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Saúde

Qual efeito de energéticos no corpo?

Redação Informe 360

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Os energéticos têm se tornado uma presença constante na vida moderna, especialmente para aqueles que buscam um aumento rápido de energia e foco. Seja para estudantes em época de provas, profissionais em jornadas de trabalho extensas ou atletas que precisam de um impulso extra, essas bebidas prometem uma solução quase mágica para o cansaço e a falta de concentração.

No entanto, é essencial entender os efeitos dos energéticos e como eles realmente afetam o corpo humano, os riscos associados ao seu consumo e se há alternativas mais seguras ou saudáveis.

O que são energéticos e como eles funcionam?

Os energéticos são bebidas projetadas para ter um efeito de aumentar temporariamente os níveis de energia e melhorar o desempenho mental e físico. A maioria contém uma combinação de ingredientes estimulantes, sendo a cafeína o componente principal, além de outros como taurina, guaraná, ginseng, vitaminas do complexo B e açúcar.

Cafeína: o principal ingrediente ativo

A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central que bloqueia a adenosina, um neurotransmissor responsável por promover o sono. Ao fazer isso, a cafeína aumenta a liberação de outros neurotransmissores, como dopamina e norepinefrina, que elevam o estado de alerta e melhoram o humor.

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Além disso, a cafeína pode aumentar a liberação de adrenalina, preparando o corpo para a resposta de “luta ou fuga”, que resulta em um aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e do fluxo sanguíneo para os músculos.

Leia também:

Outros ingredientes comuns em enegréticos

  • Taurina: Um aminoácido que pode ajudar na regulação do volume celular e tem propriedades antioxidantes. Acredita-se que a taurina em combinação com a cafeína possa melhorar o desempenho atlético, mas mais pesquisas são necessárias para confirmar isso.
  • Guaraná: Outra fonte natural de cafeína que pode potencializar os efeitos estimulantes.
  • Ginseng: Uma erva que é frequentemente usada por suas propriedades antioxidantes e para aumentar a resistência física e mental.
  • Vitaminas do Complexo B: Essas vitaminas ajudam na conversão de alimentos em energia, mas, em energéticos, sua eficácia é debatida, pois já são abundantes em uma dieta equilibrada.
  • Açúcar: Embora forneça uma rápida fonte de energia, o açúcar em grandes quantidades pode levar a uma série de problemas de saúde, como ganho de peso, resistência à insulina e cáries dentárias.

Efeitos dos energéticos no corpo humano

O consumo de energéticos pode ter uma variedade de efeitos no corpo, tanto positivos quanto negativos. Vamos explorar esses efeitos com mais detalhes.

Benefícios Potenciais

  • Aumento de energia e alerta mental: Devido à presença de cafeína, os energéticos podem aumentar temporariamente a energia e melhorar a concentração. Isso é particularmente útil em situações onde se precisa de um desempenho mental ou físico imediato, como durante longas sessões de estudo ou em competições esportivas.
  • Melhora do desempenho físico: Alguns estudos sugerem que os energéticos podem aumentar a resistência e o desempenho físico em atividades de alta intensidade, graças à combinação de cafeína e taurina. No entanto, esse efeito pode variar de pessoa para pessoa.
  • Aumento da motivação e do humor: A liberação de neurotransmissores como a dopamina pode levar a um aumento temporário do humor e da motivação, tornando as tarefas menos agradáveis mais toleráveis por um curto período.
Homem correndo enquanto usa exoesqueleto X1 da startup chinesa Dnsys
(Imagem: Divulgação/Dnsys)

Riscos e efeitos adversos

  • Aumento da frequência cardíaca e pressão arterial: O consumo excessivo de cafeína pode causar um aumento da frequência cardíaca (taquicardia) e da pressão arterial, o que pode ser perigoso para pessoas com condições cardíacas preexistentes ou hipertensão.
  • Problemas de sono: Os efeitos estimulantes da cafeína podem interferir no ciclo de sono, causando insônia ou reduzindo a qualidade do sono. Isso pode levar a um ciclo vicioso de dependência de cafeína para combater a fadiga diurna resultante.
  • Ansiedade e nervosismo: Em doses elevadas, a cafeína pode causar efeitos colaterais como ansiedade, tremores e irritabilidade, devido à superestimulação do sistema nervoso central.
  • Dependência e tolerância: O uso regular de energéticos pode levar à dependência de cafeína, onde o corpo se torna adaptado aos efeitos da substância e requer doses maiores para obter o mesmo efeito, resultando em um ciclo de consumo crescente.
  • Efeitos negativos do açúcar: Muitos energéticos são carregados de açúcar, o que pode contribuir para o ganho de peso e aumentar o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. O consumo regular de bebidas açucaradas está associado a efeitos negativos na saúde metabólica geral.

