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O que é OVNI (Objeto Voador Não Identificado)?

OVNI, ou Objeto Voador Não Identificado, é um termo amplamente utilizado para descrever qualquer fenômeno aéreo que não pode ser imediatamente identificado ou explicado por observadores ou autoridades. Esses avistamentos podem variar desde luzes misteriosas no céu até formas incomuns de aeronaves que desafiam a compreensão convencional. OVNI é muitas vezes utilizado como sinônimo de UFO, ou Unidentified Flying Object, em inglês, e ambos os termos são utilizados para descrever o mesmo fenômeno intrigante.
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A origem e a popularização do termo OVNI
A origem do termo OVNI remonta ao século XX, particularmente à década de 1940, quando houve um aumento significativo nos relatos de avistamentos de objetos estranhos nos céus, principalmente nos Estados Unidos. Este período coincide com o desenvolvimento da aviação e tecnologias relacionadas à Segunda Guerra Mundial, levando muitos a especular sobre a natureza desses avistamentos.
O termo “Objeto Voador Não Identificado” foi cunhado pela primeira vez pelo Capitão Edward J. Ruppelt, que chefiou o Projeto Livro Azul da Força Aérea dos Estados Unidos na década de 1950. O Projeto Livro Azul foi uma iniciativa oficial para investigar e analisar relatos de OVNIs, fornecendo explicações plausíveis sempre que possível.
Desde então, o termo OVNI tornou-se parte integrante da cultura popular, frequentemente associado a imagens de naves alienígenas e teorias conspiratórias sobre a presença extraterrestre na Terra.
Características dos avistamentos de OVNI
Os relatos de avistamentos de OVNI variam amplamente em termos de descrição e credibilidade. Alguns avistamentos são simplesmente luzes distantes no céu, enquanto outros envolvem encontros próximos com objetos que exibem movimentos incomuns e velocidades surpreendentes. Aqui estão algumas características comuns dos avistamentos de OVNI:
- Formas Variadas: OVNIs foram relatados em uma variedade de formas, incluindo discos voadores, esferas brilhantes, triângulos, cilindros e até mesmo formas amorfas que desafiam a descrição convencional.
- Movimentos Incomuns: Muitos relatos de OVNI descrevem objetos que realizam manobras impossíveis para aeronaves convencionais, como mudanças de direção abruptas, movimentos em alta velocidade sem aceleração visível e capacidade de parar instantaneamente no ar.
- Luzes Misteriosas: Muitos avistamentos de OVNIs envolvem a observação de luzes brilhantes ou piscantes no céu, que podem mudar de cor ou padrão de maneira incomum.
- Silêncio: Em alguns casos, testemunhas relatam que os OVNIs parecem se mover sem emitir qualquer som audível, apesar de sua proximidade.
Explicações para avistamentos
Embora os avistamentos de OVNI sejam frequentemente associados à ideia de visitantes extraterrestres, há uma variedade de explicações mais plausíveis para muitos desses fenômenos. Algumas das explicações mais comuns incluem:
- Aviões e aeronaves convencionais: Muitos avistamentos de OVNI podem ser atribuídos a aeronaves militares, experimentais ou comerciais que são mal identificadas devido a condições atmosféricas, distâncias percebidas ou ângulos de visão.
- Fenômenos Naturais: Alguns avistamentos de OVNIs podem ser explicados por fenômenos atmosféricos naturais, como relâmpagos globulares, nuvens lenticulares, meteoros, ou mesmo reflexos de luz em objetos terrestres.
- Erro perceptual: O fenômeno conhecido como pareidolia, onde o cérebro humano reconhece padrões familiares em estímulos aleatórios, pode levar as pessoas a interpretar mal objetos comuns, como aeronaves, como OVNIs.
- Fraudes e Enganos: Infelizmente, alguns relatos de OVNIs são o resultado de fraudes deliberadas, enganos ou interpretações equivocadas de eventos mundanos.
O estudo científico dos OVNIs
Apesar da vasta quantidade de relatos de avistamentos de OVNIs ao longo dos anos, o estudo científico desse fenômeno tem sido desafiador devido à falta de evidências físicas conclusivas e à natureza frequentemente anedótica dos relatos. No entanto, alguns cientistas e pesquisadores continuam a se interessar pelo fenômeno e buscam abordagens metodológicas para investigar os avistamentos de forma mais rigorosa.
Um dos esforços mais notáveis neste campo foi o Projeto Livro Azul da Força Aérea dos Estados Unidos, que investigou milhares de relatos de OVNIs entre 1952 e 1969. Embora muitos dos casos tenham sido explicados como fenômenos naturais ou avistamentos de aeronaves convencionais, alguns permaneceram sem explicação.
Além disso, organizações como o Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA) no Chile e o Programa de Identificação Aeroespacial Avançada (AATIP) nos Estados Unidos têm buscado abordagens mais científicas para investigar os avistamentos de OVNIs, muitas vezes colaborando com especialistas em várias disciplinas, incluindo ufologia, meteorologia, e ciências espaciais.
