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Negócios

Depressão, ansiedade, pânico: como está a saúde mental no Vale do Silício

Redação Informe 360

Publicado

2 anos atrás

no

31/10/2023

Por

Redação Informe 360
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Ilustração: Yunjia Yuan/Forbes
Ilustração: Yunjia Yuan/Forbes

72% dos empreendedores dizem que o trabalho afetou sua saúde mental, segundo pesquisa

Jason Gardner, o fundador e CEO da startup de processamento de pagamentos Marqeta, estava passando por outro surto de depressão. Era o início de 2016 e ele lutava para dormir e comer em sua casa em Oakland, nos Estados Unidos. Às vezes, apenas se deitava no chão e olhava para o teto. “Eu mal conseguia sair da cama e não conseguia sorrir. Senti que as coisas estavam desmoronando ao meu redor, mas precisava encontrar os meios para continuar levantando fundos e construindo a empresa”, diz ele. A Marqeta estava a semanas de ficar sem dinheiro.

Ele e sua esposa Jocelyne haviam estourado o limite de seus cartões de crédito e estavam até colocando o pagamento da hipoteca no cartão de crédito, enquanto criavam o filho de 15 anos e a filha de 8 anos. “Não sei como sobrevivi. Não por causa de algo que eu faria comigo mesmo, mas devido ao colapso do meu corpo e da minha mente”, diz. Mas ele ergueu a empresa, fez o IPO e, finalmente, deixou o cargo de CEO em janeiro de 2023.

Hoje, Gardner fala abertamente sobre as dificuldades que enfrentou como fundador – um tema que, mesmo numa época em que as pessoas partilham detalhes íntimos sobre si próprias nas redes sociais, ainda não é discutido o bastante.

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Saúde mental nos números

Quase todos os empresários enfrentam sérios desafios de saúde mental. De acordo com uma pesquisa de abril de 2023 da Startup Snapshot, 72% dos fundadores dizem que o trabalho afetou sua saúde mental. Mais: 38% sofreram ou sofrem de depressão, ansiedade, transtorno bipolar, TDAH ou abuso de substâncias, de acordo com um estudo de 2022 feito pelos pesquisadores Richard Hunt, da Universidade da Virginia, e Michael Freeman, um psiquiatra que treina empreendedores desde 2000.

Nos últimos cinco anos, vários estudos mostraram que os empreendedores têm significativamente mais problemas de saúde mental em comparação com diferentes grupos, acrescentou Freeman.

Os fundadores muitas vezes têm medo de mostrar um pingo de fraqueza em si mesmos ou nas suas empresas, em grande parte por medo de como isso pode afetar a reputação da sua startup e o moral dos funcionários.

Ryan Caldbeck, fundador e antigo CEO da startup fintech CircleUp, lembra-se de ter sido convidado por investidores de risco há vários anos para se reunir com outros CEOs cujas empresas estavam em dificuldades, para lhes dar alguns conselhos. “Eu tomo café com os CEOs – e me lembro disso ter acontecido duas ou três vezes – e o CEO só fala sobre como sua empresa está arrasando, mesmo que tenham me contado que eles estão com muitos problemas”, diz. “Em poucas palavras, isso é o Vale do Silício. Um lugar onde se ergue uma fachada.”

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Depressão também é assunto de empreendedores

Nos últimos anos, atletas de elite como Naomi Osaka e Simone Biles, celebridades como Demi Lovato e Selena Gomez e o senador norte-americano John Fetterman discutiram publicamente como lidar com doenças mentais. E os empreendedores estão começando a seguir o exemplo.

Em fevereiro de 2022, Pedro Franceschi, cofundador da startup de cartão de crédito Brex, escreveu um comovente post em seu blog sobre seus problemas de saúde mental, que resultaram em um ataque de pânico, embora a empresa estivesse crescendo rapidamente e se tornando uma queridinha do Vale do Silício. Alguns meses depois, Andy Dunn, cofundador e ex-CEO da marca de roupas masculinas Bonobos, publicou um livro, “Burn Rate”, narrando seus desafios assustadores com o transtorno bipolar.

Embora os coaches de desempenho já existam há décadas, o interesse em serviços de saúde mental mais básicos está agora crescendo rapidamente. Michael Freeman diz que conversa com investidores de risco uma vez por semana sobre o assunto, ao passo que, há alguns anos, não recebia nenhuma chamada sobre o assunto. No relatório anual de Andreessen Horowitz sobre as maiores startups de mercado voltadas para o consumidor e empresas privadas lançado em março de 2023, a saúde mental foi, de longe, o tema que mais cresceu.

