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5 animes josei para você começar no gênero

Se você está buscando uma experiência de anime que vá além das histórias típicas de shonen e shoujo, o gênero josei pode ser exatamente o que você precisa. Focado em um público mais maduro, o josei aborda temas complexos e realistas com uma profundidade emocional que ressoa com as experiências e desafios da vida adulta.
Aqui estão cinco animes josei que são uma excelente porta de entrada para esse fascinante gênero.
5 animes josei para você começar no gênero
- Nana
- Paradise Kiss
- Usagi Drop
- Honey and Clover
- Anohana: The Flower We Saw That Day
Nana

“Nana” é um dos animes mais emblemáticos do gênero josei e uma excelente escolha para quem está começando. A história segue duas jovens mulheres chamadas Nana, que, apesar de terem personalidades e vidas muito diferentes, acabam se encontrando e formando uma profunda amizade.
A primeira Nana é uma jovem que sonha em ser uma estrela do rock, enquanto a segunda é uma romântica incurável em busca do amor verdadeiro. A série mergulha nos altos e baixos da vida, explorando temas como relacionamentos, sonhos e a luta para encontrar o próprio caminho na vida. A narrativa é rica em drama e emoções, oferecendo uma visão realista e tocante da vida adulta.
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Paradise Kiss

“Paradise Kiss” é uma adaptação do mangá de Ai Yazawa, conhecido por sua habilidade em criar histórias envolventes e realistas. O anime Josei segue Yukari, uma estudante de ensino médio que se vê envolvida com um grupo de estudantes de design de moda que a recrutam para ser o modelo de sua coleção de roupas.
A história aborda questões como identidade, paixão e os desafios de seguir seus sonhos. A narrativa é uma mistura de romance e drama, com um foco significativo na moda e na autoexpressão. A profundidade emocional e a complexidade dos personagens fazem de “Paradise Kiss” uma excelente introdução ao josei.
Usagi Drop

“Usagi Drop” é uma anime Josei encantador que mistura comédia e drama de maneira impecável. O anime segue Daikichi, um homem solteiro que acaba se tornando responsável pela sobrinha de seis anos de seu avô falecido. O anime é um retrato sensível e realista dos desafios e alegrias da paternidade e do crescimento.
Com uma abordagem mais leve e cotidiana, “Usagi Drop” destaca a importância das relações familiares e o impacto da paternidade inesperada. A série é conhecida por seu retrato honesto da vida e dos desafios que ela apresenta, tornando-a uma introdução acessível e gratificante ao gênero josei.
O anime adaptou boa parte do mangá, porém, não concluiu inteiramente a obra, o que para muito é enxergado de maneira positiva, uma vez que muitos consideram o anime superior ao mangá, devido aos rumos que a trama é conduzida.
Honey and Clover

“Honey and Clover” é uma comédia dramática que explora a vida de um grupo de estudantes universitários enquanto eles navegam pelos desafios do amor, amizade e futuro incerto. A série segue Shinobu, Yuta e Hagu, três amigos que enfrentam suas próprias crises e sonhos enquanto lidam com as complexidades de suas relações interpessoais.
Com um enredo que mistura momentos de leveza com profundas questões emocionais, “Honey and Clover” oferece um retrato sincero e muitas vezes melancólico da vida adulta e das mudanças que ela traz. A animação charmosa e a profundidade dos personagens fazem desta uma ótima opção para quem quer ingressar no gênero Josei.
Anohana: The Flower We Saw That Day

“Anohana: The Flower We Saw That Day” é uma série emocionalmente carregada que aborda temas de luto, amizade e crescimento pessoal. A história gira em torno de um grupo de amigos de infância que se afastaram após a morte trágica de uma amiga. Anos depois, a aparição do fantasma dela os faz reunir e enfrentar os sentimentos não resolvidos do passado.
Com um enredo que combina elementos sobrenaturais com um foco profundo nas emoções e nas relações humanas, “Anohana” é uma escolha excepcional para aqueles que buscam um anime josei para começar no gênero.
O gênero josei oferece uma rica tapeçaria de histórias que exploram a vida adulta com uma perspectiva madura e realista. Desde dramas emocionais até comédias leves, cada anime josei proporciona uma visão única e profunda da vida, das relações e das experiências humanas. Esses cinco animes são um excelente ponto de partida para qualquer um que deseje mergulhar no gênero e explorar a variedade de histórias e emoções que ele tem a oferecer.
Se você está pronto para começar sua jornada pelo mundo do josei, esses títulos não apenas fornecerão uma introdução envolvente, mas também deixarão uma impressão duradoura com suas narrativas impactantes e personagens memoráveis. Boa maratona!
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Armazenamento por 10 mil anos: Microsoft avança em técnica que grava dados em vidro

