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Spotify interrompe totalmente suas operações na Rússia

Redação Informe 360

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Mais uma multinacional do ocidente deixa a Rússia em resposta à invasão da Ucrânia: desta vez foi o Spotify, um dos principais serviços de streaming de música, podcast e vídeo do mundo, com sede na Suécia. Em declaração ao site iMore nesta sexta-feira (25), a empresa confirmou que sua retirada total de Moscou se deve à recente implantação de novas leis referentes à informação e à liberdade de expressão.

No início deste mês (3), o Spotify já havia fechado seus escritórios na Rússia, além de remover de sua plataforma uma série de conteúdos patrocinados pelo Estado. Na época, a empresa ainda cogitava continuar suas operações, afirmando que “é extremamente importante tentar manter nosso serviço operacional na Rússia para permitir o fluxo global de informações”.

Fechando as portas em Moscou

Hoje, a empresa disse continuar acreditando na importância de manter um serviço de informações confiáveis e independentes na região. Mas, ao fazer isso, afirmou um porta-voz ao iMore, pode estar colocando “em risco a segurança dos funcionários do Spotify e possivelmente até de nossos ouvintes”.

Chamando de difícil a decisão de suspender totalmente seus serviços na Rússia, o serviço de streaming afirmou que as medidas operacionais necessárias implicam que a medida só entrará em vigor a partir do início de abril. Além disso, como o Spotify fala em “suspensão” dos serviços, isso deixa aberta a possibilidade de um possível retorno futuro.

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Fonte: Tecmundo
Imagem: Olhar Digital

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Aeroportos brasileiros precisam se preparar para mudanças climáticas

Redação Informe 360

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Os estragos causados pela maior tragédia climática do Rio Grande do Sul estão espalhados por todo o estado gaúcho. Mas uma das imagens que mais impressiona é a do Aeroporto Internacional Salgado Filho, na capital Porto Alegre, completamente alagado. Segundo especialistas, a situação evidencia a necessidade de uma adequação do sistema aeroportuário brasileiro às mudanças climáticas e aos desastres naturais cada vez mais frequentes.

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Fontes renováveis são alternativa para os terminais brasileiros

No caso de Porto Alegre, todas as operações do único aeroporto da cidade foram suspensas até, pelo menos, o final de agosto. O termina recebe cerca de oito milhões de passageiros por ano, o que representa aproximadamente 3,5% ou 4% de toda a demanda aérea comercial brasileira.

As autoridades ainda aguardam que as águas do lago Guaíba baixem para contabilizar todos os estragos. Uma das possibilidades é que seja necessário reconstruir a pista de pouso. Já o terminal de passageiros provavelmente precisará passar por obras de maior proporção para possibilitar a retomada das operações.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já autorizou a base aérea de Canoas, próxima à Porto Alegre, a operar cinco voos diários para tentar diminuir os prejuízos. Outros espaços aéreos de pequenas cidades do interior gaúcho também podem ser utilizados para atender a demanda represada.

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Em entrevista ao Jornal da USP, o professor Jorge Eduardo Leal Medeiros afirmou que o caso do Aeroporto Salgado Filho evidencia a necessidade de adequação do sistema aeroportuário brasileiro às mudanças climáticas. Uma das alternativas, segundo ele, é implementar cada vez mais a utilização de fontes renováveis nos equipamentos dos aeroportos, como ocorre em Brasília, onde 60% da energia utilizada é hidráulica.

O que tem que ser feito agora é atuar nesse sentido de melhorar a defesa. Então é preciso cada vez mais nos preocupar com essa questão de proteger o ar, como proteger essas águas que eventualmente podem voltar a se dirigir às cidades.

