Informe 360
  • Geral
    • Destaque
  • Negócios
    • Desenvolvimento
  • Política
  • Cidades
    • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Esporte
  • Fé
  • Justiça
  • Mundo
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Colunas
Ligue-se a nós
Informe 360 Informe 360

Informe 360

O Que Explica o Burnout Recorrente de Dezembro

  • Geral
    • Destaque
      • Governo do ES anuncia aumento de 100% no valor do auxílio alimentação

      • Lideranças querem manter alfândega no ES

      • Morre pai dos quíntuplos do ES, após luta contra câncer

      • Cariacica: 813 vagas de emprego são abertas na Agência do Trabalhador do município

      • Ministros querem “trégua” de Lula em falas contra Sérgio Moro

  • Negócios
    • Desenvolvimento
      • Porto Central vai interditar trecho que liga praias das Neves e Marobá no ES nesta segunda(10)

      • Cláudio Castro e Rodrigo Bacellar entregam Ponte da Integração

      • Construção da ferrovia EF 118 passará dentro de São Francisco de Itabapoana

      • Prefeitura de São João da Barra participa de audiências públicas sobre a EF-118

      • Porto Central: obras terá início no próximo dia 4 em Presidente Kennedy (ES)

  • Política
    • Brasil repudia revogação de visto de embaixadora nos EUA

    • Novo oficializa a candidatura de Romeu Zema à presidência da República

    • Agora é Lei: proibida no estado do Rio a prática comercial da “Taxa Rosa”

    • Francimara declara apoio a Anthony Garotinho e dispara: ” jamais, nunca mais mesmo faço política com a prefeita Yara Cinthia”

    • Projeto de lei da deputada enfermeira Lilian visa agilizar diagnóstico de dengue

  • Cidades
    • Cultura
      • Carnaval “A Melhor Folia” é aberto em SJB

      • O Agente Secreto faz história no Globo de Ouro com dois prêmios

      • “Ainda Estou Aqui” vence Oscar de melhor filme estrangeiro

      • Fernanda Torres leva Globo de Ouro por atuação em Ainda Estou Aqui

      • Campos: “A Convivência é uma Ilha” de sexta a domingo no Teatro de Bolso Procópio Ferreira

  • Economia
    • FMI elogia Pix e cobra autonomia financeira do Banco Central

    • Tarifaço de 25% dos EUA sobre o Brasil começa a valer; saiba mais

    • Pix por aproximação passa a mostrar saldo antes do pagamento

    • Petrobras bate novo recorde na produção de barris de petróleo e gás

    • Nova pesquisa revela que brasileiro prefere emprego com carteira assinada

  • Educação
    • Brasil atinge, em 2025, a menor taxa de analfabetismo do país desde 2016, início da série histórica

    • Senado aprova MP que estabelece piso de R$ 5.130 para professores

    • Campos: concurso da Educação tem grande adesão e reforça confiança na rede pública

    • Aberto período de pré-matrícula para novos alunos na rede municipal de ensino

    • Prefeitura de Campos avança na realização do concurso público da Educação

  • Esporte
    • Espanha domina Argentina, vence na prorrogação e leva o bi da Copa

    • Espanha despacha a França e avança à final da Copa do Mundo

    • Haaland faz dois, Noruega vence e Brasil deixa a Copa do Mundo

    • Matheus Cunha e Vini Jr brilham, Brasil vence Haiti e desencanta na Copa do Mundo

    • Julian marca o primeiro gol da Copa e México vence a África do Sul em duelo com três expulsões

  • Fé
    • Missa no Cristo Redentor celebra aniversário do santuário

    • Aline Barros se apresenta nesta quinta na 40ª Expoagro de SFI

    • Do sonho de jogador a compositor gospel; Mc Dedé de Deus está de volta!

    • “Com Maria, Peregrinos de Esperança”: Festa de Nossa Senhora das Neves celebra 275 anos em Presidente Kennedy-ES

    • Igreja Resgatando Vidas para Jesus é inaugurada na praia de Manguinhos

  • Justiça
    • Caso Marielle: Dino mantém perda do mandato de Chiquinho Brazão

    • Moraes nega pedido de Rodrigo Bacellar para ser julgado em sessão presencial

    • STF condena Eduardo Bolsonaro a inelegibilidade e a 4 anos de prisão

    • PF encontra mensagens de violência em celular de Thiago Rangel; defesa nega a prática de atos ilícitos

    • Começam a valer penas maiores para furto, roubo e receptação

  • Mundo
    • China propõe nova ordem mundial ao lado da Rússia e da Índia

    • Trump declara emergência na fronteira e fala em taxar países e em expansionismo: ‘A era de ouro começa agora’

