Tecnologia
8 celulares baratinhos da Samsung para você comprar em 2025

Se o orçamento está apertado, mas você não quer abrir mão de um celular que funcione bem no dia a dia, a Samsung tem conseguido se destacar com modelos acessíveis que combinam simplicidade e praticidade.
Pensando nisso, selecionamos oito aparelhos que conseguem lidar com tarefas comuns, como chamadas, mensagens, redes sociais e navegação, sem complicar a sua rotina.
Samsung: 8 celulares com melhor custo-benefício em 2025
- Galaxy A05s
- Galaxy A15 4G
- Galaxy M15 5G
- Galaxy A04e
- Galaxy A16
- Galaxy A25 5G
- Galaxy A26 5G
- Galaxy A35 5G
Galaxy A05s

Celular de entrada básico, o Galaxy A05s atende usuários que buscam um aparelho acessível para uso diário. Esse aparelho apresenta boa bateria, câmeras simples e desempenho suficiente para redes sociais, vídeos e jogos leves.
O processador é o Snapdragon 680, e o sistema operacional é o Android com a interface One UI da Samsung. A bateria tem 5.000 mAh e suporta carregamento rápido de 25 W.
A câmera traseira é tripla: sensor principal de 50 MP com abertura f/1.8, lente macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP. A câmera frontal tem 13 MP com abertura f/2.0. O aparelho grava vídeos em Full HD a 60 quadros por segundo e permite gravação em câmera lenta a 120 fps com resolução HD.
A tela tem 6,7 polegadas, resolução Full HD+ (1080 × 2400) e utiliza tecnologia PLS LCD. O Galaxy A05s está disponível em quatro combinações de memória: 4 GB ou 6 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento interno.
- Modelo: Galaxy A05s.
- Ano de lançamento: 2023.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 745 na Amazon.
Galaxy A15 4G

Uma escolha sólida para quem prioriza equilíbrio entre preço e desempenho para tarefas diárias é o Samsung Galaxy A15, versão 4G. O dispositivo apresenta as combinações 4 GB de RAM com 128 GB de armazenamento, 6 GB de RAM com 128 GB ou 256 GB, e 8 GB de RAM com 128 GB ou 256 GB.
A bateria tem 5.000 mAh e suporta Carregamento Super Rápido de 25 W. O processador é octa-core, com núcleos de 2,2 GHz e 2,0 GHz. O sistema operacional é Android 14 de fábrica, com atualização disponível para Android 15 com One UI 7.0.
O conjunto de câmeras traseiras conta com três sensores: 50 MP principal, 5 MP ultra wide e 2 MP macro. A câmera frontal tem 13 MP. É possível gravar vídeos em Full HD a 30 fps e em câmera lenta a 120 fps em HD.
A tela tem 6,5 polegadas, sendo 6,3″ visível considerando os cantos arredondados. A resolução é de 1080 x 2340 (FHD+). A taxa de atualização é de 90 Hz e pode ser ajustada.
- Modelo: Galaxy A15.
- Ano de lançamento: 2023.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 800 na Amazon.
Galaxy M15 5G

Procura um celular barato, com bateria durável e desempenho adequado para tarefas do dia a dia? Então o Galaxy M15 5G pode ser para você. Sua tela Super AMOLED tem 6,5 polegadas, taxa de atualização de 90 Hz e resolução de 1080 x 2340 pixels.
Ele é equipado com processador octa-core, sendo dois núcleos de 2,2 GHz e seis de 2,0 GHz, e possui bateria de 6.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 25W.
A câmera traseira é tripla, com 50 MP (Wide), 5 MP (Ultra Wide) e 2 MP (Macro), enquanto a frontal tem 13 MP, permitindo filmagens em FHD 1080p a 30fps e slow motion em HD a 120fps.
O aparelho oferece diferentes combinações de memória: 4 GB RAM + 128 GB ROM, 6 GB RAM + 128 GB ROM, 8 GB RAM + 128 GB ROM, 6 GB RAM + 256 GB ROM e 8 GB RAM + 256 GB ROM. O sistema operacional é Android 14 de fábrica, com atualização disponível para Android 15 com One UI 7.0.
- Modelo: Galaxy M15 5G.
- Ano de lançamento: 2024.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 900 na Amazon.
Galaxy A04e

