Tecnologia
Os 10 melhores jogos de arcade

Os melhores jogos de arcade marcaram gerações e transformaram a indústria dos videogames. Esses clássicos, que antes dominavam os fliperamas ao redor do mundo, ainda hoje são lembrados com carinho pelos fãs, e muitos deles influenciaram diretamente a forma como os jogos modernos são desenvolvidos.
O ambiente das máquinas de arcade proporcionava uma experiência única: jogadores competindo por pontuações elevadas, desafios intensos e gráficos de ponta para a época. Mais do que uma simples diversão, esses jogos se tornaram um marco cultural.
De batalhas épicas entre personagens carismáticos a combates contra invasões alienígenas, os jogos de arcade nos trouxeram uma gama diversificada de aventuras e estilos que resistem ao teste do tempo. Nesta lista, vamos explorar 10 dos melhores jogos de arcade de todos os tempos, aqueles que definiram a era dos fliperamas e ainda inspiram a indústria dos games.
10 melhores jogos de Arcade
Metal Slug

Lançado em 1996 pela SNK, Metal Slug é um dos melhores jogos de arcade de tiro side-scrolling. O título é conhecido por seus gráficos detalhados em estilo pixel art, humor característico e jogabilidade frenética. Em Metal Slug, os jogadores assumem o papel de soldados em missões para derrotar inimigos, resgatar prisioneiros de guerra e pilotar tanques. A série se destacou pelo seu estilo visual marcante e dificuldade desafiadora, que atraía tanto novatos quanto veteranos dos fliperamas.
O jogo foi um sucesso imediato, com sequências e versões portadas para várias plataformas ao longo dos anos. Sua mistura de ação intensa, humor e jogabilidade cooperativa garantiu um lugar especial nos corações dos fãs de arcade.
Leia também:
- 10 jogos que completam 30 anos em 2024
- Os 10 melhores jogos da Capcom, segundo a crítica
- Quer jogar os games disponíveis na Netflix? Veja os 10 melhores
Final Fight

Lançado em 1989 pela Capcom, Final Fight é um clássico do gênero beat ’em up que moldou o futuro dos jogos de luta nas máquinas de arcade. O enredo simples – resgatar a filha sequestrada do prefeito – é um pretexto perfeito para longas sequências de ação nas ruas de Metro City. O jogo se destacou pela cooperação entre jogadores e pela introdução de personagens icônicos como Cody, Guy e Haggar.
A jogabilidade fluida e os controles precisos fizeram de Final Fight um dos melhores jogos de arcade, servindo de inspiração para muitos outros títulos no gênero beat ’em up e para a série Street Fighter.
Double Dragon

Outro pioneiro dos jogos beat ’em up é Double Dragon, lançado em 1987. Desenvolvido pela Technos Japan, o jogo apresenta os irmãos Billy e Jimmy Lee em uma missão para resgatar a namorada de Billy, Marian, sequestrada por uma gangue. O título introduziu a jogabilidade cooperativa, que permitia que dois jogadores enfrentassem inimigos lado a lado, e inovou ao permitir que os jogadores utilizassem armas dos adversários caídos.
A combinação de ação frenética, golpes especiais e uma trilha sonora marcante tornou Double Dragon um sucesso instantâneo. Além disso, sua popularidade gerou várias sequências e adaptações para consoles domésticos.
Galaga

Lançado em 1981 pela Namco, Galaga é um dos títulos mais importantes da era dourada dos fliperamas. O jogo de nave espacial coloca o jogador no controle de uma nave lutando contra hordas de inimigos alienígenas. A jogabilidade simples, mas viciante, combinada com gráficos coloridos e trilha sonora eletrônica, fez de Galaga um sucesso global.
Além de ser um dos melhores jogos de arcade, Galaga é um dos jogos mais lembrados e jogados da década de 1980, com uma base de fãs dedicada que persiste até os dias de hoje. Sua mecânica de capturar naves aliadas para aumentar o poder de fogo foi uma inovação que o destacou entre outros jogos do gênero.
Ms Pac-Man