    • Na Cúpula do Futuro, Lula fala em “falta de ousadia” da ONU

    • Internet é cortada na Faixa de Gaza após ataques aéreos de Israel

    • Brasileiro é encontrado morto em rave em Israel em ataque do Hamas

  • Saúde
    • “Ozempic Natural” é alvo da Anvisa; saiba mais

    • Do café à carne processada: dois hábitos aparecem ligados ao risco de câncer

    • Anvisa aprova dois primeiros genéricos de liraglutida no Brasil

    • Manchas ao redor dos olhos acendem alerta de risco de infarto e derrame

    • Anvisa autoriza medicamento experimental para Lito Sousa

  • Tecnologia
    • Robôs em data centers: Meta testa automação e gera debate sobre empregos

    • Smartwatch bonito e funcional? Separamos uma seleção em promoção na Amazon

    • Rocket Lab contesta contrato de R$ 3,7 bilhões da NASA dado à Blue Origin

    • Confira o Olhar Digital News na íntegra (10/09/2026)

    • Osso encontrado em caverna na China pertence a misterioso grupo de hominídeos extinto

  • Colunas

Negócios

O Que Explica o Burnout Recorrente de Dezembro

Redação Informe 360

Publicado

9 meses atrás

no

21/12/2025

Por

Redação Informe 360
  • Share
  • Tweet

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Para muitas pessoas, dezembro parece uma corrida até a linha de chegada antes da virada do calendário. Prazos de trabalho, compromissos sociais, planos de viagem, listas de compras e avaliações de fim de ano colidem em um espaço emocional e cognitivo comprimido. Assim, o que começa como um pico de empolgação frequentemente leva a um esgotamento intenso, que muitas vezes se estende até janeiro.

Leia também

  • Forbes Saúde

    4 Razões Pelas Quais Você se Sente Mais Sozinho Durante as Festas de Fim de Ano

  • Forbes Saúde

    4 Razões Que Fazem Você Pedir Desculpas Mesmo Estando Certo

  • Forbes Saúde

    Por Que o Autorrespeito É a Resposta para Todos os Seus Problemas

  • Forbes Saúde

    5 Razões Pelas Quais Você Repete Conversas na Sua Cabeça

  • Forbes Saúde

    4 Sinais de Que Você É Gentil com Todos, Menos Consigo Mesmo

  • Forbes Saúde

    3 Pontos Fortes Que os Casais Podem Desenvolver para um Vínculo Sólido

Esse burnout de fim de ano não é um fenômeno subjetivo ou isolado. Pesquisas sobre estresse indicam que ele faz parte de um ciclo previsível de resposta ao estresse, que se acumula ao longo do tempo e atinge o auge quando as demandas antes do Ano Novo são mais altas. Os principais conceitos que ajudam a explicar esse fenômeno são o custo biológico do estress, o esgotamento emocional e os efeitos da sobrecarga cognitiva prolongada. Veja como cada um deles afeta o seu bem-estar:

1. Burnout causado pelo “desgaste” biológico

Para entender o ciclo de esgotamento de dezembro, primeiro é preciso compreender a carga alostática: um termo usado por cientistas para descrever o peso biológico cumulativo que o estresse crônico impõe ao corpo. A carga alostática reflete como respostas ao estresse repetidas ou prolongadas, especialmente quando não há recuperação suficiente, produzem desgaste em vários sistemas fisiológicos.

Em uma revisão sistemática de 2020 sobre pesquisas em carga alostática, cientistas analisaram centenas de estudos e concluíram que a sobrecarga alostática, quando o estresse excede a capacidade do corpo de se adaptar, está associada a piores desfechos físicos e mentais em uma ampla gama de populações.

Anúncio

Cada demanda estressante, seja pressão no trabalho, conflito emocional, tensão financeira ou expectativas sociais, ativa nossos sistemas de resposta ao estresse. Esses sistemas liberam hormônios como cortisol e adrenalina para ajudar a lidar com a situação no momento. Mas, quando os estressores são constantes e a recuperação é mínima,  como costuma acontecer no fim do ano, essa ativação elevada se transforma em “desgaste” fisiológico que acaba minando a resiliência.

