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Dia do Amigo: como fazer amizades no escritório e no trabalho remoto

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

Ter bons relacionamentos no ambiente de trabalho – desde colegas mais distantes a amigos íntimos – ajuda a saúde mental e o bem-estar, além de impulsionar sua carreira.

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O trabalho é um dos melhores lugares para fazer amigos, criar vínculos e melhorar as interações que contribuem para sua realização pessoal.

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Mas os ambientes de trabalho de hoje podem dificultar a criação e manutenção dessas conexões. Se você trabalha em modelo remoto ou híbrido, pode perder seus colegas de vista. E vai precisar ser intencional se quiser nutrir amizades e encontrar o equilíbrio certo no desenvolvimento de confiança e intimidade.

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Quando as pessoas se conectam com os colegas de trabalho, se sentem menos sozinhas, ansiosas, esgotadas e estressadas

Provavelmente você precisa de mais amigos

Cerca de 69% das pessoas estão insatisfeitas com suas conexões sociais no trabalho, e 43% não se sentem conectados com os colegas, de acordo com uma pesquisa da empresa de consultoria e treinamento profissional BetterUp. Quase 40% dizem que não confiam nos colegas de trabalho, e 22% não têm nem mesmo um amigo no trabalho.

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Mas 50% das pessoas querem ter mais conexões e estariam dispostas a abrir mão de salário ou de progresso na carreira para ter laços mais fortes com os outros no trabalho.

Ter amigos importa – e muito. Na verdade, ter alguns amigos próximos tem tanto impacto na saúde quanto fumar. E é ainda mais importante do que dieta ou exercício em seus efeitos sobre a saúde mental, demência, câncer, doenças cardíacas e pressão arterial, de acordo com uma pesquisa conduzida pela professora Julianne Holt-Lunstad, da universidade americana Brigham Young.

Os benefícios das amizades no trabalho

Mas será que é bom ter amigos no trabalho? Na verdade, é uma ótima ideia. Quando as pessoas estão mais conectadas com os colegas, se sentem menos sozinhas, ansiosas, esgotadas e estressadas, com base nos dados da BetterUp.

Os respondentes da pesquisa tiveram aumento de 91% no crescimento pessoal e de 101% no profissional. Isso provavelmente ocorre porque os amigos te ajudam a se sentir valorizado, mas também podem fornecer orientações, feedback e validação, e, portanto, você pode aprender com eles.

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Quando você tem um alto nível de confiança e cuidado com os colegas, eles podem dar dicas sobre novas funções que estão surgindo, assim como informações sobre o que um departamento pode estar procurando em um candidato. Os amigos podem te defender para pessoas importantes, contribuindo para melhorar sua credibilidade e reputação.

Embora as amizades no trabalho possam te ajudar a progredir na carreira, você não deve criar relacionamentos apenas para seu benefício próprio. Faça amigos porque você gosta e valoriza os outros e porque deseja ajudá-los também.

Poucos e bons

Curiosamente, você não precisa de muitos amigos no trabalho para ter esses benefícios. Quando as pessoas tinham boas relações com apenas cinco amigos no trabalho, já se sentiam conectadas. Com sete, tinham uma sensação de pertencimento, segundo a pesquisa da BetterUp.

Esse sentimento tem a ver com identidade e propósito compartilhados. O trabalho te dá a oportunidade de trabalhar com outros em objetivos, metas e projetos conjuntos.

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Cultive conexões com as pessoas com quem você está trabalhando de perto. Procure aqueles que te entendem e reconhecem seus esforços. Além disso, aproxime-se daqueles que podem te ajudar, e faça o mesmo por eles. Quando você tem esse tipo de reciprocidade, sentirá mais confiança e maior capacidade de se expressar, e é provável que sinta um nível mais alto de satisfação, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Emotion.

Gostos comuns

Embora seja verdade que os opostos se atraem, é mais verdade que você tende a construir relacionamentos mais fortes com base em semelhanças.

