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5 animes josei para você começar no gênero

Redação Informe 360

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Se você está buscando uma experiência de anime que vá além das histórias típicas de shonen e shoujo, o gênero josei pode ser exatamente o que você precisa. Focado em um público mais maduro, o josei aborda temas complexos e realistas com uma profundidade emocional que ressoa com as experiências e desafios da vida adulta.

Aqui estão cinco animes josei que são uma excelente porta de entrada para esse fascinante gênero.

5 animes josei para você começar no gênero

  • Nana
  • Paradise Kiss
  • Usagi Drop
  • Honey and Clover
  • Anohana: The Flower We Saw That Day

Nana

Nana via Animax/reprodução
Nana via Animax/reprodução

“Nana” é um dos animes mais emblemáticos do gênero josei e uma excelente escolha para quem está começando. A história segue duas jovens mulheres chamadas Nana, que, apesar de terem personalidades e vidas muito diferentes, acabam se encontrando e formando uma profunda amizade.

A primeira Nana é uma jovem que sonha em ser uma estrela do rock, enquanto a segunda é uma romântica incurável em busca do amor verdadeiro. A série mergulha nos altos e baixos da vida, explorando temas como relacionamentos, sonhos e a luta para encontrar o próprio caminho na vida. A narrativa é rica em drama e emoções, oferecendo uma visão realista e tocante da vida adulta.

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Paradise Kiss

Paradise Kiss via Madhouse/reprodução
Paradise Kiss via Madhouse/reprodução

“Paradise Kiss” é uma adaptação do mangá de Ai Yazawa, conhecido por sua habilidade em criar histórias envolventes e realistas. O anime Josei segue Yukari, uma estudante de ensino médio que se vê envolvida com um grupo de estudantes de design de moda que a recrutam para ser o modelo de sua coleção de roupas.

A história aborda questões como identidade, paixão e os desafios de seguir seus sonhos. A narrativa é uma mistura de romance e drama, com um foco significativo na moda e na autoexpressão. A profundidade emocional e a complexidade dos personagens fazem de “Paradise Kiss” uma excelente introdução ao josei.

Usagi Drop

Imagem: Reprodução

“Usagi Drop” é uma anime Josei encantador que mistura comédia e drama de maneira impecável. O anime segue Daikichi, um homem solteiro que acaba se tornando responsável pela sobrinha de seis anos de seu avô falecido. O anime é um retrato sensível e realista dos desafios e alegrias da paternidade e do crescimento.

Com uma abordagem mais leve e cotidiana, “Usagi Drop” destaca a importância das relações familiares e o impacto da paternidade inesperada. A série é conhecida por seu retrato honesto da vida e dos desafios que ela apresenta, tornando-a uma introdução acessível e gratificante ao gênero josei.

O anime adaptou boa parte do mangá, porém, não concluiu inteiramente a obra, o que para muito é enxergado de maneira positiva, uma vez que muitos consideram o anime superior ao mangá, devido aos rumos que a trama é conduzida.

Honey and Clover

Imagem: Crunchyroll/Reprodução

“Honey and Clover” é uma comédia dramática que explora a vida de um grupo de estudantes universitários enquanto eles navegam pelos desafios do amor, amizade e futuro incerto. A série segue Shinobu, Yuta e Hagu, três amigos que enfrentam suas próprias crises e sonhos enquanto lidam com as complexidades de suas relações interpessoais.

Com um enredo que mistura momentos de leveza com profundas questões emocionais, “Honey and Clover” oferece um retrato sincero e muitas vezes melancólico da vida adulta e das mudanças que ela traz. A animação charmosa e a profundidade dos personagens fazem desta uma ótima opção para quem quer ingressar no gênero Josei.

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Anohana: The Flower We Saw That Day

Imagem: Crunchyroll/Reprodução

“Anohana: The Flower We Saw That Day” é uma série emocionalmente carregada que aborda temas de luto, amizade e crescimento pessoal. A história gira em torno de um grupo de amigos de infância que se afastaram após a morte trágica de uma amiga. Anos depois, a aparição do fantasma dela os faz reunir e enfrentar os sentimentos não resolvidos do passado.

Com um enredo que combina elementos sobrenaturais com um foco profundo nas emoções e nas relações humanas, “Anohana” é uma escolha excepcional para aqueles que buscam um anime josei para começar no gênero.

O gênero josei oferece uma rica tapeçaria de histórias que exploram a vida adulta com uma perspectiva madura e realista. Desde dramas emocionais até comédias leves, cada anime josei proporciona uma visão única e profunda da vida, das relações e das experiências humanas. Esses cinco animes são um excelente ponto de partida para qualquer um que deseje mergulhar no gênero e explorar a variedade de histórias e emoções que ele tem a oferecer.

Se você está pronto para começar sua jornada pelo mundo do josei, esses títulos não apenas fornecerão uma introdução envolvente, mas também deixarão uma impressão duradoura com suas narrativas impactantes e personagens memoráveis. Boa maratona!

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Tecnologia

Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

Redação Informe 360

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O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.

Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google está facilitando o acesso a links em sua busca com IA (Imagem: Reprodução)

Google muda exibição de links em respostas com IA

De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.

Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.

Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.

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Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X

No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.

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Debate sobre impacto em publishers e investigação na Europa

O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.

No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.

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Moltbook viraliza, mas especialistas apontam falhas de segurança

Redação Informe 360

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A criação do OpenClaw, projeto que ganhou força nas últimas semanas após a popularização da rede social experimental Moltbook, gerou debates sobre os limites da chamada IA agentic. A plataforma simulava um espaço em que agentes de inteligência artificial (IA) interagiam entre si, levando parte da comunidade a acreditar que sistemas autônomos estariam se organizando sem supervisão humana.