Lançado em 1982 pela Midway, Ms. Pac-Man é a sequência do icônico Pac-Man, trazendo diversas melhorias que garantiram seu sucesso. Com uma nova protagonista, o jogo adicionou diversidade nos labirintos, movimentos mais rápidos e uma inteligência artificial aprimorada para os fantasmas, tornando o desafio ainda maior e mais dinâmico.
Embora mantenha a jogabilidade básica de Pac-Man, Ms. Pac-Man introduziu novos layouts de níveis, padrões de movimento dos inimigos e outros elementos que deram mais profundidade e apelo ao jogo. Essas inovações fizeram de Ms. Pac-Man um dos jogos de arcade mais amados de todos os tempos, sendo muitas vezes considerado superior ao original.
Space Invaders

Lançado em 1978 pela Taito, Space Invaders é um dos jogos de arcade mais icônicos de todos os tempos. O jogo popularizou o gênero de tiro e é creditado por ter estabelecido o arcade como um fenômeno cultural global. Os jogadores controlam uma nave que se move lateralmente enquanto dispara contra ondas de alienígenas que descem lentamente.
A simplicidade e o design inovador de Space Invaders o tornaram um marco. Ele não apenas definiu o conceito de “salvar a Terra de uma invasão alienígena”, mas também influenciou uma geração inteira de desenvolvedores de jogos.
Golden Axe

Lançado em 1989 pela Sega, Golden Axe é um clássico do gênero hack and slash. Ambientado em um mundo de fantasia medieval, o jogo coloca os jogadores no controle de um dos três heróis: um bárbaro, uma amazona ou um anão, cada um com habilidades únicas e golpes especiais. O objetivo é derrotar o vilão Death Adder e seus exércitos.
O jogo é conhecido por sua jogabilidade cooperativa e pelo uso inovador de montarias e magia, além de seus gráficos impressionantes para a época. Golden Axe é lembrado como um dos melhores jogos de arcade de ação, com seu estilo visual e jogabilidade cativante.
Street Fighter II

Nenhuma lista de melhores jogos de arcade estaria completa sem mencionar Street Fighter II. Lançado em 1991 pela Capcom, o jogo revolucionou o gênero de luta e estabeleceu muitas das mecânicas que são padrão em jogos de luta até hoje. Com personagens icônicos como Ryu, Ken e Chun-Li, o jogo se destacou pela profundidade de suas mecânicas de combate e pela introdução de golpes especiais e combos.
O sucesso de Street Fighter II nos fliperamas foi enorme, com filas intermináveis de jogadores competindo por uma chance de provar suas habilidades. A popularidade do jogo gerou várias versões aprimoradas e uma enorme comunidade de fãs.
Pac-Man

Lançado pela Namco em 1980, Pac-Man é, sem dúvida, um dos jogos de arcade mais conhecidos e amados de todos os tempos. O jogo simples, no qual o jogador controla Pac-Man em um labirinto enquanto evita fantasmas e come pontos, se tornou um fenômeno cultural global. Pac-Man transcendeu os jogos de arcade e entrou na cultura pop, com uma infinidade de produtos, desenhos animados e até mesmo músicas inspiradas no personagem.
Pac-Man é um exemplo perfeito de como a simplicidade de design pode levar ao sucesso massivo. Sua jogabilidade acessível e divertida garantiu seu lugar entre os melhores jogos de arcade de todos os tempos.
Donkey Kong

Donkey Kong, lançado pela Nintendo em 1981, é outro jogo que teve um impacto significativo na história dos videogames. Foi nesse título que o personagem Mario (na época conhecido como Jumpman) fez sua estreia. O objetivo do jogo é simples: salvar a donzela em perigo enquanto desvia de barris e outros obstáculos lançados pelo gorila Donkey Kong.
Com sua jogabilidade inovadora e design cativante, Donkey Kong se tornou um dos títulos mais populares da época e solidificou a Nintendo como uma força a ser reconhecida na indústria dos jogos. Além disso, ele ajudou a impulsionar a carreira de Shigeru Miyamoto, que mais tarde criaria franquias como Super Mario e The Legend of Zelda.
Jogos de arcade marcaram época
Os melhores jogos de arcade não apenas definiram uma era, mas também continuam a influenciar o design de jogos modernos. Títulos como Street Fighter II e Pac-Man permanecem como marcos importantes na história dos games, e sua jogabilidade atemporal garante que esses clássicos serão apreciados por muitas gerações futuras.
O post Os 10 melhores jogos de arcade apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor

A percepção do público em geral sobre a inteligência artificial virou centro de um debate no setor. Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic — desenvolvedora do assistente Claude —, respondeu publicamente a críticas que o acusam de alimentar um clima de desconfiança em relação ao avanço da tecnologia nos Estados Unidos.
A reação do executivo ocorreu após declarações do investidor Gavin Baker. O investidor afirmou que os alertas de Amodei sobre os riscos potenciais da IA ajudaram a motivar a rejeição popular à expansão da infraestrutura do setor, como a construção de novos centros de dados. Para Baker, o líder da Anthropic deveria atuar como um defensor mais otimista da própria indústria.

