Saúde
O que é Polissonografia e como ela é feita?

A Polissonografia é um procedimento médico fundamental para o diagnóstico de distúrbios do sono, fornecendo insights valiosos sobre a qualidade e os padrões do sono de um paciente e de sua saúde. Vamos explorar em profundidade o que é a Polissonografia, porque é realizada, como é feita e o que esperar durante o processo.
- Como dormir rápido: 10 dicas para melhorar seu sono
- 5 aplicativos para monitorar sono (e ronco) com o celular
- Como usar smartband e smartwatch para melhorar a qualidade do sono
O que é Polissonografia?
A Polissonografia, também conhecida como estudo do sono, é um exame médico especializado projetado para monitorar e gravar várias funções fisiológicas do corpo durante o sono. Essas funções incluem atividade cerebral, frequência cardíaca, padrões respiratórios, movimentos oculares, movimentos dos membros, oxigenação sanguínea e outros parâmetros relevantes.
Este procedimento é frequentemente prescrito por médicos especializados em medicina do sono para diagnosticar uma variedade de distúrbios do sono, como apneia do sono, narcolepsia, síndrome das pernas inquietas, insônia, distúrbios do ritmo circadiano e muito mais.
Por que a Polissonografia é realizada?
A Polissonografia é realizada por uma variedade de razões, principalmente para diagnosticar distúrbios do sono. Alguns dos distúrbios do sono mais comuns que podem ser diagnosticados por meio da Polissonografia incluem:
- Apneia do sono: Um distúrbio em que a respiração é interrompida durante o sono, muitas vezes devido a uma obstrução das vias aéreas.
- Narcolepsia: Um distúrbio do sono caracterizado por sonolência excessiva durante o dia e episódios repentinos de sono.
- Síndrome das pernas inquietas: Uma condição caracterizada por uma necessidade incontrolável de mover as pernas durante o sono, geralmente devido a sensações desconfortáveis nas pernas.
- Insônia: Dificuldade em adormecer ou permanecer dormindo durante a noite.
- Distúrbios do ritmo circadiano: Alterações no ciclo sono-vigília que podem levar a dificuldades em adormecer ou acordar na hora adequada.

Ao diagnosticar esses distúrbios do sono, os médicos podem recomendar tratamentos específicos para melhorar a qualidade do sono e a saúde geral do paciente.
Como a Polissonografia é feita?
A Polissonografia é geralmente realizada em um laboratório de sono especializado, conhecido como laboratório de sono ou centro de sono. Aqui está uma visão geral do processo de realização da Polissonografia:
1. Preparação:
Antes do procedimento, o paciente é instruído a seguir certas diretrizes, como evitar cafeína e cochilos durante o dia. Eles também podem ser solicitados a preencher um questionário sobre seus hábitos de sono e histórico médico.
2. Chegada ao laboratório de sono:
O paciente chega ao laboratório de sono no final da tarde ou início da noite, dependendo do horário de sono habitual. Eles geralmente serão acompanhados por um técnico do sono que explicará o procedimento e responderá a quaisquer perguntas.
3. Preparação para a Polissonografia:
O paciente é preparado para o procedimento, o que inclui a aplicação de eletrodos e sensores em várias partes do corpo. Esses dispositivos monitoram a atividade cerebral, atividade muscular, movimentos oculares, frequência cardíaca, respiração e outros parâmetros durante o sono.