Pesquisas do renomado psicólogo Robin Dunbar mostram que as amizades são construídas sobre sete pilares, incluindo a maneira como você fala, interesses e hobbies, visões religiosas, crenças morais, senso de humor, gosto musical e paixões profissionais. Quanto mais desses você compartilhar com alguém, é mais provável que tenha uma amizade profunda e duradoura.

Estatisticamente, engenheiros tendem a ter mais amigos engenheiros, e advogados tendem a ter mais amigos advogados – e assim por diante. Acontece que as escolhas profissionais podem dizer muito sobre a personalidade de alguém. Pessoas com certas características e talentos tendem a gravitar em torno de campos parecidos – e essa semelhança também ajuda a impulsionar seus relacionamentos no trabalho.

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O ambiente ajuda

O trabalho também é um lugar especialmente bom para fazer amigos e manter relacionamentos devido ao fluxo de trabalho e à maneira como ele influencia as interações.

Ver as pessoas regularmente e estar em contato próximo é um dos impulsionadores mais significativos de relacionamentos. Além disso, com o viés de familiaridade, tendemos a ser mais receptivos àqueles com quem estamos mais acostumados. O trabalho proporciona contato frequente e uma cadência de interações que nos ajuda a conhecer e nos sentir confortáveis com as pessoas.

Além disso, o ambiente do escritório permite que você faça suas tarefas enquanto circula socialmente. Também dá a oportunidade de viver momentos de altos e baixos com os colegas. Você pode comemorar quando ele está no topo do mundo ou apoiar seu colega que está com alguma dificuldade.

Aproveite tudo o que o trabalho oferece para criar laços. Seja intencional, focado e presente com os colegas – pessoal ou virtualmente. Faça perguntas, veja se estão trabalhando em um projeto difícil, convide-os para um café ou almoço (ou uma conversa virtual). Ouça e ofereça empatia e apoio.

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Aproveite todos os tipos de relacionamentos

Você vai ter diferentes tipos de amizades com colegas de trabalho ao longo da carreira.

Você pode se beneficiar do colega que “te conhece desde sempre”. Essa é a pessoa com quem você tem uma longa história. Juntos, vocês sobreviveram a um chefe terrível ou a um projeto muito difícil. Vocês podem não se ver com frequência, mas se conectam imediatamente sempre que se encontram, compartilhando histórias e experiências.

Valorize também o amigo que é muito diferente de você. Procure a pessoa que trabalha em outro país, fala uma língua diferente ou está em um tipo de trabalho muito diferente.

Procure um amigo que ofereça um porto seguro, alguém com quem você possa relaxar, reclamar, ficar triste ou ter um dia ruim. É importante ter uma ou duas pessoas para recorrer se as coisas estiverem realmente difíceis.

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Tenha também o amigo que te desafia. Você cresce mais quando recebe feedbacks difíceis e sugestões para melhorar. Encontre o amigo que tem os melhores interesses e vai te empurrar para o crescimento.

Valorize os laços frouxos – as pessoas que você não conhece bem, mas com quem pode iniciar uma conversa e pedir opiniões ou informações. Estatisticamente, são o grupo mais propenso a te conectar com sua próxima grande oportunidade.

Encontre o equilíbrio certo

Ao mesmo tempo em que cultiva e mantém relacionamentos no trabalho, você deve ser criterioso sobre o quanto compartilhar com amigos de trabalho, para não falar demais muito cedo ou criar desconforto no relacionamento.

Pode haver desvantagens nas amizades no trabalho se o relacionamento não for recíproco. Por exemplo, se você se abrir demais com alguém e ainda não tiver construído confiança, o relacionamento pode ficar estranho. Ou se você pedir ajuda a alguém que mal conhece, pode parecer interesseiro.

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Cerca de 39% das pessoas se sentem próximas de colegas no trabalho. Além disso, 50% dizem que têm relacionamentos amigáveis no trabalho, mas não os consideram amigos. Para 11%, os relacionamentos são estritamente profissionais e não entram na amizade, de acordo com a BetterUp.

