Saúde
Quantos ossos tem o corpo humano?

O corpo humano é um organismo complexo, o que significa que diferentes estruturas cumprem diferentes papéis. Distribuídos por toda a extensão de nossos corpos, os ossos são talvez alguma das mais importantes partes dos nossos organismos, mas quantos ossos o corpo humano possui?
Pelo incrível que pareça, essa resposta varia conforme a idade da pessoa examinada. Enquanto um esqueleto de um adulto é composto por 206 ossos, esse número pode variar conforme alguns fatores, especialmente a idade, pois o número de ossos tende a diminuir ao longo do tempo, além de depender dos critérios de contagem adotados pelos anatomistas.
Como funciona a estrutura óssea humana ao longo dos anos
Crianças pequenas e bebês podem ter até cem ossos a mais no corpo. Quando nascemos e durante boa parte da nossa primeira infância temos boa parte de nossos ossos formados por cartilagem. Isso faz com que o número de ossos seja maior na população pediátrica.
Durante o crescimento, à medida que envelhecemos, estes ossos tendem a se fundir a partir de seus núcleos de crescimento. Apesar dessa fusão, nenhum osso desaparece completamente. Na vida adulta, principalmente a partir dos 40, os ossos voltam a se fundir.

O processo responsável pela fusão de vários ossos em um só se chama sinostose, e consiste na junção de ossos em diferentes fases da vida e regiões do esqueleto, resultando no desaparecimento das articulações entre eles. Normalmente observado no crânio, esse fenômeno envolve a eliminação de algumas articulações específicas chamadas suturas. Com o tempo os ossos afetados pela sinostose perdem a capacidade de absorver impactos.
Alguns ossos afetados pela sinostose são, o osso zigomático (maçã do rosto) que pode se fundir ao osso temporal, resultando na eliminação da sutura zigomático-temporal. Em ossos do quadril, os ossos púbicos podem passar pelo processo de sinostose, formando a sínfise púbica, comum durante a adolescência ou na idade adulta. A coluna vertebral também é suscetível à sinostose, especialmente nas vértebras sacrais, que podem se fundir para criar o osso sacro na porção inferior da coluna. Nos ossos do carpo, localizados no punho, a fusão pode ocorrer entre alguns ossos ao longo do tempo, resultando em uma estrutura mais rígida.
Um recém-nascido geralmente possui entre 270 e 300 ossos. No entanto, à medida que a criança cresce, alguns desses ossos se fundem durante o processo de ossificação, resultando em um número menor de ossos à medida que atingem a idade adulta.
Por volta dos 10 anos de idade, o processo de fusão óssea já deu conta de grande parte dos ossos, mas ainda não todos. Em média, uma criança de 10 anos saudável pode ter cerca de 206 ossos, o número típico em um adulto.
O menor osso do corpo humano é o estribo, localizado no ouvido médio. Este osso, junto com o martelo e o tímpano, é fundamental para a audição e é aproximadamente do tamanho de um grão de arroz.
O fêmur é o maior osso do corpo humano. Este osso longo está localizado na coxa e é crucial para o suporte do peso corporal e a locomoção.
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Saúde
Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).![]()
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Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Mpox
A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.
Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.
Saúde
Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.
A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.
Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes
Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.
Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)
Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.
Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.
Leia mais
- Obesidade infantil ultrapassa desnutrição no mundo, diz Unicef
- Obesidade abdominal e perda muscular aumentam mortalidade
- Como bactérias na boca podem indicar risco de obesidade
Desafio global
- A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
- À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
- E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
- Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.
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Saúde
Remédio que dispensa jejum é mais potente que semaglutida oral, diz estudo na Lancet

Um novo medicamento experimental chamado orforgliprona, da Eli Lilly, demonstrou resultados significativos para adultos que enfrentam a obesidade e o diabetes tipo 2. Em testes que duraram 72 semanas, os pacientes que utilizaram a substância conseguiram reduzir o peso corporal em até 9,6%.
Os dados, publicados na revista científica The Lancet, mostram que o remédio foi muito mais eficiente que o placebo. A grande vantagem prática é que se trata de uma pílula oral que não exige restrições de horário para comer ou beber água, o que torna o tratamento muito mais simples de seguir no dia a dia.
Além de emagrecer, o medicamento, que pertence à classe dos agonistas do receptor de GLP-1, ajudou a controlar o açúcar no sangue e melhorou indicadores da saúde do coração.
Orforgliprona supera semaglutida oral no controle do diabetes
Um estudo, chamado ACHIEVE-3, comparou diretamente o novo fármaco com a semaglutida oral (famosa versão em comprimido de tratamentos para diabetes) em 1.698 adultos. Durante um ano, os participantes tomaram doses diárias de 12 mg ou 36 mg de orforgliprona, ou doses de 7 mg ou 14 mg de semaglutida, sempre acompanhados de mudanças no estilo de vida.

Os números mostram uma vantagem clara: a dose de 36 mg da orforgliprona promoveu uma perda de peso de 8,9 kg, enquanto a semaglutida de 14 mg ficou em 5 kg. Isso significa que o medicamento experimental foi 73,6% mais potente para emagrecer do que o concorrente já disponível no mercado. No controle da glicose, a orforgliprona também venceu, reduzindo a hemoglobina glicada em 2,2%, contra 1,4% da semaglutida.
No entanto, o tratamento exige atenção aos efeitos colaterais. Assim como outros remédios da mesma família, a orforgliprona causa náuseas, diarreia e vômitos, principalmente no início do ajuste das doses. Um ponto de alerta é que o número de pessoas que desistiram do tratamento por não suportarem esses efeitos foi maior no novo medicamento (entre 8,7% e 9,7%) do que na semaglutida (cerca de 4,5% a 4,9%).
Apesar do desconforto gástrico, a substância trouxe melhorias no colesterol e na pressão arterial dos voluntários. Quanto à segurança, as mortes registradas durante os testes globais não tiveram relação comprovada com o uso do remédio. A fabricante Eli Lilly agora aguarda a decisão do FDA, a Anvisa dos Estados Unidos, para liberar o uso contra a obesidade no próximo trimestre. O pedido para o tratamento específico de diabetes tipo 2 deve ficar para o fim de 2026.
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