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Celular esquentando? Veja o que fazer (ou não) para esfriá-lo

Redação Informe 360

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Quem não sofre com o celular esquentando, que atire o primeiro carregador. De cara já dá para imaginar que o uso excessivo do aparelho possa ter a ver com esse problema, não é mesmo? O celular como extensão do corpo humano é uma realidade e não há como negar.

Assim, da mesma forma como fazemos (ou deveríamos fazer) com o nosso organismo, manter o celular em boas condições de uso e seguir recomendações para preservar sua vida útil, é uma ótima dica. Entenda os motivos pelos quais o celular vai esquentando, esquentando e quando percebemos, já não sabemos como resfriá-lo rapidamente.

Leia mais:

  • Pode colocar o celular dentro da geladeira?
  • Como diminuir uso excessivo do celular: veja 6 dicas práticas
  • Como aumentar a vida útil da bateria do celular? Confira 5 dicas

A primeira dica é a mais difícil de cumprir, mas a recomendação é usar o celular com moderação. Ok, vamos descartar essa e partir para a ação, antes que a sua cabeça também já esteja quente tentando resolver o problema.

Celular esquentando, imagem mostra um celular em chamas
Imagem: Shutterstock

É normal que os aparelhos celulares produzam calor devido às correntes de energia nos seus componentes. No entanto, em alguns casos, o celular pode aquecer demais, o que pode causar problemas. 

Algumas razões pelas quais um celular pode aquecer incluem:

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  • Aplicações em execução em segundo plano
  • Falhas no sistema operacional
  • Erros em aplicativos ativos
  • Chamadas telefônicas prolongadas
  • Aplicativo que exigem muito do processador
  • Restaurações de sistema a partir de backups
  • Papéis de parede animados em 3D
  • Bateria com defeito
  • Presença de vírus no dispositivo
  • Bluetooth ligado enquanto não está sendo usado
  • Carregamento rápido do celular
  • Versão desatualizada do sistema operacional
  • Componentes internos com erros
  • Gravar vídeos em alta resolução por tempo prolongado
  • Rodar jogos muito pesados
  • Streaming ligado por horas 

O que fazer se se celular está esquentando:

Agora que já sabe os prováveis motivos, vamos ver o que você pode fazer para resolvê-los. Aqui estão algumas dicas para resfriar seu celular quando ele estiver esquentando:

Desligue o celular

Desligar o aparelho por alguns minutos ou ativar o modo Avião por algum tempo, até perceber que ele esfriou, pode ser uma alternativa para resfriá-lo. Isso acontece porque essas ações reduzem o uso de recursos do aparelho, como o processador e a conectividade sem fio, que geram calor durante o funcionamento.

Mantenha o sistema operacional e os aplicativos atualizados

Enquanto o aparelho executa a atualização do software é normal que ele aqueça. Mas assim que concluir a atualização e for reiniciado, o smartphone deverá começar a esfriar. Além disso, as atualizações podem conter correções para bugs, como o próprio problema de aquecimento.

Evite usar o celular enquanto ele estiver carregando

Embora não seja prejudicial para a bateria, usar o celular enquanto carrega não é recomendado. O risco está em quem está a usar o aparelho, pois a mão é uma fonte de calor que pode alterar a temperatura ideal da bateria. Além disso, se uma descarga elétrica ou um raio afetar a corrente de energia que está a ser passada para o aparelho, pode oferecer algum tipo de perigo para quem segura o celular. 

Outras consequências de usar o celular enquanto carrega incluem:

  • O carregamento demora mais
  • O celular aquece mais
  • O aparelho pode aquecer ainda mais se estiver a fazer tarefas mais pesadas, como assistir vídeos ou jogar 

Evite deixar muitos apps abertos em segundo plano

Se não estiverem em uso, os aplicativos abertos tendem consumir mais bateria e consequentemente, podem ajudar no aquecimento do celular, melhor fechá-los. Bluetooth, dados móveis, GPS são funções que consomem muitos recursos, portanto, uma boa é desativá-las quando não estiverem em uso.

Também em relação ao uso de apps, evite usar aplicativos pesados por muito tempo. Eles exigem mais do processador e da memória do celular, como jogos com gráficos avançados ou aplicativos de edição de vídeo, podem fazer com que o aparelho aqueça mais.

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Isso ocorre porque esses aplicativos consomem mais recursos e energia, gerando mais calor durante o uso. É importante dar pausas regulares ao usar esses tipos de apps para permitir que o celular esfrie.

