Tecnologia
ChatGPT ou Bard: qual é melhor?

Há poucas semanas, o Google anunciou o mais avançado modelo de inteligência artificial (IA) de que se tem notícia, o Gemini. Logo, a tecnologia foi embarcada no Bard, a IA generativa do Google.
A esperança do Google é que, dessa forma, seu chatbot derrote o ChatGPT, atualmente o mais potente e maior rival da gigante das buscas.
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O ChatGPT e o Bard enriquecido com o Gemini são similares, com o Gemini Pro sendo mais comparável à última versão do chatbot da OpenAI, o GPT-4, que, atualmente, está disponível para assinantes do ChatGPT Plus.
Com a novidade do Google, o The Verge fez um teste para tentar determinar qual das duas IAs generativas é a mais poderosa: ChatGPT ou Bard? Vale lembrar, contudo, que uma pesquisa recente indicou que a IA do Google venceu a da OpenAI em avaliação de 57 disciplinas.
Básico
- Tanto o ChatGPT Plus quanto o Gemini Pro são chatbots bem avançados e baseados em modelos de linguagem grande (LLM, da sigla em inglês);
- Eles são as últimas e melhores opções disponíveis por suas companhias e prometem ser mais rápidos e melhores ao responder comandos do que seus predecessores;
- Ambos são treinados com base em informações recentes, em vez de apenas saberem o que estava na Internet até 2021, como anteriormente;
- São bem simples de usar na condição de produtos independentes, em contraste com o novo Grok, da X, implantado como um extra na rede social de Elon Musk;
- Contudo, há diferenças significativas: enquanto o Bard é gratuito, o ChatGPT Plus custa US$ 20 (R$ 97,18) mensais;
- Já o Gemini Pro não possui capacidades multimodais (capacidade de receber comando em texto e responder com foto ou vídeo) como o ChatGPT Plus possui (mas é possível que o futuro Gemini Ultra terá tal capacidade);
- O Bard, por sua vez, oferece maneira de verificar outros rascunhos de respostas, algo inexistente no ChatGPT.
Dificuldades
Contudo, o artigo cita algumas dificuldades no teste de chatbots, como a significativa diferença de respostas ao rodar o mesmo comando várias vezes.
Além disso, percebe-se que o Bard é mais lento que o ChatGPT: são seis segundos contra três do chatbot da OpenAI para “Pensar” no que vai responder ao usuário.
O portal também encontrou mais restrições contra respostas potencialmente danosas, racistas e violações de direitos autorais no Bard do que no ChatGPT. Abaixo, confira os comandos dados pelo jornalista e a resposta de cada chatbot:
Receita de bolo
Pedir uma receita de bolo está entre as perguntas mais comuns da internet, algo que também se torna normal nas IAs. Para comparar os resultados obtidos junto ao Bard e ao ChatGPT, foi utilizado um livro de receitas. E, de um modo geral, estavam parecidos.
Mas, como as IAs não são perfeitas, algumas questões foram levantadas. Por exemplo, não deu para entender se o ChatGPT exigia água quente. Já o Bard parecia ter copiado uma receita de um blog local, mas solicitando o dobro de ovos.
Na hora de fazer as receitas, ficou comprovado que ambas funcionam, mas não ficaram tão boas. A receita do Gemini ficou meio “viscosa”, mas foi o mais úmido. Já o do ChatGPT ficou denso, suave, achocolatado e quase perfeito.
Saber mais sobre chás
Os chatbots foram incumbidos de dar informações diretas sobre chás, bem como algumas recomendações de livros.
Os dois apps deram respostas com os princípios básicos, incluindo as origens e tipos do chá, seus benefícios para saúde e lista de tópicos para prepará-lo.
Enquanto o Bard deu links para artigos que explicam melhor sobre o chá, o ChatGPT respondeu de forma mais extensa. Foram nove categorias focadas no significado cultural da bebida em vários países, produção global, técnicas de preparo e origem do chá.
Ao repetir o comando, o chatbot da OpenAI o condensou em seis pontos com uma ou duas frases em cada uma das categorias. Dessa vez, as sugestões de livros não foram alucinações, mas, sim, livros reais.
Significado do “Soneto 116”, de William Shakespeare
O jornalista resolveu pedir aos chatbots para explicarem o significado do “Soneto 116”, composto por William Shakespeare.
O Bard deu rápido resumo dos temas da constância e da atemporalidade de amor do soneto e escreveu algumas linhas do escrito, enquanto o ChatGPT foi mais profundo, analisando quadra por quadra. Ao reexecutar o comando no ChatGPT, contudo, ele seguiu mais a linha do rival.
“Desenhe foto de magnífico cavalo brincando em campo de margaridas ao nascer do Sol”
Nessa, só o ChatGPT consegue transformar texto em imagem (por enquanto). Como vemos abaixo, ele conseguiu cumprir com o pedido da repórter do The Verge.

