Saúde
Por que o sono é tão importante para o crescimento dos músculos?

A musculação tem se tornado uma atividade cada dia mais comum e de extrema importância na vida das pessoas. Dentre seus muitos benefícios estão a melhora da autoestima, a redução do colesterol e a melhora da imunidade. Porém, se você quer crescer, é importante dedicar-se a ter uma boa noite de sono, e não apenas ir à academia todos os dias.
Como funciona o impacto positivo da musculação no corpo humano?
A musculação, quando realizada de forma intensa e regular, e aliada a uma dieta equilibrada, auxilia o organismo a eliminar gordura e a incrementar a massa muscular. Embora a musculação possa queimar mais calorias do que os exercícios aeróbicos, dependendo da intensidade e frequência dos treinos, essa não é sua principal contribuição para a perda de peso.
O aumento do volume muscular, um processo conhecido como hipertrofia, é um dos principais benefícios da musculação. Os músculos necessitam de energia para desempenhar as atividades cotidianas.
Assim, quando uma pessoa possui músculos mais desenvolvidos e volumosos, essa musculatura requer mais energia. Isso resulta em uma queima acelerada de calorias e, consequentemente, na perda de peso.
Dessa forma, a musculação estimula um metabolismo mais rápido, favorecendo o consumo de calorias, mesmo quando a pessoa está em repouso.
O poder do sono no crescimento dos músculos
O sono desempenha um papel crucial no crescimento e reparo dos músculos do corpo humano. Logo abaixo listamos 4 funções importantes dos músculos ligados diretamente com a qualidade do sono.
- Funções restauradoras: durante o sono, o organismo realiza as principais funções restauradoras do corpo, como o reparo dos tecidos, o crescimento muscular e a síntese de proteínas.
- Hormônios de crescimento: o hormônio de crescimento é produzido durante todo o dia, mas à noite sua produção se eleva durante o sono profundo. Este hormônio é um dos protagonistas no processo de crescimento muscular.
- Anabolismo: alguns hormônios, como a testosterona e o GH (hormônio do crescimento), essenciais para o crescimento muscular, são liberados durante o sono profundo.
- Reparo muscular: para ficar mais forte e musculoso, suas fibras musculares precisam se romper em um nível microscópico e, quando voltam a crescer, você ganha força. Esse processo ocorre principalmente enquanto você dorme.

Riscos de uma noite de sono mal dormida
Por outro lado, dormir mal ou pular noites de sono podem ter consequências catastróficas para o corpo. Muitos desses efeitos colaterais são cumulativos, sendo sentidos apenas depois de algum tempo. Confira quais as principais consequências de problemas para dormir:
Aumenta o risco de doenças: sem o descanso noturno, o corpo libera menor quantidade de interleucinas, substâncias que agem contra vírus e bactérias. Isso pode desencadear depressão, doenças cardíacas, derrame e, segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, alguns tipos de tumor.
Diminui o metabolismo: a melatonina, além de equilibrar o sono, é um poderoso regulador da ação da insulina e controla todos os pontos do balanço energético do corpo.
Enfraquece o sistema imunológico: p principal meio de recuperação do organismo é o sono. Se você não dorme, mais trabalho ele terá para combater infecções e doenças.
Aparecimento de olheiras: se o corpo não descansa, as olheiras surgem devido à alta concentração de melanina ou em decorrência do congestionamento dos vasos capilares da região em torno dos olhos.
Linhas de expressão ficam visíveis: com menos hidratação, linhas finas se tornam mais evidentes.
Dificuldade em atividades simples no trabalho: passar muitos dias sem dormir direito faz com que o seu cérebro fique cansado.
Aumenta o risco de diabete: quem dorme pouco também produz mais cortisol, o hormônio do estresse, responsável pela resistência à insulina.
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Saúde
Anvisa manda recolher chocolate Laka por erro na embalagem

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka, fabricado pela Mondelez. A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (22).
O problema envolve um erro de embalagem que pode afetar consumidores com restrições alimentares. A medida busca garantir informação correta no rótulo e reduzir riscos à saúde.
Erro fez chocolate com biscoito ser vendido como Laka tradicional
A Anvisa informou que o lote CC28525493 apresenta erro na embalagem. No processo de fabricação, o chocolate com bolacha foi embalado com o rótulo do Laka tradicional.

Com isso, a embalagem não traz informações importantes, como a presença de glúten. Isso pode causar reações em pessoas alérgicas ou intolerantes ao ingrediente.
A decisão foi tomada após a própria empresa comunicar o recolhimento voluntário do produto. Em nota ao Olhar Digital, a Mondelez disse o seguinte:
“Informamos que adotamos preventivamente o processo de recolhimento voluntário do CHOCOLATE BRANCO 145g, da marca LAKA do lote CC28525493 (formato tablete), com prazo de validade 14/07/2026, pois este apresenta indevidamente em seu interior o tablete de LAKA OREO. Reforçamos que o chocolate não apresenta qualquer problema de qualidade, mas está sendo recolhido voluntariamente, de maneira preventiva do mercado, prezando pela segurança dos consumidores alérgicos ou intolerantes ao trigo, por conter este ingrediente em sua composição, não declarado no rótulo de LAKA.
Os produtos destes lotes já adquiridos pelos consumidores poderão ser substituídos por outro produto da mesma natureza sem qualquer custo, por meio de contato gratuito com o nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor, pelo telefone 0800 704 1940, de segunda a sexta-feira das 08h às 17h, exceto feriados.”
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Saúde
Tecnologia usada na pandemia de Covid também pode ajudar a tratar câncer de pele