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Você precisará decidir quanta proximidade deseja ter com os outros e se está buscando verdadeiros amigos ou simplesmente um ambiente amigável no trabalho.

Vá com calma, não fale demais e veja o quanto eles se abrem com você. As interações tendem a se construir ao longo do tempo e a confiança se aprofunda à medida que cada pessoa se abre cada vez mais com o quanto se sente confortável em compartilhar.

Faça o investimento

Em geral, sua felicidade, bem-estar e realização vão aumentar quando você tiver bons relacionamentos no ambiente de trabalho.
Os colegas não precisam necessariamente ser seus melhores amigos, se encontrar fora do trabalho ou compartilhar segredos, mas é importante valorizar aqueles com quem você trabalha e receber o apreço deles, e vice-versa.

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Negócios

Profissionais Pulam Reuniões e Mandam Assistentes de IA no Seu Lugar

Redação Informe 360

Publicado

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Assistentes de reunião baseados em inteligência artificial se tornaram a mais nova ferramenta queridinha do ambiente de trabalho. De acordo com uma pesquisa da plataforma Software Finder, 1 em cada 5 profissionais já utiliza recursos de IA para gerar anotações automáticas durante as videoconferências.

Mais do que isso, 30% admitem ter pulado reuniões, confiando que os assistentes digitais registrariam as discussões relevantes e eles poderiam se concentrar em atividades mais importantes.

Mas a verdadeira questão não é se a IA pode participar das suas reuniões. A pergunta é se ela deveria, e em quais situações. Embora essas ferramentas ofereçam benefícios claros, terceirizar sua presença gera impactos que muitas organizações ainda não consideraram.

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Entender onde os assistentes de IA realmente agregam valor (e onde eles deixam a desejar) é essencial para usá-los de forma eficaz, sem comprometer a visibilidade, influência ou confiança.

Por que deixar a IA participar das reuniões

Organizações e profissionais que utilizam assistentes de reunião com IA de maneira intencional começam a observar ganhos mensuráveis em produtividade, avanço na carreira e colaboração entre equipes.

Economia massiva de tempo

Os ganhos de produtividade proporcionados por ferramentas de reunião com IA são difíceis de ignorar. Uma pesquisa da SAP SuccessFactors mostra que 58% dos funcionários entrevistados afirmam economizar tempo no trabalho ao usar IA. Em média, os profissionais dizem economizar cerca de 52 minutos por dia, ou quase cinco horas por semana. Ao longo de um ano, isso representa aproximadamente 250 horas por funcionário que podem ser redirecionadas para atividades de maior valor.

Recompensas profissionais e financeiras

Além da economia de tempo, os dados da Software Finder indicam uma forte relação entre a adoção de anotações por IA e o avanço na carreira. Profissionais que usam assistentes de IA com frequência têm uma probabilidade significativamente maior de ter recebido uma promoção recentemente. Cerca de 28% dos usuários frequentes relatam ter sido promovidos, em comparação com 15% daqueles que nunca utilizam essas ferramentas.

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O impacto financeiro segue um padrão semelhante. Usuários frequentes desse tipo de tecnologia ganham, em média, um salário 27% superior ao dos funcionários que não utilizam essas ferramentas. Essa diferença sugere que profissionais que integram a IA aos seus fluxos de trabalho são cada vez mais vistos como mais produtivos e melhor posicionados para se concentrar em atividades estratégicas, em vez de tarefas administrativas.

Mais colaboração e engajamento

Quando a IA cuida das tarefas manuais, as equipes conseguem se concentrar mais plenamente nas discussões e na tomada de decisão. Tirar o foco da anotação e direcioná-lo para a participação transforma a dinâmica das reuniões e a forma como os times colaboram.