A Forbes USA conversou com mais de uma dúzia de CEOs e meia dúzia de psicólogos, coaches e capitalistas de risco para ter uma melhor compreensão dos desafios de saúde mental que os fundadores enfrentam. Desde terapia e meditação até grupos de conversa, ou o simples fato de mostrar mais vulnerabilidade diante dos funcionários, os fundadores estão começando a se abrir sobre seus desafios de saúde mental. Veja as estratégias que estão usando para gerenciá-los.

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Vida profissional desequilibrada

Uma das partes mais difíceis de administrar uma startup é enfrentar um fluxo interminável de problemas assustadores, que podem fazer com que até os bons momentos sejam ruins. Alguns exemplos comuns: você tem um grande desentendimento com seu cofundador; você perdeu um cliente importante; um de seus principais vendedores saiu; há um sério problema de recursos humanos entre dois funcionários; um concorrente lançou um novo produto promissor. “Se a sua startup está fracassando, parece que alguém está dando um soco na sua cara”, diz Michael Seibel, diretor administrativo e sócio da aceleradora de startups Y Combinator. “Mas quando sua startup está funcionando, parece que alguém está dando um soco na sua cara também.”

As emoções dos fundadores muitas vezes aumentam ou despencam no decorrer de uma tarde. “Eu sabia que havia altos e baixos. Eu simplesmente não sabia a frequência”, diz Anita Hossain Choudhry, coach executiva e CEO da The Grand, uma startup de coaching em grupo. “Isso pode acontecer literalmente em minutos quando você pensa: ‘Tudo é incrível. Isso está indo muito bem.’ E então você recebe um e-mail e pensa: ‘Isso não vai funcionar. Isso é horrível. Por que estamos fazendo isso?’”

Pressão de todos os lados

Os empreendedores sentem intensa pressão de investidores, clientes e de seus próprios funcionários. “Quase se espera que você seja um sobre-humano”, diz Aditi Shekar, cofundadora e CEO da startup de banco digital Zeta. “Há uma pressão constante para entregar muito, superar o desempenho, ser excessivamente compreensiva, excessivamente politicamente correta, excessivamente tudo. E não é uma pressão temporária. É uma pressão persistente que invariavelmente tem um impacto mental.”

A dinâmica social e cultural pode piorar as coisas. Shekar diz que as fundadoras enfrentam um obstáculo único: espera-se que sejam “empáticas, gentis, amáveis ​​e legais, mas ao mesmo tempo cruéis e competitivas”. Ryan Williams, o CEO da plataforma de investimento imobiliário Cadre, diz que, enquanto crescia, não sabia o que era depressão ou ansiedade porque o assunto nunca foi abordado. “Existem certas comunidades onde a saúde mental é algo que as pessoas veem – especialmente se você reconhece que está tendo alguns problemas – como uma fraqueza real e quase um defeito pessoal, especialmente na comunidade negra”, diz ele. “Não quero generalizar, mas foi assim onde cresci e com a minha família.”

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O excesso de trabalho muitas vezes faz com que os fundadores atinjam pontos baixos. Durante os seus primeiros anos como empresário, o cofundador do Brex, Pedro Franceschi, sentiu a necessidade de “ser produtivo a cada segundo”. Ele trabalhava de 80 a 100 horas por semana, dormindo apenas seis horas por noite, e se sentia culpado por tirar férias. Em outubro de 2019, a Brex lançou um novo produto importante, uma conta bancária empresarial chamada Brex Cash. Mas em vez de se sentir animado, Franceschi sentiu-se ansioso, e seu desespero culminou em um ataque de pânico na manhã seguinte a uma festa de Halloween com amigos em Nova York. Ele descreve a sensação como “muito desesperadora, especialmente quando você não sabe o que está acontecendo… Você não sabe se está tendo um ataque cardíaco”.