Diminua o brilho da tela ou use o modo de economia de energia

Deixar a tela do celular com muito brilho pode superaquecer os componentes do aparelho. Quanto maior o poder de processamento do celular, mais energia e calor são gerados. Por isso, se você estiver assistindo a um filme ou jogando com a tela no brilho máximo, o celular vai esquentar. 

Fora que esse hábito é prejudicial à visão. Se já ficamos muito tempo com os olhos grudados nas telas, o brilho intenso só vai prejudicar ainda mais.

Remova a capinha do celular para ajudar a dissipar o calor

Principalmente ao carregar o aparelho, a capa deve ser retirada. Remover a capinha durante o carregamento é uma medida preventiva que ajuda a evitar o superaquecimento. Sem ela, o calor gerado durante o carregamento é dissipado de forma mais eficaz, mantendo o smartphone dentro da faixa de temperatura segura.

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Além do que, muitas vezes a capa camufla o superaquecimento, o aparelho está esquentando e você não percebe porque a capa bloqueia a saída do calor.

Não use carregadores sem procedência

Carregadores não originais podem resultar em aquecimento acima do normal, aumentar o tempo médio de recarga, redução do tempo de vida útil da bateria e até danos aos smartphones, como curtos-circuitos.

O processo de carregamento aquece o aparelho, o que enfraquece a performance da bateria e pode provocar danos também a outros componentes do celular. É importante destacar que os acessórios devem ser os originais e/ou de boa qualidade. Isso se aplica também aos cabos.

Mantenha o celular longe do sol e de fontes de calor

Celular esquentando demais, saiba se pode colocá-lo dentro da geladeira

O calor do sol pode danificar o seu smartphone, estragando componentes como o plástico exterior, o cristal líquido da tela LCD e os chips de metal. O sobreaquecimento da bateria também pode encurtar a sua vida útil de forma permanente. 

Outras consequências da exposição ao sol incluem:

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  • Distorção das cores, danos aos pixels e falhas permanentes na tela
  • Perda de dados, se não tiver feito um backup previamente
  • A bateria pode inchar e até arrebentar, que pode arrebentar também a tela, partir a placa ou incendiar-se 

Para proteger o seu celular, deve evitar deixá-lo exposto ao sol, especialmente por longos períodos. Se estiver na praia ou em outro local aberto, pode guardá-lo numa bolsa ou mochila em um local com sombra.

Aplicativos para resfriamento do celular

Os aplicativos para resfriar o celular podem ser úteis, mas nem sempre são necessários. Eles podem reduzir a temperatura do dispositivo indiretamente, sugerindo que você encerre aplicações que não estão sendo utilizadas, mas que continuam consumindo muita memória ou bateria. O uso excessivo de memória, bateria e processamento pode fazer com que os componentes do smartphone aqueçam e descarreguem a bateria mais rapidamente. 

No entanto, os sistemas Android e iOS já têm recursos básicos para gerir a bateria e a memória, e, consequentemente, a temperatura do celular. Estes recursos costumam ser encontrados na área de “Configurações” ou “Ajustes” de cada sistema. 

Por exemplo, o aplicativo “Resfriador de Celular” pode detectar serviços pesados que consomem demasiadamente a CPU do dispositivo e encerrar as suas atividades para que eles não esquentem em excesso o smartphone. O programa também tem funções de liberar memória RAM do celular e acelerar o sistema operacional.

 Se o problema persistir, pode ser uma boa ideia levar o aparelho a um técnico para verificar se há algum problema interno. 

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Dicas bônus

Imagem mostra o que pode acontecer quando o celular está esquentando, a bateria pode explodir

Para evitar problemas, é importante:

  • Nunca abafar o celular durante o carregamento
  • Não deixar o aparelho de baixo de um travesseiro, cobertor ou até mesmo do seu corpo enquanto ele estiver na tomada
  • Quando for dormir, deixe o aparelho longe de você e de objetos inflamáveis
  • Observar se a bateria está esquentando mais e por mais tempo que o normal durante o carregamento
  • Se perceber uma ondulação, que ela está inchada, muito cuidado. Tem que levar para revisão, porque ela poderá explodir 

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IA consegue saber pelo cérebro quando entendeu errado o que você quis dizer

Redação Informe 360

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Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia capaz de identificar, por meio de sinais cerebrais, quando uma inteligência artificial (IA) interpretou incorretamente a intenção de uma pessoa. A proposta é permitir que sistemas de IA percebam uma espécie de “isso não era o que eu quis dizer” sem que o usuário precise verbalizar a correção.

