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Como tirar passaporte brasileiro pela primeira vez?

Redação Informe 360

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Quem ainda não tem passaporte brasileiro, pode encontrar obstáculos para conhecer outros países ou fazer uma viagem ao exterior por motivo de trabalho. Para te ajudar a superar esse problema, o Olhar Digital reuniu dicas e fez um passo a passo para você tirar o documento pela primeira vez.

Quais os documentos preciso para tirar o meu passaporte?

Para fazer a emissão do primeiro passaporte o contribuinte precisa ter em mãos documentos como:

  • Identidade;
  • CPF;
  • Título de eleitor;
  • Certificado de serviço militar;
  • Certificado de mudança de nome (se aplicável);

Caso o contribuinte tenha passado por uma alteração de nome e se enquadre nessa situação, é importante lembrar que ele deve ter o Certificado de Mudança de Nome entre os documentos necessários para a emissão do passaporte.

Leia mais:

  • Qual documento digital é válido como identificação? Veja quais ter no celular
  • CIN: como fazer novo RG digital no Rio de Janeiro?
  • Como solicitar o passaporte de urgência ou emergência

Qual a importância de ter um passaporte?

O passaporte é essencial para realizar viagens internacionais. Sem esse documento, você não conseguirá entrar legalmente em outros países. Outro detalhe sobre a importância do passaporte é que o governo o emite como um documento de identificação. No exterior, ele serve para várias finalidades, como prova de residência e segurança nacional.

Passaporte brasileiro
(Imagem: Divulgação)

Além disso, caso você receba uma oportunidade de trabalhar fora do Brasil, ter um passaporte é fundamental para poder aceitar essa proposta, pois será um dos documentos que o tornará apto em morar em outro país legalmente.

Outras utilidades do passaporte:

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  • Assistência Consular: com um passaporte, os brasileiros podem solicitar assistência consular à rede de Embaixadas e Consulados do Brasil em outros países.
  • Liberdade de viagem: os turistas brasileiros têm a possibilidade de visitar mais de 50 países sem nenhum tipo de visto, caso planejem retornar em até 90 dias.

Peguntas frequentes sobre a emissão de passaportes

Quanto custa para tirar um passaporte?

O contribuinte desembolsa uma taxa de R$ 275,50 para tirar um passaporte.

Onde posso tirar o passaporte pela primeira vez?

Para obter seu primeiro passaporte, você deve preencher um formulário online no site da Polícia Federal. Em seguida, pague a taxa especificada e agende um atendimento presencial na unidade da Polícia Federal mais próxima de você. Durante o atendimento presencial, você deve apresentar todos os documentos necessários mencionados e uma foto 3×4 para o passaporte.

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Quanto tempo leva para a emissão do passaporte ser concluída?

A unidade onde foi feita a solicitação pode emitir o passaporte em até 10 dias, e você deve retirá-lo dentro de 90 dias.

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Como emitir primeiro passaporte no Brasil

Tempo necessário: 5 minutos

  1. Acesse o site da Polícia Federal e clique em “Iniciar solicitação”.

    Caso você tenha começado o processo, mas tenha parado, clique em “Continuar de onde parei”.Como tirar passaporte brasileiro - Passo 1

  2. Leia as instruções e toque em “Continuar”

    Depois, leia as “Dúvidas Frequentes” e, novamente, clique em “Continuar”. Por fim, leia o alerta e selecione “Continuar”. Como tirar passaporte brasileiro - Passo 2

  3. Selecione a nacionalidade do solicitante.

    Caso você tenha nascido no Brasil, irá selecionar “Brasileira, nascida no Brasil”. Como tirar passaporte brasileiro - Passo 3

  4. Na próxima janela, como é a primeira vez solicitando o documento, toque em “Nunca tive”.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 4

  5. Agora, escolha “nato” para indicar que você é brasileiro que nasceu no país.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 5

  6. Escolha se já teve alteração no nome ou no sobrenome.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 6

  7. Escolha a idade do solicitante.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 7

  8. Escolha a idade nas últimas eleições (sejam elas municipais, sejam federais).

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 8

  9. Escolha o sexo do solicitante – deve ser igual aos dos documentos.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 9

  10. Confira as informações e, estando tudo certo, clique em “Estão corretas”.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 10

  11. Na próxima janela, veja os documentos que você deverá apresentar. Quando terminar, clique em “Continuar” no fim da página.

    Esses documentos são escolhidos com base nas informações que você preencheu no formulário.

  12. Novamente, leia as instruções de preenchimento do formulário e clique em “Continuar”.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 12

  13. Preencha o formulário para solicitar o passaporte.

    O formulário requer seus dados pessoais e informações complementares. Apenas os campos com asterisco (*) são obrigatórios.

  14. Na próxima janela, faça o pagamento da taxa de emissão do passaporte. Para isso, clique em “Quero pagar a taxa” e, depois, em “Gerar taxa”.