Um mês depois, ele tirou uma semana de folga, desligou e começou a se sentir melhor. Ele começou a consultar um terapeuta semanalmente e um psiquiatra trimestralmente, tomando medicamentos e consultando um coach a cada duas semanas. Hoje, ele dorme entre sete e meia e oito horas. “Acho que não sabia onde estava o limite para mim”, diz ele hoje. Seu terapeuta o ajudou a compreender melhor a si mesmo e por que tem certos sentimentos, e agora ele pode reconhecer sinais de ansiedade muito mais cedo. Em novembro de 2022, a Brex anunciou a Catarse, uma iniciativa que visa normalizar as conversas sobre saúde mental e oferecer descontos em serviços de saúde mental para clientes da empresa.

Entre o pessoal e o profissional

Momentos em que os contratempos pessoais e profissionais coincidem podem ser particularmente debilitantes para os fundadores. Em meados de 2016, Ryan Caldbeck, então CEO da CircleUp, fez uma série de demissões depois que a empresa fez uma mudança estratégica. Naquela época, ele e sua esposa começaram a ter problemas de fertilidade – eles queriam ter um segundo filho, mas não conseguiam engravidar – e ainda por cima, ele foi diagnosticado com câncer. Apesar de um investidor lhe ter dito para tirar seis semanas de folga no final de 2017, ele continuou trabalhando. “Depois de uma vida inteira resolvendo as coisas, disse a mim mesmo que não precisava fazer uma pausa”, escreveu ele mais tarde em uma postagem no seu blog, acrescentando que foi o maior erro da sua carreira.

No ano seguinte, ele tuitou sobre como a saúde mental não era discutida o suficiente. “Me sinto totalmente consumido. O tempo todo. É difícil para mim me sentir presente em conversas fora do trabalho. No meu encontro de sexta à noite com minha esposa, muitas vezes tenho dificuldade para me concentrar em nós – minha mente começa a trabalhar. Eu odeio isso.” Outro tuíte sobre o mesmo tópico dizia: “Me sinto incrivelmente solitário. Como CEO, é difícil me abrir totalmente sobre minha empresa e é difícil encontrar outros CEOs que estejam dispostos a ser vulneráveis ​​e falar honestamente sobre as coisas difíceis.”

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Em 2019, veio a gota d’água. Sua filha de cinco anos olhou para ele e disse: “Papai, você sempre parece tão triste”. Ela disse isso duas vezes, e ele não conseguia tirar o comentário da cabeça. Um ano depois, ele anunciou que estava deixando o cargo de CEO.

Estratégias para gerenciar a saúde mental

Existem grandes incentivos financeiros para os fundadores permanecerem em suas empresas. De acordo com um estudo de 2010 do professor Babson Joel Shulman, os retornos do investimento foram 10 a 20 vezes melhores para empresas públicas lideradas por fundadores do que para empresas lideradas por CEOs profissionais.

Para se prepararem para a difícil jornada, os fundadores devem configurar a sua “infraestrutura” de saúde mental o mais cedo possível, argumenta Ryan Caldbeck, especialmente porque pode levar algum tempo para encontrar a ajuda profissional certa. “Eu gostaria de ver o mundo tratar a saúde mental como a saúde bucal: preventivamente”, diz Brad Baum, cocriador do Founder Mental Health Pledge, uma iniciativa para desestigmatizar a saúde mental e incentivar os empreendedores e seus apoiadores a investirem na saúde mental.

Terapia, coaching e meditação

A terapia é uma das formas mais populares pelas quais os fundadores estão começando a gerenciar sua saúde mental de forma mais proativa. Para Pedro Franceschi, terapia é “como ter um profissional capacitado investindo no seu bem-estar”. Isso o ajuda a controlar o estresse e a responder perguntas como: “Quais são os seus valores? Quem são as pessoas de quem você deseja se cercar?”

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Jackie Reses, ex-chefe da Square Capital e CEO do Lead Bank, fala semanalmente com seu terapeuta e já faz isso há anos. “É uma forma de melhorar a forma como você está no mundo e, em última análise, é o presente mais hedonista que você pode dar a si mesmo.”

O cofundador da Bonobos, Andy Dunn, acredita que todo fundador deveria fazer terapia por pelo menos seis meses seguidos, a cada dois ou três anos. Ele também defende que as empresas estabeleçam uma bolsa de US$ 2.000 por ano, por funcionário, para despesas de saúde mental do próprio bolso. “As taxas de reembolso do seguro são terrivelmente baixas.”

A terapia de casal também pode ser útil. Anos atrás, Jocelyne Gardner sentiu-se frustrada porque seu marido Jason parecia estar sempre pensando na Marqeta. “Mesmo que ele estivesse na sala, muitas vezes ele não estava – sua mente estava em outro lugar”, diz. A terapia também a ajudou a ter mais compaixão pela intensa pressão que Jason sentia no trabalho.