Jorge Eduardo Leal Medeiros, professor da Universidade de São Paulo

Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, foi alagado pelas enchentes históricas (Imagem: divulgação/Fraport)

Tragédia climática no Rio Grande do Sul

  • De acordo com o mais recente balanço da Defesa Civil, subiu para 161 o número de mortes confirmadas pelas fortes chuvas e enchentes que atingem o estado gaúcho.
  • São 85 pessoas desaparecidas, mais de 581 mil desalojadas e aproximadamente 72 mil em abrigos.
  • A tragédia climática causou impactos severos em 464 dos 497 municípios gaúchos, afetando diretamente mais de dois milhões de pessoas.
  • O lago Guaíba atingiu o maior nível da história, passando dos 5 metros e 30 centímetros e causando as enchentes históricas.
  • Na região Sul, a Lagoa dos Patos também inundou alguns municípios, caso de Rio Grande.
  • Em 2023, uma série de desastres climáticos causou uma verdadeira devastação no Rio Grande do Sul.
  • Foram registradas 16 mortes em junho, 54 em setembro e outras 5 em novembro.

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Conseguiram recriar o traje de Duna na vida real – e ele funciona!

Redação Informe 360

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Quem assistiu aos filmes recentes de Duna, de Denis Villeneuve, deve se lembrar dos trajes utilizados pelos Fremen. É uma roupa escura, meio militar, mas com véus e com destaque para tubos no rosto, conectados ao nariz e à boca (como mostra a imagem acima).

A função dos chamados ‘trajes destiladores’ é reciclar a água do próprio corpo para não desperdiçá-la. O que faz todo sentido para esse povo da ficção científica assinada por Frank Herbert. Os Fremen vivem em um planeta desértico, Arrakis, onde a água é um item raro e sagrado – tanto que eles evitam chorar. E cuspir é uma forma de demonstrar respeito (você está dando a sua água para outra pessoa).

Leia mais

  • Teaser de “Duna: A Profecia” se passa 10 mil anos antes dos filmes; assista
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Nenhum povo na vida real tem esses costumes excêntricos, mas o traje… o traje existe! Ele acaba de sair do papel pelas mãos de um grupo de nerds construtores. A Hacksmith Industries publicou um vídeo no seu canal no YouTube mostrando a experiência.

Como eles fizeram isso?

  • A equipe utilizou uma bolsa impermeável e instalou um “trocador” de calor na parte traseira, alimentado por uma pequena bateria LiPo.
  • Essa bolsa modificada fica dentro do traje, representando uma superfície fria sobre a qual qualquer umidade pode condensar.
  • Condensação, para ficar claro, é a mudança do estado gasoso para o estado líquido.
  • Ou seja, o ar quente da respiração ou do suor viram gotículas de água em contato com o frio.
  • Essas gotículas escorrem, então, para um frasco coletor (também dentro do traje).
  • A garrafa coletora alimenta uma bexiga CamelBak, e o bico do CamelBak volta para a máscara, onde o usuário pode beber dela.
  • A invenção conta com um filtro de água de quatro estágios embutido.
  • Os testes mostraram que a água reaproveitada realmente se tornou potável após passar por essas filtragens.
  • Vale destacar que o traje aproveita dois fluidos corporais apenas: o suor e a umidade da respiração do usuário.
  • Ou seja, nada de filtrar urina.

Mas funciona de verdade?

Sim, até certo ponto. Em testes de exercícios e sauna, o chefe de produção da Hacksmith, o Darryl, conseguiu beber da própria água.

Ela, no entanto, estava escassa. Isso porque o sistema tem muitas limitações. Apesar de toda a criatividade, o traje conseguiu coletar a umidade da parte de trás do pescoço apenas.

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Como a roupa é quente, todo o restante do suor deve ter escorrido para outras partes, não tendo o mesmo aproveitamento do traje destilador de Duna. Mas isso não significa que o experimento deu errado. Pelo contrário: foi extremamente promissor – e pode ser corrigido com novos testes.

Não que eu tenha pressa para isso. Apesar do aquecimento global, espero que essa roupa não se torne um traje obrigatório para os seres humanos um dia. Até por que eu ainda não me acostumei com a ideia de tomar o próprio suor…

Sharon Duncan-Brewster como Liet Kynes em ‘Duna’, uma produção da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures. Crédito: Chiabella James/Warner Bros
Sharon Duncan-Brewster como Liet Kynes em ‘Duna’, uma produção da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures. Crédito: Chiabella James/Warner Bros

Outros experimentos

Esse pessoal do Hacksmith Industries tem mais de mil vídeos no canal do YouTube – e eles já realizaram o sonho de muitos nerds por aí.

