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X-Men: quais são os 10 mutantes mais fortes com nível ômega?

Redação Informe 360

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Os X-Men estão entre os heróis mais icônicos dos quadrinhos, conhecidos por suas habilidades mutantes e histórias repletas de complexidade. Dentro do universo mutante, alguns personagens se destacam por alcançarem o status de mutantes de nível ômega.

Esses mutantes representam o pináculo do poder genético, com habilidades tão impressionantes que os colocam acima da maioria de seus pares. Mas, afinal, quem são os mutantes nível ômega mais fortes do universo dos X-Men?

A classificação de nível ômega não diz respeito apenas à potência bruta, mas também à infinita capacidade de evolução de seus poderes. Esses personagens não só moldam o universo dos X-Men, mas também desafiam os limites do que significa ser um mutante.

X-Men: quais são os 10 mutantes mais fortes com nível ômega?

Seja controlando a realidade, manipulando energias inimagináveis ou exercendo controle absoluto sobre as mentes, eles redefinem o conceito de poder. Nesta lista, exploramos os 10 mutantes ômega mais fortes do universo X-Men, destacando suas habilidades no mundo dos quadrinhos.

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Vulcano

Gabriel Summers, conhecido como Vulcano, é um mutante que controla energia em um nível quase incompreensível. Ele consegue absorver, manipular e redirecionar praticamente qualquer forma de energia, tornando-o uma força imparável em combate.

imagem mostra uma ilustração de gibi do personagem vulcano com os olhos brilhando
Personagem Vulcano no meio de uma luta (Imagem: Marvel/Reprodução)

Sua capacidade de destruir planetas inteiros o coloca entre os mutantes mais temidos e poderosos do universo Marvel. Além disso, sua conexão com os X-Men e com a família Summers torna suas histórias ainda mais impactantes.

Jean Grey

Jean Grey é a manifestação mais poderosa da Fênix, uma entidade cósmica que representa a vida e a destruição. Mesmo sem a Fênix, Jean é uma telepata e telecinética incrivelmente forte, capaz de remodelar mentes, criar campos de força indestrutíveis e mover objetos de proporções colossais.

Jean Grey fênix negra utilizando seus poderes
Jean Grey expressando os poderes da Fênix Negra (Reprodução: Marvel Comics)

Sua conexão com a Força Fênix amplifica suas habilidades a um nível ômega que transcende a realidade, solidificando seu papel como uma das personagens mais icônicas dos X-Men.

Monarca

Conhecido como Jamie Braddock, Monarca tem a capacidade de manipular a estrutura da realidade. Ele enxerga o universo como uma teia de fios que pode entrelaçar e cortar à sua vontade, alterando os fundamentos do tempo e espaço.

imagem mostra um homem adulto seminu deitado dentro de uma cápsula
Personagem Monarca num gibi do X-Men (Imagem: Marvel/Reprodução)

Esse poder praticamente ilimitado faz dele um dos mutantes ômega mais fortes e perigosos. Sua instabilidade mental, no entanto, o torna imprevisível, o que adiciona uma camada extra de complexidade às histórias em que aparece.

Kid Ômega

Quentin Quire, ou Kid Ômega, é um jovem mutante com habilidades telepáticas extraordinárias. Apesar de sua atitude rebelde e comportamento desafiador, Quentin é um dos telepatas mais talentosos do universo Marvel.

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imagem mostra o personagem kid omega dos x-men, utilizando seus poderes no meio de uma luta
Kid Omega usando seus poderes durante uma batalha (Imagem: Marvel/Reprodução)

Sua capacidade de manipular mentes e criar projeções psíquicas o coloca como um dos mutantes ômega mais promissores, com potencial para superar até mesmo os maiores telepatas da história.

Magneto

Erik Lehnsherr, conhecido como Magneto, é o mestre do magnetismo e um dos mutantes ômega mais conhecidos. Sua capacidade de manipular campos magnéticos o permite controlar metais, gerar pulsos eletromagnéticos e até mesmo influenciar o campo magnético da Terra.

imagem mostra o personagem magneto concentrado, canalizando e utilizando seus poderes
Magneto canalizando seus poderes (Imagem: Marvel/Reprodução)

Além de seus poderes, Magneto é um estrategista brilhante, cujas convicções políticas e filosóficas moldaram a história dos X-Men.