Para os fundadores que escolhem entre um coach ou um terapeuta, a psicóloga Sherry Walling diz que os coaches de negócios geralmente fornecem “uma visão prática sobre a mentalidade e o foco. Eles trabalham para o bem-estar do negócio.”

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Já um terapeuta se concentra mais no “bem-estar do ser humano. Eles têm um trabalho muito mais profundo e mais longo e uma visão sobre como as questões familiares da sua infância, por exemplo, afetam a maneira como você lidera sua equipe.”

Terapeutas também são obrigados a ter determinada formação e um número mínimo de horas de treinamento clínico supervisionado com pacientes. Não há requisitos ou qualificações oficiais para ser um coach de vida ou de negócios.

A meditação tornou-se uma prática amplamente utilizada durante décadas, e muitos fundadores bilionários famosos, incluindo Marc Benioff, da Salesforce, o titã dos fundos de hedge Ray Dalio e Oprah Winfrey atestam seus benefícios.

Jackie Reses, do Lead Bank, medita por 20 minutos todos os dias. “Cada vez mais, tenho pessoas vindo até mim de todos os lugares e preciso de um tempo de descanso e silêncio para acalmar meu cérebro, reiniciá-lo e me trazer de volta a um lugar criativo”, diz ela.

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Sono, exercício e definir limites

Apesar do espírito da correria e da vida agitada que está na moda no Vale do Silício, onde os fundadores se gabam de dormir cinco horas ou menos por noite, tem havido um novo movimento no sentido de dormir mais.

O livro de 2017 do professor de neurociência da Universidade da Califórnia em Berkeley, Matthew Walker, “Por que nós dormimos”, contém extensas evidências científicas sobre os benefícios para a saúde e a produtividade de dormir mais de sete horas por noite.

Franceschi diz que o livro teve um grande impacto em sua vida. Oito dos 13 CEOs com quem conversamos neste artigo dormem de sete a oito horas por noite. Mark Zuckerberg também.

Grupos de empreendedores

Em meados de 2021, o pai da CEO da Zeta, Aditi Shekar, faleceu de Covid e ela começou a estabelecer mais limites. Priorizou ver a família com mais frequência e parou de trabalhar na maioria dos finais de semana, o que, segundo ela, ajuda na criatividade e evita que sua empresa se torne sua vida inteira. Kathleen Stetson, coach executiva e ex-CEO de startups, ficou deprimida depois que sua empresa de tecnologia faliu em 2017. “Percebi que o cerne dessa depressão realmente era este: eu tinha feito da startup minha identidade. Foram necessárias pessoas dizendo: ‘Ei, você não é a Trill, você é a Kathleen’”.

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Muitos fundadores dizem que os grupos de pares lhes permitem partilhar privadamente as suas situações com outros empreendedores. E que estão entre as ferramentas mais úteis de que dispõem para gerir a saúde mental. O CEO da Cadre, Ryan Williams, diz que esses grupos foram essenciais para ele durante os primeiros meses do isolamento da Covid em 2020, quando todos estavam se adaptando ao trabalho remoto.

Organizações como YPO (que reúne jovens CEOs) criaram grupos em que fundadores, executivos e funcionários podem discutir abertamente os desafios que estão enfrentando.

Abertura aos funcionários

Cada empreendedor tem um nível de conforto diferente para demonstrar vulnerabilidade com os funcionários. “Durante os primeiros cinco anos como CEO, fui bastante fechado em termos do que expressaria sobre os meus medos e inseguranças, profissionalmente e pessoalmente”, diz Ryan Caldbeck. “Esse foi um dos muitos fatores que contribuíram para a solidão e a depressão.” Desde então, ele descobriu que se abrir mais – por exemplo, dizer algo como “Estou preocupado por não termos acertado nossa estratégia e estou determinado a fazer isso” – o ajuda a construir confiança e a se sentir mais conectado com seus colegas.

Andy Dunn acredita na “divulgação seletiva e estratégica de vulnerabilidade”. Ele sugere que os fundadores aproveitem oportunidades como um breve e-mail ou um bate-papo ao ar livre para discutir um desafio que estão enfrentando. “Pode ser rápido, e então você segue em frente e volta ao trabalho”, diz.

