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Saúde

Brasil passa de 35 mil casos de coronavírus e 2,2 mil óbitos

Redação Informe 360

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Dados divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde na manhã desta sábado (18) indicam que o Brasil já tem 35.025 casos confirmados do novo coronavírus. O número de óbitos também aumentou para 2.203.

Os últimos números do Ministério da Saúde, da noite da sexta-feira (17), mostravam que o país tinha 33.682 casos confirmados e 2.141 mortes.

São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os estados que mais concentram positivos por covid-19: são 12.841, 4.349 e 2.747, respectivamente. Neste sábado, Bahia e Minas Gerais bateram a marca dos mil casos. Fonte: JP

Saúde

O que o Escitalopram faz no corpo?

Redação Informe 360

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Recentemente, o termo “Escitalopram” viralizou no X e atingiu uma posição de destaque nos Trendings Topics da plataforma. As postagens compartilharam desde memes até relatos pessoais, e frustrações por causa da substância psicoativa e sobre o que ela faz no corpo.

Mas você sabe para quem o remédio é indicado, como ele age no cérebro e quais os efeitos colaterais mais comuns deste antidepressivo? A seguir, confira as respostas para essas e outras perguntas a respeito do Escitolapram.

O que é e como o Escitalopram funciona?

O Escitalopram é um medicamento classificado como antidepressivo, o qual só deve ser prescrito por médicos psiquiatras a pacientes que apresentam alguns transtornos mentais, como diferentes graus de ansiedade generalizada e depressão. De forma geral, pertence à classe dos Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina. Vamos explicar melhor.

cérebro humano iluminado por luzes de diferentes cores
Cérebro humano (Reprodução: Milad Fakurian/Unsplash)

O cérebro possui neurônios, que são células responsáveis pela comunicação elétrica cerebral, e nós denominamos de “sinapse” toda vez que um neurônio se comunica com outro. A cada sinapse realizada, diferentes substâncias são enviadas de um neurônio para o outro e elas se chamam neurotransmissores (hormônios cerebrais). Essas substâncias são importantes porque nos ajudam a acordar, sentir forme, dormir, sentir medo, controlam nossa temperatura, nosso prazer e até o humor.

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Quimicamente falando, os transtornos psiquiátricos aparecem quando há uma falha na transmissão de um ou mais neurotransmissores: em outras palavras, esses hormônios são enviados numa quantidade reduzida, e é aí que os antidepressivos agem.

O Escitalopram trabalha no cérebro aumentando a quantidade de Serotonina disponível, o que ajuda a regular problemas de humor e de sono, por exemplo. Além disso, também garante que ela fique disponível nos neurônios por mais tempo ao invés de ser reabsorvida rapidamente. A longo prazo, o remédio auxilia a corrigir a química cerebral e a tratar os sintomas de transtornos depressivos e ansiosos.

Quais os efeitos colaterais do Escitalopram?

Qualquer remédio ou vacina que realmente funciona possui efeitos colaterais, isso é inevitável. Contudo, nem todas as pessoas vão senti-los, já que isso é uma questão particular de cada organismo. Além disso, alguns efeitos são temporários, enquanto outros podem apresentar certa permanência.

homem com a mão na cabeça, sentindo dores
Homem sentindo dor de cabeça (Reprodução: Usman Yousaf/Unsplash)

Sempre converse com seu médico psiquiatra para encontrar uma dose adequada para o seu problema, mas que não limite a sua vida cotidiana.

Confira, a seguir, alguns efeitos comuns do uso do Escitalopram, que estão presentes na bula do remédio:

  • Dificuldade em sentir prazer sexual
  • Aumento de peso
  • Enjoo
  • Dor de cabeça
  • Alteração no sono, etc.

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Saúde

Os avanços da inteligência artificial no diagnóstico de câncer

Redação Informe 360

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*Por Dr. Luiz Henrique Araújo, oncologista do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) e do Hospital São Lucas Copacabana, que fazem parte da Dasa
A inteligência artificial (IA) é uma nova realidade na rotina de oncologistas e centros especializados em todo o país e transforma a maneira como os profissionais conduzem o cuidado com a saúde. Diversas vertentes dessa tecnologia são requisitadas ao longo da trajetória do paciente, mas seus benefícios têm sido percebidos, sobretudo, na detecção precoce de tumores e na análise de possíveis mutações genéticas, em especial naquelas relacionadas com o câncer de mama, de pulmão ou cerebral.

A redução no tempo necessário para detectar um possível tumor é um dos principais benefícios da IA para o diagnóstico precoce do câncer. Na análise de resultados de tomografia e raios-x do tórax, por exemplo, a tecnologia reduz os ruídos das imagens e avalia nódulos suspeitos com eficiência — em até 40% menos de tempo —, o que diminui a espera dentro do aparelho e o número de resultados considerados falso-positivos. Nesse cenário, a IA também otimiza o diagnóstico e impacta positivamente o desfecho clínico, favorecendo o tratamento adequado.

Médico analisando um exame de raio-X
IA pode ajudar até na análise de raios-x (Imagem: H_Ko/Shutterstock)

Outra forma frequente de uso da inteligência artificial que reduz o tempo de avaliação de um possível quadro de câncer é por meio de ferramentas de processamento de linguagem natural (NLP, na sigla em inglês). Ela identifica pacientes com achados importantes em exames de imagem depois da leitura automática de laudos médicos, que pode considerar muitos exames em um curto espaço de tempo. Essa varredura tem como base a busca por palavras que sugiram a presença da doença ou o alto risco em um paciente específico.

