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10 animes de romance disponíveis na Netflix

O universo dos animes de romance é capaz de tocar corações com delicadeza, climas dramáticos ou cenas cotidianas com emoção. Muitos fãs buscam histórias que façam suspirar, se identificar com personagens imperfeitos e torcerem por encontros improváveis.
As plataformas de streaming, como a Netflix, têm apostado nessa variedade, ampliando o acesso a obras que misturam romance com comédia, fantasia, drama ou até elementos sobrenaturais.
Ao assistir a um anime de romance, vemos personagens que convivem com inseguranças, desencontros, revelações e sentimentos que se desenvolvem aos poucos. E é justamente essa construção emocional gradual que os detalhes da história tão memoráveis.
Para quem quer maratonar algo leve ou mais intenso, há opções que combinam tramas românticas com estética caprichada, música envolvente e direções artísticas diversas.
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Se você gosta do gênero, separamos 10 sugestões com propostas diferentes para agradar gostos variados, desde comédias românticas até dramas com elementos fantásticos. Conheça na matéria a seguir.
10 animes de romance disponíveis na Netflix
Hi Score Girl (2018)

Este anime mistura nostalgia, videogames clássicos e romance adolescente de forma muito charmosa. A trama acompanha Haruo, um garoto viciado em arcades que sempre leva a pior nas partidas, até o dia em que conhece Akira, uma menina rica e habilidosa nos jogos.
Eles começam a se enfrentar em partidas de jogos de luta e, assim, se aproximam aos poucos, até que o romance surge com trocas sutis, olhares tímidos e competição amigável.
O que o torna o enredo especial é a ambientação nos anos 90 e a forma com que o anime retrata como o amor pode surgir em situações inesperadas, como entre combos de “Street Fighter”, sessões em fliperamas e correspondências silenciosas. Ele também aborda a evolução dos personagens com maturidade e hesitações reais.
Lost Song (2018)

“Lost Song” conta a história de Rin e Finis, duas jovens com dons especiais relacionados à música: enquanto Rin pode curar com sua voz, Finis manipula magia por meio de canções. Apesar de começarem em universos distintos, seus destinos se conectam, surgindo uma relação afetiva marcada por cumplicidade, sacrifícios e descobertas.
O romance aparece em meio a temas mais amplos, como guerra, destino, e sacrifícios pelo bem maior, mas não perde sua força emocional. A presença da música como ligação entre personagens reforça a ideia de que o romance pode aparecer mesmo em ambientes tensos e mágicos. A tensão entre deveres e coração torna a história bastante envolvente para quem gosta de romances com fantasia leve.
Romantic Killer (2022)

Aqui temos uma comédia romântica divertida que traz clichês do gênero, e brinca com eles. Anzu leva uma vida tranquila e individualista, sem grandes expectativas amorosas, até que um pequeno “cupido mágico” resolve empurrá-la para situações típicas de um anime de comédia romântica clássico, tentando forçar encontros e caminhos amorosos em sua rotina.
O charme de “Romantic Killer” está exatamente em como ele modifica e exagera as situações românticas, trazendo encontros forçados, rivalidades cômicas, tensão entre personagens e um humor leve. Ele mostra que, mesmo quando o romance parece “imposto”, os laços verdadeiros podem surgir de improviso, e os protagonistas aprendem e se encantam durante o processo.
Aggretsuko (2018)

Ainda que “Aggretsuko” seja muito conhecido por seu humor ácido e retrato do ambiente de trabalho, ele também contém elementos de romance que valem o destaque. A protagonista é uma panda vermelha chamada Retsuko, que guarda frustrações diárias enquanto lida com chefes, colegas e sua própria vontade de ser ouvida, e amada.
O romance em “Aggretsuko” aparece em pequenas doses, através de relacionamentos complicados, encontros tímidos e dilemas emocionais. Não é o foco principal, mas está presente como parte da vida da personagem, mostrando quem ela ama, como se relaciona e o que espera de carinho em meio ao caos da rotina. Isso torna a série bastante completa para quem gosta de ver romance ao lado de crítica social e humor.
Vampire in the Garden (2022)

