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8 melhores filmes com Michael Keaton

O ator norte-americano Michael Keaton é realmente notável. Multipremiado, ele já ganhou um Primetime Emmy Award e dois Globos de Ouro, além de ter recebido uma indicação ao Oscar.
Reconhecido por seu talento cômico, Keaton ganhou destaque em filmes de comédia. Contudo, a fama mundial veio ao interpretar o herói Batman.
Que tal explorarmos um pouco da carreira desse ator? Então, confira a seguir uma lista com os 8 melhores filmes que contam com a presença de Michael Keaton.

Michael Keaton: melhores filmes
- Spotlight: Segredos Revelados (2015)
- Batman (1989)
- Batman: O Retorno (1992)
- Birdman (2014)
- Os Fantasmas se Divertem (1988)
- Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias (1996)
- Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)
- Jackie Brown (1997)
Spotlight: Segredos Revelados (2015)

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Baseado em fatos reais, “Spotlight” recebeu elogios da crítica e ganhou dois Oscars, incluindo o de Melhor Filme. O longa acompanha a investigação de uma equipe de jornalistas do jornal The Boston Globe sobre abusos sexuais cometidos por membros da Igreja Católica.
Michael Keaton estrela como o repórter investigativo Walter “Robby” Robinson. O elenco ainda conta com Mark Ruffalo e Rachel McAdams.
- Onde assistir: Max
Batman (1989)

Michael Keaton ganhou fama mundial ao viver o herói Batman nos cinemas.Dirigido por Tim Burton, o filme mostra o Homem-Morcego enfrentando o Coringa, interpretado de forma icônica por Jack Nicholson.
Sucesso comercial e bem recebido pela crítica, o longa ajudou a renovar o interesse pelo Batman. O elenco ainda conta com Kim Basinger.
- Onde assistir: Max
Batman: O Retorno (1992)

Keaton retorna como o Cavaleiro das Trevas na sequência “Batman: O Retorno”. Novamente dirigido por Tim Burton, o filme traz Danny DeVito, Michelle Pfeiffer e Christopher Walken no elenco.
No longa, Batman enfrenta o Pinguim, além de lidar com a Mulher-Gato. Apesar de não repetir o sucesso do anterior, o filme teve uma boa arrecadação nas bilheterias e conquistou status cult posteriormente.
- Onde assistir: Max
Birdman (2014)

Michael Keaton teve um grande ressurgimento em sua carreira ao assumir o papel de protagonista em “Birdman”.
No filme, ele interpreta um ator decadente que ganhou fama ao interpretar um herói no cinema anos atrás. Contudo, ele tenta recuperar sua carreira ao estrelar e dirigir uma peça na Broadway.
Por sua performance, Keaton ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator e uma indicação ao Oscar. Alejandro González Iñárritu dirige o filme, que ainda conta com Edward Norton, Emma Stone e Naomi Watts no elenco.
- Onde assistir: DIsney+ e Mercado Play (gratis)
Os Fantasmas se Divertem (1988)

Um dos papéis mais memoráveis de Michael Keaton no cinema é o espírito bio-exorcista Betelgeuse em “Os Fantasmas se Divertem”.
Dirigido por Tim Burton, o longa é uma comédia com toques de terror e fantasia. O elenco ainda conta com Alec Baldwin, Geena Davis, Jeffrey Jones, Catherine O’Hara e Winona Ryder.
Na trama, um casal morre em um acidente de carro e fica preso em sua casa de campo como fantasmas. Quando novos moradores surgem, eles tentam assustá-los, mas sem sucesso. Então, o casal de fantasmas entra em contato com o desprezível bio-exorcista Betelgeuse para ajudá-los.
- Onde assistir: Max
Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias (1996)

Com direção de Harold Ramis, “Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias” é uma comédia que traz Michael Keaton e Andie MacDowell nos papéis principais.
Keaton estrela como um homem que tem todo o seu tempo tomado pelo trabalho na construção civil e pelas obrigações com a família. Porém, ele recebe a “ajuda” de um cientista que o clona para dividir as tarefas. No entanto, as coisas desandam com uma série de clones com personalidades diferentes criando problemas.
- Onde assistir: alugar no Amazon Prime Video e Apple TV
Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Parte do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público.
Tom Holland interpreta Peter Parker/Homem-Aranha, enquanto Michael Keaton assume o papel do vilão Abutre. O elenco também inclui Zendaya.
- Onde assistir: Netflix e Telecine
Jackie Brown (1997)

