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Quem é a brasileira que desvenda os mistérios do universo

Redação Informe 360

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Mulheres formam apenas 11% da Academia Brasileira de Ciência

Larissa Santos começou sua jornada na ciência durante a graduação em Física na Universidade de Brasília (UnB). Mas o desejo de estudar o universo teve origem ainda na infância, quando lia revistas de divulgação científica e assistia filmes sobre grandes físicos. “Eu me interesso por ciência desde que me entendo por gente. Eu lia revistas especializadas e queria saber tudo sobre o Stephen Hawking”, conta.

Determinada a seguir uma carreira acadêmica, apesar de todos os desafios da área no Brasil, a astrofísica foi cursar o mestrado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos, período em que iniciou sua pesquisa em radiação cósmica de fundo, no campo da cosmologia observacional — ciência que investiga a origem e organização do universo. “Por meio da medição da radiação cósmica de fundo conseguimos entender coisas que aconteceram no universo primordial”, explica Larissa.

A cientista saiu do Brasil após finalizar seu projeto de mestrado: “Depois, eu fui fazer meu doutorado e pós-doutorado na Universidade de Roma, na Itália, onde recebi um convite para ir trabalhar em um segundo pós-doutorado na Universidade de Ciência e Tecnologia da China.”

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Quando completou quatro anos como pesquisadora na instituição, a brasileira foi convidada para ser professora efetiva no Centro de Gravitação e Cosmologia da Universidade de Yangzhou, na China. “No começo foi difícil, existe uma diferença cultural muito grande e eu tinha muita dificuldade com a língua. Hoje em dia eu estou bem adaptada, principalmente porque a China valoriza muito a ciência, tecnologia e inovação”, diz sobre a experiência no país.

Mesmo como única ocidental no departamento, Larissa afirma que a universidade onde leciona valoriza seu trabalho. “A China é um caso à parte quando o assunto é ciência. O investimento é muito alto. Um exemplo disso é que há alguns anos, eu saí da China para participar de um congresso em Gramado, no Rio Grande do Sul, com tudo financiado. Enquanto isso, alguns colegas da USP, que estavam em São Paulo, não puderam ir por falta de verba.”

Além da sala de aula

Nas redes sociais, Larissa Santos é conhecida como Bariogênese — termo da cosmologia. No Instagram e YouTube, ela acumula mais de 48 mil seguidores e milhares de visualizações em vídeos onde explica conceitos da astrofísica.

“A ciência não é feita apenas de ‘Newtons’, ‘Einsteins’ e Marie Curies’. A ciência precisa de muitas pessoas fazendo pequenas contribuições. É como um edifício construído por inúmeros ‘tijolinhos’. Precisamos desmistificar essa ideia de gênio solitário e o preconceito com as redes sociais”, reflete.

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A necessidade de divulgação científica qualificada durante a pandemia foi o “empurrãozinho” que faltava para que a “@Bariogênese” nascesse. “Passou da hora das pessoas saírem para conversar. O cientista precisa conversar com a população. Inclusive, eu tenho aprendido muito com as redes sociais e com os meus seguidores. Me fez sair da bolha.”

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Conheça as 10 faculdades que mais formaram bilionários nos EUA

Redação Informe 360

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As pessoas mais ricas dos Estados Unidos estudaram em faculdades de todo o país – desde pequenas escolas de artes liberais como Hobart e William Smith Colleges, onde a CEO da Fidelity Investments, Abigail Johnson, estudou história da arte, até grandes universidades públicas, como a Universidade de Indiana Bloomington, onde Mark Cuban se formou em administração.