Os OVNIs continuam a ser um dos fenômenos mais intrigantes e debatidos da cultura contemporânea. Enquanto alguns os veem como evidência de visitações extraterrestres, outros os consideram como produtos de erros perceptuais, fenômenos naturais mal compreendidos ou até mesmo fraudes deliberadas.
Independentemente da explicação para esses avistamentos, o estudo dos OVNIs continua a desafiar nossa compreensão do universo e a estimular o debate sobre a possibilidade de vida extraterrestre. Enquanto isso, os avistamentos de OVNIs permanecem um dos enigmas mais cativantes e enigmáticos do mundo moderno.
Os OVNIs já se tornaram parte até mesmo da cultura popular e são frequentemente ligados a extraterrestres, mas vão muito além disso.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (16/01/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta sexta-feira (16):
IA deixa de ser curiosidade e vira ferramenta de trabalho no Brasil
A nova edição da pesquisa Nossa Vida com IA, feita pelo Ipsos sob encomenda do Google, confirma uma tendência. O trabalho revela que 71% dos brasileiros conectados já utilizam chatbots de inteligência artificial, índice superior à média global, que é de 62%.
Europa assume o volante e puxa a nova fase dos carros elétricos no mundo
O mercado global de carros elétricos superou a marca de 20,7 milhões de unidades vendidas em 2025, com um crescimento de 20% em comparação a 2024. É o que revela um levantamento da Benchmark Mineral Intelligence. O avanço consolidou a eletrificação como uma tendência, mesmo diante de um cenário de mudanças bruscas em políticas de incentivos e novos desafios econômicos. A Europa assumiu o posto de motor do crescimento global com uma alta de 33% nas vendas.
‘Equipe médica’ de IA antecipa demência ao analisar prontuários e anotações
Pesquisadores do Mass General Brigham, nos Estados Unidos, desenvolveram um sistema de inteligência artificial capaz de detectar sinais precoces de declínio cognitivo ao analisar anotações médicas de rotina. A tecnologia opera de forma autônoma, sem necessidade de intervenção humana após o processamento inicial. E atingiu 98% de especificidade em validações feitas com dados do mundo real.
O projeto que usou PCs do mundo todo para buscar alienígenas
Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos EUA, estão analisando os 100 sinais remanescentes mais promissores captados pelo projeto “SETI@home”. O esforço utiliza o telescópio gigante FAST, na China, para tentar identificar transmissões de rádio que podem ter vindo de civilizações inteligentes no espaço.
Falta de chips trava ambição da China e amplia vantagem dos EUA
As restrições impostas pela Casa Branca ao acesso a chips de última geração pela China criaram uma vantagem estrutural para empresas norte-americanas. Enquanto os Estados Unidos concentram poder computacional e investimento pesado em desenvolvimento das IAs mais avançadas do mundo, companhias chinesas buscam alternativas improvisadas para não ficarem para trás.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (15/01/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira:
NASA vai construir usina nuclear na Lua até 2030
A NASA reforçou seus planos de levar energia nuclear à Lua até o fim da década. A agência espacial e o Departamento de Energia dos EUA assinaram um memorando reafirmando o compromisso de construir uma usina nuclear no nosso satélite natural até 2030. A expectativa é que o reator seja capaz de fornecer energia a bases lunares.
Austrália: como está o país após derrubar milhões de contas de adolescentes
A Austrália se tornou um verdadeiro laboratório de verificação de idade na internet após decidir bloquear as contas de adolescentes nas redes sociais. Mas quais foram os efeitos dessa medida até agora?
Fim do Google Tradutor? OpenAI lança “ChatGPT tradutor”
A OpenAI passou a oferecer uma ferramenta própria de tradução online, batizada de ChatGPT Translate (ou “ChatGPT tradutor”). O serviço funciona em uma página independente do chatbot e amplia a presença da IA no segmento de tradução, que é dominado há anos pelo Google Tradutor.
Brasil produz mais carros em 2025, mas exportações acendem alerta
Dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mostram que a produção de veículos no Brasil conseguiu manter um ritmo de crescimento consistente, apesar de oscilações acentuadas no mercado externo e nos estoques no fim do período. Mas há um alerta…
Meta volta atrás e libera chatbots de IA no WhatsApp
A Meta voltou atrás e liberou que chatbots de IA de terceiros operem dentro do WhatsApp no Brasil. O caso vem após um inquérito administrativo aberto pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no início da semana para apurar suspeitas de abuso de posição dominante da big tech.
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Gemini ganha recurso que conecta Gmail, Fotos e YouTube