Escolhas do editor

  • Planejamento, limites claros e autocuidado ajudam a reduzir o impacto do estresse típico do fim do ano
    Carreira

    Estresse no Fim de Ano? Saiba Como Superar a “Dezembrite”

  • Escolhas do editor

    13 Drinks Natalinos para Provar Antes Que o Ano Acabe

  • Escolhas do editor

    Ranking Forbes 2025: as 50 Equipes Mais Valiosas do Esporte

  • Além da IA, habilidades em análise de dados, desenvolvimento de software e idiomas estão entre as competências que garantem salários mais altos
    Carreira

    Habilidades em IA Vão Garantir Salários Mais Altos em 2026

  • coco gauff (1)
    Escolhas do editor

    Como Coco Gauff se Tornou a Atleta Mais Bem Paga do Mundo

  • Escolhas do editor

    Fundos Imobiliários Batem Recorde Histórico em 2025 com 2,9 Milhões de Investidores

Em outras palavras, o corpo literalmente acumula os efeitos do estresse ao longo do tempo. Como resultado, as demandas sobrepostas de dezembro podem levar a um estado de sobrecarga alostática que se manifesta como burnout nos níveis do sistema nervoso, imunológico e metabólico.

2. Burnout causado pela exaustão emocional de fim de ano

Psicólogos definem burnout como uma síndrome psicológica que surge em resposta ao estresse prolongado, especialmente quando ele é percebido como incontrolável ou sem apoio. O modelo mais aceito descreve três dimensões centrais do burnout:

● Exaustão emocional: sensação de estar drenado, fatigado e incapaz de se recuperar.

● Despersonalização ou cinismo: afastamento emocional de pessoas ou responsabilidades.

Anúncio

● Redução da eficácia pessoal: sensação de menor competência ou produtividade.

Pesquisas mostram que a exaustão emocional tende a se acumular ao longo do tempo, sobretudo quando as demandas diárias continuam sem recuperação psicológica ou física adequada. Muitas pessoas vivenciam esse estado como “não ligar mais”, nem mesmo para coisas que antes eram importantes.

E dezembro intensifica esse padrão. Além dos estressores rotineiros, há demandas emocionais sobrepostas (receber pessoas em casa, expectativas em torno de presentes ou conciliar tempo com diferentes círculos sociais) e a pressão psicológica de “fechar o ano com chave de ouro”. Essa combinação esgota as reservas emocionais mais rapidamente do que em outros períodos do ano.

O ponto crucial é que o burnout não é apenas uma sensação subjetiva. Ele afeta de forma mensurável o funcionamento do cérebro e do corpo. O estresse crônico e o burnout comprometem processos cognitivos como atenção, memória de trabalho e controle executivo, exatamente os sistemas necessários para se manter organizado e focado sob pressão.

Anúncio

3. Burnout causado pela névoa mental

Uma das queixas mais comuns no fim de dezembro é a chamada “névoa mental”. Os sintomas incluem dificuldade de concentração, tomada de decisão, lembrança de detalhes e manutenção da clareza mental.

Estudos sugerem que a exaustão emocional está ligada a quedas mensuráveis no desempenho cognitivo. Um estudo longitudinal publicado na Stress & Health constatou que a exaustão emocional, o principal componente do burnout,  se associa negativamente ao desempenho em tarefas que avaliam atenção, memória e funções executivas.

O estresse crônico afeta áreas do cérebro responsáveis por essas funções, como o córtex pré-frontal, que regula planejamento, foco e tomada de decisão. Quando hormônios do estresse, como o cortisol, permanecem elevados por muito tempo, esses sistemas passam a funcionar de forma menos eficiente. Embora o cérebro consiga se adaptar no curto prazo, a ativação prolongada leva à fadiga cognitiva, a sensação de que a mente simplesmente não tem mais “energia” para lidar com tarefas complexas.

Em dezembro, a carga cognitiva não vem de uma única fonte. Ela pode surgir de vários fatores ao mesmo tempo, como:

Anúncio

● prazos e avaliações no trabalho;

● planejamento social e compromissos;

● decisões financeiras e expectativas de estilo de vida;

● processamento emocional ligado às reflexões de fim de ano.

Anúncio

Todos esses elementos competem pelos mesmos recursos cognitivos e emocionais limitados. Quando esses recursos se esgotam, é como se o cérebro estivesse funcionando em modo de baixa energia, mesmo que você tenha lidado bem com estresses anteriores.

O motivo oculto que piora o burnout de fim de ano

Há também um componente psicológico que amplifica esse ciclo de estresse físico. No fim do ano, muitas pessoas revisam suas conquistas, se comparam aos outros e estabelecem resoluções para o Ano Novo.

Esses ciclos de reflexão podem criar uma lacuna cognitiva entre a realidade e as expectativas, o que gera estresse. Quando as pessoas percebem um descompasso entre as demandas e sua capacidade de lidar com elas, o estresse aumenta e a recuperação se torna mais difícil.