Rogue (Vampira)

Rogue (Vampira) utilizando a habilidade de voar
Rogue (Vampira) utilizando a habilidade de voar (Reprodução: Marvel)

Rogue, conhecida no Brasil como Vampira, tem a habilidade de absorver temporariamente os poderes, memórias e habilidades de outros mutantes e seres vivos com um simples toque. No entanto, em algumas versões dos quadrinhos, Vampira demonstrou um nível de controle que lhe permitiu reter habilidades permanentemente, tornando-se uma verdadeira ameaça.

Ao absorver poderes de nível ômega como os de Miss Marvel ou mesmo de outros mutantes extremamente poderosos, Vampira pode alcançar níveis de força, resistência e habilidades que a colocam entre os mutantes mais perigosos e versáteis do universo Marvel.

Tempestade

Ororo Munroe, ou Tempestade, é uma mutante que controla o clima em escala global. Sua capacidade de manipular tempestades, ventos, raios e outras condições climáticas faz dela uma figura imponente e essencial para os X-Men.

imagem mostra um vislumbre da mutante tempestade controlando o clima e provocando raios
Imagem mostra a mutante Tempestade controlando o clima (Imagem: Marvel/Reprodução)

Além de seus poderes, Tempestade é uma líder natural, cuja presença e carisma inspiram aqueles ao seu redor. Seu status como mutante de nível ômega destaca sua importância tanto como guerreira quanto como estrategista.

Leia mais:

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  • X-Men: entenda o sistema de classificação dos mutantes na Marvel
  • ‘X-women’: as dez mutantes mais poderosas segundo a Marvel
  • Quais são os vilões mais fortes em X-Men Evolution?

Legião

David Haller, conhecido como Legião, é um dos mutantes mais complexos e poderosos do universo X-Men. Ele possui múltiplas personalidades, cada uma com um poder diferente, variando de telepatia a manipulação da realidade.

imagem mostra o mutante legião, dos x-men, utilizando seus poderes
Mutante Legião, personagem das histórias dos X-Men (Imagem: Marvel/Reprodução)

Essa combinação de habilidades faz dele um mutante incrivelmente perigoso e imprevisível. Seu status de nível ômega é uma prova de sua capacidade de alterar o mundo ao seu redor de maneiras extraordinárias.

Massacre

Massacre é a fusão entre Magneto e o Professor Xavier, um ser de poder incomensurável. Ele combina as habilidades telepáticas de Xavier com o controle magnético de Magneto, criando uma entidade praticamente invencível.

imagem mostra o personagem massacre, dos x-men
Massacre é um personagem marcante dos X-Men (Imagem: Marvel/Reprodução)

Massacre é uma das maiores ameaças que os X-Men já enfrentaram, capaz de destruir heróis e vilões com igual facilidade.

Beyonder

Embora a classificação do Beyonder como mutante seja discutível, ele é frequentemente associado ao universo mutante devido às histórias em que participa. Como uma entidade cósmica, o Beyonder possui poderes praticamente ilimitados, capazes de alterar a realidade em uma escala multiversal.

imagem mostra o mutante beyonder usando seus poderes. ele é parte das histórias dos x-men
Personagem Beyonder dos X-Men (Imagem: Marvel/Reprodução)

Sua presença nos quadrinhos dos X-Men elevou o nível de perigo e complexidade das histórias, consolidando-o como uma figura de poder absoluto. Os mutantes de nível ômega representam o que há de mais poderoso no universo X-Men.

Suas habilidades transcendem os limites da compreensão humana, moldando não apenas o destino dos mutantes, mas de todo o universo Marvel.

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Evidências sugerem que energia escura pode estar mudando e redefinindo destino do Universo

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Um conjunto de dados recentes e meticulosos, obtidos por meio do Dark Energy Spectroscopic Instrument (DESI) no Observatório Nacional de Kitt Peak, no Arizona (EUA), aponta para a possibilidade de que a energia escura — a misteriosa força responsável pela aceleração da expansão do Universo — não seja uma constante imutável, como se acreditava até então, mas, sim, um fenômeno dinâmico que varia ao longo do tempo cósmico.