Veja os benefícios:

  • A participação nas reuniões aumenta quando os participantes não estão distraídos anotando tudo;
  • A tomada de decisões se torna mais rápida quando as equipes têm acesso a registros precisos e pesquisáveis;
  • A continuidade melhora quando os funcionários conseguem se atualizar rapidamente sobre reuniões que perderam;
  • A colaboração entre áreas se fortalece quando os insights são mais fáceis de compartilhar entre equipes.

Pontos de atenção ao usar IA nas reuniões

Há ressalvas importantes que muitos profissionais só percebem após já terem adotado a tecnologia.

Problemas de precisão e nuance

Dados da Software Finder mostram que quase metade dos profissionais (48%) afirma que as anotações feitas pela IA podem resultar em imprecisões ou perda de nuances. Esse problema não surpreende.

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Reuniões envolvem muito mais do que palavras faladas. Tom de voz, linguagem corporal e a energia do ambiente muitas vezes moldam decisões de maneiras que as ferramentas de IA atuais ainda não conseguem captar.

Riscos de privacidade e segurança

Preocupações com privacidade e segurança continuam sendo um grande fator de hesitação entre profissionais que utilizam IA em reuniões.

  • 46% expressam preocupações com privacidade relacionadas a ferramentas de reunião com IA;
  • 42% se preocupam com riscos de segurança de dados;
  • Muitas organizações ainda não possuem políticas claras sobre o que pode ser gravado, armazenado ou processado pela IA;
  • Sem diretrizes bem definidas, os profissionais acabam tendo de tomar decisões por conta própria, mas que podem envolver grandes riscos.

IA vai roubar empregos?

As preocupações com carreira e segurança no emprego relacionadas ou não à adoção da IA variam entre gerações. Embora usuários frequentes de IA atualmente relatem taxas mais altas de promoção e salários maiores, a ansiedade em relação ao futuro permanece elevada.

Mais de 50% dos profissionais da geração Z temem ser substituídos por alguém com habilidades mais avançadas em IA, em comparação com 33% da geração X. Ao mesmo tempo, 24% das pessoas entre 18 e 34 anos avaliam sua preocupação em perder o emprego em oito ou mais, em uma escala de zero a dez.

A dependência da IA pode levar a uma perda gradual de habilidades que representa um risco de longo prazo. Escuta ativa, capacidade de sintetizar informações em tempo real e fazer a leitura do ambiente exigem prática. Quando essas competências são constantemente delegadas à IA, os profissionais correm o risco de perder habilidades difíceis de reconstruir e centrais para uma liderança eficaz.

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Os custos nos relacionamentos também podem ser mais relevantes do que muitos imaginam. Enviar um assistente de IA em vez de participar pessoalmente de uma conversa transmite um sinal sobre prioridade e engajamento. Em reuniões menores, onde cada voz importa, colegas podem interpretar a ausência como desinteresse ou desvalorização.

Onde a IA faz sentido

O uso eficaz de assistentes de IA em reuniões ocorre quando a ferramenta é aplicada ao contexto certo. Delegar à IA funciona melhor quando as reuniões são principalmente informativas ou operacionais. A presença humana deve ser reservada para momentos em que julgamento, relacionamento ou expertise influenciam significativamente os resultados.

Reuniões informativas e de rotina

Grandes reuniões informativas, como encontros gerais e comunicados para toda a empresa, são bem adequadas ao uso de IA. O mesmo vale para reuniões recorrentes, de status, com pautas previsíveis. Revisar um resumo posteriormente permite que os profissionais reservem a presença ao vivo para reuniões em que sua contribuição tenha maior impacto.

Conflitos de agenda

Compromissos em sequência e responsabilidades entre áreas frequentemente geram conflitos de agenda inevitáveis. Quando duas reuniões importantes acontecem ao mesmo tempo, usar a IA para cobrir uma enquanto participa da outra é mais eficaz do que perder ambas ou dividir a atenção entre elas.

