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Qual melhor modo gráfico para jogar Death Stranding 2 no PS5 e PS5 Pro?

Redação Informe 360

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“Death Stranding 2: On the Beach“, lançado nesta sexta-feira (25) para PlayStation 5 (PS5), traz gráficos de alta qualidade com visuais incríveis e uma narrativa complexa. No jogo, o personagem Sam e seus companheiros embarcarão em uma missão para salvar a humanidade da extinção. Ao se juntar a eles, você vai adentrar em um mundo repleto de aventuras, enfrentando diversos inimigos. 

Para viver essa experiência da melhor maneira possível, há quem se questione: Qual é o melhor modo gráfico para jogar no PS5 e no PS5 Pro? É sobre isso que iremos falar nas próximas linhas. 

Qual melhor modo gráfico para jogar Death Stranding 2 no PS5 e PS5 Pro?

Console PS5 (Imagem: Skrypnykov Dmytro/Shutterstock)

No PS5, a escolha do modo gráfico para você jogar vai depender bastante do seu gosto. Isso porque o console conta com o modo Performance, o qual entrega uma jogabilidade muito fluida e ótima para quem deseja ter um controle preciso e movimentos estáveis. Todavia, tem uma pequena perda de nitidez e apresenta leves imperfeições visuais. As especificações dele são as seguintes:

  • Frames por Segundo (FPS): isso indica a quantidade de quadros individuais que são exibidos por segundo no game. Quanto maior ele for, mais fluída e suave é a experiência do jogo. 60 FPS, que é o caso deste modo no PS5, é considerada uma ótima taxa de quadros.
  • Resolução dinâmica: permite que o game ajuste de forma dinâmica a resolução da tela, o que melhora o desempenho do jogo. No modo Performance, do PS5, ela atinge 1440p, o que proporciona uma experiência visual aprimorada ao jogador.

Já o modo Qualidade apresenta um visual mais cinematográfico e polido. Porém, a sua taxa de FPS é mais baixa em relação ao modo Performance, o que pode acarretar uma experiência imersiva menor em momentos de ação e movimentos constantes. Veja as especificações:

  • Resolução: até 4K
  • Frames por Segundo: 30
PS5 Pro ao lado de um DualSense
PS5 Pro (Imagem: Divulgação/Sony)

Já no PS5 Pro, os modos são bem parecidos em questão visual, mas existe uma grande diferença em relação à fluidez. Enquanto o modo Performance entrega 60 FPS com uma resolução dinâmica, o modo Qualidade tem 30 FPS e um pouco mais de qualidade em cenas específicas. 

Entretanto, como a qualidades em determinados momentos não compensa a diferença de fluidez, o ideal é jogar no modo Performance. 

Imagem: Divulgação/Kojima Productions

Um ponto que merece ainda mais destaque em relação ao PS5 Pro no modo Performance é que, se ele for utilizado em uma TV compatível, pode fazer com que o jogo rode em 120 Hz. Dessa forma, você ganha ainda mais estabilidade de movimento e diminui a latência. Sua experiência ficará ainda melhor, principalmente em momentos de acrobacias com a carga transportada por Sam e em longas caminhadas.

Leia mais:

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  • Death Stranding 2: conheça os personagens do jogo
  • 10 jogos de tiro de zumbis para PC, consoles e celular
  • A data de nascimento interfere em Death Stranding 2? Entenda

Além disso, o canal ElAnalistaDeBits, no YouTube, que tem como foco realizar comparativos técnicos em relação aos visuais e desempenho de games em várias plataformas, fez uma comparação entre os modos do PS5 e PS5 Pro. Confira abaixo:

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AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

Redação Informe 360

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A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.

A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.

Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.

Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.

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Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

Impactos sobre saúde e famílias

  • A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
  • “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
  • A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
  • Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
  • Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com a estátua da Justiça em primeiro plano
AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas em sua solicitação ao STF – Imagem: Patricia dos Santos / Shutterstock

Quais leis estão em discussão

A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.

A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.

A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.

Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.

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O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.

Leia mais:

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  • Fim das bets: governo quer bloqueio de 5,2 mil sites de apostas ilegais

Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets

A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.

Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.

Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (01/10/2026)

Redação Informe 360

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Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (01/10).

Aconteceu de novo: agentes de IA tentaram invadir site do governo do Canadá

A empresa de pesquisa em inteligência artificial Transluce revelou que agentes de IA tentaram acessar um site ligado ao governo do Canadá. As investidas ocorreram em 28 de maio e 9 de junho, sem indicação de que os sistemas públicos tenham sido comprometidos.

Redes sociais são vistas como ameaça à democracia, revela pesquisa

Um número crescente de pessoas acredita que as redes sociais manipulam e dividem a população. É o que revela uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quinta-feira (01). Segundo o levantamento, cidadãos de países mais ricos tendem a ter uma percepção pior das plataformas.

SpaceX lança chips de IA do Google em teste para futuros data centers espaciais

A SpaceX lançou, nesta quinta-feira (01), um protótipo de satélite equipado com chips de inteligência artificial do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia.

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NASA e SpaceX lançam astronautas à Estação Espacial Internacional

A NASA e a SpaceX lançaram nesta quinta-feira (01) a missão Crew-13. Com destino à Estação Espacial Internacional, ela decolou da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, por volta de 12h11, pelo horário de Brasília.

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Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?

Redação Informe 360

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Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.

Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.

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