4. Início do procedimento:
Uma vez que o paciente esteja devidamente preparado, eles são instruídos a deitar-se na cama e a relaxar, enquanto os equipamentos de monitoramento registram suas atividades durante o sono. Geralmente, as luzes são apagadas para criar um ambiente propício ao sono.
5. Monitoramento durante o sono:
Durante toda a noite, os técnicos do sono monitoram atentamente os dados registrados pelos equipamentos de Polissonografia. Isso pode incluir observação por câmeras de vídeo para capturar quaisquer comportamentos anormais durante o sono.
6. Fim do procedimento:
Após uma quantidade adequada de tempo de sono ter sido registrada, o procedimento é concluído. Os sensores e eletrodos são removidos, e o paciente pode ir para casa.
O que esperar durante o processo?
A Polissonografia pode ser uma experiência nova e desconfortável para muitos pacientes, mas os técnicos do sono estão lá para garantir que o processo seja o mais tranquilo possível. Aqui estão algumas coisas que os pacientes podem esperar durante a Polissonografia:
- Conforto da cama: Os laboratórios de sono geralmente têm camas confortáveis e quartos projetados para se assemelhar a um ambiente de quarto em casa, para ajudar os pacientes a se sentirem mais relaxados.
- Sensores e eletrodos: Embora a aplicação de sensores e eletrodos possa parecer estranha no início, os técnicos do sono são treinados para aplicá-los de forma rápida e eficiente, minimizando o desconforto.
- Liberdade de movimento limitada: Devido aos sensores e eletrodos conectados ao corpo, os pacientes podem ter sua liberdade de movimento um pouco limitada durante o procedimento. No entanto, os técnicos do sono garantirão que os pacientes possam se mover o suficiente para dormir confortavelmente.
- Possíveis interrupções do sono: Alguns pacientes podem experimentar dificuldade em adormecer ou podem acordar durante a noite devido ao ambiente novo ou à presença de equipamentos de monitoramento. No entanto, isso é normal e não afetará necessariamente os resultados do exame.
- Resultados e acompanhamento: Após a Polissonografia, os dados registrados serão analisados por médicos especializados em medicina do sono, que interpretarão os resultados e fornecerão um diagnóstico. Com base nesses resultados, o médico pode recomendar tratamentos específicos para melhorar a qualidade do sono do paciente.
A Polissonografia desempenha um papel fundamental no diagnóstico e tratamento de uma variedade de distúrbios do sono. Ao monitorar e gravar várias funções fisiológicas do corpo durante o sono, este procedimento fornece insights valiosos que ajudam os médicos a entender melhor as necessidades do paciente e a prescrever tratamentos personalizados. Embora o processo possa parecer intimidador para alguns, os benefícios de obter um diagnóstico preciso e iniciar um tratamento adequado são inestimáveis para melhorar a qualidade de vida e a saúde geral.
Se você está enfrentando problemas de sono persistentes, como ronco alto, sonolência diurna excessiva, dificuldade em adormecer ou permanecer dormindo, ou outros sintomas relacionados ao sono, é essencial procurar a orientação de um médico especializado em medicina do sono. Eles podem avaliar sua condição, recomendar testes apropriados, como a Polissonografia, e desenvolver um plano de tratamento adequado às suas necessidades individuais.
Além disso, é importante adotar hábitos saudáveis de sono, como manter um horário regular de sono, criar um ambiente propício ao sono em seu quarto, evitar estimulantes como cafeína e eletrônicos antes de dormir, e praticar técnicas de relaxamento, como meditação ou respiração profunda, para promover um sono de qualidade.
Em resumo, a Polissonografia é um procedimento valioso que oferece uma visão abrangente da atividade do sono e é essencial para o diagnóstico e tratamento de distúrbios do sono. Ao buscar ajuda médica adequada e adotar hábitos saudáveis de sono, você pode melhorar significativamente sua qualidade de vida e bem-estar geral.
O post O que é Polissonografia e como ela é feita? apareceu primeiro em Olhar Digital.
Saúde
Microsoft cria IA que diagnostica doenças em etapas, como médicos

Uma inteligência artificial desenvolvida pela Microsoft foi mais de duas vezes mais precisa que médicos generalistas em testes com casos clínicos complexos. O resultado foi apresentado em um estudo publicado na revista Science.
A diferença está no método: em vez de analisar todos os dados de uma vez, o sistema investiga cada caso por etapas, fazendo perguntas e solicitando exames conforme novas informações surgem.

