoftware são conhecidos por sua dificuldade desafiadora e ao longo dos anos e dos jogos que foram sendo lançados, surgiram também inúmeros chefões icônicos e extremamente desafiadores. Pensando nisso, apresentamos uma lista dos 10 bosses mais difíceis dos jogos dessa da FromSoftware, seja para você se preparar para cada um deles, ou relembrar suas batalhas.

10 bosses mais difíceis dos jogos da FromSoftware

  • Demon of Hatred (Sekiro: Shadows Die Twice)
  • Ornstein & Smough (Dark Souls)
  • Isshin, the Sword Saint (Sekiro: Shadows Die Twice)
  • Slave Knight Gael (Dark Souls III)
  • Sister Friede (Dark Souls III)
  • Fume Knight (Dark Souls II)
  • Flamelurker (Demon’s Souls)
  • The Nameless King (Dark Souls III)
  • Gascoigne (Bloodborne)

Demon of Hatred (Sekiro: Shadows Die Twice)

Imagem: IGN/Divulgação

O Demon of Hatred é um dos bosses mais temidos criados pela FromSoftware. Este gigante flamejante de Sekiro não só possui um conjunto de ataques devastadores, capazes de eliminar o jogador em um único golpe, como também apresenta uma velocidade surpreendente para seu tamanho. O combate é ainda mais complicado pelo fato de que o jogador deve derrotá-lo em três fases distintas, tornando a luta uma verdadeira prova de habilidade e paciência.

Ornstein & Smough (Dark Souls)

2 dos bosses mais dificeis de jgos da From Software
Imagem: FromSoftware/Reprodução

A luta contra Ornstein e Smough em Dark Souls é famosa por sua dificuldade. Este combate é único por envolver dois bosses simultaneamente, cada um com estilos de ataque distintos. Ornstein é rápido e ágil, enquanto Smough é lento, mas extremamente forte. A estratégia ideal é derrotar um deles primeiro, mas isso só faz com que o outro se torne ainda mais poderoso, criando uma dinâmica de combate que desafia até os jogadores mais experientes.

Isshin, the Sword Saint (Sekiro: Shadows Die Twice)

Imagem: Polygon/Reprodução

Isshin, the Sword Saint é o boss final de Sekiro e representa o ápice da dificuldade do jogo criado pela FromSoftware. Com uma variedade de ataques rápidos e letais, além de uma habilidade de parry que pode punir qualquer erro do jogador, essa luta exige não apenas reflexos rápidos, mas também um profundo entendimento das mecânicas de combate do jogo. A batalha é dividida em várias fases, cada uma mais desafiadora que a anterior, testando a determinação do jogador.

Leia também:

  • O que são jogos Soulslike?
  • 8 melhores jogos soulslike para PC fraco
  • Os 10 melhores jogos da FromSoftware, segundo a crítica

Slave Knight Gael (Dark Souls III)

Imagem: FromSoftware/Divulgação

Slave Knight Gael é o chefe final da DLC The Ringed City em Dark Souls III. Sua luta é dividida em três fases, cada uma mais intensa que a anterior. Gael é extremamente agressivo, utilizando combos rápidos e ataques à distância que desafiam o jogador a se manter em movimento constante. A batalha se torna ainda mais complicada quando ele começa a usar habilidades que cobrem a arena com raios e ataques teleguiados, tornando a luta uma experiência memorável e frustrante.

Malenia, Blade of Miquella (Elden Ring)

Imagem: FromSoftware/Divulgação

Malenia, encontrada em Elphael, Brace of the Haligtree, é considerada o boss mais difícil de Elden Ring e possivelmente de todos os jogos da FromSoftware. Ela pode recuperar a saúde a cada ataque que acerta o jogador e seus invocados, exigindo um combate agressivo para mantê-la em desvantagem. Na segunda fase, ela se torna ainda mais agressiva e ganha a habilidade de infligir Scarlet Rot. A mística em volta de Malenia se tornou tão grande, que inúmeros desafios surgiram pela internet, além do próprio jogador “Let Me Solo Her”, que se tornou uma lenda em Elden Ring, por ser um jogador conhecido por auxiliar outros jogadores, derrotando Malenia sozinho sem recebe rum ataque sequer.

