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Como funciona um carro movido a hidrogênio

Redação Informe 360

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Nos últimos anos, os avanços tecnológicos têm revolucionado o setor automotivo, impulsionando uma mudança significativa em direção a formas mais sustentáveis de mobilidade, como os veículos elétricos. Outro exemplo notável dessa transformação é a ascensão dos carros movidos a hidrogênio, representados por modelos inovadores como o Toyota Mirai.

Estes veículos oferecem uma alternativa promissora aos tradicionais movidos a combustíveis fósseis,
apresentando um sistema de propulsão que não apenas reduz as emissões de poluentes, mas também elimina completamente a produção de gases de escape prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

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  • Entenda as novas regras para bicicletas elétricas e ciclomotores no Brasil;
  • Hidrogênio é retirado da água a partir de material desenvolvido por brasileiros.

Saiba como funciona um carro a hidrogênio

Busca por uma alternativa sustentável de matriz energética é desafio da indústria automobilística (Imagem: Pixabay)

Um carro movido a hidrogênio representa uma das inovações mais promissoras no setor automotivo em termos de redução de emissões e sustentabilidade ambiental. A tecnologia por trás desses veículos se baseia em células de combustível que convertem o hidrogênio em eletricidade de maneira eficiente e limpa.

Essa conversão ocorre em um processo eletroquímico que não envolve combustão, resultando apenas na
emissão de água pura como subproduto.

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O que permite que isso aconteça nesses veículos é o sistema de células de combustível de membrana de troca de prótons (PEMFC), que desempenha um papel central na geração de eletricidade.

Dentro dessas células, o hidrogênio é separado em prótons e elétrons. Enquanto os prótons atravessam uma membrana especial, os elétrons seguem um caminho externo, gerando eletricidade que alimenta o motor elétrico do veículo. A combinação dos prótons com os elétrons e o oxigênio do ar resulta na formação de água, eliminando completamente a produção de gases de escape nocivos à saúde e ao meio ambiente.

Dióxido de Carbono (CO²) é um dos inimigos que geram o efeito estufa (Imagem: Pixabay)

O armazenamento de hidrogênio é, porém, um aspecto crucial desses carros. O hidrogênio é altamente inflamável e deve ser armazenado com segurança. Para isso, os veículos movidos a hidrogênio são equipados com tanques de alta pressão projetados para manter o hidrogênio em estado gasoso. Esses tanques são construídos com materiais robustos e passam por rigorosos testes de segurança para garantir a integridade do sistema.

É também importante observar que, embora o sistema de propulsão do carro seja alimentado exclusivamente por hidrogênio, o processo de produção desse hidrogênio pode envolver diferentes fontes de energia. No caso do Toyota Mirai, mencionado no texto, há uma menção ao potencial de aproveitar o etanol para a geração de hidrogênio, o que sugere a possibilidade de um processo de produção de hidrogênio mais sustentável e diversificado.

Infraestrutura ainda é um problema a ser resolvido

Quanto ao abastecimento, os carros movidos a hidrogênio enfrentam desafios semelhantes aos veículos elétricos em termos de infraestrutura. Embora a tecnologia esteja avançando rapidamente, a rede de estações de abastecimento de hidrogênio continua em desenvolvimento e não é tão amplamente disponível quanto as estações de carregamento para veículos elétricos. Isso pode representar uma barreira significativa para a adoção em massa desses veículos, apesar de seu potencial ambientalmente amigável.

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Carros elétricos também ainda carecem de infraestrutura para carregamento (Imagem: Freepik)

Apesar das vantagens ambientais claras dos carros movidos a hidrogênio, é importante reconhecer que existem desafios significativos a serem superados. Além da infraestrutura de abastecimento, os altos custos de produção e a eficiência energética do processo de produção de hidrogênio são questões importantes a serem consideradas.

No entanto, com investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, juntamente com parcerias entre governos, indústria automotiva e setor energético, os carros movidos a hidrogênio têm o potencial de desempenhar um papel importante na transição para uma mobilidade mais limpa e sustentável.

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Tecnologia

Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6924

Redação Informe 360

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  • Quer saber resultados de todas as loterias? Clique aqui

O sorteio do concurso 6924 da Quina aconteceu na noite deste sábado (10), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 3,3 milhões.

Os números sorteados da Quina 6924 foram: 04 – 13 – 49 – 52 – 66.