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Dunn dá um exemplo de e-mail que um fundador pode mandar: “Ei, você talvez esteja percebendo que estou com uma energia um pouco mais baixa, que ando um pouco deprimido. Tenho histórico de depressão, tomo remédios e vou ao médico. Mas estou superando isso e sou muito grato pelo trabalho que todos vocês estão fazendo. Obrigado por operar em um nível tão alto. Estarei com você em breve.’”

“As pessoas ficarão fascinadas quando você fizer isso”, diz Dunn. “E você acabou de criar um espaço seguro para qualquer pessoa na organização compartilhar seus próprios sentimentos.” Ele acrescenta que, ao demonstrar tal vulnerabilidade, é importante compartilhar simultaneamente o plano de ação para enfrentar o desafio.

O que investidores e empresas podem fazer

De certa forma, os empreendedores são mais responsáveis ​​perante os investidores que os apoiam do que qualquer outra pessoa, por isso os VCs (venture capitalists) “têm a voz mais alta na sala”, diz Brad Baum, co-criador do Founder Mental Health Pledge. Uma coisa que os investidores podem fazer é simplesmente entrar em contato com os empreendedores e perguntar como eles estão em um determinado dia. Nigel Morris diz: “Trata-se de ligar para as pessoas e dizer: ‘Como você está se sentindo? O que tem em mente? Com o que você está preocupado? Como você está pessoalmente?”

Em 2018, a empresa de capital de risco Felicis, sediada no Vale do Silício, iniciou um programa onde, para cada cheque de investimento inicial emitido para uma startup, a Felicis adiciona 1% em capital que os fundadores podem gastar em despesas de saúde mental. Mais de 50 fundadores aproveitaram, diz Dasha Maggio, co-COO da Felicis, que criou e lidera o programa.

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A startup de pagamentos Orum dá aos funcionários uma folga na primeira sexta-feira de cada mês para cuidar de sua saúde mental. Os funcionários ainda estão de plantão com os clientes, mas não atendem ligações de vendas ou reuniões externas e ficam longe do e-mail e do Slack, diz a CEO Stephany Kirkpatrick. A empresa também fecha os escritórios entre o Natal e o Ano Novo e paga 100% do seguro saúde dos funcionários. No Treasury Prime, Chris Dean incentiva os funcionários a falarem caso estejam com problemas de saúde mental e às vezes lhes diz para tirar alguns dias ou uma semana de folga, e eles voltam se sentindo melhor, segundo ele.

Amigos, passeios na natureza e psicodélicos 

O psiquiatra Michael Freeman diz que é fundamental ficar perto de amigos e familiares para ter uma forte rede de apoio social de pessoas que não estão associadas ao seu negócio. Ele acrescenta que a “exposição regular a ambientes naturais como montanhas, rios e riachos” pode ter um efeito restaurador e eleva a criatividade.

O uso de drogas como MDMA (também conhecido como ecstasy), psilocibina (cogumelos mágicos) e cetamina para controlar a saúde mental é uma tendência recente. “Muitos dos meus clientes empreendedores estão interessados ​​em falar sobre o uso de psicodélicos, tanto na otimização mental quanto no tratamento”, diz a psicóloga Sherry Walling. “Isso já está acontecendo muito no Vale do Silício.” Ela ocasionalmente usa psicoterapia apoiada por cetamina com pacientes e espera que o MDMA e a psilocibina sejam eventualmente aprovados pelo FDA (a Anvisa dos EUA) para uso médico.

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  • Drogas para aumentar a produtividade acabam trazendo efeito contrário

Os CEOs com quem conversamos neste artigo dizem que não tentaram usar nenhum desses medicamentos para melhorar sua saúde mental, mas também não os descartam. Franceschi diz que está “consciente da extensa pesquisa que está sendo conduzida neste campo e considero interessante e promissora”. Caldbeck diz que conhece pessoas que experimentaram e que “elogiam os efeitos”. Elon Musk tem, supostamente usado cetamina para tratar a depressão (ele não respondeu à Forbes). E tuitou, em junho. que a cetamina “é uma opção melhor” para tratar a depressão do que os antidepressivos amplamente prescritos no mercado.