Sister Friede (Dark Souls III)

Imagem: YouTube/Reprodução

A batalha contra Sister Friede em Dark Souls III é uma das mais complexas da série. Ela possui três fases distintas, cada uma exigindo diferentes abordagens e estratégias. A primeira fase é relativamente tranquila, mas as duas seguintes aumentam significativamente a dificuldade, com Friede utilizando ataques rápidos e poderosos. A luta é uma verdadeira maratona que testa a resistência e a habilidade do jogador, não à toa sendo considerada uma das boss mais difíceis da FromSoftware.

Fume Knight (Dark Souls II)

Imagem: IGN/Reprodução

O Fume Knight é um dos bosses mais desafiadores de Dark Souls II. Ele combina ataques físicos poderosos com magia negra, criando uma luta que exige tanto habilidade de esquiva quanto um bom controle de distância. Sua armadura pesada não impede que ele seja ágil, e sua capacidade de causar danos massivos torna essa batalha uma das mais memoráveis da série.

Flamelurker (Demon’s Souls)

Imagem: FromSoftware/Reprodução

O Flamelurker de Demon’s Souls é um dos primeiros grandes desafios que os jogadores enfrentam e um dos primeiros bosses marcante que a From Software desenvolveu. Este boss gigante de fogo é incrivelmente ágil e pode alternar entre ataques corpo a corpo e ataques de área, tornando a luta imprevisível. O Flamelurker é conhecido por sua capacidade de entrar em um estado frenético, aumentando a dificuldade da batalha.

The Nameless King (Dark Souls III)

Imagem: YouTube/Reprodução

The Nameless King é considerado um dos bosses mais icônicos e difíceis da série Dark Souls. Ele apresenta uma luta em duas fases, começando com um combate contra seu dragão, Stormdrake. Após derrotar o dragão, o jogador deve enfrentar o próprio Nameless King, que utiliza uma combinação de ataques rápidos e poderosos. A luta é uma verdadeira prova de habilidade e paciência, sendo lembrada por muitos como uma das mais difíceis da franquia.

Gascoigne (Bloodborne)

Imagem: Bloodborne Wiki/Reprodução

Father Gascoigne é um dos primeiros bosses que os jogadores encontram em Bloodborne, mas não se deixe enganar pela sua posição. Ele é rápido e possui uma variedade de ataques que podem facilmente eliminar um jogador despreparado.

A luta se torna ainda mais complicada quando ele se transforma em uma besta, aumentando sua agressividade e poder. Muitos jogadores lembram dessa luta como uma das mais desafiadoras do jogo, especialmente para aqueles que são novos no gênero.

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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Redação Informe 360

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Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.

A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.

Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.

Por que o tombo de patinete é tão grave?

A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares. 

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“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

Homem sentado na rua, com cara de dor, após cair de patinete elétrico
Parte considerável dos feridos em quedas de patinete eram jovens sem equipamentos de segurança – Imagem: bbernard/Shutterstock

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).

Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.

Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva. 

“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.

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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Redação Informe 360

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Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.

O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.

Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.

Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões

O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.

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Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.

“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

Julgamento. Ao fundo, logo da Meta na tela de um notebook; à frente, um martelo de juiz
Julgamento começa na próxima semana – Imagem: mundissima/Shutterstock

Leia mais:

  • 7 truques criativos para utilizar no Instagram
  • 4 configurações de privacidade do Facebook para mudar agora mesmo!
  • Meta usa IA como filtro para barrar menores nas redes sociais

Acusações contra Facebook e Instagram

  • O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
  • Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
  • As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
  • Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.

Meta nega acusações

A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.

O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.

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Hackers afirmam ter roubado dados de dezenas de empresas

Redação Informe 360

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Um grupo de hackers conhecido por explorar vulnerabilidades de softwares para realizar ataques simultâneos afirmou ter roubado grandes volumes de dados de quase 50 empresas em todo o mundo, incluindo Shell, Philips, GE e Fiserv. A alegação foi publicada no próprio site do grupo, segundo a Reuters.