Em teoria, duas pessoas podem enfrentar as mesmas demandas externas, mas aquela que se sente com menos controle ou menos apoio tende a apresentar sinais mais intensos de burnout e acúmulo de carga alostática. Esse padrão é consistente com teorias clássicas do estresse e com estudos empíricos que associam estresse crônico tanto à exaustão emocional quanto ao desgaste fisiológico.

Anúncio

A boa notícia é que pesquisas sobre burnout e carga alostática apontam algumas abordagens baseadas em evidências para interromper esse ciclo:

● Priorize a recuperação. Descanso não é luxo quando o estresse é crônico; é reparador. Sono, pausas e atividades restauradoras ajudam o corpo a desligar respostas prolongadas ao estresse.

● Estabeleça limites. Dezembro costuma parecer tudo ou nada. Reduzir compromissos em uma área pode preservar recursos emocionais e cognitivos onde eles mais importam.

● Fortaleça conexões sociais. Recursos psicossociais, como relações de apoio, podem amortecer os efeitos do estresse e reduzir a carga fisiológica.

Anúncio

● Pratique mindfulness e pausas intencionais. Práticas de atenção plena demonstram melhorar o funcionamento cognitivo sob estresse e ajudam a regular a reatividade emocional.

● Reflita com compaixão. A reflexão de fim de ano pode ser saudável, mas quando vira armadilha de comparação ou julgamento, aumenta o estresse em vez de aliviá-lo.

O Ano Novo chegará, você se sentindo pronto ou não. Mas, ao compreender os mecanismos por trás do colapso de dezembro e adotar medidas para mitigá-los, é possível entrar no próximo capítulo com mais resiliência, não apenas com alívio.

O burnout de dezembro pode ser o principal responsável pela sua névoa mental. Faça a Escala de Névoa Mental, baseada em evidências científicas, para saber se isso é motivo de preocupação.

Anúncio

*Mark Travers é colaborador da Forbes USA. Ele é um psicólogo americano formado pela Cornell University e pela University of Colorado em Boulder.

Web Stories

  • aumento salarial

    4 Passos para Negociar um Aumento Salarial

  • Os Pilotos Mais Bem Pagos da Fórmula 1 em 2025

  • Natal: os 20 Melhores Panetones de 2025, Segundo a Forbes

  • Relembre as Palavras do Ano da Oxford Relacionadas À Tecnologia

 

O post O Que Explica o Burnout Recorrente de Dezembro apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Anúncio

Powered by WPeMatico

Tópicos Relacionados:
Até A Próxima

Tempo É Luxo: 6 em Cada 10 Brasileiros Têm no Máximo 3 Horas Livres no Dia

Não Perca

Unilever Anuncia Brasileiro Como Novo CMO Global

Continuar Lendo
Anúncio

Você pode gostar

Negócios

O Poder das Mudanças de Carreira em Qualquer Idade, Segundo a CEO da AARP

Redação Informe 360

Publicado

15 horas atrás

no

14/09/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Nesta semana, compartilho um pouco de uma conversa que tive com a Dra. Myechia Minter-Jordan, CEO da AARP. Minter-Jordan é a primeira pessoa apresentada na minha nova série, The Career Switch, que destaca pessoas reais que fizeram mudanças bem-sucedidas de carreira diante de uma economia em transformação.

Minter-Jordan começou a carreira atendendo pacientes como médica de clínica médica, mas seu interesse pelos sistemas que moldam o atendimento ao paciente a levou da medicina para a gestão e, posteriormente, ao cargo máximo da AARP. Agora, aos 50 e poucos anos, Minter-Jordan afirma que sua trajetória profissional não linear é uma prova de que fazer uma grande mudança não significa começar do zero. A chave, segundo ela, é reconhecer as habilidades transferíveis que você já possui e estar aberto aos caminhos que elas podem levar você a seguir.

Veja abaixo alguns dos principais aprendizados que tirei dessa entrevista:

Anúncio

1- Houve alguma lição específica que você precisou aprender ou desaprender ao fazer a transição de médica para executiva?

Eu precisei aprender como as decisões eram tomadas. Muitas vezes, elas não são tomadas ou influenciadas pela pessoa mais barulhenta da sala. São influenciadas por quem tem credibilidade, chega preparado para as reuniões, fala com autoridade, mas também sabe ouvir. Existem muitas nuances sobre ser um líder que não aprendemos em uma sala de aula e que descobrimos ao ocupar esses espaços onde pessoas com poder tomam decisões realmente impactantes. Foi nesses ambientes que aprendi essas habilidades mais sutis.

