Tecnologia
Adeus! Carro da Nissan deve sair de linha em 2025

As vendas do Nissan Versa têm registrado aumento nos Estados Unidos e em outras partes do mundo recentemente. No entanto, nem mesmo estes bons resultados devem garantir a sobrevivência do modelo.
Futuro da Nissan deve ser elétrico
- De acordo com a Automotive News, a Nissan deve tirar o Versa de linha nos EUA no ano que vem.
- Além disso, a empresa ainda deve encerrar a produção do Altima até 2026.
- Lembrando que o Maxima já havia sido descontinuado no ano passado.
- O único que deve se salvar, pelo menos por enquanto, é o Sentra.
- As decisões da montadora estão alinhadas com o plano de lançar um sedã elétrico no início da próxima década.
- Não há informações sobre impactos no mercado brasileiro.

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Não haverá substituto para o Versa
Segundo a publicação, o Versa deve se despedir do mercado após a chegada da linha 2025, cuja produção deve encerrar em abril do ano que vem. Não há um substituto planejado para o modelo.
Já o Altima deve durar até o ano-modelo 2026, com produção na fábrica de Canton, no Mississippi. A montadora planeja produzir ao menos três sedãs e dois crossovers no local futuramente, todos com algum grau de eletrificação.
O desejo da Nissan é simplificar seu portfólio e focar em um futuro eletrificado. Recentemente, a CEO da empresa, Makoto Uchida, afirmou que serão lançados 30 carros até 2026, sendo 16 deles elétricos.

De acordo com o porta-voz da Nissan North America, Brian Brockman, os sedãs são parte importante da estratégia de produto da empresa, com muitas vantagens para o consumidor, como o baixo custo de propriedade, por exemplo. Ele afirmou que a empresa “está comprometida em oferecer uma linha completa de veículos que atendam às necessidades dos nossos clientes em diversos segmentos”.
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Entrevista: há risco de um surto do vírus Nipah?
A confirmação de novos casos do vírus Nipah, na Índia, foi assunto nesta semana aqui no Olhar Digital News. A doença causada pelo patógeno não tem cura e pode chegar a uma taxa de 75% de letalidade.
Para entendermos mais sobre a gravidade destas infecções e se existe um risco real de um surto, conversamos agora com o Dr. Celso Granato, médico infectologista e diretor Clínico do Grupo Fleury. Confira!
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O efeito multiplicador: Como uma única fábrica de carros gera riqueza para o Rio inteiro
A indústria automotiva no Rio de Janeiro tem impulsionado uma retomada econômica significativa em diversas regiões do estado fluminense. Esse setor atrai novos investimentos bilionários e gera milhares de empregos qualificados para a população local. Portanto, compreender esse impacto é vital para analisar o futuro financeiro e o desenvolvimento regional.
Como a indústria automotiva no Rio evoluiu recentemente?
O estado consolidou-se como o segundo maior polo automotivo do Brasil, e dados da FIRJAN confirmam que o setor é responsável por uma fatia expressiva do PIB industrial fluminense. A região do Sul Fluminense transformou-se em um “cluster” de montadoras internacionais que buscam logística privilegiada.
Além disso, as fábricas modernas trouxeram consigo uma vasta cadeia de fornecedores de autopeças, criando um ecossistema produtivo robusto. Essa evolução tecnológica mudou o perfil da mão de obra, exigindo qualificações mais altas e impulsionando o setor educacional técnico na região.
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🏗️ 2014 – O Início do Hub
Inauguração de grandes plantas em Resende e Itatiaia, atraindo marcas globais.💰 2021 – Novos Investimentos
Aportes bilionários para modernização das linhas de montagem em Porto Real.⚡ 2025 – Era Híbrida
Foco total na produção de veículos híbridos e elétricos com tecnologia nacional.
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Quais cidades são transformadas pelas montadoras?
O impacto geográfico concentra-se fortemente no Médio Paraíba, onde municípios como Resende, Porto Real e Itatiaia viram suas receitas tributárias multiplicarem. A presença dessas companhias financia melhorias na infraestrutura urbana e nos serviços públicos essenciais para os moradores.
Contudo, o efeito transborda para cidades vizinhas, que acabam servindo como áreas residenciais ou de serviços para os trabalhadores do complexo industrial. Essa dinâmica cria uma zona de prosperidade que reduz a dependência econômica exclusiva da capital ou da indústria do petróleo.
- Aumento na arrecadação de ICMS e ISS para as prefeituras.
- Valorização do mercado imobiliário local.
- Desenvolvimento do comércio e setor de serviços de apoio.
Qual o impacto da indústria automotiva no Rio na renda?
A massa salarial nas cidades que abrigam as montadoras é consideravelmente superior à média nacional, pois o setor industrial paga melhores salários. Isso aquece o comércio local e eleva o padrão de vida das famílias que dependem direta ou indiretamente dessa cadeia produtiva.
Por isso, o governo estadual mantém programas de incentivo fiscal para garantir que essas empresas permaneçam no Rio de Janeiro e continuem expandindo suas operações. A tabela abaixo ilustra como esse setor movimenta diferentes pilares da economia fluminense.
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| Setor Afetado | Tipo de Impacto | Resultado Local |
|---|---|---|
| Empregos Diretos | Contratação CLT | Renda Estável |
| Tecnologia | P&D Regional | Inovação |
| Logística | Transporte e Vias | Melhoria Viária |
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O que esperar para o futuro do setor?
A tendência aponta para uma especialização cada vez maior na produção de carros eletrificados, aproveitando a matriz energética limpa do Brasil. As fábricas do Rio já iniciaram adaptações para produzir motores híbridos flex, que utilizam etanol e eletricidade.
Sendo assim, a região deve se manter competitiva globalmente, atraindo engenheiros e empresas de tecnologia que orbitam o mundo da mobilidade sustentável. O estado do Rio de Janeiro posiciona-se não apenas como produtor, mas como um centro de inovação automotiva.
Leia mais:
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Apple libera alerta de pressão alta no Apple Watch no Brasil