Resultado da Quina 6924

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 2,3 milhões.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 6923 desta sexta-feira (9) é: 18 – 34 – 41 – 57 – 63.

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Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 6925 e ele acontece nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026.

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  • 5 sites para escolher números para Mega Sena
  • Como apostar na loteria europeia que paga milhões de euros

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 6923 (09/01/2026): 18 – 34 – 41 – 57 – 63
  • Quina 6922 (08/01/2026): 16 – 26 – 36 – 51 – 56
  • Quina 6921 (07/01/2026): 26 – 50 – 69 – 74 – 77
  • Quina 6920 (06/01/2026): 04 – 28 – 34 – 42 – 47
  • Quina 6919 (05/01/2026): 04 – 06 – 09 – 26 – 64
  • Quina 6918 (03/01/2026): 09 – 21 – 24 – 63 – 69
  • Quina 6917 (02/01/2026): 11 – 15 – 29 – 48 – 57
  • Quina 6916 (01/01/2026): 08 – 54 – 58 – 72 – 76
  • Quina 6915 (30/12/2025): 05 – 19 – 21 – 51 – 66
  • Quina 6914 (29/12/2025): 25 – 41 – 48 – 49 – 66

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

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Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

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Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

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Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

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Olhar Espacial: o Calendário Cósmico e o nosso segundo no Universo

Redação Informe 360

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Você sabe o que é um Calendário Cósmico? Essa é uma das visões mais acessíveis da inconcebível escala de tempo do Universo.

No programa Olhar Espacial de hoje, o astrônomo Marcelo Zurita nos dá detalhes sobre esse conceito. Confira!

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Tecnologia

10 formas de abaixar a temperatura da GPU sem trocar a pasta térmica

Redação Informe 360

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Manter a temperatura da placa de vídeo sob controle é uma preocupação comum entre jogadores, criadores de conteúdo e qualquer pessoa que use o PC para tarefas mais exigentes. Quando a GPU trabalha acima do ideal, o desempenho pode cair, ruídos aumentam e o risco de desgaste prematuro dos componentes se torna maior. Nem sempre, porém, o problema está relacionado à pasta térmica.

Muitas vezes, temperaturas elevadas são consequência de fatores externos, como fluxo de ar inadequado, configurações mal ajustadas ou acúmulo de poeira. Nessas situações, trocar a pasta térmica pode até ajudar, mas não resolve a causa principal do aquecimento. Felizmente, existem diversas formas de reduzir a temperatura da GPU sem precisar desmontar a placa de vídeo.

A seguir, você confere métodos práticos e eficazes para diminuir o aquecimento da placa de vídeo, melhorar a estabilidade do sistema e prolongar a vida útil do hardware, tudo isso sem mexer na pasta térmica.

10 formas de abaixar a temperatura da placa de vídeo sem trocar a pasta térmica

Antes de partir para soluções mais complexas, vale entender que pequenas mudanças no uso, no ambiente e nas configurações do sistema já podem gerar uma diferença significativa na temperatura da GPU. Muitas dessas ações são simples, acessíveis e não exigem conhecimento técnico avançado.

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Melhorar o fluxo de ar do gabinete

Um fluxo de ar inadequado é uma das principais causas de superaquecimento da GPU. Quando o ar quente fica preso dentro do gabinete, a placa de vídeo acaba reutilizando esse ar aquecido, o que eleva rapidamente a temperatura durante jogos ou tarefas pesadas.

Existem diversas formas de reduzir a temperatura da GPU sem precisar desmontar a placa de vídeo. (Imagem: Vershinin89/Shutterstock)

Organizar os cabos, posicionar corretamente as ventoinhas e garantir entradas e saídas de ar eficientes ajuda a manter o interior do gabinete mais ventilado. Esse ajuste simples pode resultar em quedas significativas na temperatura da placa de vídeo.

Limpar poeira acumulada

Com o tempo, poeira se acumula nas ventoinhas, dissipadores e filtros do gabinete, dificultando a troca de calor. Esse acúmulo faz com que a GPU precise trabalhar mais para se resfriar, aumentando a temperatura e o ruído das ventoinhas.

Uma limpeza periódica, feita com cuidado e ferramentas adequadas, melhora a circulação de ar e ajuda os componentes a dissiparem calor de forma mais eficiente. Em muitos casos, apenas essa medida já traz resultados perceptíveis.