DESI
Instrumento Espectroscópico de Energia Escura tem cinco mil fibras ópticas, e cada uma atua como mini-telescópios (Imagem: DESI)

Revolução no modelo cosmológico com a energia escura?

Desde sua descoberta, na década de 1990, a energia escura tem sido considerada fator constante que impulsiona o afastamento cada vez mais acelerado das galáxias, resultando em futuro onde o Universo se expandiria eternamente, num cenário conhecido como “big freeze”.

Contudo, os novos dados do DESI sugerem realidade alternativa: a energia escura pode ter atingido seu pico quando o Universo tinha cerca de 70% da sua idade atual e, desde então, vem perdendo força — atualmente, cerca de 10% mais fraca.

Essa descoberta levanta a possibilidade de que, num futuro distante, a aceleração possa cessar, estabilizando a expansão ou até a revertendo, em um colapso final, o temido “big crunch”.

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Papel do DESI e outras observações

  • O DESI, equipado com cinco mil fibras ópticas robotizadas, realizou varredura que abrange, aproximadamente, 15 milhões de galáxias e outros objetos celestes, mapeando 11 bilhões de anos de história cósmica com precisão sem precedentes;
  • A análise desses dados, conduzida por colaboração internacional de mais de 900 pesquisadores de instituições renomadas, tem provocado intenso debate na comunidade científica;
  • Enquanto os resultados do DESI apontam para evolução na intensidade da energia escura em épocas mais recentes, outras observações — como as imagens detalhadas do fundo cósmico de micro-ondas, capturadas pelo Atacama Cosmology Telescope, no Chile — confirmam que, no Universo primordial, os parâmetros do modelo padrão da cosmologia se comportavam conforme o esperado;
  • Essa dualidade evidencia que o mistério pode residir na evolução da energia escura depois dos primeiros instantes após o Big Bang, quando o Universo estava com apenas 380 mil anos.

Implicações para o destino do Universo

Os cenários futuros do Universo, até então pautados pelo modelo com energia escura constante, podem sofrer reavaliação profunda. Se a energia escura continuar a enfraquecer, há duas grandes possibilidades:

  • Estabilização da Expansão: uma redução gradual na força da energia escura poderia levar o Universo a estado de equilíbrio, evitando tanto a aceleração eterna quanto um eventual colapso;
  • Big Crunch: em cenário mais dramático, se a energia escura diminuir a ponto de se tornar negativa, ela poderia se somar à gravidade, invertendo o processo de expansão e provocando o colapso do Universo em “big crunch”, possivelmente abrindo caminho para novo ciclo cosmológico.

Essa reinterpretação do destino cósmico revisita questões fundamentais sobre a natureza da energia escura, a qual, apesar de representar cerca de 70% do conteúdo total do Universo, continua sendo uma das maiores incógnitas da ciência moderna.

Bob Stupak, à esquerda, supervisor de manutenção eletrônica, e Matthew Evatt, gerente de engenharia mecânica, trabalhando na sala de espectrógrafo do DESI
Bob Stupak, à esquerda, supervisor de manutenção eletrônica, e Matthew Evatt, gerente de engenharia mecânica, trabalhando na sala de espectrógrafo do DESI (Imagem: Marilyn Sargent/Laboratório de Berkeley)

Leia mais:

  • Como é viver na Estação Espacial Internacional?
  • Qual é a origem dos nomes dos planetas do Sistema Solar?
  • Explosões de anãs brancas podem desvendar o que é a energia escura

Debate entre os cientistas

Enquanto alguns pesquisadores, como o Prof. Carlos Frenk, da Universidade de Durham (Reino Unido), e o Prof. Alexie Leauthaud-Harnett, da Universidade da Califórnia, Santa Cruz (EUA), defendem a robustez dos dados e veem neles o início de nova era na cosmologia, outros, como o Prof. George Efstathiou, da Universidade de Cambridge (Inglaterra), permanecem cautelosos, ressaltando que os resultados ainda não alcançaram o limiar estatístico de cinco sigma, considerado indispensável para uma descoberta definitiva.