Mais um celular da Samsung básico e barato que atende bem às necessidades do dia a dia, o Galaxy A04e conta com tela de 6,5 polegadas PLS LCD e oferece resolução HD+ (720 x 1600) e taxa de atualização de 60 Hz. O sistema operacional é Android 12 com One UI Core 4.1, atualizável para Android 14 com One UI 6.1.
Ele vem com 3 GB ou 4 GB de RAM, expansível virtualmente via RAM Plus, e armazenamento de 32 GB, 64 GB ou 128 GB. A bateria é de 5000 mAh.
O processador é Octa-Core. Na parte de fotos, o aparelho conta com câmera traseira dupla de 13 MP + 2 MP e câmera frontal de 5 MP, com gravação de vídeos em 1080p a 30 fps.
- Modelo: Galaxy A04e.
- Ano de lançamento: 2022.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 900 na Amazon.
Galaxy A16

Mais um modelo de entrada interessante da Samsung, o Galaxy A16 traz recursos competentes para o uso cotidiano. O dispositivo conta com bateria de 5.000 mAh e processador Octa-Core com frequências de 2,2 GHz e 2 GHz.
O conjunto de câmeras traseiras inclui 50 MP (principal), 5 MP (ultra grande-angular) e 2 MP (macro), enquanto a câmera frontal é de 13 MP. O aparelho grava vídeos em FHD a 30 fps e em câmera lenta em HD a 120 fps.
A tela de 6,7 polegadas tem resolução FHD+ de 1080 x 2340 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. Vem com Android 14 de fábrica e recebeu atualização para o Android 15 com a interface One UI 7.0.
São três combinações de memória: 4 GB de RAM com 128 GB de armazenamento, 6 GB de RAM com 128 GB e 8 GB de RAM com 256 GB.
- Modelo: Galaxy A16.
- Ano de lançamento: 2024.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.150 na Amazon.
Galaxy A25 5G

O Samsung Galaxy A25 5G traz um conjunto equilibrado de recursos voltados para uso cotidiano. Ele conta com processador Exynos 1280 de oito núcleos.
Em relação à RAM e ao armazenamento, ele está disponível nas versões de 6 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno, expansível via cartão microSD de até 1 TB. O modelo recebeu atualização para o Android 15 com One UI 7.0, partindo do Android 14 com One UI 6.0.
A tela é Super AMOLED de 6,5 polegadas, com resolução Full HD+ de 2340 x 1080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. A bateria tem capacidade de 5.000 mAh, compatível com carregamento rápido de 25W.
O conjunto de câmeras traseiras inclui sensor principal de 50 MP, ultragrande-angular de 8 MP e macro de 2 MP. A câmera frontal possui 13 MP. O dispositivo grava vídeos em 4K a 30 fps e também em 1080p a 30 fps.
- Modelo: Galaxy A25 5G.
- Ano de lançamento: 2024.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.150 na Amazon.
Leia mais:
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- Vale a pena um celular com 5G? Descubra se você deveria ter um
Galaxy A26 5G

Um pouco acima do básico, o Samsung Galaxy A26 5G oferece opções de 4 GB, 6 GB ou 8 GB de RAM, com armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB. Ele conta com bateria de 5.000 mAh e processador Octa Core Exynos 1380, com velocidades de 2,4 GHz e 2 GHz.
Esse celular possui conjunto de câmeras com três lentes na traseira: 50 MP, 8 MP e 2 MP, além de uma câmera frontal de 13 MP. Ele tem tela de 6,7″ do tipo Super AMOLED, com resolução de 1080 x 2340 pixels e taxa de atualização de 120 Hz.
O Galaxy A26 5G roda Android 15 com interface One UI 7 e oferece certificação IP67, garantindo resistência à água e poeira.
- Modelo: Galaxy A26 5G.
- Ano de lançamento: 2025.
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Galaxy A35 5G

