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Qual é a ordem cronológica para assistir a Exterminador do Futuro?

Criada por James Cameron e Gale Anne Hurd, a franquia “O Exterminador do Futuro” se consolidou como uma das mais icônicas da cultura pop. A saga, que inclui filmes, animações e uma série de TV, é conhecida por seu sucesso e longevidade.
No entanto, nem todos os filmes alcançaram sucesso nas bilheteiras ou receberam boas críticas, o que levou a diversas tentativas de revitalizar a franquia. Essas tentativas geraram uma complexa confusão na linha do tempo da série.
Para ajudar a entender essa cronologia confusa, apresentamos a seguir uma explicação detalhada sobre como ela se organiza.
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Exterminador do Futuro: qual é a ordem de lançamento para assistir à franquia?
Antes de falar sobre a ordem cronológica da franquia “Exterminador do Futuro”, é importante conhecer a sequência de lançamento e os detalhes de cada produção.
A seguir, veja a ordem de lançamento dos filmes e séries, com uma breve contextualização de cada um.
O Exterminador do Futuro (1984)

O início de tudo. Lançado em 1984, o longa-metragem “O Exterminador do Futuro” é uma peça fundamental em praticamente todas as linhas cronológicas da franquia.
- Onde assistir: Amazon Prime Video
O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)

Lançado em 1991, “O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final” também é uma peça fundamental em praticamente todas as linhas temporais da franquia.
- Onde assistir: Netflix e Amazon Prime Video
O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas (2003)

As coisas começam a mudar com “O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas”, lançado em 2003.
Este filme faz parte da cronologia original (Original Continuity) e é uma continuação de “O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final”.
- Onde assistir: não disponível nos streamings.
O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor (2008 – 2009)

A série de televisão “O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”, com duas temporadas, é um spin-off da franquia.
No entanto, a série desconsidera os eventos de “O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas”. Assim, cria uma nova linha do tempo, começando logo após “O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final”.
Vale mencionar que a atração foi cancelada após sua segunda temporada.
- Onde assistir: não disponível nos streamings.
O Exterminador do Futuro – A Salvação (2009)

Lançado em 2009, “O Exterminador do Futuro – A Salvação” dá continuidade a “O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas”. Esse filme é o último da cronologia original (Original Continuity).
- Onde assistir: Amazon Prime Video
O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015)

Lançado em 2015, “O Exterminador do Futuro: Gênesis” é um reboot da franquia. Com isso, o filme estabelece uma nova linha do tempo.
- Onde assistir: Disney+
O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

Lançado em 2019, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” cria uma nova linha do tempo.
O filme se estabelece como uma sequência direta de “O Exterminador do Futuro” e “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”. Ou seja, ignora os eventos das outras sequências.
- Onde assistir: Disney+
Terminator Zero (2024)

Lançado pela Netflix em 2024, o anime “Terminator Zero” oferece uma nova perspectiva sobre as linhas temporais da franquia “Exterminador do Futuro”.
A animação explica as viagens no tempo e as linhas temporais presentes na saga. Dessa forma, o anime considera todos os filmes lançados como canônicos.
- Onde assistir: Netflix
Exterminador do Futuro: qual é a ordem cronológica para assistir aos filmes e séries?
Agora que esclarecemos os principais detalhes da confusa cronologia da franquia, confira abaixo as principais linhas do tempo da saga.
Original continuity

Esta é a linha do tempo referente aos primeiros filmes da saga, que não descartam completamente os eventos de seus antecessores:
- O Exterminador do Futuro (1984)
- O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)
- O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas (2003)
- O Exterminador do Futuro – A Salvação (2009)
Dark Fate continuity

Esta é a linha do tempo criada pelo filme “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, que considera apenas os dois primeiros longas da franquia:
- O Exterminador do Futuro (1984)
- O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)
- O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)
Zero continuity

Esta é a linha do tempo estabelecida pelo anime “Terminator Zero”, que oferece uma explicação para as incongruências cronológicas da saga:
- O Exterminador do Futuro (1984)
- O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)
- O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas (2003)
- O Exterminador do Futuro – A Salvação (2009)
- O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015)
- O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)
- Terminator Zero (2024)
The Sarah Connor Chronicles continuity

Esta é a linha do tempo criada pela série de TV “As Crônicas de Sarah Connor”, que considera apenas os dois primeiros longas da franquia:
- O Exterminador do Futuro (1984)
- O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final (1991)
- O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor (2008 – 2009)
Genisys continuity

A linha do tempo reiniciada por “O Exterminador do Futuro: Gênesis”:
- O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015)
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CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor

A percepção do público em geral sobre a inteligência artificial virou centro de um debate no setor. Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic — desenvolvedora do assistente Claude —, respondeu publicamente a críticas que o acusam de alimentar um clima de desconfiança em relação ao avanço da tecnologia nos Estados Unidos.
A reação do executivo ocorreu após declarações do investidor Gavin Baker. O investidor afirmou que os alertas de Amodei sobre os riscos potenciais da IA ajudaram a motivar a rejeição popular à expansão da infraestrutura do setor, como a construção de novos centros de dados. Para Baker, o líder da Anthropic deveria atuar como um defensor mais otimista da própria indústria.

Equilíbrio entre riscos e benefícios
Amodei rebateu a ideia de que sua comunicação seja focada apenas nos cenários negativos. O executivo apontou que busca manter o discurso equilibrado entre os perigos reais e as oportunidades da tecnologia.
Como exemplo, citou o ensaio Machines of Loving Grace, publicado por ele com o objetivo de apresentar uma visão positiva sobre como a inteligência artificial pode transformar diferentes áreas da sociedade.
Leia mais:
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Ainda assim, o CEO reconheceu que a percepção pública sobre a IA é predominantemente negativa. Para ele, no entanto, a origem desse cenário não está nos avisos dados pelos executivos das empresas do setor.
Crise de confiança e entrega de resultados
Na visão de Amodei, a rejeição decorre de uma crise de confiança acumulada ao longo de décadas entre a população, o governo e a indústria de tecnologia. Segundo o executivo, o público teme que as novidades corporativas tragam prejuízos ao usuário comum.
Amodei também destacou que a crítica mais justa que as empresas de IA enfrentam é a falta de entregas concretas proporcional ao tamanho das promessas feitas.
- Falta de benefícios perceptíveis: O executivo admitiu que a indústria ainda não entregou todas as transformações positivas que prometeu para a sociedade.
- Foco no produto: Para ele, a cobrança do público e do mercado deveria focar na entrega real dessas melhorias, e não nas estratégias de marketing das empresas.
O debate sobre a regulamentação do setor
O papel do governo na fiscalização da inteligência artificial é outro ponto central da discussão. A Anthropic apoiou projetos de lei nos Estados Unidos, como a proposta da Califórnia que exige regras de transparência para modelos de grande porte.
Em resposta a quem defende que regulamentar o setor serve apenas para concentrar o mercado nas mãos das maiores companhias, Amodei classificou essa visão como simplista. O executivo afirmou que as propostas de políticas públicas elaboradas pela Anthropic buscam impor exigências mais rigorosas às grandes empresas de ponta, sem criar barreiras que impeçam o crescimento de concorrentes menores.
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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.
A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.
Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.
Por que o tombo de patinete é tão grave?
A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares.
“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).
Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.
Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva.
“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.
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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.
O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.
Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.
Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões
O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.
Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.
“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

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Acusações contra Facebook e Instagram
- O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
- Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
- As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
- Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.
Meta nega acusações
A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.
O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.
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