Walling adverte que os riscos da utilização de estratégias experimentais, quando feitas de forma inadequada,podem ser problemáticas. O sócio da Y Combinator, Michael Seibel, também observa os riscos, dizendo: “Seus mecanismos para lidar com o estresse não podem ser mais prejudiciais do que o estresse”. Eles têm que melhorar sua saúde a curto e longo prazo.

(traduzido por Fabiana Corrêa)

Com informações da* Forbes Brasil.

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Redação Informe 360

Publicado

9 horas atrás

no

01/01/2026

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Com frequência reconhecemos isso quando vemos nos outros: a distância entre o que as pessoas dizem valorizar e a forma como de fato se comportam.

Talvez seja um subordinado direto que afirma querer progredir na carreira, mas não tomou nenhuma iniciativa para se desenvolver. Ou um chefe que escreve “minha porta está sempre aberta”, mas segue cancelando reuniões individuais.

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Ou ainda uma equipe de projeto cujos integrantes concordam que o grupo deveria ser um “espaço seguro” para novas ideias, mas em que todas as reuniões são dominadas por vozes mais seniores e a contribuição real dos demais é rara.

O relatório Worklife Trends 2026, do Glassdoor, mostra o quanto essa lacuna entre valores e ações está moldando a experiência de trabalho. Menções a desalinhamento em avaliações de funcionários sobre a alta liderança dispararam: o uso do termo “desalinhado” cresceu 149% de 2024 para 2025.

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Outros sinais de desconexão, como palavras associadas a “falha de comunicação” com aumento de 25%, “desconfiança” com alta de 26% e “hipocrisia” com crescimento de 18%, também se intensificaram, evidenciando um distanciamento crescente entre o que os funcionários esperam e o que vivenciam na gestão.

Os funcionários não estão apenas descrevendo atritos organizacionais. Eles estão sinalizando algo mais profundo: a erosão da confiança quando líderes deixam de agir de acordo com os valores que afirmam defender.

Esse cenário ocorre em um contexto no qual esgotamento, excesso de trabalho, tensões interpessoais e mudanças impulsionadas pela inteligência artificial no escopo das funções e na segurança do emprego já estão pressionando o limite emocional das pessoas.

Quando o ambiente externo é difícil, o desalinhamento de valores torna tudo ainda mais pesado. As pessoas recorrem à liderança formal e informal para dar sentido à ambiguidade, oferecer direção quando o caminho não está claro e sustentar o funcionamento saudável quando ansiedade, tensão e dificuldades se impõem.

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Os valores são um dos poucos pontos de ancoragem estáveis de que líderes dispõem, o que torna este um bom momento para avaliar o alinhamento entre valores e ações.

Liderança e compromisso

James March, um dos fundadores do campo do comportamento organizacional, oferece uma lente poderosa em parceria com Johan Olsen: líderes agem segundo uma lógica de consequência ou uma lógica de adequação.  A segunda é fundamentada em identidade, papéis e compromissos, e não em resultados calculados.

A lógica de consequência funciona como um cálculo de custo-benefício. Escolhemos a opção que promete o melhor retorno, mais receita, menos risco, execução mais simples. Grande parte de nossas decisões diárias segue essa lógica, que é plenamente funcional.

A lógica do compromisso é diferente. Agimos porque a escolha é coerente com quem somos, com nossos valores mais profundos e nossa identidade. O ponto de referência não é o retorno imediato, mas o alinhamento. Fazemos porque é a coisa certa a fazer, mesmo quando as consequências são incertas ou desconfortáveis.

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Nem sempre é possível identificar qual lógica está em jogo a partir de uma única decisão. Duas pessoas podem fazer a mesma escolha de carreira por motivos completamente distintos. As motivações se revelam em padrões ao longo do tempo.

É por isso que isso importa para o alinhamento de valores: valores só se tornam combustível para a liderança quando se transformam em compromissos, obrigações conscientes e relevantes que você assume. Esses compromissos funcionam como um contrato não escrito com os outros.

Tornam suas escolhas mais previsíveis, o que constrói confiança e reduz o custo de coordenação ao seu redor. Quando as pessoas sabem que podem contar com você para manter uma posição, tornam-se mais dispostas a investir, assumir riscos e seguir sua liderança.

Os líderes mais inspiradores são ancorados no compromisso. Pense em figuras que agiram movidas por obrigações com ideais, e não por ganhos pessoais. O compromisso não substitui a execução. Ainda é necessário organizar, comunicar e entregar.