As empresas citadas confirmaram que foram alvo ou que estão investigando as alegações, mas não há confirmação independente sobre quais dados teriam sido roubados ou sobre a quantidade de informações comprometidas.

A Reuters também não conseguiu verificar de forma independente as alegações do grupo. Os hackers não responderam aos pedidos de comentário enviados pela agência.

Empresas confirmam ataques ou investigação

  • A Philips confirmou ter sido alvo do grupo Cl0p. Segundo a companhia, foi identificada e contida uma tentativa de comprometimento de um servidor corporativo específico relacionado a dados internos;
  • “A Philips identificou e conteve uma tentativa de comprometimento de segurança de um servidor corporativo específico relacionado a dados internos”, afirmou a empresa;
  • A companhia acrescentou que o incidente não afeta ambientes de clientes;
  • A Shell, por sua vez, disse estar ciente de um possível incidente recente, confirmando uma informação divulgada anteriormente pela imprensa holandesa BNR;
  • “Estamos trabalhando com nossas equipes de segurança e especialistas relevantes para investigar a situação”, afirmou um porta-voz da Shell;
  • A Fiserv também confirmou que está ciente das alegações feitas pelo grupo. A empresa, porém, disse não ter encontrado evidências de comprometimento de dados.

Segundo um porta-voz, “com base em nossa análise abrangente até o momento”, não foram identificados indícios de que dados de clientes, bancários, transações ou informações pessoais tenham sido comprometidos. A companhia também afirmou não ter encontrado evidências de impacto em seu ambiente operacional.

A GE disse estar ciente da alegação e informou que iniciou seus protocolos de resposta a incidentes cibernéticos. “Iniciamos nossos protocolos de resposta cibernética e estamos trabalhando para avaliar o possível problema”, afirmou um porta-voz.

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Logo da Philips na fachada de um prédio
Philips teria sido uma das empresas cujos dados foram roubados – Imagem: JHVEPhoto/Shutterstock

Leia mais:

  • Zoom tinha falha que permitia invasão sem um único clique da vítima
  • Novo bug do Windows permite acesso total ao PC e ainda não tem correção
  • Recebeu notificação da Apple sobre possível spyware? Não a ignore

Grupo pode ter explorado vulnerabilidades em softwares industriais

Ainda não está claro como os hackers teriam conseguido acessar as empresas. Uma possível pista está em vulnerabilidades encontradas nos softwares Windchill e FlexPLM, da empresa PTC. As duas plataformas são utilizadas para auxiliar processos de engenharia e manufatura.

O Ransom-ISAC, grupo especializado em compartilhamento de informações sobre ransomware e ameaças cibernéticas, publicou um alerta em 22 de julho, afirmando que o Cl0p estava explorando vulnerabilidades nesses produtos.

A PTC, com sede em Boston (EUA), não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters. A empresa, porém, publicou diversos avisos de segurança em seu site desde 18 de junho, recomendando que clientes instalassem uma correção para uma vulnerabilidade e divulgando informações sobre um atacante não identificado que estaria explorando seus produtos.

Cl0p mira vulnerabilidades, não empresas específicas

Brandon Parsons, gerente de inteligência de ameaças da Ascent Solutions e autor do alerta do Ransom-ISAC, afirmou que algumas empresas começaram a receber notificações do Cl0p em 19 ou 20 de julho. Segundo ele, o grupo não costuma escolher empresas específicas como alvo. Em vez disso, procura vulnerabilidades em softwares amplamente utilizados e tenta explorá-las em diversas organizações.

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Parsons classificou os integrantes do grupo como “profissionais de extorsão de dados”. “Eles não têm como alvo uma empresa específica; eles têm como alvo uma vulnerabilidade específica de dia zero e vão atrás dela”, afirmou.

O termo zero-day (ou dia-zero, em português) é usado para vulnerabilidades ainda desconhecidas ou para as quais os fornecedores de software ainda não disponibilizaram uma correção. A estratégia permite que um mesmo grupo explore uma falha presente em diferentes organizações, potencialmente obtendo acesso a grandes quantidades de dados em uma única campanha.

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