Este anime traz um romance incomum entre uma humana e uma vampira, em um mundo pós-guerra entre seus povos. Momo, uma jovem humana cansada da hostilidade, cruza o caminho de Fine, uma vampira que já teve sentimentos pelos humanos e está em busca de um paraíso perdido. Elas embarcam juntas em uma jornada para reconstruir pontes de paz e de afeto.
O interesse romântico entre as duas personagens é delicado, carregado de simbolismo e tensão emocional. Em meio a conflitos épicos e memórias sombrias, o romance surge como esperança e redenção. A relação entre espécies e as histórias pessoais complicadas traz profundidade ao amor que floresce aos poucos, e o visual estético da animação reforça a beleza dessa relação.
Ooku: Por Dentro do Castelo (2023)

Este anime histórico mostra um Japão alternativo no qual uma praga letal mata todos os homens, e para manter a linhagem real, as mulheres governam e assumem papéis que seriam tradicionalmente masculinos. No centro dessa realidade, são desenvolvidas tramas políticas e romances proibidos, enquanto personagens enfrentam preconceitos sociais e tensões de poder.
Nessa história, o amor aparece nas entrelinhas, em desejos contidos, segredos e encontros arriscados entre personagens de status diferentes. Os laços afetivos acontecem em silêncio, mas ganham força em momentos de vulnerabilidade. O anime mistura história, drama e romance em um ambiente inusitado, tornando a proposta atraente para quem busca algo diferente no gênero.
Que Chegue a Você: Kimi ni Todoke (2024)

“Kimi ni Todoke” é um clássico do romance em anime, e esta versão disponível na Netflix mantém sua essência. Na trama acompanhamos Sawako, uma jovem tímida e incompreendida que deseja fazer amigos e ser aceita, mas muitos a confundem com alguém distante e assustadora. Ela se aproxima de Shota, um colega gentil, e aos poucos seu mundo se abre.
O romance nasce da amizade, da admiração mútua e da quebra de barreiras emocionais. A forma tranquila e gradual como Sawako e Shota se conectam é parte do encantamento, em que há inseguranças, mal-entendidos e gestos simples que ganham peso no cotidiano. É um anime que fala de crescimento emocional e do poder de pequenos gestos afetuosos.
Meu Casamento Feliz (2023)

O título, também conhecido como “Kekkon Yubiwa Monogatari”, apresenta um mundo de fantasia em que promessas de casamento têm peso mágico. A protagonista tem uma promessa deixada por seu pai de garantir que um anel seja passado adiante com significado amoroso. Assim, romance, intrigas e destinos se entrelaçam à medida que ela descobre o valor emocional dos compromissos feitos.
No relacionamento entre personagens, vemos como o amor pode se manifestar tanto em promessas simbólicas quanto em atitudes concretas. O enredo traz encontros e desencontros, escolhas dolorosas e confirmações de sentimento, e por envolver magia e mundo fantástico, ele agrada quem curte romances com mistério e simbolismo.
BEASTARS – O Lobo Bom (2024)

“BEASTARS” é um anime que mistura drama social, dilemas morais e também romance entre espécies diferentes, como lobos, coelhos, herbívoros e carnívoros, que convivem em um ambiente de tensão. A versão mais recente aprofunda relações entre personagens que desafiam barreiras biológicas e preconceitos.
O romance em “BEASTARS” não é puro ou fácil, já que surge em meio a conflitos de identidade, pressões sociais e medo. Amores incomuns, lealdades divididas e confrontos internos fazem parte da história e, por isso, o anime dialoga bem com quem gosta de histórias que vão além do “felizes para sempre”, por haver dor, discussão e crescimento.
InuYasha (2004)