Quem deve evitar energéticos?

Embora os energéticos possam ser seguros para consumo ocasional em adultos saudáveis, existem grupos de pessoas que devem evitá-los completamente:

  • Adolescentes e Crianças: O sistema nervoso em desenvolvimento é mais suscetível aos efeitos adversos da cafeína, tornando seu consumo em energéticos inadequado para esses grupos.
  • Gestantes e Lactantes: A cafeína pode atravessar a placenta e também ser passada para o leite materno, potencialmente afetando o feto ou o bebê.
  • Indivíduos com condições cardíacas: Pessoas com problemas cardíacos ou hipertensão devem evitar energéticos, devido ao risco de exacerbação de sintomas.
  • Pessoas com ansiedade: Aqueles que sofrem de transtornos de ansiedade podem achar que a cafeína intensifica os sintomas de nervosismo e inquietação.

Alternativas mais saudáveis: existe um energético melhor?

Diante dos riscos associados ao consumo excessivo de energéticos, muitas pessoas buscam alternativas mais saudáveis. Entre as opções disponíveis, encontramos:

Energéticos sem açúcar

Energéticos sem açúcar ou com adoçantes artificiais são frequentemente comercializados como alternativas mais saudáveis. Embora removam os efeitos negativos do açúcar, esses energéticos ainda contêm altas doses de cafeína, o que pode apresentar problemas semelhantes.

Café e chá

O café e o chá são formas naturais e amplamente consumidas de cafeína que podem oferecer um impulso de energia sem os aditivos encontrados em energéticos. O chá verde, em particular, contém L-teanina, que pode ajudar a moderar os efeitos da cafeína e proporcionar um estado de alerta mais calmo.

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imagem descreve diferentes remédios amontoados em comprimido, cápsula e pílulas
(Reprodução: @freestocks/Unsplash)

Suplementos de cafeína em cápsulas

Para aqueles que procuram apenas os efeitos da cafeína sem outros aditivos, cápsulas de cafeína são uma alternativa prática. No entanto, é crucial seguir as recomendações de dosagem para evitar efeitos adversos.

Suplementos naturais

Ingredientes naturais como guaraná, ginseng e maca são alternativas populares, frequentemente encontradas em suplementos ou bebidas energéticas naturais. Esses ingredientes podem oferecer um aumento de energia com menos riscos associados à cafeína pura.

O consumo histórico de energéticos naturais

Embora as bebidas energéticas modernas sejam um fenômeno recente, a humanidade tem buscado formas de aumentar a energia e o estado de alerta há séculos. Três exemplos notáveis dessa busca histórica por estímulos naturais são o cacau, o café e o guaraná, que, em diferentes regiões e culturas, foram adotados por suas propriedades revigorantes e benefícios à saúde.

O cacau, originário das civilizações maias e astecas, era consumido em forma de bebida energética e reverenciado por seus efeitos estimulantes e afrodisíacos. Os antigos povos mesoamericanos acreditavam que o cacau era um presente divino e o utilizavam em cerimônias religiosas e como moeda de troca. O cacau é rico em teobromina, uma substância semelhante à cafeína, que proporciona um efeito energizante suave, além de ser uma excelente fonte de antioxidantes benéficos. Esses antioxidantes ajudam a combater os radicais livres no organismo, contribuindo para a saúde geral e o bem-estar.

Já o café, descoberto na Etiópia e popularizado no Oriente Médio, rapidamente se tornou uma das bebidas mais consumidas no mundo. Sua popularidade é atribuída não apenas ao seu sabor rico e estimulante, mas também aos seus efeitos energizantes.

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O café é uma das principais fontes de cafeína na dieta moderna, e seu consumo está associado a um aumento do estado de alerta e concentração. Além disso, o café oferece uma série de antioxidantes que podem ter benefícios potenciais à saúde quando consumido com moderação, incluindo a redução do risco de certas doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e doenças neurodegenerativas.

Grãos de café
Imagem: Ilja Generalov/Shutterstock

Outro exemplo importante de um energético natural é o guaraná, uma planta nativa da região amazônica que tem sido usada há muito tempo por tribos indígenas como um estimulante natural. O guaraná é particularmente conhecido por seu alto teor de cafeína, que é aproximadamente o dobro do encontrado nos grãos de café.

