Saúde
Acompanhante digital: como o uso do WhatsApp apoia pacientes fora do hospital

Imagine que você acabou de sair do hospital após uma cirurgia e, ao chegar em casa, começa a sentir dores intensas. Você não sabe se deve apenas tomar a medicação prescrita ou se precisa voltar imediatamente ao hospital. É nesse momento que o acompanhante digital do WhatsApp se torna essencial.
Desenvolvido pela empresa brasileira Kidopi, esta ferramenta atua como um assistente virtual, fornecendo orientações e informações baseadas nos sintomas apresentados pelo paciente através de uma IA integrada ao aplicativo de mensagens. Quer entender melhor como funciona essa tecnologia inovadora? Vamos explicar a seguir.
Leia mais
- 5 coisas que a IA do WhatsApp poderia fazer, mas não faz
- Aprenda este truque para deixar seu WhatsApp mais pessoal
- O que é Lousa no ChatGPT e como usar?
Como funciona o acompanhante digital via WhatsApp
O que é o acompanhante digital do WhastApp e para que serve?
O acompanhante digital do WhatsApp é um serviço que utiliza inteligência artificial para monitorar os sintomas dos pacientes e fornecer recomendações sobre os próximos passos a serem seguidos.

Caso o paciente relate sintomas preocupantes, a ferramenta pode sugerir uma consulta médica imediata ou, em casos menos severos, orientar o uso correto dos medicamentos prescritos.
A ferramenta foi criada pela Kidopi, empresa do Estado de São Paulo que desenvolve soluções em informática médica, com o apoio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP.
Para que serve a companhia digital do WhastApp?
Além de ajudar em situações pós-cirúrgicas, o acompanhante digital pode ser utilizado em diversos outros contextos, como o manejo de doenças crônicas (diabetes, câncer, osteoporose, entre outras), acompanhamento de tratamentos, acompanhamento ao idoso, processos de perda de peso, auxílio ao bem-estar e até mesmo para fornecer suporte emocional aos pacientes.
Dessa forma, com esta tecnologia, a Kidopi pretende oferecer um suporte contínuo e personalizado, garantindo que os pacientes recebam os cuidados necessários mesmo fora do ambiente hospitalar.

Como funciona?
Ainda usando o exemplo da cirurgia, o acompanhamento digital do WhatsApp inclui perguntas diárias para verificar se a recuperação está ocorrendo de maneira adequada. Assim, é possível avaliar se a evolução está conforme o esperado.
Dessa forma, toda a comunicação é realizada de maneira eficiente pelo WhatsApp, utilizando processamento de linguagem natural. Este sistema permite que o usuário interaja como se estivesse conversando com um profissional de saúde.
Caso algo esteja errado, o paciente é orientado a ir ao hospital, sendo praticamente guiado pela ferramenta durante todo o processo. Nesse mesmo momento, as informações são encaminhadas para uma central que recebe um alerta que o paciente está a caminho. Deste modo, todo o histórico da conversa dele com o sistema é enviado ao médico que vai recebê-lo.

Segudo a Kidopi, o serviço é gratuito para o paciente, sendo o custo arcado pelo hospital, indústria farmacêutica ou plano de saúde. Afinal, a ideia da empresa é possibilitar maior adesão e democratização do acesso ao acompanhamento.
Resultados comprovados
De acordo com Mario Sérgio Adolfi Junior, cofundador e diretor-executivo da startup, os resultados confirmam a eficácia da ferramenta. Entre os usuários que foram instruídos a permanecerem em casa, 100% não apresentaram problemas.
Já entre os que foram orientados a buscar atendimento hospitalar, 75% realmente necessitavam de intervenção médica, pois eram casos em que havia algum ponto de gravidade importante e que foi necessária uma intervenção.
Segundo Adolfi Junior, na parceria realizada com o hospital AC Camargo e a Johnson & Johnson, os pacientes que chegaram precocemente à unidade de saúde tiveram uma redução de 67% nas complicações cirúrgicas.
O acompanhante digital do WhasApp da Kidopi já está nas mãos de milhares de pacientes e já caminha para a internacionalização. Atualmente, a empresa já está desenvolvendo versões da solução em espanhol e inglês.
O post Acompanhante digital: como o uso do WhatsApp apoia pacientes fora do hospital apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.
Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]
Fonte: Secom/PMSFI
Saúde
Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).![]()
![]()
Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Mpox
A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.
Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.
Saúde
Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.
A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.
Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes
Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.
Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)
Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.
Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.
Leia mais
- Obesidade infantil ultrapassa desnutrição no mundo, diz Unicef
- Obesidade abdominal e perda muscular aumentam mortalidade
- Como bactérias na boca podem indicar risco de obesidade
Desafio global
- A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
- À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
- E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
- Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.
O post Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico

Justiça1 semana atrásSTF condena Eduardo Bolsonaro a inelegibilidade e a 4 anos de prisão

Geral1 semana atrásDois helicópteros se chocam e deixam seis mortos no Rio

Geral1 semana atrásChuva na Rocinha superou em mais que duas vezes a média de junho

Política6 dias atrásGovernador em exercício prevê transformar déficit em superávit de R$ 5 bilhões

Cidades6 dias atrásCorrida Rústica de São João Batista acontece no sábado (20)

Educação5 dias atrásBrasil atinge, em 2025, a menor taxa de analfabetismo do país desde 2016, início da série histórica

Política6 dias atrás“Não estamos pedindo favor”, afirma vereador sobre atraso dos kits escolares em São Francisco de Itabapoana

Esporte4 dias atrásMatheus Cunha e Vini Jr brilham, Brasil vence Haiti e desencanta na Copa do Mundo

