Em alguns centros especializados e integrados, caso a possibilidade de câncer seja percebida em algum exame, a equipe de diagnóstico é responsável pelo contato com o médico prescritor e, caso seja necessário, auxilia na navegação do paciente para iniciar o tratamento. Em média, uma informação identificada por intermédio da tecnologia de NPL é capaz de mobilizar o médico prescritor e agilizar os próximos passos do cuidado de um paciente oncológico depois de sete dias. Quando ele não é alertado, o tempo varia em torno de 17 dias.

IA tem diferentes aplicações dentro da medicina que podem otimizar setor (Imagem: Shutterstock/LALAKA)

Um grande ganho da atuação da inteligência artificial vem ocorrendo em relação às mutações genéticas, concentrada, principalmente, na análise de fatores de risco e no perfil de expressão genética de diversos tipos de tumor, em que a IA se encarrega de avaliar trechos do DNA do paciente no qual um tipo específico de câncer se apoia para se desenvolver ou se espalhar de forma mais efetiva. Atualmente, também existem pesquisas focadas na análise de proteínas e fragmentos de DNA vindos de amostras de sangue, com o objetivo de rastrear alguns tipos de tumor já em desenvolvimento, como o de ovário.

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É importante reforçar que, em qualquer uma das aplicações da IA, a confirmação final da presença ou não de tumor em um paciente ainda deve ser definida por meio da análise final de um médico, que usará as informações fornecidas pela tecnologia como guia para suas avaliações. Cabe ressaltar, porém, que as contribuições da IA para o estabelecimento de fluxos mais rápidos de tomadas de decisão e escolha de abordagens cada vez mais personalizadas são inegáveis e contribuem diretamente para a criação de uma linha de cuidado mais efetiva na identificação e no tratamento do câncer no Brasil e um novo caminho na rotina da oncologia.

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Saúde

O que é e como funciona o viagra eletrônico?

Redação Informe 360

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Embora quase todos os homens e pessoas designadas como do sexo masculino tenham disfunção erétil de vez em quando, pelo menos 150 milhões de pessoas ao redor do mundo a têm regularmente. Para ajudar com esse problema, um brasileiro criou uma espécie de viagra eletrônico, que pode ser ativado com um controle remoto.

Atualmente em fase de testes, o dispositivo funciona de forma semelhante a um marca-passo, sendo um neurotransmissor em que os eletrodos são inseridos por meio de intervenção cirúrgica. Quando ativado pelo controle remoto, o dispositivo emite estímulos nos nervos, causando a ereção.

O que é e como funciona o viagra eletrônico? 

Existem vários tipos de disfunção erétil e, portanto, os médicos envolvidos no caso buscam descobrir o que está causando os sintomas antes de recomendar um tratamento. Assim, dependendo da causa e da gravidade da disfunção erétil, e de quaisquer condições de saúde subjacentes, o paciente pode ter várias opções de tratamento.

Homem constrangido via Road Trip with Raj/Unsplash
Homem constrangido via Road Trip with Raj/Unsplash

Os tratamentos mais utilizados para problemas de ereção são o citrato de sildenafila ou tadalafila, mais conhecidos como Viagra e Cialis. Entretanto, como eles não funcionam para todos os casos, existem outras opções de tratamento mais invasivas, como injeções, cirurgias ou implantes.

Muitas pessoas se sentem constrangidas mediante a estas situações, especialmente nos casos em que é necessário utilizar uma bomba vácuo peniana na hora do sexo. Para evitar este constrangimento, Rodrigo Araújo, o brasileiro envolvido na pesquisa do viagra eletrônico, buscou por esta outra solução.

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O que é o viagra eletrônico?

O viagra eletrônico é, portanto, um dispositivo que auxilia nos estímulos nervosos que causam a ereção. Inserido cirurgicamente por debaixo da pele na região pélvica, o chamado CaverSTIM tem como objetivo trazer conforto e discrição para quem sofre com a disfunção erétil. 

Aparelho CaverSTIM, o viagra eletrônico, é implantado debaixo da pele na região da pelve (Imagem: Comphya/reprodução)
Aparelho CaverSTIM, o viagra eletrônico, é implantado debaixo da pele na região da pelve (Imagem: Comphya/reprodução)

Quem pode usar o viagra eletrônico?

Nesta primeira fase de testes, que foi um sucesso, o dispositivo foi implantado em 12 pacientes que tiveram câncer e precisaram passar por cirurgia para retirar a próstata. Isso pode resultar na disfunção erétil pois, ao remover a próstata, os nervos da região são afetados e podem parar de captar os estímulos necessários para a ereção. 

Para estes casos, o CaverSTIM é empregado apenas como parte do processo de reabilitação, por um período pré-determinado pelo médico. Em outras palavras, este não é um recurso permanente, visto que os pacientes que se submeteram à terapia conseguiram recuperar a função erétil normal.

Casal em momento de intimidade via We-Vibe Toys/Unsplash
Casal em momento de intimidade via We-Vibe Toys/Unsplash

Em outras situações, como os casos de lesão medular, o aparelho é inserido e opera de maneira similar, estimulando os nervos locais. Entretanto, sua aplicação não se dá como tratamento, e deve ser utilizada de maneira contínua.

A próxima etapa de testes deve abranger 150 pessoas do sexo masculino que sofrem com algum tipo de disfunção, não necessariamente apenas aqueles que passaram por cirurgia de próstata ou que possuem lesão medular. 

Como funciona o viagra eletrônico

Por baixo da pele, o dispositivo é colocado na região pélvica como um eletrodo, levando estímulo até os nervos. No caso de pacientes com lesão medular e outras doenças, os eletrodos são implantados diretamente na próstata. Então, por meio da ativação feita pelo controle remoto, os nervos são estimulados por pequenos impulsos elétricos, causando a ereção.

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