Devido a essa alta concentração de cafeína, o guaraná é eficaz em aumentar os níveis de energia e melhorar a atenção e o foco mental. Além disso, o guaraná contém outros compostos bioativos, como taninos e saponinas, que também oferecem efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios, tornando-o uma escolha popular em várias bebidas energéticas e suplementos dietéticos em todo o mundo.

O equilíbrio é a chave

Os energéticos podem ser uma solução eficaz para um aumento rápido de energia, mas é crucial consumi-los com responsabilidade e consciência dos possíveis efeitos adversos. Para a maioria das pessoas, o consumo ocasional é seguro, mas não deve se tornar um hábito diário. Alternativas naturais e um estilo de vida equilibrado, incluindo dieta saudável e sono adequado, são fundamentais para manter níveis de energia sustentáveis e promover o bem-estar geral.

Se você optar por consumir energéticos, escolha opções sem açúcar e fique atento às suas necessidades pessoais e limitações. Lembre-se, cada corpo é único, e o que funciona para uma pessoa pode não ser adequado para outra. Consultar um profissional de saúde é sempre uma boa ideia para entender melhor como os energéticos podem afetar você, especialmente se você pertence a algum dos grupos que devem evitá-los.

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Saúde

Tecnologia usada na pandemia de Covid também pode ajudar a tratar câncer de pele

Redação Informe 360

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Um tratamento experimental contra câncer de pele que usa RNA mensageiro (mRNA) apresentou resultados animadores. Em estudo clínico, a terapia reduziu quase pela metade o risco de a doença voltar ou levar à morte quando usada junto a medicamento já aprovado.

A base é a mesma tecnologia usada para vacinas contra a Covid-19, mas aplicada de outro jeito. Em vez de fórmula única, o tratamento é personalizado para cada paciente, usando informações genéticas do próprio tumor para ensinar o sistema imunológico a atacar o câncer.

Tratamento usa mRNA para ‘treinar’ sistema imunológico

O medicamento experimental se chama intismeran autogene. Ele está sendo desenvolvido pela Moderna, em parceria com a Merck. E foi testado em conjunto com o Keytruda, imunoterápico já usado contra vários tipos de câncer.

Médica fazendo exame de câncer de pele
Terapia com mRNA reduziu quase pela metade o risco do melanoma voltar ou levar à morte (Imagem: Rovsky/Shutterstock)

O estudo acompanhou 157 pacientes com melanoma que havia voltado ou se espalhado após cirurgia. Parte deles recebeu o tratamento combinado; outra parte usou apenas o Keytruda. Após cinco anos, o grupo que recebeu a combinação teve queda de cerca de 49% no risco de recorrência ou morte.

O processo funciona assim: os cientistas analisam o DNA do tumor para identificar mutações específicas. Depois, o mRNA carrega instruções para o sistema imunológico reconhecer essas mutações e atacar as células cancerígenas. E o Keytruda ajuda a manter essa resposta imune ativa.

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Resultados animam, mas especialistas pedem cautela

Segundo a Moderna, o tratamento teve perfil de segurança semelhante ao do Keytruda sozinho. Os efeitos colaterais mais comuns foram fadiga, dor no local da aplicação e calafrios, sem aumento relevante de reações graves.

Apesar dos resultados promissores, especialistas ouvidos pelo Washington Post pedem cautela. Um estudo maior, já em andamento, deve divulgar novos dados ainda em 2026. Esses resultados serão decisivos para confirmar se a terapia realmente funciona e se pode avançar para aprovação e uso mais amplo.

O melanoma é o tipo mais letal de câncer de pele. Nos Estados Unidos, surgem mais de 100 mil novos casos por ano. Quando descoberto cedo, a taxa de sobrevivência em cinco anos chega a 95%. Mas esse número cai para cerca de 35% quando o câncer se espalha para outros órgãos.

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Saúde

O próximo salto da ciência: simular um cérebro humano num supercomputador

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Cientistas estão prestes a fazer algo que parece saído de uma história de ficção científica: a simulação de um cérebro humano num supercomputador. Com o baita avanço no poder de processamento mundo afora, pesquisadores agora possuem as ferramentas necessárias para rodar modelos que reproduzem a complexidade biológica da nossa mente.

O projeto é um salto monumental após o sucesso do mapeamento do cérebro de uma mosca-das-frutas em 2024. Enquanto o inseto exigiu o rastreio de 54,5 milhões de sinapses, recriar a arquitetura humana envolve lidar com bilhões de neurônios, o que promete revelações sobre o funcionamento do nosso pensamento.