Um clássico que não poderia faltar, “InuYasha” conta a história de Kagome, uma garota moderna que viaja no tempo até a era feudal japonesa, e encontra InuYasha, um meio-demônio com personalidade complexa. Juntos, eles enfrentam perigos enquanto buscam por fragmentos da joia sagrada, vivendo questões emocionais pendentes.
O romance entre Kagome e InuYasha foi construído ao longo de toda a série, com momentos de tensão, ciúmes, revelações e reencontros. A química entre os dois se fortalece conforme enfrentam desafios juntos e, apesar de ter ação, fantasia e lutas épicas, o coração da série se mantém no cuidado entre eles e na esperança de superarem seus passados para ficarem juntos.
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Artemis 2: NASA conclui teste final de foguete que vai lançar astronautas à Lua

Nesta quinta-feira (19), a NASA executou pela segunda vez um teste crucial para a Artemis 2 – a missão histórica vai levar a humanidade à órbita da Lua novamente após mais de meio século – o chamado “ensaio geral molhado”.
Esse teste simulou praticamente todo o processo de decolagem, mas sem acionar os motores. O objetivo era verificar se o foguete, os sistemas de abastecimento e a cápsula Orion funcionam de forma integrada e segura.

Durante o ensaio, as equipes reproduziram a contagem regressiva como se fosse um lançamento real, com o cronômetro avançando até poucos segundos antes da ignição.
No início do mês, a primeira tentativa enfrentou dificuldades técnicas. Vazamentos no abastecimento de hidrogênio líquido interromperam a simulação, que acabou sendo suspensa. Após análises e ajustes, engenheiros revisaram conexões e reforçaram procedimentos para evitar novos problemas.
Desta vez, houve apenas uma anomalia na tensão do sistema de aviônica do foguete auxiliar, corrigida sem grandes problemas, permitindo que a contagem fosse reiniciada.
Artemis 2: o que foi testado
- A parte mais sensível do ensaio desta quinta-feira (19) começou por volta das 22h30 (horário de Brasília), nos instantes finais antes da decolagem simulada;
- Nesse momento, os sistemas foram testados sob as condições mais próximas de um lançamento real;
- A sequência durou cerca de quatro horas e incluiu o carregamento de aproximadamente 3,18 milhões de litros de oxigênio e hidrogênio líquidos no foguete Space Launch System (SLS);
- O abastecimento, no entanto, começou às 13h, cerca de dez horas antes dessa etapa decisiva;
- Essa é uma das fases mais delicadas da operação, porque o hidrogênio líquido precisa ser mantido a temperaturas extremamente baixas. Qualquer pequeno vazamento pode interromper o processo para inspeção e ajustes, como ocorreu no ensaio anterior.

