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Como garantir sua segurança com a VPN em operações nos bancos digitais

Redação Informe 360

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A VPN “Virtual Private Network” (“Rede Privada Virtual” em português) é uma tecnologia que possui a capacidade de reforçar a privacidade e segurança de conexões online, pois camufla o endereço IP e localização. Além disso, ela criptografa os seus dados. Dessa forma, é uma das melhores opções para garantir a segurança de suas transações bancárias online.

Ao utilizar uma VPN, todas as comunicações entre o dispositivo e a internet são criptografadas, dificultando a atuação de hackers, já que ninguém consegue visualizar o tráfego. A seguir, saiba mais sobre a utilização desta tecnologia. 

Leia mais: 

  • 5 benefícios de usar uma VPN (Rede Privada Virtual)
  • Serviços de VPN gratuitos podem colocar usuários em risco; veja quais e como se proteger
  • Safari realmente é o navegador com mais privacidade?

Como usar VPN de forma segura?

Primeiramente, é importante ressaltar que a segurança de uma VPN depende da qualidade do serviço oferecido pelas empresas fornecedoras. Para utilizar a tecnologia, você deve baixar um aplicativo VPN confiável, abrir o app, realizar o login, selecionar um servidor e tocar em “Conectar”.

Antes de realizar o processo de instalação, confira algumas dicas para utilizar a VPN de forma segura. 

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Escolha bons prestadores de serviço

É essencial pesquisar e encontrar prestadores de serviço que tenham credibilidade no mercado e utilizem ferramentas de proteção contra malwares. 

Entre as opções grátis e que são mais utilizadas no mercado, estão a WindScribe, que tem o limite de dados de até 10 GB por mês e está disponível em 10 países. Outra opção é o VPN Gate, que utiliza software livre (código aberto) e está disponível em mais de 90 países. Por fim, uma alternativa é o TunnelBear, que oferece limite de 500 MB mensais e acesso a servidores em 23 países.

Oferta de Black Friday da Surfshark VPN
Imagem: Divulgação/Surfshark

Entre as opções de serviço pago, há o Surfshark, uma solução que garante um escudo para que você navegue entre sites e acesse aplicativos sem se expôr aos riscos da internet. Ele também evita ataques de hackers enquanto você utiliza redes Wi-Fi públicas.

Verifique a compatibilidade de configurações dos equipamentos

É essencial conferir as configurações dos aparelhos, assim você confirma se eles são compatíveis com o serviço escolhido. Além disso, alguns dispositivos podem travar devido à baixa velocidade da internet do usuário.

Continue utilizando medidas de segurança

Não deixe de utilizar seus itens de segurança no dispositivo, como firewall e antivírus. Quanto mais recursos você utilizar para garantir sua proteção, melhor.

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Tecnologia

Justiça dos EUA investiga Netflix em acordo com Warner e HBO Max

Redação Informe 360

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) abriu uma investigação ampla sobre as práticas de negócios da Netflix no contexto da análise antitruste de sua proposta de aquisição dos estúdios da Warner Discovery e do serviço de streaming HBO Max. A apuração ocorre enquanto o órgão avalia se a operação pode reduzir a concorrência ou fortalecer excessivamente o poder de mercado da empresa no setor de streaming.

Segundo uma intimação civil obtida pelo The Wall Street Journal, o DOJ não se limita a examinar os termos da transação. O documento também questiona se a Netflix teria adotado condutas anticompetitivas capazes de consolidar ou criar um monopólio no futuro. O pedido de informações foi enviado a outra empresa do setor de entretenimento e indica que a investigação ainda está em estágio inicial.

Aquisição da Warner e HBO Max pela Netflix coloca a gigante dos streaming na mira das autoridades dos Estados Unidos (Imagem: T. Schneider / Shutterstock.com)

Questionamentos sobre concorrência e mercado

Na intimação, o Departamento de Justiça solicita descrições de “qualquer outra conduta excludente” da Netflix que possa, de forma razoável, reforçar seu poder de mercado ou posição monopolista. A abordagem sugere que o órgão avalia não apenas o impacto direto da compra da Warner, mas também o histórico competitivo da plataforma frente a seus rivais.