Como dito no começo da matéria, o Gemini Pro terá essa capacidade, mas ele ainda não está disponível no Bard. Sendo assim, foi pedido que ele desenhasse o Sol, no que ele respondeu:
Letra da música “Ivy”, de Taylor Swift
O Bard se recusou a responder ao comando, afirmando não conhecer a pessoa. Supostamente, ele pensou que o nome da canção era o nome de uma pessoa real, pois ele respondeu normalmente quando lhe foi pedida a biografia de Taylor Swift.
Dias depois, contudo, o chatbot do Google mudou sua resposta, mas trouxe o refrão errado da música:
I’m your ivy, twining ‘round your evergreen
You’re my anchor, holding me safe from the keen
Bitter wind that chills my bones to the marrow
But you, you’re my shelter from the stormRefrão errado de “Ivy”, de Taylor Swift, trazido pelo Bard
Oh, goddamn
My pain fits in the palm of your freezing hand
Taking mine, but it’s been promised to another
Oh, I can’t
Stop you putting roots in my dreamland
My house of stone, your ivy grows
And now I’m covered in youRefrão verdadeiro de “Ivy”, de Taylor Swift
O ChatGPT foi mais conciso, trazendo não só a letra, como, ainda, uma dissertação sobre a música: “As letras mostram o estilo de escrita poético e evocativo de Swift, misturando imagens e emoções de uma forma que se tornou marca registrada de suas composições.”
A resposta do chatbot da OpenAI surpreende, visto que é comum serviços que trazem letras de músicas dessa forma serem processados por direitos autorais. Um exemplo foi a Universal Music, que já processou a rival de Google e OpenAI, a Anthropic, criadora do Claude, por distribuir letras protegida por direitos autorais sem licença.
Geralmente, o ChatGPT barra a publicação da letra e afirma que não pode mostrá-la por completo, ou, às vezes, refere-se a limitações de proteção de direitos autorais.
“Qual é melhor: o iPhone 15 ou o Pixel 8?”
Em um primeiro momento o ChatGPT foi mais justo em sua comparação, detalhando as diferenças entre ambos e dizendo que a Apple “normalmente usa hardware de alta qualidade, com foco no desempenho e durabilidade” e que sua câmera provavelmente terá excelente qualidade com melhorias de desempenho em pouca luz.
Sobre os Pixel, ele disse que “incluem, geralmente, as mais recentes inovações de hardware e possuem recursos, como Night Sight”. Porém, nada disse sobre detalhes importantes, como preço, resolução, etc., ou seja, não trouxe informações úteis, mais um apanhado geral sobre eles.
Já o Bard – recorde-se que o chatbot e o Pixel pertencem à mesma companhia – também não respondeu à pergunta de forma eficaz. Ele alegou que o iPhone 15 ainda não foi lançado (provavelmente por estar em fase de testes e ter limitações em seus dados-teste).
Sabe-se que os dados do GPT-4 vai até 2021, enquanto sua última versão, o GPT-4 Turbo, vai até abril de 2023. Não se sabe a do Gemini Pro.
Contudo, ambos podem pesquisar na internet e buscar informações em tempo real, que estão saindo neste momento, inclusive. Ou seja, não está claro por que o Bard não trouxe a informação precisa sobre o iPhone 15, assim como o ChatGPT, que também aparentou não ter ido à web buscar dados sobre o aparelho.
Últimas informações no caso Epic vs. Google
Uma pergunta mais complexa, porém recente. Há alguns dias, a Epic Games venceu o Google no caso antitruste. Será que os chatbots (especialmente o Bard) saberiam explicar o que houve no final? De fato, ambos responderam certo.