A cápsula Orion também participou do procedimento. Ela foi ligada, teve suas baterias carregadas e passou por checagens de vedação, exatamente como ocorrerá no dia do lançamento. Uma válvula relacionada à pressurização da escotilha foi substituída recentemente e passou por novo aperto após ajustes detectados no teste anterior.
Nos minutos finais da simulação, a atenção se concentrou nos últimos dez minutos da contagem regressiva. O cronômetro avançou até T-1 minuto e 30 segundos. Em seguida, foi feita uma pausa de cerca de três minutos, etapa prevista nos protocolos oficiais.
Em um lançamento real, se a interrupção durar menos de três minutos, a contagem pode continuar normalmente. Caso ultrapasse esse tempo, o relógio retorna para T-10 minutos. Esse procedimento foi repetido no primeiro e no segundo ensaio para garantir que funcione sem falhas.
Depois disso, a contagem avançou até T-33 segundos e foi pausada outra vez. Em seguida, o sistema reiniciou para dez minutos antes da decolagem e toda a sequência foi repetida. A ideia é treinar a equipe para lidar com diferentes cenários, incluindo imprevistos de última hora.
Como o teste correu como se esperava, a agência pode lançar a missão no dia 6 de março. Também estão reservadas datas alternativas nos dias 7, 8, 9 e 11, caso as condições técnicas ou climáticas exijam ajustes no calendário.
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Conheça a tripulação que será lançada à Lua pela NASA
A missão Artemis 2 será o primeiro voo tripulado do novo programa de exploração lunar da NASA, um passo essencial para levar astronautas de volta à superfície da Lua pela primeira vez desde 1972 – algo previsto para acontecer futuramente, com a Artemis 3.
Composta por quatro membros, a tripulação da Artemis 2 vai sobrevoar a Lua a bordo da cápsula Orion, com o objetivo de testar sistemas e garantir que toda a infraestrutura humana e tecnológica esteja pronta para as próximas fases do programa. Integram a Artemis 2 os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (todos da NASA) e Jeremy Hansen (da Agência Espacial Canadense). Saiba mais sobre eles aqui.
A missão histórica prevê recordes. A tripulação deve alcançar a maior distância já percorrida por seres humanos no espaço. No retorno à Terra, a nave deverá atingir velocidades elevadas, o que pode torná-los os humanos mais rápidos já enviados ao espaço. Com duração prevista de dez dias, o voo permitirá observar regiões da Lua nunca vistas diretamente por pessoas. Além disso, será a primeira vez que uma pessoa negra e uma mulher viajarão tão longe no espaço.
Artemis 1 teve quatro testes de abastecimento
Caso ocorram novos adiamentos, as datas passarão a ser avaliadas diariamente, de acordo com resultados técnicos e climáticos. Na missão não tripulada Artemis 1, quatro ensaios tiveram de ser repetidos devido a vazamentos e falhas, que obrigaram o retorno do SLS ao edifício de montagem em três ocasiões.
Enquanto isso, a tripulação da missão Artemis 2 segue em quarentena em Houston, no Texas. A NASA avalia o momento adequado para o deslocamento dos astronautas até a Flórida, respeitando protocolos de saúde e segurança.
Durante o período de frio intenso, a espaçonave Orion permaneceu ligada, com aquecedores ajustados para proteger sistemas sensíveis. A agência, que mantém uma transmissão ao vivo permanente do foguete na plataforma, divulgará atualizações em tempo real sobre o teste.
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Armazenamento por 10 mil anos: Microsoft avança em técnica que grava dados em vidro

Um estudo, divulgado nesta quarta-feira (18) na revista Nature, apresentou novos avanços do Projeto Silica, iniciativa de pesquisa da Microsoft voltada ao desenvolvimento de um sistema de armazenamento digital em placas de vidro capaz de preservar informações por milênios.
O projeto, iniciado em 2019, busca criar um método mais durável e energeticamente eficiente que os dispositivos atuais, cujos suportes têm vida útil limitada e exigem cópias periódicas de segurança.
A tecnologia utiliza vidro de silício — material muito puro e comum, empregado, por exemplo, em tubos de lâmpadas halógenas e espelhos de telescópios — conhecido por resistir a variações de temperatura, umidade e interferências eletromagnéticas.
Essas características contrastam com centros de dados tradicionais, que consomem grande quantidade de energia e dependem de ambientes altamente controlados para preservar discos rígidos e outras mídias.
Segundo o estudo, o sistema desenvolvido pela divisão de pesquisa Microsoft Research constitui uma “solução de armazenamento de arquivos” completa, abrangendo desde o registro e conservação até a restituição dos dados, com potencial de mantê-los intactos por dezenas de milhares de anos.