Chegando em um nível mais intermediário, o Galaxy A35 5G traz um conjunto equilibrado de recursos para uso diário. O smartphone conta com câmeras traseiras de 50 MP (principal), 8 MP (ultra wide) e 2 MP (macro), além de uma câmera frontal de 13 MP. É capaz de gravar vídeos em UHD 4K a 30 fps e oferece câmera lenta de 240 fps em HD. O recurso Nightography permite fotos mais nítidas em baixa luminosidade.
A tela possui 6,6” de área útil, com resolução FHD+ de 1080 x 2340 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O aparelho vem com opções de RAM de 4 GB, 6 GB, 8 GB ou 12 GB, e armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB, expansível via microSD até 1 TB.
O Galaxy A35 5G é equipado com processador octa-core e bateria de 5.000 mAh. Ele ainda conta com resistência à água e poeira IP67 e proteção de tela Corning Gorilla Glass Victus+. Sai de fábrica com Android 14, podendo ser atualizado para Android 15.
- Modelo: Galaxy A35 5G.
- Ano de lançamento: 2024.
Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.800 na Amazon.
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SUV elétrico ou híbrido plug-in? Entenda o que muda na prática ao dirigir

Híbrido leve, plug-in, elétrico puro ou célula de hidrogênio? A sopa de letrinhas do mercado automotivo atual pode confundir até os motoristas mais experientes. Antes de trocar seu veículo, é fundamental compreender o que cada sigla significa e como cada tecnologia impacta tanto o seu bolso quanto o meio ambiente.
A evolução silenciosa dos motores a combustão
Engana-se quem pensa que a eletrificação é algo exclusivo dos carros futuristas. Mesmo os modelos tradicionais a combustão vêm ganhando “ajudas” elétricas invisíveis. A tecnologia mais básica é o Híbrido Leve (MHEV), onde um pequeno motor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque, ajudando o carro a ganhar embalo e economizar combustível, embora nunca tracionem as rodas sozinhos.
Um degrau acima estão os Híbridos Convencionais (HEV), como o Toyota Corolla Cross. Nestes, o motor elétrico é robusto o suficiente para mover o carro em baixas velocidades ou em manobras de estacionamento. A grande sacada é que você não precisa se preocupar com tomadas: a bateria é recarregada automaticamente aproveitando a energia das frenagens e o próprio funcionamento do motor a combustão.
Uma pesquisa acadêmica focada em sistemas MHEV de 48 V, mostra melhorias reais em economia de combustível e redução de CO₂ graças a funções como frenagem regenerativa e assistência elétrica:
aborda dados experimentais e simulações do impacto de diferentes arquiteturas híbridas leves.

Qual a vantagem dos modelos Plug-in?
Para quem busca o melhor dos dois mundos, os Híbridos Plug-in (PHEV) surgem como uma solução versátil. Diferente dos anteriores, eles possuem uma bateria maior que pode, e deve, ser carregada na tomada de casa. Isso permite rodar entre 30 a 50 km usando apenas eletricidade, ideal para o trajeto diário trabalho-casa, mantendo o motor a gasolina apenas para viagens longas.
Já os puramente elétricos (BEV) abandonam completamente o tanque de combustível. Com mecânica simplificada e baterias gigantescas no assoalho, eles oferecem torque instantâneo e silêncio absoluto. O desafio aqui muda de figura: a preocupação deixa de ser o preço da gasolina e passa a ser a infraestrutura de carregamento disponível na sua rota.