Como funciona a junta médica virtual
A ferramenta utiliza um mecanismo chamado orquestrador, que coordena um painel simulado de especialistas em inteligência artificial. O sistema decide quais informações precisa obter sobre o histórico do paciente, considera os achados do exame físico e determina quais testes podem ajudar a esclarecer o quadro.
Os resultados orientam as decisões seguintes. Se as informações forem insuficientes, a IA pode solicitar novos exames e rever as hipóteses levantadas anteriormente, ajustando o plano de investigação ao longo do processo.
Os pesquisadores avaliaram a tecnologia em mais de 300 casos clínicos incomuns e difíceis de diagnosticar. Nessas situações, o modelo superou em mais de duas vezes a precisão de médicos generalistas que recorreram a livros de referência e à internet. O sistema também teve desempenho superior em cenários baseados em um grande banco de dados de internações em prontos-socorros.
Para os pesquisadores, esses resultados ajudam a explicar por que testes convencionais podem não ser suficientes para avaliar uma IA médica. Avaliações anteriores costumam usar questões de múltipla escolha, que não reproduzem a necessidade de investigar um paciente durante uma consulta.
“É claro que a IA se tornou muito boa em obter 100% de acertos nessas provas”, afirmou Dominic King, vice-presidente corporativo da divisão de saúde da Microsoft AI. “Mas isso não corresponde à realidade. Nenhum paciente jamais veio me consultar com um resumo bem organizado.”
Diagnósticos mais criteriosos e custos menores
A precisão não foi o único aspecto avaliado. Segundo os pesquisadores, os processos diagnósticos organizados pelo orquestrador custaram menos do que aqueles conduzidos por médicos.
Harsha Nori, responsável pela área de inteligência artificial da Microsoft AI Health, explicou que o estudo também considera a maneira como a investigação é conduzida.
“Não estamos medindo apenas a precisão dos sistemas. Também estamos medindo com que critério e cuidado eles conduzem uma investigação diagnóstica”, disse Nori.
Esse método permite que a ferramenta adapte suas decisões ao longo da avaliação, em vez de seguir um roteiro fixo. Entre os aspectos considerados estão a necessidade de aprofundar a investigação e o momento de solicitar novos exames.

Próximo passo será testar a triagem em emergências
A Microsoft vai trabalhar com o Beth Israel Deaconess Medical Center, em Boston, para avaliar a capacidade da ferramenta de classificar pacientes em salas de espera de prontos-socorros.
A triagem ajuda a identificar quem precisa de atendimento mais urgente. O teste deverá mostrar como a tecnologia se comporta nesse contexto, mas sua utilidade na rotina hospitalar ainda precisa ser avaliada.
O post Microsoft cria IA que diagnostica doenças em etapas, como médicos apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
EUA ampliam vigilância após detectar mosca-da-bicheira em animal selvagem