Já construíram, por exemplo, uma versão do machado Stormbreaker do Thor (que ele usa no filme Vingadores: Ultimato); construíram também o escudo do Capitão América e até fizeram um sabre de luz movido a plasma que realmente queima as coisas!

O maior projeto deles, segundo eles mesmos, no entanto, é a criação de uma aranha mecânica, embora tenha 6 e não 8 patas. Algo que um vilão da Marvel teria feito tranquilamente. O mais impressionante é a complexidade dessa máquina – e ela realmente funciona!

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Sim, eles usaram escavadeiras… E nem preciso dizer aqui para você não tentar reproduzir isso em casa, certo? Ver essas coisas pelo YouTube e pelo cinema já são mais do que suficientes para mim.

As informações são do New Atlas.

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O que é o selo digital usado na fotografia tirada por humanos?

Redação Informe 360

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A ascensão das ferramentas de criação de imagens baseadas em IA gerou muitas especulações sobre o fim da fotografia digital. Marcas gigantes do setor estão trabalhando em um tipo de selo digital para combater essa competição com a inteligência artificial.

Esse selo tem o objetivo de diferenciar as imagens criadas por IA das produzidas por seres humanos. Agora, confira uma lista com informações relevantes que o Olhar Digital preparou sobre o que é esse selo digital criado para diferenciar fotos tiradas por humanos das produzidas por IA.

Leia mais:

  • Airbnb terá selo de verificação em anúncios a partir de 2024
  • Ferramenta do Google faz verificação gramatical de pesquisas
  • 99 lança selo de verificação com IA para passageiros; saiba mais

O que é o selo digital?

Empresas gigantes e tradicionais no ramo da fotografia, como Nikon, Sony e Canon, desenvolveram o selo digital. Esse certificado digital, que funciona por meio de um sistema de marcação digital para suas câmeras, ajudará a diferenciar fotografias de imagens criadas por inteligência artificial. Os dados como data, local onde as imagens foram produzidas e demais credenciais ligadas à imagem serão incluídos no selo. Usando a ferramenta online Verify, é possível verificar gratuitamente esse conjunto de dados.

A Canon pretende laçar até o segundo semestre de 2024 equipamentos já com o selo de fábrica. (Imagem: Canon)

O sistema de rotulação, quando utilizado, faz com que as imagens criadas por IA apareçam com a informação ‘Sem credenciais de conteúdo”. Além disso, o sistema consegue identificar imagens falsas e imagens que sofreram algum tipo de edição.

Empresas como Nikon, Sony e Canon estão desenvolvendo e adotarão o padrão. É importante lembrar que empresas japonesas dominam cerca de 90% do mercado global de máquinas fotográficas atualmente. A Sony adicionará assinaturas digitais em três modelos de câmeras profissionais mediante uma atualização de software. Além disso, já existem indícios de que aplicaremos a tecnologia para diferenciar a produção de vídeos em um futuro próximo.

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Lançamentos para 2024

A Canon planeja lançar, ainda este ano, uma câmera profissional com recursos similares para os fotógrafos que pretendem atualizar seu preset. Além disso, a Canon já está trabalhando do desenvolvimento de um aplicativo de gerenciamento de imagens. Este aplicativo permitirá que o fotógrafo verifique a autenticidade das fotos, seja elas artificiais ou não.

A Nikon planeja incorporar a tecnologia de autenticação em suas câmeras de alta resolução. O objetivo é focar em profissionais de fotojornalismo e outras áreas. A Nikon desenvolverá o selo de autenticidade para resistir bem, mesmo com interferências externas. O lançamento desse equipamento da Nikon está prevista ainda para o segundo semestre de 2024.

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