Comparativo rápido para não errar na escolha
Com tantas opções, a decisão de compra deve ser baseada no seu perfil de uso diário. Se você não tem onde carregar o carro à noite, um elétrico puro ou plug-in pode virar dor de cabeça. Por outro lado, quem roda muito na cidade se beneficia imensamente da economia dos sistemas híbridos que recuperam energia no “anda e para” do trânsito.
🔌 Tipos de Eletrificação Veicular (Brasil)
| Tipo (sigla) | Tração elétrica pura? | Precisa de tomada? | Exemplo no Brasil |
|---|---|---|---|
| Híbrido Leve (MHEV) | Não | Não | Kia Sportage |
| Híbrido (HEV) | Sim (curtas distâncias) | Não | Corolla Cross |
| Plug-in (PHEV) | Sim (média autonomia) | Sim (opcional) | BYD Song Plus |
| Elétrico (BEV) | Sim (total) | Sim (obrigatório) | BYD Dolphin |
O curioso caso do carro a hidrogênio
Existe ainda uma categoria exótica que corre por fora: os veículos de célula de combustível (FCEV). Eles são, tecnicamente, carros elétricos que produzem sua própria energia a bordo. Em vez de carregar na tomada, você abastece um tanque com gás hidrogênio, que reage quimicamente para gerar eletricidade e liberar apenas água pura pelo escapamento.
Apesar de parecer a solução perfeita, a realidade impõe barreiras físicas e logísticas enormes. A infraestrutura para abastecimento de hidrogênio é praticamente inexistente e caríssima para ser implementada em larga escala. Por enquanto, modelos como o Toyota Mirai servem mais como laboratórios sobre rodas do que como opções reais de compra para o consumidor comum.
Leia mais:
- BYD Qin L híbrido super econômico de custo estimado em R$ 70 mil pode vir para o Brasil
- Stellantis confirma quatro novos híbridos nacionais para 2026
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O que uma impressora 3D consegue produzir em cinco dias rodando sem parar

A nova Bambu Lab H2S foi colocada à prova em um desafio intenso que variou de peças rápidas até projetos gigantescos de cinco dias. O teste revelou a capacidade dessa máquina de lidar com impressões contínuas, mantendo qualidade surpreendente mesmo em longas jornadas de trabalho.
Como a impressora se comporta em diferentes tempos?
Durante os testes práticos, a máquina foi submetida a uma maratona cronológica crescente, imprimindo desde simples organizadores até figuras complexas e multicoloridas. A robustez da estrutura pesada e a estabilidade térmica foram essenciais para garantir que peças demoradas não sofressem deformações no meio do caminho.
Para visualizar melhor o desempenho e os resultados obtidos em cada etapa desse desafio de resistência, confira os dados detalhados na tabela a seguir:
1h a 2h — Organizadores & Enfeites
Peças bicolores com acabamento limpo, roscas funcionais e nenhuma falha estrutural detectada.
5h a 12h — Pote Cotonete & Baby Harry
Multicores bem definidas, porém surgiram pequenas falhas nos suportes da coruja durante a impressão.
15h a 35h — Quadros & Cabeça Deadpool
Excelente aderência à mesa e texturas muito bem definidas, especialmente na peça rígida.
120h — Baby Deadpool Gigante (50cm)
Montagem final impressionante, unindo peças produzidas em várias máquinas com ótimo encaixe.
A facilidade do software Bambu Studio
Uma das grandes vantagens notadas durante todo o processo foi a integração fluida com o fatiador proprietário da marca. Ele permite visualizar a peça na rede via pré-visualização, colorir modelos manualmente de forma intuitiva e detectar automaticamente o tipo de filamento inserido, facilitando muito a preparação do arquivo.
Isso simplifica o fluxo de trabalho, especialmente em impressões multicoloridas onde a troca de cores precisa ser gerenciada com eficiência. O software ajuda a controlar o desperdício na purga, embora o modelo de bico único da H2S naturalmente consuma um pouco mais de material nesse processo do que sistemas com múltiplos cabeçotes.