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Alta demanda de documentação

Em reuniões que geram grandes volumes de informações, o apoio da IA também é positivo. Revisões de conformidade e discussões técnicas geralmente exigem documentação extensa – e nisso as ferramentas de IA se destacam. Isso permite que os profissionais se concentrem em fazer perguntas e contribuir com insights, em vez de registrar cada detalhe.

Onde a presença humana ainda é indispensável

Saber quais reuniões podem ser delegadas à IA e quais precisam ser assumidas pessoalmente é o que diferencia líderes que usam a inteligência artificial de forma eficaz daqueles que enfraquecem sua influência sem perceber.

Decisões de alto impacto

Negociações de alto impacto exigem presença pessoal. Ler o ambiente, responder a tensões e saber quando questionar são habilidades profundamente humanas que moldam os resultados. Enviar um assistente de IA para uma discussão com o time ou uma apresentação importante a um cliente sinaliza que a reunião não é prioridade. O mesmo vale para reuniões de pequenas equipes, onde decisões, responsabilidades e confiança estão em jogo.

Colaboração criativa

Sessões de brainstorming e encontros criativos dependem de participação plena. A energia gerada por ideias espontâneas, reações em tempo real e conexões inesperadas não pode ser transmitida por meio de resumos ou transcrições. O impulso criativo se perde rapidamente quando as pessoas não estão totalmente presentes.

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Construção de confiança e relacionamentos

Conversas sensíveis dependem de empatia e inteligência emocional, o que a IA não consegue reproduzir. Discussões de desempenho, resolução de conflitos e conversas sobre mudanças organizacionais se baseiam em sinais emocionais que vão além das palavras. Reuniões para construir relacionamentos com novos clientes, parceiros ou stakeholders de outras áreas não são simples trocas de informação. É nelas que a confiança é estabelecida, o comprometimento é demonstrado e a colaboração de longo prazo começa.

Use a IA sem diminuir seu valor

Assistentes de IA podem recuperar tempo e reduzir atritos, mas seu valor continua vindo do julgamento e da presença. As reuniões são onde a confiança é construída, a influência é conquistada e as decisões ganham forma de maneiras que nenhum registro escrito consegue capturar. Ao usar a IA de forma intencional para tarefas rotineiras, você libera tempo e energia para estar plenamente presente nas conversas em que o insight humano realmente faz a diferença.

*Caroline Castrillon é colaboradora da Forbes USA. Ela é mentora de liderança corporativa e ajuda mulheres a lidar com mudanças em suas carreiras.

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Gol Nomeia Chairman Interino após Morte de Constantino Júnior

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Gol informou no domingo que o empresário Constantino Júnior, fundador e presidente do conselho, morreu aos 57 anos, e que o cargo passará a ser exercido de forma temporária pelo atual vice-presidente do conselho Antonio Kandir, conforme fato relevante ao mercado.

De acordo com o documento, Kandir faz parte de diversos órgãos da administração da Gol ao longo dos últimos 20 anos.

“As operações, a estratégia e os compromissos da companhia permanecem inalterados”, disse a companhia aérea.

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A Gol havia informado previamente a morte de Constantino Júnior neste sábado (24) sem informar a causa da morte do executivo.

“Neste dia de enorme tristeza, a companhia se solidariza com os familiares e amigos, expressando seus sentimentos e reconhecendo seu legado”, afirmou a nota da Gol.

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8 Hábitos para Fortalecer o Cérebro e Impulsionar a Carreira

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A campanha nacional Janeiro Branco abre o calendário como um convite ao cuidado com a saúde mental e emocional. Dentro desse tema, um equívoco bastante comum é acreditar que o cérebro funciona como um computador antigo que inevitavelmente vai perdendo desempenho com o passar dos anos.

Mas as pesquisas mostram exatamente o contrário — o cérebro é um órgão vivo que pode crescer (ou encolher) em resposta aos seus hábitos diários, assim como o coração ou os pulmões.