    O pagamento será compensado em até 72h úteis se você pagar pelo boleto, e em até 24h úteis pelo Pagtesouro. Como tirar passaporte brasileiro - Passo 14

  15. Assim que o pagamento for confirmado, você pode entrar no sistema para realizar o agendamento. Acesse o site, clique em “Agendamento individual” e toque em “Agendar atendimento.

    Como tirar passaporte brasileiro - Passo 15

  16. Na próxima tela, informe seu CPF, número de protocolo e data de nascimento, e toque em “Prosseguir”.

    Siga o passo a passo informado pelo sistema e selecione a data disponível para levar os documentos até a unidade da Polícia Federal. Lembre-se de levar a documentação original e, no local, serão coletados dados biométricos na cabine de atendimento, fotografia facial e impressões digitais.

  17. A entrega do passaporte ocorrerá na mesma unidade e dentro de um prazo máximo de 90 dias corridos.

    Você pode consultar o andamento do processo de emissão de passaporte aqui. Lembre-se de levar um documento de identificação no dia da retirada do passaporte.

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Tecnologia

CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor

Redação Informe 360

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A percepção do público em geral sobre a inteligência artificial virou centro de um debate no setor. Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic — desenvolvedora do assistente Claude —, respondeu publicamente a críticas que o acusam de alimentar um clima de desconfiança em relação ao avanço da tecnologia nos Estados Unidos.

A reação do executivo ocorreu após declarações do investidor Gavin Baker. O investidor afirmou que os alertas de Amodei sobre os riscos potenciais da IA ajudaram a motivar a rejeição popular à expansão da infraestrutura do setor, como a construção de novos centros de dados. Para Baker, o líder da Anthropic deveria atuar como um defensor mais otimista da própria indústria.

Logo da Anthropic em primeiro plano em um smartphone; ao fundo, imagem desfocada de Dario Amodei
Anthropic – Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock

Equilíbrio entre riscos e benefícios

Amodei rebateu a ideia de que sua comunicação seja focada apenas nos cenários negativos. O executivo apontou que busca manter o discurso equilibrado entre os perigos reais e as oportunidades da tecnologia.

Como exemplo, citou o ensaio Machines of Loving Grace, publicado por ele com o objetivo de apresentar uma visão positiva sobre como a inteligência artificial pode transformar diferentes áreas da sociedade.

Leia mais:

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  • Qual é o modelo aberto de IA mais popular do mundo? Não é nenhum feito nos EUA
  • Como a Anthropic vai marcar textos do Claude para cumprir lei da União Europeia
  • IA chinesa pode ter superado a Anthropic em teste de segurança cibernética

Ainda assim, o CEO reconheceu que a percepção pública sobre a IA é predominantemente negativa. Para ele, no entanto, a origem desse cenário não está nos avisos dados pelos executivos das empresas do setor.

Crise de confiança e entrega de resultados

Na visão de Amodei, a rejeição decorre de uma crise de confiança acumulada ao longo de décadas entre a população, o governo e a indústria de tecnologia. Segundo o executivo, o público teme que as novidades corporativas tragam prejuízos ao usuário comum.

Amodei também destacou que a crítica mais justa que as empresas de IA enfrentam é a falta de entregas concretas proporcional ao tamanho das promessas feitas.

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  • Falta de benefícios perceptíveis: O executivo admitiu que a indústria ainda não entregou todas as transformações positivas que prometeu para a sociedade.
  • Foco no produto: Para ele, a cobrança do público e do mercado deveria focar na entrega real dessas melhorias, e não nas estratégias de marketing das empresas.

O debate sobre a regulamentação do setor

O papel do governo na fiscalização da inteligência artificial é outro ponto central da discussão. A Anthropic apoiou projetos de lei nos Estados Unidos, como a proposta da Califórnia que exige regras de transparência para modelos de grande porte.

Em resposta a quem defende que regulamentar o setor serve apenas para concentrar o mercado nas mãos das maiores companhias, Amodei classificou essa visão como simplista. O executivo afirmou que as propostas de políticas públicas elaboradas pela Anthropic buscam impor exigências mais rigorosas às grandes empresas de ponta, sem criar barreiras que impeçam o crescimento de concorrentes menores.

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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Redação Informe 360

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Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.

A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.

Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.

Por que o tombo de patinete é tão grave?

A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares. 

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“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

Homem sentado na rua, com cara de dor, após cair de patinete elétrico
Parte considerável dos feridos em quedas de patinete eram jovens sem equipamentos de segurança – Imagem: bbernard/Shutterstock

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).

Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.

Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva. 

“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.

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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Redação Informe 360

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Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.

O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.

Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.

Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões

O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.

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Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.

“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

Julgamento. Ao fundo, logo da Meta na tela de um notebook; à frente, um martelo de juiz
Julgamento começa na próxima semana – Imagem: mundissima/Shutterstock

Leia mais:

  • 7 truques criativos para utilizar no Instagram
  • 4 configurações de privacidade do Facebook para mudar agora mesmo!
  • Meta usa IA como filtro para barrar menores nas redes sociais

Acusações contra Facebook e Instagram

  • O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
  • Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
  • As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
  • Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.

Meta nega acusações

A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.

O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.

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