O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores do Korea Advanced Institute of Science and Technology (KAIST), em colaboração com a Microsoft Research Asia. A tecnologia, chamada Neural Value Alignment (NVA), utiliza interface cérebro-computador para analisar sinais obtidos por eletroencefalografia (EEG) e fazer com que a IA ajuste seu comportamento em tempo real.

A ideia parte de um problema comum na interação entre pessoas e máquinas: uma mesma ação humana pode representar objetivos diferentes, enquanto um mesmo objetivo pode ser alcançado de várias maneiras.

Por exemplo, uma pessoa pegar uma xícara não significa necessariamente que pretende beber nela. Ela pode querer entregar o objeto a alguém, lavá-lo ou simplesmente colocá-lo em outro lugar. Da mesma forma, se o objetivo for matar a sede, a pessoa pode pegar uma xícara, buscar uma garrafa de água ou pedir que alguém leve uma bebida.

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Essa ambiguidade entre objetivo e ação faz com que sistemas de IA possam interpretar corretamente uma ação, mas errar sobre o que a pessoa realmente queria — ou compreender o objetivo e escolher uma maneira diferente daquela esperada pelo usuário.

O cérebro entrega o erro

  • Para contornar o problema, os pesquisadores decidiram observar uma reação que ocorre no cérebro quando algo inesperado acontece;
  • O cérebro humano faz previsões constantes sobre o que deverá acontecer. Quando o resultado não corresponde ao esperado, determinados sinais neurais podem aparecer. A equipe concentrou-se em dois deles: o erro de previsão de recompensa (RPE, na sigla em inglês) e o erro de previsão de estado (SPE, na sigla em inglês);
  • O RPE indica discrepância relacionada ao resultado ou objetivo. No sistema desenvolvido pelos pesquisadores, ele pode indicar que a IA não entendeu o que a pessoa realmente queria;
  • Imagine, por exemplo, que alguém peça a um robô doméstico algo para beber. A pessoa queria água, mas o robô entrega café. O resultado está errado, e o cérebro pode produzir um sinal de RPE;
  • O SPE funciona de maneira diferente. Nesse caso, o objetivo está correto, mas o método utilizado pela IA não corresponde ao esperado;
  • Se a pessoa quer água e o robô entende isso, mas, em vez de pegar uma garrafa que está ao lado dela, vai até a cozinha e enche um copo na torneira, o objetivo foi alcançado, mas o caminho escolhido não era o esperado. Essa diferença pode produzir um SPE.

IA aprende a diferenciar objetivo e método

Durante os experimentos, os pesquisadores identificaram padrões diferentes nas ondas cerebrais quando ocorria um RPE, um SPE ou os dois simultaneamente. Em seguida, aplicaram técnicas de aprendizado profundo aos sinais captados pelo EEG. Com isso, o sistema conseguiu classificar a resposta da pessoa à atuação da IA.

Na prática, a tecnologia pode distinguir entre duas situações: “você entendeu meu objetivo errado” e “você entendeu o objetivo, mas fez do jeito errado”. Os sinais decodificados são então utilizados como retorno para o processo de decisão da IA.

Logo da Microsoft na tela de um smartphone
Instituto de pesquisa da Microsoft atuou no projeto – Imagem: PJ McDonnell/Shutterstock

Quando identifica um SPE, o sistema interpreta que o objetivo está correto, mas a estratégia precisa ser modificada. Já um RPE indica que o próprio objetivo foi compreendido de maneira equivocada e que a IA precisa tentar novamente descobrir o que a pessoa pretendia.

Segundo o KAIST, simulações mostraram que o método conseguiu se adaptar mais rapidamente do que abordagens existentes, mesmo em situações de incerteza, como mudanças repentinas no objetivo de uma pessoa ou ausência de parte do retorno neural.

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O estudo foi publicado em agosto de 2026 na revista IEEE Transactions on Cybernetics, com o título Neural Value Alignment: Human–AI Collaboration Under Goal–Action Ambiguity.

Leia mais:

  • O desafio de construir a próxima geração da inteligência artificial
  • OpenAI é criticada por ex-funcionário que alerta para riscos da IA
  • Trump anuncia “força de superinteligência” para coordenar avanço da IA nos EUA

Tecnologia pode chegar aos robôs

Os pesquisadores veem possibilidades de aplicação em sistemas que precisam trabalhar próximos aos seres humanos.

Uma delas envolve robôs físicos. Um robô doméstico, por exemplo, poderia identificar, por meio da resposta cerebral do usuário, que interpretou uma instrução de maneira incorreta e modificar seu comportamento sem esperar uma nova ordem verbal.