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Como funciona o armazenamento em vidro da Microsoft
O processo do Silica é dividido em quatro etapas: gravação, armazenamento, leitura e decodificação. Os dados são registrados diretamente dentro da placa de vidro com um laser ultrarrápido multifásico — um laser de femtossegundo — que cria pixels tridimensionais chamados voxels.
De acordo com a descrição técnica, “os dados do usuário chegam sob a forma de uma série de bits, que depois são agrupados em símbolos. Cada símbolo corresponde a um voxel”. Esses voxels são gravados camada por camada dentro do material, “de baixo para cima ao longo da espessura da placa de vidro, até que fique completamente preenchida”.
Após a gravação, as placas podem ser armazenadas em bibliotecas sem necessidade de condições atmosféricas especiais. Para recuperar as informações, o sistema usa um microscópio automatizado com câmera capaz de captar imagens de cada camada de voxels. Em seguida, essas imagens são decodificadas — principalmente com auxílio de inteligência artificial (IA) — para restaurar os dados em seu formato original.
Capacidade e durabilidade
O estudo aponta que o método alcança velocidade de gravação de 65,9 megabits por segundo e densidade de armazenamento de 1,59 gigabits por milímetro cúbico. Isso equivale a cerca de 4,84 terabytes em um fragmento de vidro de 12 centímetros quadrados e apenas dois milímetros de espessura. Nesse espaço reduzido, afirmam os pesquisadores, caberiam “cerca de dois milhões de livros impressos ou cinco mil filmes em 4K de ultra-alta definição”.
Entre os principais atrativos está a longevidade. Os cientistas calculam que “os dados poderiam continuar legíveis dentro de dez mil anos”, mesmo se submetidos a temperaturas de até 290 °C. As projeções, porém, não consideram possíveis danos físicos ou corrosão química que possam degradar o suporte ao longo do tempo.
Outra vantagem apontada é a segurança: como os dados ficam armazenados offline, não podem ser alvo de ataques de hackers, a menos que as placas sejam fisicamente roubadas.

Novo material reduz custos e amplia viabilidade
Um dos avanços descritos na publicação é a possibilidade de usar vidro borossilicato — material comum encontrado em utensílios de cozinha e portas de forno — em vez de sílica fundida de alta pureza, antes necessária para a técnica. Essa mudança reduz custos e aumenta a disponibilidade do meio de armazenamento, superando obstáculos importantes para eventual comercialização.
A pesquisa também mostrou melhorias na velocidade de gravação e simplificação do hardware. O leitor das placas agora necessita apenas de uma câmera, e não três ou quatro, diminuindo tamanho e preço. Já os dispositivos de escrita passaram a ter menos componentes, facilitando fabricação, calibração e operação.
Os cientistas relataram ainda descobertas técnicas relevantes, como:
- Redução do número de pulsos necessários para formar voxels birefringentes;
- Desenvolvimento de escrita “pseudo-pulso único” para gravação mais rápida;
- Criação de um novo método de armazenamento chamado “phase voxels” (voxels de fase, em tradução literal), que modifica a fase do vidro em vez da polarização e pode ser formado com apenas um pulso;
- Capacidade de gravar vários voxels simultaneamente com sistema de múltiplos feixes;
- Uso de aprendizado de máquina para otimizar codificação de símbolos e decodificação de dados;
- Novo método óptico não destrutivo para avaliar o envelhecimento das gravações.
Como iniciativa de pesquisa, o Projeto Silica já realizou provas de conceito para demonstrar a tecnologia. Entre elas, o armazenamento do filme “Superman”, da Warner Bros. Discovery, em vidro de quartzo; a parceria com o Global Music Vault para preservar músicas sob gelo por dez mil anos; e um projeto educacional chamado “Golden Record 2.0”, um arquivo digital colaborativo com imagens, sons, músicas e falas destinado a representar a diversidade humana ao longo dos milênios.

Desafio global de armazenamento
O estudo destaca que a quantidade de dados gerados pela atividade humana “quase duplicam a cada três anos”, reforçando a necessidade de métodos alternativos e sustentáveis de preservação digital. Soluções atuais, como fitas magnéticas e discos rígidos, degradam em poucas décadas e possuem vida útil limitada, o que dificulta a conservação de informações para gerações futuras.
Segundo os pesquisadores, o armazenamento em vidro com lasers de femtossegundo está entre as poucas tecnologias em desenvolvimento com potencial de oferecer armazenamento durável, imutável e de longa duração. A fase de pesquisa foi concluída e os resultados foram publicados para que outros cientistas possam expandir o trabalho.
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Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.
Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google muda exibição de links em respostas com IA
De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.
New on Search: In AI Overviews and AI Mode, groups of links will automatically appear in a pop-up as you hover over them on desktop, so you can jump right into a website to learn more. And we’ll show more descriptive and prominent link icons within the response across both… pic.twitter.com/VUTtHUCwgG
— Robby Stein (@rmstein) February 17, 2026
Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.
Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.
Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X
No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.
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O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.
No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.
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