A Apple liberou nesta terça-feira (27) as notificações de pressão alta para usuários do Apple Watch no Brasil, após a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O recurso, ativado pelo app Saúde no iPhone, foi desenvolvido para identificar sinais compatíveis com hipertensão ao longo de 30 dias de uso do relógio.
Segundo a empresa, a funcionalidade é voltada a pessoas que não têm diagnóstico prévio de pressão alta e pode ajudar a apontar comportamentos associados à condição, que muitas vezes não apresenta sintomas aparentes. Quando o sistema detecta um padrão compatível, o relógio e o iPhone emitem uma notificação recomendando que o usuário procure um médico.
A Apple destaca que a ferramenta não substitui exames clínicos nem aparelhos convencionais de medição. Pessoas que já têm diagnóstico de hipertensão, de acordo com a companhia, não precisam utilizar o recurso.

Como o Apple Watch identifica sinais de hipertensão
Diferentemente de medidores tradicionais, o Apple Watch não realiza a leitura direta da pressão sanguínea. O acompanhamento é feito por meio do sensor óptico, que analisa como os vasos sanguíneos reagem às batidas do coração. Esses dados são processados por um algoritmo, responsável por indicar se há um comportamento padrão associado à pressão alta.
Após os 30 dias iniciais, caso a notificação seja exibida, a recomendação da fabricante é que o usuário meça a pressão com um aparelho convencional por sete dias e leve os resultados para avaliação médica na próxima consulta.
De acordo com a Apple, os testes do sistema envolveram mais de 100 mil participantes e foram validados em estudos clínicos com 2 mil pessoas. Os dados indicaram que metade dos participantes com pressão alta não tinha diagnóstico no momento da avaliação.
Leia mais:
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Diferenças em relação a outros relógios inteligentes
A abordagem da Apple é distinta da adotada por outros fabricantes. No Galaxy Watch, da Samsung, o usuário precisa calibrar o relógio com um medidor de pressão tradicional, e as medições funcionam por até 30 dias antes de exigir uma nova calibração.
Já a Huawei utiliza um método diferente no Watch D2, que conta com um medidor de pressão integrado à pulseira do dispositivo, permitindo leituras diretas.
As notificações de hipertensão da Apple estão disponíveis no Apple Watch Série 9 e modelos superiores, além do Watch Ultra 2 e 3.
Disponibilidade
A Apple destaca que nem todos os seus relógios contam com a função. O recurso de notificação de hipertensão estão disponíveis no Apple Watch Series 9 ou posterior e também no Apple Watch Ultra 2 ou posterior.
Além disso, o recurso não é recomendado para menores de 22 anos, pessoas que já foram diagnosticadas com hipertensão ou gestantes.
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