A Netflix concordou, em dezembro, em pagar US$ 27,75 por ação, em um acordo avaliado em US$ 72 bilhões. Paralelamente, a Paramount apresentou uma oferta hostil de US$ 77,9 bilhões pela totalidade da Warner Discovery, incluindo sua unidade de canais a cabo, que reúne marcas como CNN, TNT e Food Network. O DOJ também analisa essa proposta, que a Warner recomendou a seus acionistas rejeitar.

O órgão regulador questionou se alguma das duas operações poderia prejudicar a concorrência, além de pedir informações sobre como fusões anteriores entre estúdios ou distribuidores afetaram a competição por talentos criativos e a estrutura de contratos no setor.

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Leia mais:

  • Por que ela não fugiu? Documentário da Netflix explica o caso de sequestro mais bizarro dos EUA
  • Esqueça o final feliz: a nova série de suspense da Netflix que está dividindo a internet
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Defesa da Netflix e parâmetros antitruste

Steven Sunshine, advogado da Netflix, disse ao WSJ que a empresa entende que o DOJ realiza uma análise padrão da proposta de aquisição. Segundo ele, não houve sinal de uma investigação separada por monopolização. Em nota ao WSJ, uma porta-voz da Netflix declarou que a companhia está “engajada de forma construtiva” no processo regulatório e focada no valor potencial da combinação com a Warner Bros.

De acordo com estimativas da Antenna, Netflix e HBO Max juntas responderiam por cerca de 30% do mercado de streaming por assinatura nos EUA, sem considerar pacotes com operadoras de telefonia ou TV a cabo. A Netflix contesta a relevância desse número, argumentando que 80% dos assinantes do HBO Max também assinam a Netflix e que a concorrência inclui plataformas como YouTube e outros serviços gratuitos.

Placa com o logo do YouTube
Netflix argumenta que plataformas gratuitas, como o YouTube, devem contar como concorrência (Imagem: Alex Yeung / Shutterstock.com)

As diretrizes do DOJ indicam que fusões entre concorrentes diretos são presumidas ilegais quando a empresa combinada ultrapassa 30% de participação de mercado, enquanto monopólios costumam envolver fatias superiores a 60%. A Netflix sustenta que a união com o HBO Max representaria apenas 10% do tempo de visualização em lares americanos e classifica o acordo como uma fusão vertical.

A investigação pode durar até um ano. Tanto Netflix quanto Paramount também devem enfrentar revisões antitruste na Europa e no Reino Unido.

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WhatsApp prepara mudanças de privacidade para jovens no Brasil

Redação Informe 360

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O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (4) uma nova atualização de teste para Android por meio do Google Play Beta Program, elevando o aplicativo à versão 2.26.5.1. A atualização ainda não traz recursos visíveis para os usuários, mas indica que a plataforma trabalha em mudanças nas configurações de privacidade para usuários mais jovens no Brasil, com o objetivo de se alinhar à legislação nacional.

Segundo informações identificadas na versão beta, o aplicativo prepara ajustes automáticos em opções sensíveis de privacidade para crianças e adolescentes, atendendo a exigências de leis brasileiras de proteção digital, aprovadas no ECA Digital. As mudanças ainda estão em desenvolvimento e devem ser liberadas apenas em uma atualização futura, quando estiverem prontas para uso geral.

Essas adaptações fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas do WhatsApp para reforçar a segurança de menores. Em versões anteriores de teste, a empresa já havia sinalizado a criação de contas secundárias, vinculadas a responsáveis, com funcionalidades limitadas e maior supervisão, sem acesso ao conteúdo das mensagens.

whatsapp
WhatsApp trabalha em versão de testes do aplicativo mensageiro que cumpra as normas do ECA Digital brasileiro (Imagem: Alex Photo Stock / Shutterstock.com)

Ajustes automáticos de privacidade para jovens no Brasil

A principal novidade em desenvolvimento envolve a atualização automática de configurações de privacidade para usuários jovens no Brasil. De acordo com o que foi observado na versão 2.26.5.1, o WhatsApp pretende modificar essas opções assim que a legislação entrar em vigor, garantindo conformidade sem exigir ações manuais dos usuários.