Desafios enfrentados nas impressões longas
Nem tudo foi perfeito durante a maratona, com alguns problemas pontuais de suporte aparecendo na impressão de doze horas do modelo de coruja. Pequenos erros podem acontecer quando o filamento acaba durante a madrugada ou quando a configuração de sustentação da peça não é a ideal para a geometria escolhida.
No entanto, a máquina mostrou muita resiliência ao retomar trabalhos e manter a estabilidade térmica, algo crítico para projetos que duram dias inteiros. A capacidade de usar bicos de aço endurecido também permitiu testar materiais de engenharia sem medo de desgastar o equipamento prematuramente.
A evolução com o sistema Vortec na H2C
A visita ao espaço de experiência da marca revelou o potencial do novo sistema de troca rápida de hot ends presente no modelo H2C. Diferente da H2S que usa um bico único, essa tecnologia permite alternar materiais completamente diferentes, como ABS e TPU, na mesma impressão de forma quase instantânea.
Essa inovação reduz drasticamente o tempo e o material gasto na torre de purga, elevando o nível de detalhe e a viabilidade econômica. Para quem busca acabamento profissional em peças muito complexas, essa diferença na mecânica de troca pode justificar o investimento em modelos superiores da linha.
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Gmail, Instagram e gov.br: pesquisador encontra 149 milhões de senhas expostas

Um pesquisador de cibersegurança afirmou ter identificado um banco de dados público com 149 milhões de logins e senhas expostos na internet, envolvendo contas de redes sociais, serviços de streaming, plataformas financeiras e até registros vinculados ao gov.br. A descoberta foi compartilhada por Jeremiah Fowler com a ExpressVPN, que publicou o relatório para alertar sobre os riscos de segurança digital.
Segundo Fowler, o material não estava protegido por senha nem criptografado e somava 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuário, senhas e links de acesso a contas. O pesquisador diz que a base poderia ser acessada por qualquer pessoa que encontrasse o endereço do servidor, o que ampliava o potencial de uso indevido das informações.

Como o banco de dados foi encontrado
Fowler relatou que o banco de dados estava publicamente acessível e não trazia qualquer identificação sobre quem o administrava. Em uma amostra limitada dos arquivos, ele encontrou milhares de registros contendo credenciais completas e os endereços das páginas de login dos serviços associados.
De acordo com o pesquisador, os dados teriam sido reunidos por meio de um tipo de malware conhecido como “infostealer”, desenvolvido para infectar dispositivos e coletar silenciosamente informações de acesso. Ele afirma que esse tipo de programa costuma enviar as credenciais roubadas para repositórios em nuvem, que acabam se tornando alvos de novas exposições quando configurados de forma inadequada.
Serviços e tipos de contas atingidos
A lista reunia registros de usuários de diversas plataformas populares. Entre as redes sociais e serviços de entretenimento citados por Fowler estão Facebook, Instagram, TikTok, Netflix, HBO Max, Disney+ e Roblox. Ele também identificou contas de OnlyFans, além de acessos ligados a serviços financeiros, carteiras de criptomoedas, bancos e cartões de crédito.
Um dos pontos que mais chamou a atenção do pesquisador foi a presença de credenciais associadas a domínios “.gov” de vários países. Segundo ele, mesmo acessos limitados podem representar riscos, como uso em tentativas de spear phishing, falsificação de identidade ou possíveis portas de entrada para redes governamentais.
Estimativa de volumes por plataforma
Fowler divulgou uma estimativa do número de registros ligados a alguns provedores de e-mail e serviços online. Entre os e-mails, a base incluía aproximadamente:
- Gmail: 48 milhões
- Yahoo: 4 milhões
- Outlook: 1,5 milhão
- iCloud: 900 mil
- Endereços “.edu”: 1,4 milhão
Outros serviços destacados pelo pesquisador foram:
- Facebook: 17 milhões
- Instagram: 6,5 milhões
- Netflix: 3,4 milhões
- TikTok: 780 mil
- Binance: 420 mil
- OnlyFans: 100 mil
Ele também publicou capturas de tela que mostram registros envolvendo contas do Google, do Instagram, do Facebook e até um exemplo de conta governamental do Brasil, além de um painel que permitia pesquisar os dados diretamente por meio de um navegador.