Com a chegada de um novo ano, um cérebro mais saudável pode impulsionar sua felicidade e seu sucesso profissional em 2026.

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Novo Ano, cérebro saudável

Seu cérebro determina seu desempenho no trabalho e até onde consegue subir na escada corporativa. É importante entender do que ele precisa para funcionar da melhor forma possível. Damos muita atenção ao coração e aos pulmões, mas costumamos negligenciar o cérebro.

Cientistas têm desvendado segredos desse órgão por meio de técnicas modernas de imagem, além de identificar hábitos simples para construir um cérebro saudável.

Um desses cientistas é o Dr. Majid Fotuhi, doutor em neurologia e autor do livro “The Invincible Brain: The Clinically Proven Plan to Age-Proof Your Brain and Stay Sharp for Life” (O Cérebro Invencível: O Plano Clinicamente Comprovado para Blindar seu Cérebro Contra o Envelhecimento e Manter a Lucidez por Toda a Vida, em tradução livre).

Em seu livro, o Dr. Fotuhi explica que existe uma diferença entre as doenças do cérebro — comprometimento cognitivo leve, demência, Parkinson, Alzheimer. “Você pode evoluir ou regredir, não importa em que ponto desse espectro cerebral você esteja agora. A escolha é sua”, afirma. “Você pode se tornar mais afiado, mais rápido e mais inteligente, além de melhorar suas funções executivas e a memória. Ou pode deixar o cérebro se deteriorar e sofrer as consequências de uma má circulação, do comprometimento do sistema de eliminação de resíduos do cérebro, do fluxo sanguíneo prejudicado, da morte de neurônios e da disfunção cognitiva.”

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Segundo o especialista, assim como o exercício físico regular mantém o corpo envelhecendo em forma, hábitos saudáveis e exercícios cerebrais podem desacelerar o declínio cognitivo e melhorar o funcionamento do cérebro. Ele recomenda oito hábitos para promover a saúde cerebral em 2026. Um aspecto fundamental é prestar atenção à forma como você começa e termina o dia.

8 hábitos para fortalecer seu cérebro

1. Comece o dia com expectativas positivas

Ao abrir os olhos pela manhã, Fotuhi aconselha resistir à vontade imediata de pegar o celular. Em vez disso, ele recomenda passar cinco minutos tranquilos na cama, relaxando e imaginando o tipo de dia que você gostaria de ter.

Quando você espera ter um bom dia, o cérebro fica programado para perceber momentos positivos e buscar oportunidades que tragam alegria e significado. Por outro lado, quando você espera o pior, o cérebro passa a procurar negatividade. As expectativas moldam a experiência mais do que a maioria das pessoas imagina.

2. Medite para reduzir o estresse e aumentar o foco

Fotuhi defende de dois a cinco minutos de respiração lenta ao longo do dia de trabalho para revitalizar o cérebro. Ele sugere encontrar um local tranquilo, sentar-se confortavelmente e respirar de forma lenta e profunda, contando até seis ao inspirar e até seis ao expirar.

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Preste atenção no ar passando pelas narinas e permita que seus ombros relaxem. Segundo ele, esse simples exercício respiratório é uma ferramenta poderosa para criar um cérebro forte e resiliente. Pesquisas mostram que a respiração lenta regular melhora o foco, a memória, o equilíbrio emocional e pode até ajudar a proteger o cérebro contra o Alzheimer.

3. Mantenha-se fisicamente ativo como se sua vida dependesse disso (porque depende)

A aptidão física é um dos indicadores mais fortes de longevidade e saúde cerebral, de acordo com o Dr. Fotuhi. Estudos mostram que caminhar reduz o risco de Alzheimer. Apenas de 3 mil a 5 mil passos por dia ajudam a melhorar o fluxo sanguíneo e reduzir a inflamação. “O exercício físico é realmente uma fonte da juventude para o cérebro. Ele expande regiões envolvidas com memória, aprendizado, tomada de decisões e regulação emocional.”