Com o avanço das análises, porém, pesquisadores apontaram que o fenômeno não representava uma ação real de agentes de IA. Segundo especialistas em segurança, falhas técnicas permitiam que pessoas reais publicassem conteúdos se passando por bots, levantando dúvidas sobre a autenticidade de todo o material publicado e reacendendo discussões sobre riscos de segurança ligados a esse tipo de tecnologia.

openclaw
OpenClaw chamou a atenção, mas especialistas alertam para riscos de cibersegurança (Imagem: Koshiro K / Shutterstock.com)

Falhas no Moltbook, rede social de agentes, expõem limites do projeto

A repercussão começou após mensagens publicadas no Moltbook sugerirem que agentes buscavam espaços privados para conversar. O caso chamou atenção de figuras conhecidas do setor, incluindo Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e membro fundador da OpenAI, que classificou o momento como algo próximo de uma ficção científica.

Posteriormente, análises mostraram que a rede apresentava problemas de segurança. Ian Ahl, CTO da Permiso Security, afirmou que credenciais armazenadas no banco de dados Supabase ficaram expostas por um período, permitindo que qualquer usuário acessasse tokens e se passasse por outros agentes. A consequência foi a impossibilidade de confirmar se postagens eram realmente geradas por IA.

John Hammond, pesquisador principal de segurança da Huntress, destacou ao TechCrunch que humanos podiam criar contas, simular bots e até impulsionar publicações sem restrições. Apesar disso, o Moltbook virou um experimento cultural na internet, com versões inspiradas em redes sociais conhecidas, incluindo serviços de relacionamento e fóruns voltados a agentes.

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Popularidade do OpenClaw e questionamentos sobre inovação

O OpenClaw é um projeto open source do desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, inicialmente lançado como Clawdbot. A ferramenta acumulou mais de 190 mil estrelas no GitHub, tornando-se um dos repositórios de código mais populares da plataforma.

O sistema facilita o uso de agentes de IA, permitindo integração com aplicativos como WhatsApp, Discord, iMessage e Slack, além de funcionar como uma camada de conexão com modelos já existentes, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok. Para John Hammond, no entanto, o OpenClaw atua basicamente como um “wrapper” desses modelos, sem apresentar ruptura tecnológica.

Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, avalia que o projeto representa uma melhoria incremental, principalmente por ampliar o acesso dos agentes a diferentes sistemas. Já Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de cibersegurança Cracken, afirma que os componentes já existiam e que o diferencial foi apenas combinar recursos de forma mais fluida.

A facilidade de automatizar tarefas, do gerenciamento de e-mails à negociação de ações por meio de habilidades baixadas na loja ClawHub, ajudou a impulsionar a viralização. Ainda assim, especialistas alertam que a produtividade prometida depende de um nível de confiança que a tecnologia ainda não alcançou.

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senhas vazadas
Testes de segurança mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection (Imagem: Song_about_summer / Shutterstock.com)

Testes de segurança conduzidos por Ian Ahl mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection, técnica em que comandos maliciosos levam agentes a executar ações indevidas, como compartilhar credenciais ou realizar transferências. Em ambientes corporativos, esse cenário pode representar risco elevado, já que os agentes operam com acesso amplo a e-mails e plataformas internas.

Apesar de existirem proteções, pesquisadores afirmam que não há garantia de que agentes não sejam manipulados. Para Hammond, o setor enfrenta um impasse: permitir alto nível de automação implica aceitar riscos de segurança ainda não resolvidos. Diante desse quadro, ele recomenda que usuários comuns evitem a tecnologia por enquanto.

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Novos MacBooks devem retomar característica antiga de notebooks nostálgicos da marca

Redação Informe 360

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A Apple parece estar planejando um retorno às suas raízes coloridas na linha de notebooks. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa deve anunciar em março um novo modelo de MacBook focado em custo-benefício, trazendo uma variedade de cores que remete aos clássicos iBooks, computadores da marca do início dos anos 2000.

iBooks, da Apple, vinham em diferentes cores na virada do milênio. Imagem: Grand Warszawski/Shutterstock

Diferente dos modelos MacBook Air e Pro, que utilizam processadores da linha “M”, este novo dispositivo deve ser equipado com o chip A18 Pro, o mesmo que integra o iPhone 16 Pro. Embora seja um processador de celular, seu desempenho é comparável ao chip M1, o que garante fôlego para tarefas do dia a dia, mesmo sendo uma opção de entrada.

Design e Tela

O novo MacBook deve ter uma tela de aproximadamente 12,9 polegadas, sendo ligeiramente menor que o atual Air. No hardware, a Apple decidiu não utilizar o plástico para reduzir custos.

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Em vez disso, a empresa desenvolveu um novo processo de fabricação para o chassi de alumínio, que promete ser mais rápido e barato do que o método utilizado nos modelos atuais.

O retorno das cores

A grande aposta para atrair o público jovem e quem busca personalização está na paleta de cores. De acordo com os relatos, a Apple testou opções em amarelo claro, verde claro, azul, rosa, além dos tradicionais prata e cinza-escuro.

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A estratégia lembra o que a Apple fazia na virada do milênio, quando os notebooks da linha iBook vinham em cores diferentes. Aos poucos, a empresa abandonou a estratégia de lançar computadores em diferentes cores, e os iBooks acabaram sendo substituídos pelos MacBooks atuais.

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