O Google anunciou na quarta-feira (14) o lançamento de um novo recurso em fase beta no aplicativo Gemini que permite ao assistente de IA personalizar respostas a partir da integração com diferentes serviços da empresa. A proposta é que o sistema consiga analisar informações de apps como Gmail, Google Fotos, busca do Google e histórico do YouTube para oferecer respostas mais contextualizadas, sem que o usuário precise indicar manualmente onde a IA deve buscar os dados.
Segundo a empresa, o Gemini já era capaz de acessar informações desses serviços, mas agora passa a raciocinar de forma integrada entre diferentes fontes, conectando, por exemplo, um e-mail a um vídeo assistido anteriormente. A ideia é que o assistente compreenda o contexto de forma mais ampla e entregue resultados considerados mais relevantes para cada situação.

O que é o recurso Personal Intelligence
A novidade foi batizada de Personal Intelligence e vem desativada por padrão. O usuário decide se quer ou não conectar suas contas do Google ao Gemini e pode escolher quando essa integração será usada. O Google destaca que nem todos se sentem confortáveis em permitir que uma IA analise fotos pessoais ou o histórico de vídeos, e que a adesão é totalmente opcional.
De acordo com a empresa, mesmo após a ativação, o Gemini só recorre ao Personal Intelligence quando entende que isso pode ajudar na resposta. O objetivo é evitar o uso indiscriminado de dados pessoais em interações que não exigem esse nível de contexto.
Today, we’re introducing Personal Intelligence.
With your permission, Gemini can now securely connect information from Google apps like @Gmail, @GooglePhotos, Search and @YouTube history with a single tap to make Gemini uniquely helpful & personalized to *you* ✨
This feature… pic.twitter.com/79zKJGA5ft
— Google (@Google) January 14, 2026
Como o Gemini usa os dados do usuário
Em um post no blog oficial, Josh Woodward, vice-presidente do aplicativo Gemini, do Google Labs e do AI Studio, explicou que o recurso se baseia em duas capacidades principais. A primeira é o raciocínio entre fontes complexas, enquanto a segunda envolve a recuperação de detalhes específicos de conteúdos como e-mails ou imagens para responder a uma pergunta.
Segundo Woodward, essas duas abordagens costumam ser combinadas, permitindo que o Gemini trabalhe simultaneamente com texto, fotos e vídeos para gerar respostas personalizadas. Ele afirma que esse cruzamento de informações é o que diferencia a experiência em relação a outros assistentes de IA.

Exemplos práticos do uso da funcionalidade
O executivo compartilhou situações do dia a dia em que o recurso foi útil. Em uma delas, ao esquecer o tamanho do pneu do carro enquanto estava em uma loja, o Gemini não apenas identificou a informação, como sugeriu pneus para todas as estações após analisar fotos de viagens em família armazenadas no Google Fotos.
Em outro caso, ao não lembrar o número da placa do veículo, o assistente conseguiu recuperar o dado a partir de uma imagem salva na biblioteca de fotos. Woodward também citou recomendações personalizadas de livros, séries, roupas e viagens, geradas com base em interesses e hábitos anteriores.
Planejamento de viagens e recomendações personalizadas
Segundo Woodward, o Gemini tem se mostrado eficiente no planejamento de viagens. Em um exemplo recente, o assistente analisou interesses familiares e registros de viagens anteriores presentes no Gmail e no Google Fotos para sugerir um roteiro diferente do convencional.
Em vez de pontos turísticos populares, o sistema indicou uma viagem noturna de trem e até jogos de tabuleiro específicos para serem usados durante o trajeto. O Google afirma que esse tipo de sugestão só é possível graças à leitura contextual de múltiplas fontes conectadas à conta do usuário.
Limites e cuidados com dados sensíveis
O Google afirma que o recurso conta com proteções para temas sensíveis. O Gemini evita fazer suposições proativas envolvendo dados como informações de saúde. No entanto, a empresa reconhece que o assistente pode abordar esses assuntos caso o próprio usuário faça uma solicitação direta.
Outro ponto destacado é que o Gemini não treina diretamente com o conteúdo do Gmail ou do Google Fotos. O treinamento ocorre a partir dos prompts feitos no Gemini e das respostas geradas pelo modelo. As fotos, e-mails e outros dados pessoais são apenas referenciados no momento da resposta, sem serem incorporados ao treinamento do sistema, segundo o Google.

Leia mais:
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Disponibilidade e próximos passos
O Personal Intelligence está sendo liberado inicialmente para assinantes dos planos Google AI Pro e AI Ultra, nos Estados Unidos. A empresa informou que pretende expandir o recurso para outros países e, posteriormente, também para a versão gratuita do Gemini.
Como parte do lançamento, o Google divulgou exemplos de comandos que podem ser usados com a nova funcionalidade. Entre eles estão pedidos para planejar o fim de semana em uma cidade com base nos interesses do usuário, recomendações de documentários a partir de curiosidades recentes e sugestões de canais do YouTube alinhados ao estilo de culinária identificado em recibos e históricos de visualização.
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