Escrito e dirigido por Quentin Tarantino, “Jackie Brown” é baseado no romance “Rum Punch” de Elmore Leonard.
Pam Grier estrela como a personagem-título, uma aeromoça que contrabandeia dinheiro para um traficante de armas interpretado por Samuel L. Jackson.
Já Michael Keaton assume o papel de um agente policial encarregado de interceptar esse esquema. O elenco também conta com Robert Forster, Bridget Fonda e Robert De Niro.
- Onde assistir: Amazon Prime Video
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CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor

A percepção do público em geral sobre a inteligência artificial virou centro de um debate no setor. Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic — desenvolvedora do assistente Claude —, respondeu publicamente a críticas que o acusam de alimentar um clima de desconfiança em relação ao avanço da tecnologia nos Estados Unidos.
A reação do executivo ocorreu após declarações do investidor Gavin Baker. O investidor afirmou que os alertas de Amodei sobre os riscos potenciais da IA ajudaram a motivar a rejeição popular à expansão da infraestrutura do setor, como a construção de novos centros de dados. Para Baker, o líder da Anthropic deveria atuar como um defensor mais otimista da própria indústria.

Equilíbrio entre riscos e benefícios
Amodei rebateu a ideia de que sua comunicação seja focada apenas nos cenários negativos. O executivo apontou que busca manter o discurso equilibrado entre os perigos reais e as oportunidades da tecnologia.
Como exemplo, citou o ensaio Machines of Loving Grace, publicado por ele com o objetivo de apresentar uma visão positiva sobre como a inteligência artificial pode transformar diferentes áreas da sociedade.
Leia mais:
- Qual é o modelo aberto de IA mais popular do mundo? Não é nenhum feito nos EUA
- Como a Anthropic vai marcar textos do Claude para cumprir lei da União Europeia
- IA chinesa pode ter superado a Anthropic em teste de segurança cibernética
Ainda assim, o CEO reconheceu que a percepção pública sobre a IA é predominantemente negativa. Para ele, no entanto, a origem desse cenário não está nos avisos dados pelos executivos das empresas do setor.
Crise de confiança e entrega de resultados
Na visão de Amodei, a rejeição decorre de uma crise de confiança acumulada ao longo de décadas entre a população, o governo e a indústria de tecnologia. Segundo o executivo, o público teme que as novidades corporativas tragam prejuízos ao usuário comum.
Amodei também destacou que a crítica mais justa que as empresas de IA enfrentam é a falta de entregas concretas proporcional ao tamanho das promessas feitas.
- Falta de benefícios perceptíveis: O executivo admitiu que a indústria ainda não entregou todas as transformações positivas que prometeu para a sociedade.
- Foco no produto: Para ele, a cobrança do público e do mercado deveria focar na entrega real dessas melhorias, e não nas estratégias de marketing das empresas.
O debate sobre a regulamentação do setor
O papel do governo na fiscalização da inteligência artificial é outro ponto central da discussão. A Anthropic apoiou projetos de lei nos Estados Unidos, como a proposta da Califórnia que exige regras de transparência para modelos de grande porte.
Em resposta a quem defende que regulamentar o setor serve apenas para concentrar o mercado nas mãos das maiores companhias, Amodei classificou essa visão como simplista. O executivo afirmou que as propostas de políticas públicas elaboradas pela Anthropic buscam impor exigências mais rigorosas às grandes empresas de ponta, sem criar barreiras que impeçam o crescimento de concorrentes menores.
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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.
A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.
Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.
Por que o tombo de patinete é tão grave?
A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares.
“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).
Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.
Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva.
“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.
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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.
O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.
Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.
Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões
O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.
Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.
“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

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Acusações contra Facebook e Instagram
- O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
- Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
- As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
- Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.
Meta nega acusações
A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.
O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.
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