Remoção do conteúdo e falta de responsáveis
Sem encontrar informações sobre o proprietário da base, Fowler informou ter notificado o provedor de hospedagem por meio do canal de denúncia. Dias depois, recebeu a resposta de que o sistema era mantido por uma empresa subsidiária que operava de forma independente.
Segundo o pesquisador, foram necessárias quase quatro semanas e várias tentativas de contato até que o acesso fosse suspenso e as credenciais deixassem de estar disponíveis. O provedor não teria revelado quem gerenciava o banco de dados, nem se o material havia sido usado para fins criminosos ou de pesquisa. Fowler acrescentou que, durante o período em que a base permaneceu online, o número de registros continuou aumentando.
Riscos para usuários e privacidade
A exposição de uma base desse tamanho, segundo o pesquisador, amplia o risco de ataques automatizados, como o chamado credential stuffing, em que criminosos testam combinações de e-mail e senha em diversos serviços. Com isso, cresce a chance de fraudes, roubos de identidade e campanhas de phishing que parecem legítimas por citarem contas reais.
Fowler também destacou impactos na privacidade, já que a associação entre endereços de e-mail e serviços usados pode permitir a criação de perfis detalhados sobre vítimas. Em casos de acesso não autorizado, isso pode levar a situações como extorsão, exposição de conversas privadas ou uso indevido de informações pessoais.
Recomendações de segurança
O pesquisador afirma que apenas trocar a senha pode não ser suficiente se o dispositivo estiver infectado por malware. Ele recomenda manter sistemas operacionais e softwares de segurança atualizados, revisar permissões de aplicativos e extensões de navegador e evitar a instalação de programas fora de lojas oficiais.
Entre as medidas citadas estão o uso de autenticação em duas etapas, a verificação de histórico de login e a prática de não reutilizar senhas em serviços diferentes. Fowler observa que gerenciadores de senhas podem ajudar contra ataques mais simples, mas não substituem a necessidade de proteção contra malwares mais avançados.

Leia mais:
- Como escolher um gerenciador de senhas
- Senhas com biometria são realmente seguras? Veja como se proteger
- Como saber se suas senhas estão salvas em outro dispositivo
Divulgação com caráter informativo
Fowler afirmou que não fez download nem reteve os dados expostos e que sua atuação se limitou a documentar a vulnerabilidade e comunicar os responsáveis. Ele ressalta que as informações foram publicadas com fins educacionais, para ampliar a conscientização sobre os riscos da coleta em larga escala de credenciais e a importância de boas práticas de higiene digital.
O pesquisador também declarou que não faz acusações contra o provedor de hospedagem ou seus responsáveis e que as situações descritas no relatório são hipotéticas, apresentadas apenas para alertar sobre possíveis consequências da exposição de dados.
O que dizem as plataformas?
O Olhar Digital entrou em contato com as empresas e órgãos citados no relatório para solicitar posicionamento oficial sobre a possível presença de credenciais associadas a seus serviços na base identificada por Jeremiah Fowler. Procuramos Google, Meta, Microsoft, Apple, TikTok, Netflix, Binance, OnlyFans, além do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Estamos cientes de relatos sobre um conjunto de dados contendo uma variedade de credenciais, incluindo algumas do Gmail. Esses dados representam uma compilação de logins de ‘infostealer’ – credenciais coletadas de dispositivos pessoais por malware de terceiros – que foram agregadas ao longo do tempo. Monitoramos continuamente esse tipo de atividade externa e temos proteções automatizadas em vigor que bloqueiam contas e forçam a redefinição de senha quando identificamos credenciais expostas.
Porta-voz do Google
O texto será atualizado assim que mais posicionamentos forem enviados, com as informações repassadas pelas plataformas e eventuais orientações aos usuários.
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