Harvard - chensiyuan
Harvard – chensiyuan

Harvard já formou 28 bilionários

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Mas um quarto dos 813 cidadãos americanos na lista de bilionários da Forbes obtiveram seu diploma de graduação em apenas uma dúzia de universidades. Esse seleto grupo inclui duas grandes faculdades privadas da Califórnia, duas escolas estaduais e sete das oito universidades Ivy League – grupo composto por algumas das mais conceituadas instituições de ensino dos EUA. Na lista, a Universidade da Pensilvânia é, de longe, a faculdade com mais graduados bilionários, com 36 nomes, e cerca de dois terços estudaram na renomada Wharton School.

Não que você precise terminar a faculdade para ficar super-rico – basta perguntar a grandes empresários que desistiram do curso, como Mark Zuckerberg e o designer Tom Ford, ou grandes ídolos da música ou dos esportes, como Taylor Swift e LeBron James, que nem começaram o curso superior. Mas ter um diploma nessas escolas pode facilitar o processo e ajudar no networking.

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O que é preciso desenvolver para ser um líder do futuro

Redação Informe 360

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Lu Prezia
Lu Prezia

Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University, e Ricardo Rocha, CEO da acaso, discutem os desafios enfrentados pelas lideranças

Em um mundo em constante mudança, as habilidades que garantem o sucesso hoje podem ser irrelevantes amanhã. Para navegar neste cenário dinâmico, o líder do futuro deve ter um compromisso com o Life Long Learning, a aprendizagem contínua ao longo da vida.

“Os profissionais precisam do mindset e das habilidades necessárias para liderar em meio a incertezas e mudanças constantes”, afirma Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University e sócio da empresa de consultoria em estratégia Charrette LLC, durante o evento Teams of Tomorrow, na manhã desta quinta-feira (13).

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O encontro promovido pela Forbes e a SingularityU Brazil, na Le Cordon Bleu, em São Paulo, marcou o relançamento do programa Leading the Future, resultado de uma parceria entre as duas empresas. O curso se baseia na ideia de exponencialidade no mundo dos negócios e explora o papel dos líderes em guiar equipes e organizações em um cenário de incertezas.

“Liderança não é um cargo, é uma atitude”, diz Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil. Por isso, segundo ele, esse programa é tão necessário e atual. “Como veículo, temos a responsabilidade de colaborar para a formação de novas lideranças”, afirma Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil.

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Lu Prezia

Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil, e Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil

O programa online contém sete módulos que somam mais de 20 horas de conteúdo em diversos formatos. Durante as aulas, líderes irão se juntar a experts do mercado para entender como a tecnologia, aliada à teoria exponencial, pode ajudar diferentes setores a inovar. As inscrições podem ser feitas aqui.

Durante o evento, que reuniu líderes de recursos humanos de grandes companhias, Gary Bolles e Ricardo Rocha, CEO da startup acaso, lideraram discussões sobre o futuro do trabalho de forma colaborativa. Os especialistas trouxeram provocações, questionamentos e soluções para questões vivenciadas pelos executivos. “As pessoas estão cada vez mais desconectadas, não apenas do trabalho, mas umas das outras”, diz Rocha.

Fugindo das palestras tradicionais, o encontro teve como objetivo mostrar que, no futuro, não há espaço para hierarquias rígidas ou métodos tradicionais que, muitas vezes, bloqueiam o potencial das equipes.

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“O caminho é a colaboração”, diz Bolles, tanto em relação ao que ele chama de “tsunami da inteligência artificial” quanto no que diz respeito à chegada das novas gerações ao mundo corporativo.

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Petrobras provavelmente terá mudanças em diretoria

Redação Informe 360

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A Petrobras provavelmente terá mudanças em sua diretoria executiva até a próxima semana, afirmou a CEO da petroleira, Magda Chambriard, ao participar de um evento nesta quarta-feira com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio de janeiro.

A executiva disse ainda que há uma intenção de ajustar o perfil dos diretores que estão atualmente no cargo.

Chambriard tomou posse na liderança da petroleira no mês passado, com a saída de Jean Paul Prates, após Lula ter decidido pela troca de comando na estatal.

Forbes Brasil.

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