O ChatGPT optou por descrever o caso em dois parágrafos, sumarizando a vitória da Epic e ligou sua resposta a artigos de fontes, como Reuters, WBUR e Digital Trends. Ele informou que a decisão pode ter implicações para o Google, mas que ainda cabe recurso.
Já o Bard, do considerado culpado Google, detalhou a decisão em suas principais questões, sobre por quais razões a gigante das buscas foi considerada culpada.
Também afirmou que sua criadora manteve monopólio ilegal pela Play Store, sufocou sua concorrência injustamente e usou de táticas anticompetitivas. Ainda, indicou os próximos passos que podem ser tomados pelo Google, além das implicações mais amplas da vitória da Epic no que tange as lojas de aplicativos.
Contudo, diferente do ChatGPT, as referências trazidas pelo Bard não eram tão sólidas. Ele chegou a trazer um link do The Verge explicando o julgamento, contudo, o rotulou como sendo um comunicado à imprensa da própria Epic, enquanto um texto do TechCrunch foi creditado à Reuters.
O que fazer se for asmático
Normalmente, esse tipo de pergunta é feita ao Google, mas pe bem capaz de que se tornará comum às IAs generativas cada vez mais.
Ambos os chatbots responderam que era importante seguir o plano de ação para asma desenvolvida por paciente e médico, tomar os devidos remédios, identificar gatilhos e alergias, monitorar sintomas e considerar mudanças no estilo de vida, tais como perder peso. O ChatGPT acrescentou mais uma coisa: tomar vacinas contra a gripe.
Porém, só o Bard trouxe uma isenção de responsabilidade, indicanto que não é um médico e que não pode ofercer conselhos médicos. Contudo, explicou que suas respostas foram providas pela Mayo Clinic e pela Associação Americana de Pulmão, ambas com links originais. O ChatGPT não citou fontes.
Biografia da repórter
A autora do artigo, Emilia David, resolveu testar os conhecimentos de ambos os chatbots acerca de sua vida e carreira.
O ChatGPT visitou o site da profissional, trazendo informações da área “Sobre Mim”, de um artigo escrito sobre ela e alguns dados de publicações realizadas pela profissional.
O Bard não foi tão eficaz assim. Ele simplesmente informou: “Não tenho informações suficientes sobre esta pessoa para te ajudar com essa solicitação.”
Extra: e a minha biografia?
Inspirado por David, resolvi pedir ao ChatGPT e ao Bard que “escreva uma minibiografia sobre o jornalista Rodrigo Mozelli“. Enquanto o chatbot da OpenAI disse que não tinha informações suficientes sobre mim, o Bard me surpreendeu e trouxe um pequeno texto sobre minha carreira, até elogiou meus textos (!), mas se equivocou em alguns dados.
Por exemplo, ele se “esqueceu” de um veículo pelo qual passei e colocou datas erradas em outro. Além disso, disse que recebi menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos de 2020 (algo que, até onde sei, não aconteceu!).
Veredito
O Bard tem muitas condições de competir igualmente com o ChatGPT Plus, mesmo ainda não pdoendo oferecer conversão de comandos de texto em imagens.
Contudo, ele recusou responder mais comandos do que o rival, ora citando impossibilidade de criar imagens por enquanto, ora citando limitações em seu código. E, mesmo sendo ligeiramente mais lento, possui a vantagem de ser gratuito (até agora).
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Como poemas conseguem contornar sistemas de segurança em IA