2- Como alguém que passou de trabalhar em um hospital para ser executiva de uma empresa de saúde e, agora, liderar uma organização sem fins lucrativos, que conselho você daria às pessoas que estão tentando decidir se este é o momento certo para mudar de carreira?

As coisas nem sempre são lineares. Algumas oportunidades chegam até você, e é preciso pensar não apenas na função específica, mas também nas habilidades que permitiram que você tivesse sucesso no cargo atual e em como elas podem ser transferidas para a próxima posição. Um exemplo disso é que, como médica, fui treinada para fazer triagem. Quando me deparo com uma situação, imediatamente penso no que é mais urgente e no que é menos urgente, e isso ajuda a orientar minha tomada de decisão. Então, levei essas habilidades comigo e as utilizo no que faço hoje.

Além disso, deixe seus valores guiarem quem você é como indivíduo. Meus valores são transparência, respeito, responsabilidade e comunicação. Peguei esses valores e essas habilidades e permiti que um leque de possibilidades se abrisse. Eu poderia ter pensado: “Só posso fazer o que os médicos fazem. Só posso seguir o caminho tradicional.” Mas percebi que meus valores e minhas habilidades me permitiam atuar em outros espaços que não seguiam uma trajetória linear. E acho que esse é um dos pontos que precisamos considerar hoje, à medida que carreiras e caminhos profissionais mudam.

3- O que significa sucesso para você hoje e o que mais a entusiasma enquanto continua liderando a AARP?

Acho que parte do que me deixa realmente orgulhosa é tentar viver de acordo com aquilo que digo. Então, por estar na casa dos 50 anos e vivendo este novo capítulo da minha vida, sou um exemplo do que significa fazer essas mudanças de carreira e levar habilidades transferíveis para a próxima oportunidade. Espero continuar representando o que significa envelhecer é viver. Não me vejo como velha. Vejo-me como experiente. Vejo-me evoluindo e entrando nesses novos espaços com muita energia, entusiasmo e disposição para aprender.

Anúncio

Acho que parte do nosso objetivo é sempre reformular a maneira como pensamos sobre o envelhecimento e questionar algumas das formas antigas de caracterizá-lo. Porque todos nós estamos envelhecendo, certo? Então, acredito que criar esse espaço para fazer isso, compartilhar essas experiências e não se prender à idade é algo que me entusiasma muito em relação ao papel da AARP na condução dessas conversas.

*Por Courtney Connley-Hampton, Redatora de Carreiras na Equipe da Forbes

*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com

O post O Poder das Mudanças de Carreira em Qualquer Idade, Segundo a CEO da AARP apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Anúncio

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Negócios

Lista Forbes: As Melhores Universidades dos EUA

Redação Informe 360

Publicado

2 dias atrás

no

13/09/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Escolher onde fazer faculdade parece especialmente difícil nos dias de hoje, em que o ensino superior é cada vez mais questionado pelo retorno financeiro que proporciona.

Nos Estados Unidos, o custo total para frequentar algumas das principais universidades privadas já ultrapassa US$ 100 mil (R$ 511 mil) por ano, ao mesmo tempo em que os pais enfrentam novos limites, mais baixos, para a contratação de empréstimos estudantis federais.

Enquanto isso, a inteligência artificial está transformando o mercado de trabalho de maneiras que parecem imprevisíveis para os próximos quatro anos — quanto mais para uma carreira inteira.

Anúncio

As melhores universidades dos EUA

Mas a boa notícia é que uma sólida formação universitária continua valendo a pena. A lista das Melhores Universidades dos Estados Unidos identifica as instituições que proporcionam os melhores resultados acadêmicos e profissionais para estudantes de diferentes origens econômicas.

Pelo segundo ano consecutivo, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) ocupa o primeiro lugar, apresentando desempenho de destaque na maioria dos 14 indicadores analisados, entre eles taxas de conclusão e permanência, salários dos ex-alunos, frequência com que os formados obtêm doutorados, bolsas e prêmios de prestígio e, principalmente, o volume de dívidas assumidas pelos estudantes e o retorno geral sobre o investimento.

Apenas 7% dos estudantes do MIT recorrem a empréstimos federais, em parte graças à generosa política de auxílio financeiro da universidade: a maioria dos alunos de famílias com renda inferior a US$ 200 mil (R$ 1 milhão) não paga mensalidades. O MIT também ocupa o primeiro lugar no ranking de remuneração dos ex-alunos da Forbes.