O parasita conhecido como mosca-da-bicheira do Novo Mundo foi detectado pela primeira vez em décadas em um animal silvestre nos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura do país (USDA, na sigla em inglês) confirmou nesta quarta-feira (21) a presença do organismo em uma fêmea de alce encontrada no condado de Pecos, no Texas.
O animal estava em propriedade destinada à caça e o caso foi identificado depois que um caçador abateu o alce. Uma amostra foi encaminhada a um laboratório especializado em insetos que afetam a pecuária, em Kerrville, também no Texas, onde a presença do parasita foi confirmada.
A descoberta levou as autoridades a ampliar a vigilância de animais silvestres na região. A Comissão de Saúde Animal do Texas também vai modificar uma zona de infestação estabelecida anteriormente.
O episódio ocorre em meio ao avanço da mosca-da-bicheira pela América do Norte e aumenta a preocupação com a disseminação do parasita entre animais silvestres e rebanhos.
Segundo caso é confirmado em outro estado
- No mesmo dia em que o caso do alce foi anunciado, autoridades do Novo México confirmaram a presença do parasita em uma vaca de corte no condado de Otero;
- Segundo a Reuters, os órgãos estaduais e federais estão ampliando a vigilância e a instalação de armadilhas para moscas nas áreas afetadas. O objetivo é identificar possíveis novas ocorrências e determinar se o parasita já se espalhou para além dos animais infectados;
- No Novo México, as autoridades estabeleceram uma zona de infestação com raio mínimo de 20 quilômetros ao redor do local onde o bovino foi encontrado. Dentro dessa área, os animais precisam passar por inspeção e, quando necessário, receber tratamento antes de serem transportados para dentro ou para fora da região;
- Os dois casos foram confirmados em estados vizinhos, mas as informações divulgadas pelas autoridades não demonstram, por si só, que os animais tenham sido infectados pela mesma fonte.
Como a mosca-da-bicheira ataca os animais
A mosca-da-bicheira do Novo Mundo é um inseto parasita cujas larvas se alimentam de tecido vivo. As fêmeas depositam ovos em feridas abertas ou em outras aberturas do corpo de animais de sangue quente, incluindo bovinos e animais silvestres.
Depois que os ovos eclodem, as larvas penetram no tecido e se alimentam dele, agravando as lesões. O processo pode provocar feridas progressivamente maiores e comprometer a saúde do animal.
De acordo com as autoridades do Texas, alguns sinais que podem indicar infestação são:
- Larvas visíveis em feridas ou aberturas do corpo;
- Ferimentos abertos, com secreção ou que estejam aumentando;
- Lesões com odor forte e desagradável;
- Animais debilitados, apáticos, isolados ou que aparentem sofrimento;
- Sinais de infestação nas regiões do nariz, da boca, das orelhas, dos olhos ou dos órgãos genitais.
O Departamento de Parques e Vida Selvagem do Texas orienta caçadores a inspecionar os animais abatidos antes de realizar a evisceração ou transportar as carcaças. A recomendação também se aplica a proprietários de terras e profissionais que trabalham com a fauna silvestre.
A identificação precoce é considerada importante para que as autoridades possam investigar casos suspeitos e tentar impedir a disseminação do parasita.

Leia mais:
- Ebola chega à Nigéria: autoridades identificam 44 contatos de paciente infectada
- Anvisa aprova novo remédio contra câncer de pulmão; Brasil é o 2º país a liberar terapia
- Nenhum estado brasileiro atinge meta de vacinação contra o sarampo
Parasita havia sido erradicado dos EUA
A presença da mosca-da-bicheira preocupa porque o parasita havia sido erradicado dos Estados Unidos em 1966, por meio de uma estratégia que utiliza insetos esterilizados para interromper a reprodução da espécie.
Nos últimos anos, porém, o organismo voltou a avançar em direção ao norte, partindo da América Central e passando pelo México. A expansão levou o governo estadunidense a suspender as importações de gado mexicano em 2025, em tentativa de reduzir o risco de entrada do parasita.
O comércio foi retomado gradualmente em agosto de 2026, com a reabertura de um ponto de entrada no Arizona. A medida fazia parte de um plano condicionado ao cumprimento de etapas de controle sanitário.
A interrupção das importações contribuiu para restringir a oferta de bovinos nos Estados Unidos e pressionar os preços da carne bovina, que chegaram a níveis recordes para os consumidores.
O USDA e as autoridades estaduais continuam monitorando as áreas afetadas. A nova detecção em um animal silvestre reforça a importância da vigilância para identificar outras ocorrências e limitar a expansão do parasita.
O post EUA ampliam vigilância após detectar mosca-da-bicheira em animal selvagem apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
Cogumelo pode ajudar a reduzir o sal da comida sem perder sabor