Um estudo, divulgado nesta quarta-feira (18) na revista Nature, apresentou novos avanços do Projeto Silica, iniciativa de pesquisa da Microsoft voltada ao desenvolvimento de um sistema de armazenamento digital em placas de vidro capaz de preservar informações por milênios.
O projeto, iniciado em 2019, busca criar um método mais durável e energeticamente eficiente que os dispositivos atuais, cujos suportes têm vida útil limitada e exigem cópias periódicas de segurança.
A tecnologia utiliza vidro de silício — material muito puro e comum, empregado, por exemplo, em tubos de lâmpadas halógenas e espelhos de telescópios — conhecido por resistir a variações de temperatura, umidade e interferências eletromagnéticas.
Essas características contrastam com centros de dados tradicionais, que consomem grande quantidade de energia e dependem de ambientes altamente controlados para preservar discos rígidos e outras mídias.
Segundo o estudo, o sistema desenvolvido pela divisão de pesquisa Microsoft Research constitui uma “solução de armazenamento de arquivos” completa, abrangendo desde o registro e conservação até a restituição dos dados, com potencial de mantê-los intactos por dezenas de milhares de anos.

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Como funciona o armazenamento em vidro da Microsoft
O processo do Silica é dividido em quatro etapas: gravação, armazenamento, leitura e decodificação. Os dados são registrados diretamente dentro da placa de vidro com um laser ultrarrápido multifásico — um laser de femtossegundo — que cria pixels tridimensionais chamados voxels.
De acordo com a descrição técnica, “os dados do usuário chegam sob a forma de uma série de bits, que depois são agrupados em símbolos. Cada símbolo corresponde a um voxel”. Esses voxels são gravados camada por camada dentro do material, “de baixo para cima ao longo da espessura da placa de vidro, até que fique completamente preenchida”.
Após a gravação, as placas podem ser armazenadas em bibliotecas sem necessidade de condições atmosféricas especiais. Para recuperar as informações, o sistema usa um microscópio automatizado com câmera capaz de captar imagens de cada camada de voxels. Em seguida, essas imagens são decodificadas — principalmente com auxílio de inteligência artificial (IA) — para restaurar os dados em seu formato original.
Capacidade e durabilidade
O estudo aponta que o método alcança velocidade de gravação de 65,9 megabits por segundo e densidade de armazenamento de 1,59 gigabits por milímetro cúbico. Isso equivale a cerca de 4,84 terabytes em um fragmento de vidro de 12 centímetros quadrados e apenas dois milímetros de espessura. Nesse espaço reduzido, afirmam os pesquisadores, caberiam “cerca de dois milhões de livros impressos ou cinco mil filmes em 4K de ultra-alta definição”.
Entre os principais atrativos está a longevidade. Os cientistas calculam que “os dados poderiam continuar legíveis dentro de dez mil anos”, mesmo se submetidos a temperaturas de até 290 °C. As projeções, porém, não consideram possíveis danos físicos ou corrosão química que possam degradar o suporte ao longo do tempo.
Outra vantagem apontada é a segurança: como os dados ficam armazenados offline, não podem ser alvo de ataques de hackers, a menos que as placas sejam fisicamente roubadas.

Novo material reduz custos e amplia viabilidade
Um dos avanços descritos na publicação é a possibilidade de usar vidro borossilicato — material comum encontrado em utensílios de cozinha e portas de forno — em vez de sílica fundida de alta pureza, antes necessária para a técnica. Essa mudança reduz custos e aumenta a disponibilidade do meio de armazenamento, superando obstáculos importantes para eventual comercialização.
A pesquisa também mostrou melhorias na velocidade de gravação e simplificação do hardware. O leitor das placas agora necessita apenas de uma câmera, e não três ou quatro, diminuindo tamanho e preço. Já os dispositivos de escrita passaram a ter menos componentes, facilitando fabricação, calibração e operação.
Os cientistas relataram ainda descobertas técnicas relevantes, como:
- Redução do número de pulsos necessários para formar voxels birefringentes;
- Desenvolvimento de escrita “pseudo-pulso único” para gravação mais rápida;
- Criação de um novo método de armazenamento chamado “phase voxels” (voxels de fase, em tradução literal), que modifica a fase do vidro em vez da polarização e pode ser formado com apenas um pulso;
- Capacidade de gravar vários voxels simultaneamente com sistema de múltiplos feixes;
- Uso de aprendizado de máquina para otimizar codificação de símbolos e decodificação de dados;
- Novo método óptico não destrutivo para avaliar o envelhecimento das gravações.
Como iniciativa de pesquisa, o Projeto Silica já realizou provas de conceito para demonstrar a tecnologia. Entre elas, o armazenamento do filme “Superman”, da Warner Bros. Discovery, em vidro de quartzo; a parceria com o Global Music Vault para preservar músicas sob gelo por dez mil anos; e um projeto educacional chamado “Golden Record 2.0”, um arquivo digital colaborativo com imagens, sons, músicas e falas destinado a representar a diversidade humana ao longo dos milênios.