Gosta de poesias? Então saiba que, segundo pesquisadores, elas podem enganar chatbots, como o ChatGPT.
De acordo com a WIRED, metáforas, rimas e versos bem construídos contornam filtros de segurança, fazendo com que os modelos respondam mesmo a temas sensíveis, como armas nucleares.

Por que poemas enganam a IA
Um estudo do Icaro Lab, formado por pesquisadores da Universidade Sapienza de Roma (Itália) e do think tank DexAI, revelou algo preocupante: frases em forma de poema conseguem burlar filtros de grandes modelos de linguagem. A abordagem de poesia adversária alcançou taxas de sucesso de até 62% para versos escritos à mão e aproximadamente 43% para versões automatizadas.
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Eles testaram a técnica em 25 chatbots, incluindo IAs de empresas, como OpenAI, Meta e Anthropic, e a maioria cedeu ao “disfarce poético”. A equipe ressalta que, ao usar metáforas, estruturas fragmentadas e versos indiretos, conseguiu fazer com que os alarmes internos das IAs não disparassem da mesma forma que com perguntas diretas.

Como a poesia desbloqueia o perigo
A estratégia funciona porque explora o que os técnicos chamam de “temperatura alta”, apostando em palavras inesperadas e estruturas incomuns. “Na poesia, vemos a linguagem em alta temperatura, onde as palavras se sucedem em sequências imprevisíveis e de baixa probabilidade”, comentam os pesquisadores.
Eles explicam que esse estilo confunde os classificadores — sistemas que filtram pedidos perigosos. Com a abordagem poética, muitos desses filtros não acompanham o raciocínio do modelo, permitindo que solicitações potencialmente prejudiciais sejam atendidas.

Como evitar esse problema?
- Redobre a cautela ao usar IAs para fins profissionais ou sensíveis.
- Prefira chatbots com múltiplos mecanismos de segurança — não apenas filtros básicos.
- Avalie e monitore o código-fonte ou as políticas de segurança ao usar IAs desenvolvidas por terceiros.
Segundo o estudo, “há um desalinhamento entre a capacidade interpretativa do modelo… e a robustez de suas salvaguardas” — e isso pode ter consequências muito reais.
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Quais as estreias do cinema mais aguardadas de 2026?

O ano de 2026 promete grandes lançamentos para o cinema, que misturam ação, fantasia, super-heróis e nostalgia. Estúdios de peso já revelaram produções ambiciosas que devem movimentar as bilheterias de forma impressionante.
A expectativa cresce porque muitos desses lançamentos foram anunciados há anos e agora finalmente ganham data para chegar às telonas, com campanhas de marketing pensadas para transformar trailers em eventos virais.
Será uma fase em que franquias clássicas retornam com nova cara, enquanto histórias inéditas buscam conquistar público com temas atuais e visuais sofisticados. O equilíbrio entre produções de grande orçamento e projetos autorais dá ao calendário cinematográfico um tom variado, e essa mescla amplia o apelo, fazendo com que tanto fãs de franquia quanto cinéfilos de nicho tenham lançamentos para aguardar.
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Se você quer ficar por dentro do que está por vir e não quer perder nenhum lançamento, veja a lista abaixo com 8 dos filmes mais aguardados de 2026. Confira!
8 filmes mais aguardados de 2026
Vingadores: Doomsday

“Vingadores: Doomsday” está programado para estrear em 18 de dezembro de 2026. O longa será dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo, veteranos de grandes produções dos Vingadores, e promete reunir um grande elenco.
Entre os nomes confirmados, está Robert Downey Jr., que interpretará Victor von Doom/Doutor Destino, reforçando o aspecto épico da trama. Há ainda rumores sobre a participação de Ryan Reynolds como Deadpool, o que adicionaria um tom irreverente.
A história traz uma guerra multiversal: após grandes eventos anteriores, várias facções dos heróis da Marvel, incluindo os Vingadores clássicos, os Novos Vingadores, o Quarteto Fantástico, os X-Men originais e os “Thunderbolts”, se unem para enfrentar o Doutor Destino, que planeja dominar ou destruir realidades paralelas.
A produção já é vista como um ponto de virada para a Fase Seis do MCU, com produção gigantesca, efeitos visuais ambiciosos e trilha sonora composta por Alan Silvestri, que retorna para este projeto.
Homem-Aranha: Um Novo Dia

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” tem estreia marcada para 31 de julho de 2026. A direção ficará a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por “Shang-Chi”, e Tom Holland retorna como Peter Parker/Homem-Aranha, em uma fase que promete ser um recomeço emocional para o personagem.
A trama deve abordar as consequências do final de “No Way Home”, com Peter Parker tentando reconstruir sua vida enquanto lida com novas ameaças e relacionamentos antigos.
Zendaya retorna como MJ, Jacob Batalon como Ned Leeds, e há rumores da participação de Sadie Sink (a Max de “Stranger Things”) em um papel misterioso, que pode haver ligação com o universo dos X-Men.
A produção começou a ser filmada em Glasgow e Pinewood Studios em 2025, e o filme aposta em uma mistura de ação acrobática, drama de identidade e multiverso, prometendo tanto cenas emocionais quanto sequências grandiosas.
Mestres do Universo