Mesmo os céticos reconhecem que o acúmulo de evidências tem estimulado debates e incentivado a comunidade a repensar os fundamentos que, há décadas, sustentavam o modelo cosmológico. “Se esses resultados forem confirmados, teremos de encontrar novo mecanismo que explique a variação na energia escura — e isso pode significar reformulação radical de nossa compreensão do Universo”, afirmou o Prof. Ofer Lahav, do University College London (Inglaterra), ao The Guardian.

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Perspectivas futuras

A busca por respostas continua, com o DESI previsto para coletar dados por mais um ano, visando mapear cerca de 50 milhões de galáxias e objetos luminosos.

Em paralelo, outras missões e instrumentos, como o telescópio espacial Euclid, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), o Observatório Vera C. Rubin e o Roman Space Telescope, da NASA, prometem fornecer observações ainda mais detalhadas, contribuindo para desvendar os segredos da energia escura.

Andrei Cuceu, pesquisador do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, à BBC, afirma que “estamos, literalmente, deixando o Universo nos contar como ele funciona. Pode ser que ele seja muito mais complexo do que imaginávamos.

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O telescópio espacial Euclid da Europa
Obra de arte: o telescópio espacial Euclid da Europa também coletará dados sobre o comportamento da Energia Escura (Imagem: ESA)

A possibilidade de que a energia escura não seja uma constante, mas um fenômeno em evolução, coloca a cosmologia à beira de potencial revolução teórica.

Se esses achados se confirmarem, as consequências serão profundas não apenas para a compreensão do passado e presente do Universo, mas, também, para as previsões sobre seu futuro.

A comunidade científica, com suas variadas opiniões e abordagens, se prepara para um período de intensa investigação, no qual o Universo pode, finalmente, revelar novos segredos que desafiarão os paradigmas estabelecidos há quase um século.

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Oracle deve salvar o TikTok nos EUA; saiba como

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A Oracle está perto de fechar um acordo para garantir a manutenção do TikTok nos EUA em troca de pequena participação nas operações da empresa no país, segundo informações da Bloomberg.

O plano foi discutido com a administração do presidente Donald Trump na semana passada e incluiria a garantia de que a versão atualizada do TikTok nos EUA não teria um “backdoor” que o governo chinês poderia explorar.

Ainda de acordo com a Bloomberg, o acordo pode deixar o algoritmo da rede social chinesa sob controle da ByteDance, empresa-mãe do aplicativo na China.

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Logo do TikTok em um smartphone que está sendo segurado; ao fundo, um fundo azul
Rede social pode ceder operações para a Oracle nos EUA, evitando assim seu banimento no país (Imagem: PixieMe/Shutterstock)

O governo chinês está ciente das negociações e só aprovará o acordo se o algoritmo continuar sendo controlado pela China. A Oracle poderia, assim, evitar a proibição do TikTok nos EUA.

Leia mais:

  • TikTok: quatro grupos negociam compra da rede social, diz Trump
  • Como assistir a vídeos offline no TikTok
  • TikTok estaria recebendo dinheiro por lives sexuais com crianças

Governo dos EUA ainda demonstra preocupação com TikTok

  • Apesar do Projeto Texas, que, desde 2022, tenta tranquilizar o governo dos EUA ao rotear dados dos usuários estadunidenses para servidores da Oracle, surgiram dúvidas sobre a segurança;
  • Relatos indicam que funcionários chineses ainda poderiam acessar os dados dos usuários e o governo dos EUA não ficou convencido de que as medidas eram suficientes;
  • Em dezembro, um tribunal de apelações concluiu que o TikTok não havia resolvido adequadamente as preocupações de segurança nacional.

O vice-presidente doa EUA, JD Vance, comentou que espera um acordo que atenda às preocupações de segurança até o prazo de 5 de abril, data-limite para salvar a plataforma.