Equilíbrio entre riscos e benefícios
Amodei rebateu a ideia de que sua comunicação seja focada apenas nos cenários negativos. O executivo apontou que busca manter o discurso equilibrado entre os perigos reais e as oportunidades da tecnologia.
Como exemplo, citou o ensaio Machines of Loving Grace, publicado por ele com o objetivo de apresentar uma visão positiva sobre como a inteligência artificial pode transformar diferentes áreas da sociedade.
Leia mais:
- Qual é o modelo aberto de IA mais popular do mundo? Não é nenhum feito nos EUA
- Como a Anthropic vai marcar textos do Claude para cumprir lei da União Europeia
- IA chinesa pode ter superado a Anthropic em teste de segurança cibernética
Ainda assim, o CEO reconheceu que a percepção pública sobre a IA é predominantemente negativa. Para ele, no entanto, a origem desse cenário não está nos avisos dados pelos executivos das empresas do setor.
Crise de confiança e entrega de resultados
Na visão de Amodei, a rejeição decorre de uma crise de confiança acumulada ao longo de décadas entre a população, o governo e a indústria de tecnologia. Segundo o executivo, o público teme que as novidades corporativas tragam prejuízos ao usuário comum.
Amodei também destacou que a crítica mais justa que as empresas de IA enfrentam é a falta de entregas concretas proporcional ao tamanho das promessas feitas.
- Falta de benefícios perceptíveis: O executivo admitiu que a indústria ainda não entregou todas as transformações positivas que prometeu para a sociedade.
- Foco no produto: Para ele, a cobrança do público e do mercado deveria focar na entrega real dessas melhorias, e não nas estratégias de marketing das empresas.
O debate sobre a regulamentação do setor
O papel do governo na fiscalização da inteligência artificial é outro ponto central da discussão. A Anthropic apoiou projetos de lei nos Estados Unidos, como a proposta da Califórnia que exige regras de transparência para modelos de grande porte.
Em resposta a quem defende que regulamentar o setor serve apenas para concentrar o mercado nas mãos das maiores companhias, Amodei classificou essa visão como simplista. O executivo afirmou que as propostas de políticas públicas elaboradas pela Anthropic buscam impor exigências mais rigorosas às grandes empresas de ponta, sem criar barreiras que impeçam o crescimento de concorrentes menores.
O post CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.
A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.
Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.
Por que o tombo de patinete é tão grave?
A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares.
“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).
Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.
Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva.
“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.
O post Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.
O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.
Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.
Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões
O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.
Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.
“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

Leia mais:
- 7 truques criativos para utilizar no Instagram
- 4 configurações de privacidade do Facebook para mudar agora mesmo!
- Meta usa IA como filtro para barrar menores nas redes sociais
Acusações contra Facebook e Instagram
- O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
- Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
- As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
- Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.
Meta nega acusações
A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.
O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.
O post EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
- Tecnologia1 semana atrás
Confira o Olhar Digital News na íntegra (07/08/2026)
- Negócios1 semana atrás
O Déficit de Competências Que Está Travando Carreiras em 2026

Saúde1 semana atrásHomem volta a escrever após seis anos com ajuda de implante

Saúde1 semana atrásCanetas emagrecedoras expõem o preço da desigualdade na saúde

Tecnologia1 semana atrásData center de IA ameaça desregular clima na Amazônia

Tecnologia5 dias atrásSpaceX pode faturar até R$ 2,6 trilhões por ano com IA, diz Elon Musk
Saúde5 dias atrásPerder visão no espaço preocupa agências antes de viagens à Lua
- Negócios1 semana atrás
Os Pais de Hoje Estão Mais Presentes em Casa — Mas Ainda Se Escondem no Trabalho



