Cinco universidades da Ivy League entraram no top 10 neste ano, e todas as oito estão entre as 20 primeiras. A Universidade da Califórnia em Berkeley, na 9ª posição, foi novamente a universidade pública mais bem colocada, seguida pela UCLA, em 12º lugar.

Anúncio

O Instituto de Tecnologia da Califórnia foi a melhor universidade privada de pequeno porte, ocupando a 7ª posição geral e o primeiro lugar na proporção de formados que obtêm doutorado.

A Vanderbilt, que apareceu na lista de 20 instituições que os empregadores mais valorizam, as New Ivies da Forbes, nos três anos em que ela foi publicada, entrou pela primeira vez no top 10, graças a uma taxa de conclusão de 94% e ao baixo nível de endividamento dos estudantes.

As melhores universidades na era da IA

É claro que a adequação ao perfil de cada estudante e a capacidade de pagar pela faculdade ainda devem ser os principais fatores na escolha de uma universidade; nenhum ranking é capaz de determinar onde um aluno específico terá mais chances de prosperar.

Mas a maneira como a IA está afetando as instituições de ensino acrescenta novas questões que as famílias precisam considerar. As novas tecnologias estão levando as universidades a repensar como os estudantes aprendem e são avaliados, como os professores ensinam e quais habilidades os formados precisam desenvolver para ter sucesso acadêmico e profissional.

Anúncio

Administradores universitários e orientadores educacionais dizem que as famílias devem perguntar se uma universidade está preparando os estudantes para trabalhar com IA sem terceirizar o próprio aprendizado para a tecnologia e se o currículo está sendo atualizado com um propósito educacional claro.

As 500 universidades abaixo oferecem um ponto de partida útil, baseado em dados, para identificar instituições que produzem resultados sólidos.

Veja, abaixo, as 10 melhores universidades dos EUA. Confira a lista completa aqui

1. Massachusetts Institute of Technology (MIT)

Estado: Massachusetts (MA)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Anúncio

Bolsa média: US$ 61.734

Dívida média: US$ 11.176

Salário mediano em 10 anos: US$ 131.182

Nota financeira: A+

Anúncio

2. Princeton University

princeton
Getty ImagesUniversidade de Princeton

Estado: Nova Jersey (NJ)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 68.727

Dívida média: US$ 9.046

Salário mediano em 10 anos: US$ 121.773

Anúncio

Nota financeira: A+

3. Harvard University

Universidade Harvard
Getty ImagesUniversidade Harvard

Estado: Massachusetts (MA)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 68.015

Dívida média: US$ 12.445

Anúncio

Salário mediano em 10 anos: US$ 119.708

Nota financeira: A+

4. Columbia University

Universidade de Columbia
REUTERS/Adam Gray/Fotos de arquivoUniversidade de Columbia

Estado: Nova York (NY)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 67.010

Anúncio

Dívida média: US$ 17.037

Salário mediano em 10 anos: US$ 117.010

Nota financeira: A+

5. University of Pennsylvania

University of Pennsylvania
iStockUniversity of Pennsylvania

Estado: Pensilvânia (PA)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Anúncio

Bolsa média: US$ 65.458

Dívida média: US$ 11.278

Salário mediano em 10 anos: US$ 151.328

Nota financeira: A+

Anúncio

6. Stanford University

stanford
Getty ImagesStanford University

Estado: Califórnia (CA)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 62.755

Dívida média: US$ 11.418

Salário mediano em 10 anos: US$ 126.916

Anúncio

Nota financeira: A+

7. California Institute of Technology

California Institute of Technology
Getty ImagesCalifornia Institute of Technology

Estado: Califórnia (CA)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 72.373

Dívida média: US$ 11.846

Anúncio

Salário mediano em 10 anos: US$ 117.278

Nota financeira: A

8. Yale University

Universidade de Yale
Getty ImagesUniversidade de Yale

Estado: Connecticut (CT)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 65.892

Anúncio

Dívida média: US$ 5.119

Salário mediano em 10 anos: US$ 117.464

Nota financeira: A+

9. University of California, Berkeley

University of California
Getty ImagesUniversity of California

Estado: Califórnia (CA)

Tipo: Pública

Anúncio

Bolsa média: US$ 29.608

Dívida média: US$ 5.924

Salário mediano em 10 anos: US$ 111.530

Nota financeira: —

Anúncio

10. Vanderbilt University

Vanderbilt University
Getty ImagesVanderbilt University

Estado: Tennessee (TN)

Tipo: Privada, sem fins lucrativos

Bolsa média: US$ 64.404

Dívida média: US$ 12.263

Salário mediano em 10 anos: US$ 115.467

Anúncio

Nota financeira: A+

Metodologia

Para elaborar a lista deste ano, começamos com um universo de cerca de 2.600 universidades e faculdades com cursos de quatro anos nos Estados Unidos. Usando o Integrated Postsecondary Education Data System (IPEDS), sistema administrado pelo governo que reúne dados de todas as faculdades e universidades americanas, reduzimos a lista para cerca de 1.600 instituições públicas e sem fins lucrativos que oferecem cursos de graduação.