A primeira configuração afetada será o “Visto por último”. Caso esteja definido como “Todos”, o aplicativo passará automaticamente para “Meus contatos”. Com isso, pessoas que não estejam na lista de contatos não poderão mais visualizar quando o menor esteve online pela última vez, mesmo que já tenham trocado mensagens anteriormente. Os usuários impactados receberão uma notificação direta informando sobre a mudança.

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Limitação de acesso a informações do perfil

Outra alteração planejada envolve o campo “Sobre” do perfil. Quando essa opção estiver configurada como visível para “Todos”, o WhatsApp fará a alteração automática para “Meus contatos”. A medida busca restringir o acesso de desconhecidos a informações pessoais que jovens costumam compartilhar, como disponibilidade ou localização.

Além disso, o WhatsApp também pretende tornar mais restrita a visibilidade de links de perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Se essa opção estiver aberta para qualquer pessoa, ela será ajustada para permitir o acesso apenas a contatos aprovados, reduzindo o risco de abordagens externas.

Ícones dos aplicativos do Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, redes sociais da Meta, em tela inicial de um iPhone colocado sobre teclado de notebook
O WhatsApp também pretende tornar a visibilidade de perfis em redes sociais mais restrita (Imagem: miss.cabul / Shutterstock.com)

O recurso que permite ao WhatsApp se alinhar à legislação brasileira ainda não está disponível para testes, mas segue em desenvolvimento e deve ser ativado em uma atualização futura.

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Anthropic prepara lançamento do Claude Sonnet 5

Redação Informe 360

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A Anthropic pode estar próxima de anunciar uma nova versão de seu modelo intermediário de inteligência artificial (IA). Referências ao Claude Sonnet 5 começaram a aparecer em fóruns públicos e publicações de desenvolvedores e analistas do setor, o que levantou a expectativa de que o modelo esteja em fase avançada de testes e preparação para lançamento.

Segundo o Mashable, esses indícios se intensificaram no início de fevereiro e passaram a ser interpretados como sinais de um lançamento iminente. Apesar da movimentação, a Anthropic ainda não confirmou oficialmente uma data nem divulgou detalhes sobre a nova versão.

Logo do Claude em um smartphone
Claude parece prestes a ganhar um novo modelo intermediário (Imagem: Ahyan Stock Studios / Shutterstock.com)

Desempenho próximo ao Opus com custo menor

De acordo com o site UCStrategies, a expectativa é que o Claude Sonnet 5 apresente ganhos relevantes de desempenho sem alterar a política de preços que tornou a linha Sonnet popular entre desenvolvedores. A publicação aponta que o modelo pode igualar ou até superar as capacidades do Opus 4.5, versão mais avançada da Anthropic, mantendo um custo significativamente inferior.

A eficiência financeira aparece como um dos principais diferenciais esperados. O Geeky Gadgets afirma que o Sonnet 5 poderia custar cerca de metade do valor do Opus 4.5, além de oferecer inferência mais rápida. Essa combinação pode tornar o modelo mais atraente para empresas e para aplicações de programação, especialmente em ambientes que demandam escala.

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  • ChatGPT vs Claude.AI: qual IA é melhor?
  • Claude.AI: como usar inteligência artificial
  • Claude IA: 4 coisas que o chatbot pode fazer que o ChatGPT não consegue

Foco em agentes e integração com Claude Code

Outro ponto recorrente nos relatos é o avanço em capacidades associadas a agentes de IA. As informações indicam melhorias em retenção de contexto, execução de múltiplas tarefas e suporte a fluxos de trabalho mais longos, características relevantes para usos corporativos e técnicos.

Há também especulações sobre uma integração mais profunda com o Claude Code, ambiente voltado a desenvolvedores mantido pela Anthropic. Analistas citados pelo UCStrategies sugerem que o Sonnet 5 pode superar o Opus em tarefas de programação, sobretudo em processos prolongados que exigem raciocínio estruturado e manutenção de contexto ao longo do tempo.

Logos de apps das big techs em um smartphone
Concorrência no mercado de modelos de linguagem está cada vez mais acirrada (Imagem: PJ McDonnell/Shutterstock)

Com esses elementos, o Claude Sonnet 5 é apontado como um possível concorrente direto não apenas dentro do portfólio da Anthropic, mas também frente a lançamentos futuros de OpenAI e Google, ampliando a disputa no mercado de modelos de linguagem.

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