Desafio global de armazenamento
O estudo destaca que a quantidade de dados gerados pela atividade humana “quase duplicam a cada três anos”, reforçando a necessidade de métodos alternativos e sustentáveis de preservação digital. Soluções atuais, como fitas magnéticas e discos rígidos, degradam em poucas décadas e possuem vida útil limitada, o que dificulta a conservação de informações para gerações futuras.
Segundo os pesquisadores, o armazenamento em vidro com lasers de femtossegundo está entre as poucas tecnologias em desenvolvimento com potencial de oferecer armazenamento durável, imutável e de longa duração. A fase de pesquisa foi concluída e os resultados foram publicados para que outros cientistas possam expandir o trabalho.
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Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.
Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google muda exibição de links em respostas com IA
De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.
New on Search: In AI Overviews and AI Mode, groups of links will automatically appear in a pop-up as you hover over them on desktop, so you can jump right into a website to learn more. And we’ll show more descriptive and prominent link icons within the response across both… pic.twitter.com/VUTtHUCwgG
— Robby Stein (@rmstein) February 17, 2026
Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.
Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.
Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X
No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.
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Debate sobre impacto em publishers e investigação na Europa
O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.
No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.
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Moltbook viraliza, mas especialistas apontam falhas de segurança

A criação do OpenClaw, projeto que ganhou força nas últimas semanas após a popularização da rede social experimental Moltbook, gerou debates sobre os limites da chamada IA agentic. A plataforma simulava um espaço em que agentes de inteligência artificial (IA) interagiam entre si, levando parte da comunidade a acreditar que sistemas autônomos estariam se organizando sem supervisão humana.
Com o avanço das análises, porém, pesquisadores apontaram que o fenômeno não representava uma ação real de agentes de IA. Segundo especialistas em segurança, falhas técnicas permitiam que pessoas reais publicassem conteúdos se passando por bots, levantando dúvidas sobre a autenticidade de todo o material publicado e reacendendo discussões sobre riscos de segurança ligados a esse tipo de tecnologia.

Falhas no Moltbook, rede social de agentes, expõem limites do projeto
A repercussão começou após mensagens publicadas no Moltbook sugerirem que agentes buscavam espaços privados para conversar. O caso chamou atenção de figuras conhecidas do setor, incluindo Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e membro fundador da OpenAI, que classificou o momento como algo próximo de uma ficção científica.
Posteriormente, análises mostraram que a rede apresentava problemas de segurança. Ian Ahl, CTO da Permiso Security, afirmou que credenciais armazenadas no banco de dados Supabase ficaram expostas por um período, permitindo que qualquer usuário acessasse tokens e se passasse por outros agentes. A consequência foi a impossibilidade de confirmar se postagens eram realmente geradas por IA.
John Hammond, pesquisador principal de segurança da Huntress, destacou ao TechCrunch que humanos podiam criar contas, simular bots e até impulsionar publicações sem restrições. Apesar disso, o Moltbook virou um experimento cultural na internet, com versões inspiradas em redes sociais conhecidas, incluindo serviços de relacionamento e fóruns voltados a agentes.
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Popularidade do OpenClaw e questionamentos sobre inovação
O OpenClaw é um projeto open source do desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, inicialmente lançado como Clawdbot. A ferramenta acumulou mais de 190 mil estrelas no GitHub, tornando-se um dos repositórios de código mais populares da plataforma.
O sistema facilita o uso de agentes de IA, permitindo integração com aplicativos como WhatsApp, Discord, iMessage e Slack, além de funcionar como uma camada de conexão com modelos já existentes, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok. Para John Hammond, no entanto, o OpenClaw atua basicamente como um “wrapper” desses modelos, sem apresentar ruptura tecnológica.
Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, avalia que o projeto representa uma melhoria incremental, principalmente por ampliar o acesso dos agentes a diferentes sistemas. Já Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de cibersegurança Cracken, afirma que os componentes já existiam e que o diferencial foi apenas combinar recursos de forma mais fluida.
A facilidade de automatizar tarefas, do gerenciamento de e-mails à negociação de ações por meio de habilidades baixadas na loja ClawHub, ajudou a impulsionar a viralização. Ainda assim, especialistas alertam que a produtividade prometida depende de um nível de confiança que a tecnologia ainda não alcançou.

Testes de segurança conduzidos por Ian Ahl mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection, técnica em que comandos maliciosos levam agentes a executar ações indevidas, como compartilhar credenciais ou realizar transferências. Em ambientes corporativos, esse cenário pode representar risco elevado, já que os agentes operam com acesso amplo a e-mails e plataformas internas.
Apesar de existirem proteções, pesquisadores afirmam que não há garantia de que agentes não sejam manipulados. Para Hammond, o setor enfrenta um impasse: permitir alto nível de automação implica aceitar riscos de segurança ainda não resolvidos. Diante desse quadro, ele recomenda que usuários comuns evitem a tecnologia por enquanto.
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