Entre elas estão faculdades que concedem diplomas de bacharelado, universidades e faculdades que oferecem mestrado e universidades que oferecem doutorado, além de instituições especializadas em áreas como engenharia, negócios e artes.

Em seguida, avaliamos essas instituições usando dados do IPEDS e do College Scorecard, ferramenta online do Departamento de Educação dos Estados Unidos que permite comparar custos, taxas de conclusão e dívidas estudantis das instituições.

Anúncio

Também incorporamos, neste ano, dados sobre os salários após a graduação de uma nova fonte, a People Data Labs, empresa privada de pesquisa que coleta e analisa dados sobre força de trabalho e salários de 70 milhões de empresas em todo o mundo.

Outras fontes de dados incluíram a Third Way, um centro de estudos de políticas públicas com sede em Washington, D.C.; o National Center for Science and Engineering Statistics; e pesquisas próprias da Forbes sobre liderança, principais prêmios, desempenho acadêmico e outros indicadores de sucesso após a graduação.

*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com

O post Lista Forbes: As Melhores Universidades dos EUA apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Anúncio

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Negócios

O Que Ninguém Conta Sobre Quem Construiu Grandes Empresas no Brasil

Redação Informe 360

Publicado

3 dias atrás

no

12/09/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Passei os últimos quinze anos entrevistando gente que construiu empresas grandes no Brasil. Não uma conversa de quarenta minutos com outras pessoas na sala. Conversas longas, privadas, repetidas com regularidade ao longo de anos — com um deles foram mais de cem; com outro, mais de cinquenta encontros; com muitos outros, dezenas.

Eu começo perguntando sobre a história de vida, a origem da empresa e termino sabendo o que a pessoa sentiu no dia mais vulnerável de todos. Escuto, com alguma frequência, variações da frase: “Sabe que eu nunca tinha falado disso com ninguém?”

O que se escreve sobre esse perfil de entrevistados — grandes empresários, empresárias e outras lideranças brasileiras — costuma vir embalado em palavras repetidas em pretensos manuais de sucesso: visão, coragem, obsessão. Mas cinco pontos que eu extraí dessas conversas, em alguma medida, contradizem os estereótipos — e é o que não está nos roteiros prontos que continua me interessando.

Anúncio

Os cinco traços que se repetem entre os grandes empresários brasileiros

1. Eles têm medo.

Medo mesmo. Não só receio nem precaução — palavras que o mundo corporativo costuma preferir. Medo humano, de falhar, de passar ridículo, de perder tudo e voltar à pobreza, de ser preso. O medo é o que faz a conta ser refeita pela terceira vez, é o que impede o passo grande demais no ano errado. Nas conversas que tive, medo não é só algo a ser superado pela coragem. É característica valorizada. Instrumento de trabalho. É freio necessário para quem tem uma ambição que leva aos bilhões. Quem perdeu o medo em algum momento da trajetória costuma marcar o período como o começo de um problema e um importante aprendizado.

2. Reputação custa caro.

A ideia corrente é que reputação seja patrimônio — algo que se acumula e rende. Na prática, ela cobra. Uma reputação sólida restringe o que se deve fazer, com quem se deve ser visto, o que se deve dizer em público. Vira uma estrutura que a pessoa passa a ter que sustentar, muitas vezes contra o próprio interesse imediato. E dói de um jeito particular quando se sente que ela é atacada injustamente: ninguém que eu entrevistei descreveu ter sua reputação maculada só como custo de negócio. Descreveram como dor. E vem acompanhada de outras humanidades: raiva, vergonha e gana pra provar que as acusações estavam erradas.

3. Quanto mais alto, mais fundo.

A regra não escrita é que o dono sobe, começa a ver os negócios “de helicóptero”, e os detalhes ficam para quem cuida da execução no dia a dia. Delegar o miúdo pode ser uma interpretação de senioridade. Mas não é o que se observa de perto. As pessoas que chegaram mais longe sabem minúcias absurdamente específicas sobre partes pequenas do negócio. Por conhecimento técnico, porque já fizeram muito aquilo, por curiosidade sobre como as engrenagens funcionam. Constatei que a característica não passou. E parte da prosperidade do negócio segue ligada aos pitacos — ainda que em fóruns específicos, como comitês, conselhos e reuniões informais — de quem começou tudo aquilo e teve a capacidade de primeiro fazer crescer.