Poder de processamento alcança o nível necessário para simular cérebro humano

Para recriar o funcionamento de uma mente humana, os pesquisadores utilizam as máquinas mais potentes do mundo, capazes de realizar cálculos que até pouco tempo atrás eram impossíveis. Esse novo patamar de hardware permite que modelos digitais suportem a fiação biológica de escala humana, funcionando como um espelho de células reais num ambiente virtual.

Biocomputação: como mini cérebros estão impulsionando a próxima era da IA
Com o avanço no poder de processamento mundo afora, pesquisadores agora possuem as ferramentas necessárias para simular um cérebro humano num supercomputador (Imagem: Sergey Nivens/Shutterstock)

O desafio técnico não reside apenas na quantidade bruta de dados, mas na velocidade com que eles interagem entre si. A meta agora é simular o disparo sincronizado de bilhões de células nervosas, o que deve permitir observar em tempo real como a informação flui através da rede. Pela primeira vez, a tecnologia consegue acompanhar o ritmo biológico de processamento.

Essa simulação se apoia no crescente entendimento sobre o conectoma, o “mapa de fiação” do cérebro no qual cada conexão é detalhada. Sabemos cada vez melhor como os neurônios se agrupam e se comunicam, o que torna o modelo computacional uma ferramenta de alta fidelidade. Por isso, não se trata de uma estimativa genérica, mas de uma reconstrução baseada em dados biológicos precisos.

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As implicações práticas são vastas e podem revolucionar o tratamento de distúrbios neurológicos num futuro próximo. Ao testar reações num cérebro virtual, cientistas podem prever efeitos de novos medicamentos e entender falhas de conexão sem oferecer riscos a pacientes. Assim, o supercomputador torna-se a peça central para decifrar mistérios da consciência humana.

(Essa matéria usou informações de New Scientist.)

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Saúde

‘Equipe médica’ de IA antecipa demência ao analisar prontuários e anotações

Redação Informe 360

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Pesquisadores do Mass General Brigham desenvolveram um sistema de inteligência artificial (IA) capaz de detectar sinais precoces de declínio cognitivo ao analisar anotações médicas de rotina. A tecnologia opera de forma autônoma, sem necessidade de intervenção humana após o processamento inicial. E atingiu 98% de especificidade em validações feitas com dados do mundo real.

Diferente de ferramentas comuns de triagem, o sistema funciona como uma “equipe clínica digital” composta por cinco agentes que revisam o trabalho uns dos outros. Para fomentar a inovação na saúde, a equipe liberou a Pythia, ferramenta de código aberto que permite a outras instituições otimizarem suas próprias IAs para identificar riscos de demência de forma automatizada.

Agentes de IA autônomos colaboram para transformar anotações em diagnósticos

O sistema não opera como um modelo de IA isolado, mas como um fluxo de trabalho agêntico, no qual módulos executam tarefas. Cinco agentes especializados trabalham em conjunto, criticando as conclusões uns dos outros e refinando o raciocínio de forma iterativa, exatamente como médicos fariam numa conferência de casos. Essa estrutura permite que a ferramenta identifique padrões sutis em documentos clínicos que poderiam passar despercebidos em avaliações rápidas.

Cérebro se desfazendo devido à demência
Sistema de IA detecta sinais precoces de declínio cognitivo ao analisar anotações médicas de rotina (Imagem: Naeblys/Shutterstock)

Para alcançar esse nível de precisão, os cientistas utilizaram grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês), como o Llama 3.1, da Meta, e criaram o motor de otimização Pythia. Essa tecnologia automatiza o refinamento de “prompts” (instruções dadas à IA), permitindo que o sistema aprenda a extrair informações relevantes de prontuários médicos sem a necessidade de supervisão humana constante para cada novo conjunto de dados.

Durante os testes de validação, o fluxo de trabalho autônomo superou o desempenho de modelos configurados manualmente por especialistas humanos. Embora a sensibilidade do sistema tenha apresentado variações ao lidar com diferentes volumes de dados, a alta especificidade garante que pacientes saudáveis raramente recebam diagnósticos falsos. Isso evita preocupações desnecessárias e exames laboratoriais caros e invasivos.

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Ao disponibilizar o código de forma aberta, os pesquisadores esperam que hospitais ao redor do mundo consigam implementar triagens em larga escala com baixo custo. O uso de documentação clínica pré-existente transforma dados administrativos numa ferramenta poderosa de medicina preventiva. E isso permite que o tratamento para doenças cognitivas comece muito antes do agravamento dos sintomas.

(Essa matéria usou informações de Mass General Brigham e NPJ Digital Medicine.)

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