Ajustar a curva das ventoinhas da GPU

As placas de vídeo possuem curvas automáticas de ventoinha que priorizam silêncio em vez de refrigeração máxima. Ajustar manualmente essa curva permite que as ventoinhas aumentem a rotação mais cedo, ajudando a reduzir a temperatura durante cargas mais altas.

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Esse ajuste pode ser feito por softwares do próprio fabricante ou ferramentas especializadas. Embora o ruído aumente um pouco, o ganho térmico costuma compensar, principalmente em sessões longas de uso intenso.

Leia mais:

  • Quando comprar uma placa de vídeo (GPU) nova?
  • Como entender as especificações de uma placa de vídeo?
  • 4 motivos para você comprar uma pasta térmica de qualidade para o PC

Reduzir o consumo de energia (undervolting)

O undervolting consiste em reduzir a tensão fornecida à GPU sem comprometer o desempenho. Menos energia significa menos calor gerado, o que ajuda a manter temperaturas mais baixas mesmo sob carga.

Uma limpeza periódica, feita com cuidado e ferramentas adequadas, melhora a circulação de ar e ajuda os componentes a dissiparem calor de forma mais eficiente. (Imagem: aileenchik/Shutterstock)

Quando feito corretamente, o undervolting pode reduzir vários graus na temperatura da placa sem perda perceptível de performance. É uma solução bastante popular entre usuários mais experientes, mas acessível com tutoriais e cuidado.

Diminuir levemente o clock da GPU

Reduzir um pouco a frequência da GPU pode ajudar a controlar o aquecimento, ainda mais em placas que já operam próximas do limite térmico. Essa redução costuma ter impacto mínimo no desempenho em jogos, mas traz ganhos térmicos relevantes.

Essa abordagem é útil para quem prioriza estabilidade e temperaturas mais baixas, principalmente em ambientes quentes ou gabinetes com ventilação limitada.

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Evitar jogar ou renderizar em ambientes muito quentes

A temperatura ambiente influencia diretamente a eficiência do resfriamento da GPU. Quanto mais quente o local, mais difícil é dissipar o calor gerado pela placa de vídeo durante o uso intenso.

Sempre que possível, manter o ambiente bem ventilado ou climatizado ajuda a reduzir a temperatura geral do sistema. Em dias muito quentes, limitar sessões longas de uso pesado também pode fazer diferença.

Atualizar drivers da placa de vídeo

Drivers atualizados podem trazer melhorias na gestão de energia e temperatura da GPU e, por isso, fabricantes frequentemente ajustam o comportamento térmico das placas por meio de otimizações de software.

Placa de vídeo EVGA GeForce RTX 3090 FTW3 Ultra
Sempre que possível, manter o ambiente bem ventilado ou climatizado ajuda a reduzir a temperatura geral do sistema. (Imagem: Desintegrator/Shutterstock)

Manter os drivers em dia garante que a placa de vídeo esteja operando da forma mais eficiente possível, aproveitando ajustes recentes que podem reduzir o aquecimento em determinados cenários.

Reduzir configurações gráficas nos jogos

Configurações gráficas muito altas exigem mais da GPU, elevando o consumo de energia e a geração de calor. Ajustar opções como sombras, resolução e efeitos avançados pode aliviar a carga térmica sem comprometer tanto a experiência visual.

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Esse equilíbrio é muito útil para jogos mais pesados, onde pequenas reduções gráficas resultam em temperaturas mais controladas e desempenho mais estável.

Usar suporte ou base com ventoinhas

Bases com ventoinhas adicionais ajudam a melhorar o fluxo de ar ao redor da GPU, principalmente em gabinetes menores ou com ventilação limitada. Embora não substituam um bom sistema interno de refrigeração, elas podem complementar o resfriamento.

Esse tipo de acessório é fácil de instalar e pode reduzir alguns graus na temperatura, ainda mais em setups mais compactos.

Monitorar constantemente a temperatura da GPU

Acompanhar a temperatura da GPU em tempo real ajuda a identificar padrões de aquecimento e momentos críticos. Com esse monitoramento, é possível ajustar configurações, ventoinhas ou hábitos de uso antes que o problema se agrave.

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Acompanhar a temperatura da GPU em tempo real ajuda a identificar padrões de aquecimento e momentos críticos. (Imagem: Andrei Ka/Shutterstock)

Ferramentas de monitoramento permitem entender melhor como a placa se comporta em diferentes situações, facilitando a aplicação das soluções corretas para manter a temperatura sob controle.

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