A mesma abordagem poderia ser aplicada a robôs industriais, veículos autônomos que precisam responder ao julgamento do motorista, sistemas médicos e de reabilitação voltados a pessoas com dificuldades para falar ou se movimentar e ferramentas educacionais capazes de adaptar seu comportamento ao estado cognitivo do estudante.

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Para Sang Wan Lee, professor do KAIST e responsável pela pesquisa, o trabalho demonstra que a IA pode ir além da interpretação da intenção humana baseada apenas em comportamentos observáveis. Segundo ele, o sistema permite utilizar diretamente sinais cognitivos produzidos pelo cérebro durante a interação entre pessoas e IA.

Apesar do potencial, a tecnologia ainda está longe de permitir que uma pessoa simplesmente pense que um robô está fazendo algo errado e faça a máquina parar imediatamente. O sistema foi demonstrado em simulações, e não em um robô operando livremente em um ambiente real enquanto acompanha continuamente o EEG de uma pessoa e modifica seu comportamento.

Além disso, o EEG depende de eletrodos para medir sinais elétricos extremamente pequenos produzidos pelo cérebro. Esses sinais podem apresentar ruído e são mais difíceis de obter fora de ambientes controlados.

Por isso, ainda será necessário verificar o desempenho da NVA em interações naturais, nas quais as pessoas se movimentam e enfrentam situações muito menos previsíveis do que aquelas utilizadas em experimentos de laboratório.

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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7134 (sábado, 03/10)

Redação Informe 360

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  • Quer saber resultados de todas as loterias? Clique aqui!
  • Caixa muda sorteios das loterias e leva concursos de sábado para domingo em 2026

O sorteio do concurso 7134 da Quina acontece na noite deste sábado (03), às 21h. O prêmio desta loteria está estimado em R$ 17,5 milhões.

Os números sorteados da Quina 7134 foram: 14 – 54 – 43 – 72 – 15.

Resultado da Quina 7134

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

Até a publicação desta nota, esta informação não tinha sido divulgada.

Teve ganhador na Quina hoje?

Até a publicação desta nota, esta informação não tinha sido divulgada.

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Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 7133 de sexta-feira (02) é: 19 – 31 – 46 – 49 – 60.

Quando é o próximo sorteio da Quina?

O próximo sorteio é o 7135 e ele acontece na segunda-feira, 5 de outubro de 2026.

Leia mais:

  • Como ganhar dinheiro online com estas 7 dicas
  • 5 sites para escolher números para Mega-Sena
  • Como apostar na loteria europeia que paga milhões de euros

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 7133 (02/10/2026): 19 – 31 – 46 – 49 – 60
  • Quina 7132 (01/10/2026): 23 – 40 – 57 – 60 – 74
  • Quina 7131 (30/09/2026): 34 – 41 – 51 – 70 – 76
  • Quina 7130 (29/09/2026): 04 – 16 – 61 – 69 – 72
  • Quina 7129 (28/09/2026): 14 – 22 – 37 – 42 – 60
  • Quina 7128 (27/09/2026): 10 – 44 – 46 – 70 – 73
  • Quina 7127 (25/09/2026): 01 – 08 – 51 – 57 – 63
  • Quina 7126 (24/09/2026): 21 – 34 – 58 – 69 – 70
  • Quina 7125 (23/09/2026): 38 – 39 – 43 – 51 – 53
  • Quina 7124 (22/09/2026): 22 – 23 – 35 – 54 – 62

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

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  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem seis vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sexta e no domingo.

Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre de segunda a sexta, às 21h, e no domingo, às 11h. Todos no horário de Brasília.

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

O sorteio é transmitido online pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

Nos sorteios de segunda a sexta, as apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia. Já nos sorteios de domingo, as apostas poderão ser feitas até as 22h do sábado.

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Já a venda de bolões nos canais eletrônicos será finalizada 15 minutos antes do início de cada concurso.

Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acertar a partir de dois números (duque). Ele também ganha com três números (terno), quatro números (quadra) e cinco números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher cinco números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

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AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

Redação Informe 360

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A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.

A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.

Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.

Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.

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Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

Impactos sobre saúde e famílias

  • A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
  • “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
  • A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
  • Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
  • Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com a estátua da Justiça em primeiro plano
AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas em sua solicitação ao STF – Imagem: Patricia dos Santos / Shutterstock

Quais leis estão em discussão

A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.

A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.

A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.

Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.

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O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.

Leia mais:

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  • Fim das bets: governo quer bloqueio de 5,2 mil sites de apostas ilegais

Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets

A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.

Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.

Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.

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