“Mestres do Universo”, previsto para 5 de junho de 2026, promete revitalizar a clássica franquia de fantasia. Sob direção de Travis Knight, o longa acompanhará Adam em sua transformação em He-Man conforme ele descobre seu destino como protetor de Eternia.
A produção vem chamando atenção pela ambição visual e pela tentativa de construir um universo cinematográfico consistente, com cenários que combinam tecnologia antiga, magia e grandes batalhas.
No elenco, há nomes como Nicholas Galitzine no papel de Adam/He-Man e Jared Leto como Skeletor. A história deve explorar a luta pela Espada do Poder, conflitos entre facções e ameaças místicas que colocam Eternia à beira do colapso.
A produção também aposta em criaturas fantásticas, reinos variados e efeitos de ponta para resgatar o espírito grandioso da animação original, mas com abordagem moderna. Tudo indica que “Mestres do Universo” pode se tornar um dos grandes blockbusters de fantasia de 2026.
Hexed

“Hexed”, a nova animação da Walt Disney Animation Studios, tem lançamento estimado para novembro de 2026 e vem sendo descrita como a nova grande aposta de fantasia do estúdio.
A trama acompanha uma jovem que descobre uma ligação ancestral com uma magia instável, desencadeando uma jornada cheia de riscos, autodescoberta e criaturas encantadas. Dirigido por Josie Trinidad e Jason Hand, o filme aposta em um estilo visual vibrante e em mundos mágicos detalhados, seguindo a tradição da Disney de criar cenários ricos que apoiam emocionalmente a narrativa.
Além da estética marcante, Hexed deve trazer personagens cativantes, humor característico e momentos emocionalmente intensos, como já é esperado de histórias originais do estúdio. A direção tem destacado que a animação deve unir magia caótica com questões humanas profundas, criando um equilíbrio entre aventura e sentimento.
Super Mario Galaxy – O Filme

Com lançamento previsto para 3 de abril de 2026, “Super Mario Galaxy – O Filme” adaptará um dos jogos mais queridos da Nintendo para os cinemas, explorando cenários interplanetários e personagens clássicos.
Dirigido pela dupla Aaron Horvath e Michael Jelenic, os mesmos de “Super Mario Bros. – O Filme”, o longa promete expandir o universo apresentado anteriormente, levando Mario e seus aliados a novas galáxias, planetas e ameaças.
A história deve acompanhar Mario em uma missão cósmica para salvar Peach das garras de Bowser, utilizando habilidades especiais e itens icônicos que sempre encantaram o público.
A animação pretende combinar humor leve, ação divertida e visuais que simulam a sensação de exploração presente no jogo original. O estúdio responsável já revelou que o filme terá grande foco em novas criaturas e ambientes variados, trazendo de volta a sensação de descoberta constante.
A mistura de nostalgia, aventura e inovação coloca “Super Mario Galaxy – O Filme” entre as animações mais esperadas do ano, especialmente após o enorme sucesso global do primeiro filme do encanador.
O Gatola da Cartola

A nova adaptação animada de “The Cat in the Hat”, prevista para 5 de novembro de 2026, marca o retorno de um dos personagens infantis mais queridos de Dr. Seuss ao cinema.
A produção, comandada por Alessandro Carloni e Erica Rivinoja, promete uma releitura moderna do clássico, unindo humor caótico, estética vibrante e mensagens positivas para crianças e adultos. No elenco de vozes, Bill Hader assume o papel do famoso Gato, trazendo irreverência e carisma ao protagonista, enquanto Xochitl Gómez e Quinta Brunson completam o elenco com personagens novos e reinterpretados.
A história deve combinar fantasia, comédia e momentos sentimentais, retratando um dia comum que se transforma em caos divertido quando o Gato aparece e introduz objetos vivos, regras que se desfazem e desafios absurdos. O objetivo é respeitar a essência do texto original de Dr. Seuss, mas atualizando temas e lições para o público moderno.
Archangel

Com estreia marcada para 6 de novembro de 2026, “Archangel” é um thriller de ação dramática dirigido por William Eubank, conhecido por criar atmosferas tensas e cheias de suspense. O filme acompanha Henry “Fitz” Fitzgerald, interpretado por Jim Caviezel, um ex-soldado das Forças Especiais que se vê obrigado a enfrentar uma corporação poderosa para proteger sua comunidade.
A trama mistura elementos políticos, conflitos morais e ação estratégica, mostrando um protagonista que precisa usar habilidades adquiridas no passado para lutar contra forças muito maiores do que ele.
Além do foco em cenas de ação realistas e bem coreografadas, o filme promete explorar temas como justiça, corrupção e os limites da lealdade. A combinação de um elenco experiente com uma narrativa de tensão coloca Arcanjo entre os thrillers mais aguardados do ano.
Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita

Previsto para 20 de novembro de 2026, “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita” retorna ao universo distópico de Panem sob direção de Francis Lawrence, responsável pelos maiores sucessos anteriores da franquia. O filme deve explorar a história do 50º Jogos Vorazes, também conhecido como Segundo Quarter Quell, revelando o passado de Haymitch Abernathy e os eventos traumáticos que moldaram seu cinismo e inteligência estratégica. O elenco conta com nomes como Ralph Fiennes, Elle Fanning e Jesse Plemons.
A narrativa deve combinar conflitos políticos, manipulação midiática e batalhas emocionais intensas, aprofundando o funcionamento interno da Capital e a rebeldia latente dos Distritos. O filme promete expandir o universo da franquia com novos personagens, arenas ainda mais mortais e reflexões sobre poder, desigualdade e resistência.
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Wicked: Parte 2 tem cenas pós-créditos?

O novo filme Wicked: Parte 2 finaliza a adaptação cinematográfica do famoso musical da Broadway e entrega o desfecho da jornada de Elphaba e Glinda. A produção amarra os principais conflitos e mostra o destino das duas personagens, mas muitos fãs ainda se perguntam se o longa inclui alguma cena pós-créditos que possa indicar uma sequência ou expandir esse universo.
Neste artigo, explicamos tudo o que você precisa saber. Acompanhe.
Wicked: Parte II tem cenas pós-créditos?

A resposta é simples: não. “Wicked: Parte 2” não apresenta cenas pós-créditos. O longa entrega um encerramento completo para a história dividida em duas partes, sem adicionar surpresas após o fim da exibição. Assim, o público pode sair da sala de cinema assim que o último plano termina, sem receio de perder algum conteúdo adicional.
A decisão faz sentido dentro da estratégia definida desde o início da adaptação. Quando “Wicked” foi anunciado, a produção deixou claro que a história se dividiria em dois filmes.
O primeiro se concentrou na construção da amizade entre Elphaba e Glinda, enquanto o segundo abordou a distância e os caminhos opostos que elas seguem. O arco narrativo das duas personagens encontra sua conclusão natural no final da Parte II.

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Vai existir Wicked 3?
A conclusão de “Wicked: Parte II” levanta dúvidas sobre o futuro da franquia. A história principal parece fechada, mas isso significa que não haverá novos filmes?
Situação atual sobre um terceiro filme
Até o momento, o estúdio não confirmou oficialmente a produção de um “Wicked 3”. No entanto, a possibilidade existe, principalmente porque o universo de Oz permanece vasto e cheio de histórias ainda não contadas. A bilheteria forte, o interesse renovado do público e o impacto cultural do musical alimentam conversas internas sobre continuações.

Executivos da Universal também reconhecem o poder cultural da franquia. Em declaração ao Vulture, Jim Orr, presidente de distribuição cinematográfica da empresa, ressaltou que “Wicked” funciona como um evento cultural além de um simples lançamento cinematográfico.
O impacto nas redes sociais, na música e na cultura pop sustenta a possibilidade de novos projetos. Contudo, o estúdio ainda não anunciou oficialmente nenhum título adicional, seja como continuação direta ou como obra derivada.
Possíveis caminhos para um Wicked 3 ou spin-offs

Mesmo sem confirmação, existem diferentes direções possíveis para o futuro da franquia. O mundo criado por Gregory Maguire e expandido nos filmes oferece oportunidades para novas narrativas que podem funcionar como sequências, prequels ou histórias paralelas.
Os livros da série “The Wicked Years” oferecem material para continuações, como:
- Son of a Witch acompanha Liir, possível filho de Elphaba, e aborda a reconstrução política de Oz.
- A Lion Among Men foca no Leão Covarde e revisita eventos paralelos ao primeiro livro.
- Out of Oz segue Rain, neta de Elphaba, em meio a uma nova crise mágica e política.
Outra opção são Spin-offs, que podem explorar personagens secundários pouco desenvolvidos, como Fiyero, Nessarose, Boq, Madame Morrible, o Mágico e Glinda após “For Good“.
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