Trump já havia aprovado a proposta da Oracle para o TikTok em 2020. Nenhuma das empresas se pronunciou sobre o assunto.

tiktok
TikTok viverá dias decisivos sobre possível proibição nos EUA (Imagem: salarko/Shutterstock)

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Astronautas “presos” no espaço: Olhar Digital transmite chegada à Terra ao vivo

Redação Informe 360

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Eles estão a caminho! Finalmente, os astronautas Sunita Williams e Butch Wilmore, da NASA, deixaram a Estação Espacial Internacional (ISS) para voltar para a Terra. Isso acontece após uma prorrogação em mais de 280 dias da missão original – o primeiro Teste de Voo Tripulado (CFT-1) da cápsula Starliner, da Boeing. E você pode acompanhar a chegada junto com o Olhar Digital!

A dupla vem “de carona” com os membros da missão SpaceX Crew-9 (Nick Hague, também da NASA, e o cosmonauta Aleksandr Gorbunov, da agência espacial da Rússia), a bordo da cápsula Dragon Freedom, que permaneceu ancorada no laboratório orbital ao longo de seis meses, desde setembro. 

Momento em que a Dragon foi desacoplada da ISS
Momento em que a Dragon foi desacoplada da ISS (Imagem: Reprodução/YouTube/NASA)

Com a chegada da missão Crew-10, na madrugada de domingo (16), o time foi substituído por outros quatro astronautas, recebendo autorização para retornar à Terra. A princípio, isso aconteceria na quarta-feira (19), mas a NASA informou, em comunicado, que o processo seria antecipado porque as condições climáticas estariam mais favoráveis na região onde a nave vai pousar (na costa do Golfo da Flórida).

A previsão é que o mergulho no oceano com a ajuda de paraquedas ocorra às 18h57 (pelo horário de Brasília). desta terça-feira (18) – com transmissão em tempo real em todos os canais oficiais do Olhar Digital: no YouTube, Facebook, Instagram, LinkedIn e TikTok.

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Suni Williams, da NASA, o cosmonauta Aleksandr Gorbunov, da Roscosmos, e os astronautas Nick Hague e Butch Wimore, também da NASA, posam dentro da espaçonave SpaceX Dragon Freedom antes de iniciarem a jornada de volta à Terra. Crédito: NASA

Com início às 17h45, a live terá apresentação de Bruno Capozzi, nosso editor-executivo, e do astrônomo Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia (APA), membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon) e colunista do Olhar Digital.

Vamos relembrar a saga dos astronautas “presos” no espaço:

  • O Teste de Voo Tripulado da Starliner – ou CFT, na sigla em inglês – foi lançado no dia 5 de junho de 2024, no topo de um foguete Atlas V, da United Launch Alliance (ULA), a partir da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida;
  • Isso aconteceu após uma série de adiamentos;
  • A última suspensão foi em razão de um vazamento de hélio na cápsula;
  • O problema não foi entendido como tão grave, e a espaçonave decolou rumo à ISS;
  • No trajeto, mais vazamentos de hélio foram identificados;
  • A acoplagem também apresentou problema: uma anomalia fez cinco dos 28 propulsores do módulo falharem em seu funcionamento, atrasando a ancoragem em mais de uma hora;
  • Em agosto, a NASA anunciou que Williams e Wilmore vão voltar para casa em uma espaçonave Dragon, da SpaceX, junto com os tripulantes da missão Crew-9 (que foi lançada com apenas dois membros justamente para esse fim);
  • Já a cápsula Boeing Starliner foi enviada de volta à Terra vazia, por motivos de segurança, em setembro.

Quem são os outros dois astronautas que chegam na mesma nave?

Conforme mencionado acima, além dos astronautas “resgatados” da missão Starliner CFT-1, a cápsula Dragon Freedom traz também Nick Hague, da NASA, e Aleksandr Gorbunov, da agência espacial russa (Roscosmos), membros da missão SpaceX Crew-9 – que chegou à ISS em 29 de setembro de 2024.

Inicialmente, a tripulação contaria com quatro integrantes, mas a composição precisou ser alterada. Os assentos das astronautas norte-americanas Zena Cardman e Stephanie Wilson, que participariam da missão, foram ocupados por simuladores de massa, enquanto ambas permanecem elegíveis para futuras missões.

Essa alteração foi justamente para acomodar Sunita Williams e Butch Wilmore na tão aguardada viagem de volta para casa.

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