Um tratamento experimental contra câncer de pele que usa RNA mensageiro (mRNA) apresentou resultados animadores. Em estudo clínico, a terapia reduziu quase pela metade o risco de a doença voltar ou levar à morte quando usada junto a medicamento já aprovado.
A base é a mesma tecnologia usada para vacinas contra a Covid-19, mas aplicada de outro jeito. Em vez de fórmula única, o tratamento é personalizado para cada paciente, usando informações genéticas do próprio tumor para ensinar o sistema imunológico a atacar o câncer.
Tratamento usa mRNA para ‘treinar’ sistema imunológico
O medicamento experimental se chama intismeran autogene. Ele está sendo desenvolvido pela Moderna, em parceria com a Merck. E foi testado em conjunto com o Keytruda, imunoterápico já usado contra vários tipos de câncer.

O estudo acompanhou 157 pacientes com melanoma que havia voltado ou se espalhado após cirurgia. Parte deles recebeu o tratamento combinado; outra parte usou apenas o Keytruda. Após cinco anos, o grupo que recebeu a combinação teve queda de cerca de 49% no risco de recorrência ou morte.
O processo funciona assim: os cientistas analisam o DNA do tumor para identificar mutações específicas. Depois, o mRNA carrega instruções para o sistema imunológico reconhecer essas mutações e atacar as células cancerígenas. E o Keytruda ajuda a manter essa resposta imune ativa.
Resultados animam, mas especialistas pedem cautela
Segundo a Moderna, o tratamento teve perfil de segurança semelhante ao do Keytruda sozinho. Os efeitos colaterais mais comuns foram fadiga, dor no local da aplicação e calafrios, sem aumento relevante de reações graves.
Apesar dos resultados promissores, especialistas ouvidos pelo Washington Post pedem cautela. Um estudo maior, já em andamento, deve divulgar novos dados ainda em 2026. Esses resultados serão decisivos para confirmar se a terapia realmente funciona e se pode avançar para aprovação e uso mais amplo.
O melanoma é o tipo mais letal de câncer de pele. Nos Estados Unidos, surgem mais de 100 mil novos casos por ano. Quando descoberto cedo, a taxa de sobrevivência em cinco anos chega a 95%. Mas esse número cai para cerca de 35% quando o câncer se espalha para outros órgãos.
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Saúde
O próximo salto da ciência: simular um cérebro humano num supercomputador

Cientistas estão prestes a fazer algo que parece saído de uma história de ficção científica: a simulação de um cérebro humano num supercomputador. Com o baita avanço no poder de processamento mundo afora, pesquisadores agora possuem as ferramentas necessárias para rodar modelos que reproduzem a complexidade biológica da nossa mente.
O projeto é um salto monumental após o sucesso do mapeamento do cérebro de uma mosca-das-frutas em 2024. Enquanto o inseto exigiu o rastreio de 54,5 milhões de sinapses, recriar a arquitetura humana envolve lidar com bilhões de neurônios, o que promete revelações sobre o funcionamento do nosso pensamento.
Poder de processamento alcança o nível necessário para simular cérebro humano
Para recriar o funcionamento de uma mente humana, os pesquisadores utilizam as máquinas mais potentes do mundo, capazes de realizar cálculos que até pouco tempo atrás eram impossíveis. Esse novo patamar de hardware permite que modelos digitais suportem a fiação biológica de escala humana, funcionando como um espelho de células reais num ambiente virtual.

O desafio técnico não reside apenas na quantidade bruta de dados, mas na velocidade com que eles interagem entre si. A meta agora é simular o disparo sincronizado de bilhões de células nervosas, o que deve permitir observar em tempo real como a informação flui através da rede. Pela primeira vez, a tecnologia consegue acompanhar o ritmo biológico de processamento.
Essa simulação se apoia no crescente entendimento sobre o conectoma, o “mapa de fiação” do cérebro no qual cada conexão é detalhada. Sabemos cada vez melhor como os neurônios se agrupam e se comunicam, o que torna o modelo computacional uma ferramenta de alta fidelidade. Por isso, não se trata de uma estimativa genérica, mas de uma reconstrução baseada em dados biológicos precisos.
As implicações práticas são vastas e podem revolucionar o tratamento de distúrbios neurológicos num futuro próximo. Ao testar reações num cérebro virtual, cientistas podem prever efeitos de novos medicamentos e entender falhas de conexão sem oferecer riscos a pacientes. Assim, o supercomputador torna-se a peça central para decifrar mistérios da consciência humana.
(Essa matéria usou informações de New Scientist.)
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