“Quanto mais bem condicionado você fica, mais neurônios nascem na parte do cérebro responsável pelo aprendizado, pela memória e pelas emoções, e maiores são as chances de você ser mais saudável e mais feliz de forma geral.”

4. Reduza o consumo de alimentos ultraprocessados

Alimentos altamente processados e ricos em açúcar alimentam a inflamação no cérebro, observa o neurologista, drenando energia, prejudicando a comunicação entre as células cerebrais e contribuindo para a sensação de confusão mental. Com o tempo, esses alimentos aceleram o encolhimento do cérebro.

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Escolher alimentos saudáveis pode ser desafiador em um mundo repleto de opções açucaradas tentadoras, mas o retorno é enorme. O especialista recomenda incluir cinco porções diárias de frutas e vegetais, escolher alimentos que mantenham o açúcar no sangue estável, sem grandes picos, e priorizar refeições integrais e minimamente processadas sempre que possível.

5. Faça ao menos uma coisa por dia que tenha propósito (sem focar na produtividade)

“A cada dia, procure um momento que pareça significativo, seja ajudar alguém, criar algo, rezar, fazer alguém feliz ou contribuir com algo pelo qual você é apaixonado”, recomenda o neurologista. Estudos indicam que o voluntariado protege a memória. Doar de duas a quatro horas por semana pode desacelerar o envelhecimento cerebral em até 20%, aguçar o raciocínio, melhorar a memória e fortalecer circuitos neurais ligados a propósito e recompensa.

“O propósito ativa as redes de recompensa e motivação do cérebro, ajuda a viver mais e protege o cérebro contra o Alzheimer. Seja o trabalho, a fé ou a meta de chegar aos 90 anos mantendo a lucidez e a independência, nutrir um propósito torna o cérebro mais saudável e feliz.”

6. Aprenda algo levemente desafiador todos os dias

“O aprendizado de algo novo — seja um idioma, um passo de dança, um instrumento ou um novo hobby — força o cérebro a formar novas conexões”, observa Fotuhi. “Quanto mais conexões o cérebro constrói, mais forte e saudável ele se torna.”

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O bilinguismo desacelera o envelhecimento cerebral. Aprender outro idioma fortalece as conexões neurais e mantém o cérebro flexível, resiliente e biologicamente mais jovem. Ele sugere buscar oportunidades de aprendizado por meio de podcasts, audiolivros, conversas ou experiências do dia a dia. Seu cérebro é como um músculo: quanto mais você o desafia, mais forte ele fica.

7. Proteja seu sono como se fosse o botão de reinicialização noturna do cérebro

Fotuhi compara o cérebro a um botão de reset. “Durante o sono, o cérebro elimina resíduos metabólicos, reinicia circuitos emocionais e consolida a memória”, explica. “Um sono consistente e de alta qualidade melhora o humor, a paciência e a resistência cognitiva. Um cérebro bem descansado interpreta o mundo de forma mais positiva e responde aos desafios com maior resiliência.”

8. Termine o dia lembrando-se de um momento significativo ou de uma pequena vitória

Antes de dormir, Fotuhi recomenda refletir sobre um momento positivo do dia — um sucesso, um encontro ou um momento de gratidão. Essa prática fortalece circuitos neurais ligados à recompensa e ao otimismo. Com o tempo, o cérebro se torna melhor em identificar experiências positivas de forma automática. A felicidade, assim como a memória, é uma habilidade que o cérebro pode aprender.

Estudos clínicos associados à abordagem do Dr. Fotuhi revelam que mais de 80% dos pacientes melhoraram a memória, o foco e a clareza mental em até 12 semanas, com aumento do volume do hipocampo confirmado por ressonância magnética. Ele conclui que, com um novo ano e um cérebro mais saudável, todos nós temos autonomia para prevenir e até reverter o declínio cognitivo em qualquer idade.

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*Bryan Robinson é colaborador da Forbes USA. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.

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