O aumento do sódio nos alimentos tem se tornado um problema cada vez maior na saúde humana. Levantamentos da OMS apontam que em 2023, cerca de 1,7 milhão de mortes no mundo estiveram diretamente ligadas ao alto consumo de sódio. Isso é acompanhado por outros dados da instituição que apontam que 1,4 bilhão de adultos possuem hipertensão e problemas relacionados ao excesso de sal.
E esses problemas podem estar perto de serem mitigados. Pesquisadores da Universidade Médica de Gannan, na China, identificaram um peptídeo derivado do cogumelo Hypsizygus marmoreus, mais conhecido como Shimeji-branco, capaz de aumentar em 70,59% a percepção de sabor salgado em testes. O estudo foi publicado na revista Nature em sua seção de “ciência da comida” no início deste mês.
Para quem tem pressa:
- Pesquisadores da Universidade Médica de Gannan, na China, identificaram peptídeos derivados do cogumelo shimeji-branco capazes de aumentar a percepção do sabor salgado em testes;
- Entre os compostos analisados, o peptídeo ASHGEGF apresentou o maior resultado, aumentando a percepção de salinidade em até 70,59%. Os outros dois peptídeos selecionados tiveram aumentos de 49,02% e 47,06%;
- A pesquisa busca desenvolver alternativas para reduzir o sódio nos alimentos sem comprometer o sabor. Os próximos testes vão avaliar o desempenho dos peptídeos em alimentos e soluções com baixo teor de sódio.
Extração de diversos peptídeos
A seleção do Hypsizygus marmoreus não foi aleatória. Sua rica presença de bioativos e realçadores de sabor tornou o shimeji-branco o favorito para a pesquisa.
Para identificar os peptídeos presentes no alimento, os autores do estudo misturaram o cogumelo em pó, água e algumas enzimas para quebrar as proteínas. Os resultados mostraram mais de seis mil peptídeos.
Com auxílio de ferramentas de IA e sistemas computacionais, os pesquisadores identificaram e reduziram o número de compostos relevantes e estáveis para apenas cinco. Produzidos sinteticamente, os peptídeos passaram por testes primários, nos quais três se destacaram: ASHGEGF, GDDWT e LDDGF.

Entre eles, o que mais se mostrou significativo foi o ASHGEGF. O peptídeo em questão potencializou a sensação de salinidade da solução de NaCl a 3 mg/mL, em até 70,59%, enquanto o LDDGF apresentou um aumento de 49,02% e por fim o GDDWT com 47,06%.
Os testes foram feitos primeiramente com humanos que indicaram o aumento do sabor salgado. Em seguida, os compostos passaram por uma “língua eletrônica” que apontou resultados mais específicos. A vantagem do experimento com o equipamento também foi relevante para evitar erros causados pela possível fadiga sensorial humana.
Leia mais:
- Sal demais faz mal — mas será que pouco sal também é perigoso?
- Não é só cortar o sal: estudo mostra alimentos para combater hipertensão
- Dois ingredientes comuns são inimigos do seu estômago!
Teste prático na alimentação

Os próximos passos da pesquisa visam analisar a performance dos peptídeos em alimentos e soluções com baixo nível de sódio.
Esse processo busca explorar a reação dos compostos com pouco sódio, entendendo mais a fundo sua capacidade de potencialização e se eles podem ser uma solução relevante para a substituição dos altos níveis salinos nos alimentos, sem que eles percam o sabor.
O post Cogumelo pode ajudar a reduzir o sal da comida sem perder sabor apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico

Saúde1 semana atrásAnvisa proíbe venda de canetas de tirzepatida sem registro no Brasil

Política1 semana atrásEm decisão história, Senado aprova fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho

Tecnologia1 semana atrásApple supera R$ 25,2 trilhões em valor de mercado e desafia novo CEO a avançar em IA
- Tecnologia1 semana atrás
Nova teoria pode ajudar cientistas a entender como a IA “pensa”

Justiça Eleitoral7 dias atrásTSE decide manter ordem para Meta garantir isonomia a candidatos

Geral1 semana atrásInmet: Centro-Oeste e Sudeste têm alerta laranja para tempestades
- Tecnologia1 semana atrás
Confira o Olhar Digital News na íntegra (15/10/2026)
- Negócios1 semana atrás
Luís Rua Retorna À ABPA para Comandar Negociações Internacionais





