4. Ninguém sabia onde era “lá”.

Perguntei muitas vezes qual era a meta no início. Não obtive uma resposta objetiva nenhuma vez. Não porque as pessoas fossem evasivas — porque a pergunta não descrevia o que aconteceu nem como elas funcionam. Elas mantiveram várias frentes abertas ao mesmo tempo, fizeram muito todo dia, plantaram sementes de naturezas diversas, tiveram mais clareza sobre o que podiam fazer do que foco, e quando uma oportunidade promissora apareceu, enxergaram ali o potencial que outros não estavam enxergando. Inclusive quando parecia invisível ou absurdo. A conquista e o tamanho vieram depois, como consequência que cada uma suportou conforme o próprio apetite.

Anúncio

5. A ética tem rosto.

Nenhum dos meus entrevistados me falou de princípios abstratos. Falaram de pessoas. O sujeito que estava ao lado mesmo quando eles estavam por baixo, o sócio que se comportou de determinada maneira num momento específico, a pessoa que conheceram na infância e que ensinou uma lição inesquecível. A ética, no relato, se ancora sempre em nomes e cenas. Diante da escolha difícil, o que se consulta não é um código. É a lembrança de alguém — o que a pessoa faria? O que pensaria? O que aconselharia?

Não tomo essas conclusões como receita. Nenhum dos comportamentos é replicável por decisão — não dá para adquirir um medo bem calibrado porque leu numa coluna que é útil. Todos apareceram do mesmo jeito, no mesmo lugar: em quem já estava dentro do jogo, com a própria pele em risco, errando e descobrindo na prática o que funcionava.

Ariane Abdallah é jornalista, autora dos livros “De volta ao jogo – a história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual” e “De um gole só – a história da Ambev e a criação da maior cervejaria do mundo” e fundadora do Atelier de Conteúdo, empresa especializada na produção de livros, artigos e estudos de cultura organizacional.

Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

Anúncio

O post O Que Ninguém Conta Sobre Quem Construiu Grandes Empresas no Brasil apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo
Anúncio
  • Recente
  • Popular
  • Vídeos
Negócios15 horas atrás

O Poder das Mudanças de Carreira em Qualquer Idade, Segundo a CEO da AARP

Tecnologia15 horas atrás

Robôs em data centers: Meta testa automação e gera debate sobre empregos

Negócios2 dias atrás

Lista Forbes: As Melhores Universidades dos EUA

Tecnologia2 dias atrás

Smartwatch bonito e funcional? Separamos uma seleção em promoção na Amazon

Negócios3 dias atrás

O Que Ninguém Conta Sobre Quem Construiu Grandes Empresas no Brasil

Cidades3 anos atrás

Eleições 2024: quem são os pré-candidatos a prefeito de SFI; Confira

Entretenimento4 anos atrás

Sexo em banheiro público, embaixo do viaduto e chifruda: Simaria conta tudo

Fé2 anos atrás

Domingo de Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo

Justiça3 anos atrás

Advogados ganham liminar que garante licença maternidade remunerada para mãe não gestante em união homoafetiva

Cultura3 anos atrás

Luciano Huck anuncia morte de um dos participantes de quadro do Domingão

Em Alta

  • Saúde1 semana atrás

    Anvisa autoriza medicamento experimental para Lito Sousa

  • Negócios1 semana atrás

    O Legado de Gloria Steinem: 3 Lições de Liderança da Ativista Ícone do Feminismo

  • Negócios1 semana atrás

    Por Que as Empresas Familiares Estão Repensando Quem Herda o Cargo de CEO?

  • Tecnologia1 semana atrás

    Confira o Olhar Digital News na íntegra (04/09/2026)

  • Tecnologia1 semana atrás

    LOUD vence NRG em série de cinco mapas, vai à final do VCT Americas e garante vaga no Champions

  • Tecnologia7 dias atrás

    Confira o Olhar Digital News na íntegra (07/09/2026)

  • Tecnologia1 semana atrás

    100 Thieves vence LOUD e conquista o VCT Americas; equipes vão ao Champions Shanghai

  • Saúde7 dias atrás

    Manchas ao redor dos olhos acendem alerta de risco de infarto e derrame

Informe 360

Copyright © 2023 - Todos os Direitos Reservados

Vá para versão mobile