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Mas ele é o ponto de partida. Sob pressão, o compromisso mantém palavras e ações alinhadas. Esse alinhamento visível sustenta a confiança e convida outros a se engajarem.

Como esclarecer seus valores

Priorizar valores antes das escolhas aumenta a probabilidade de comportamentos coerentes com eles. E alinhar valores às ações fortalece a credibilidade. Um estudo conduzido por pesquisadores da Columbia Business School e da William & Mary Business School sobre “afirmação de valores” mostra que líderes que conscientemente fundamentam suas decisões em seus valores são percebidos como mais autênticos por colegas e liderados.

Se você não esclareceu seus valores recentemente, ou nunca, este é um bom momento para fazê-lo. As conversas de Adam Grant e Brené Brown sobre repensar convidam você a tratar valores como hipóteses de trabalho: escrevê-los, testá-los diante de dilemas reais, buscar deliberadamente feedback que os questione e refinar a linguagem até que ela reflita comportamentos pelos quais você está disposto a ser cobrado.

Aqui estão alguns exercícios adicionais para experimentar:

O workbook Dare to Lead, de Brené Brown, transforma essa ideia em prática ao começar com uma lista ampla de valores possíveis, reduzir para dois valores inegociáveis, definir como cada um se manifesta na prática, identificar comportamentos “escorregadios” que os enfraquecem e assumir pequenos compromissos diários.

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O Co-Active Training Institute, que integra formação em coaching com desenvolvimento de liderança, oferece um exercício estruturado de descoberta que começa com uma lista curada de valores, orienta a escolha e a definição pessoal dos principais valores, pede que você avalie o quanto os honra atualmente e ajuda a criar rituais, limites e experimentos para elevar esses indicadores.

O Schwartz Portrait Values Questionnaire utiliza breves descrições de pessoas para mapear suas prioridades dentro de um modelo amplamente estudado, como autodireção, benevolência, realização e segurança, criando uma linha de base que pode ser revisitada ao longo do tempo.

Como Brown e Grant destacam em sua conversa sobre liderar com autenticidade e vulnerabilidade, viver seus valores centrais alimenta coragem, resiliência e liderança autêntica, além de oferecer estabilidade e impulso para alinhar o que você diz ao que faz. Nas palavras de Brown, viver seus valores e lidar com a vulnerabilidade significa ser capaz de estar na incerteza, no risco e na exposição, mantendo-se centrado, lúcido, emocionalmente regulado e capaz de tomar boas decisões.

Liderar todos os dias é desafiador, e a percepção de desalinhamento torna isso ainda mais difícil. Encare 2026 com a coragem e a confiança que nascem de agir de acordo com seus valores. O trabalho contínuo de alinhamento exige esforço, mas é o que torna a liderança autêntica, consistente e sustentável.

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Negócios

Dança das Cadeiras: As Principais Movimentações Executivas de 2025

Redação Informe 360

Publicado

1 dia atrás

no

31/12/2025

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

De gigantes da tecnologia e do varejo a líderes globais da indústria, do setor de alimentos a serviços financeiros, 2025 foi marcado por uma intensa dança das cadeiras no alto escalão corporativo.

Promoções internas, chegadas estratégicas e executivos com carreiras de alcance global redesenharam a liderança de empresas de diferentes segmentos. As movimentações refletem estratégias de crescimento, apostas consistentes em inovação — com destaque para a inteligência artificial — e a valorização de lideranças com trajetórias sólidas, muitas delas construídas dentro das próprias organizações.

A seguir, reunimos algumas das principais mudanças do ano, que ajudam a entender as prioridades das companhias e os rumos da liderança corporativa no Brasil, na América Latina e (por que não?) no mundo. As movimentações seguem a ordem dos anúncios feitos pelas empresas ou do início efetivo dos cargos.

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Juliana Sztrajtman, Country Manager da Amazon Brasil

Até então diretora de varejo da companhia, e com 25 anos de experiência em diferentes indústrias, assumiu como country manager em janeiro de 2025.

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Douglas Montalvao, General Manager da Adobe Latam

Há quase 10 anos na companhia, o executivo brasileiro foi promovido em janeiro, quando passou a liderar a empresa na região.

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Priscila Pellegrini, CEO da Holding Clube

Publicitária passou pela agência Leo Burnett, pelo Grupo TV1 e Banco_ antes de assumir em janeiro a liderança da Holding Clube, onde está há cinco anos.

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Marília Mendonça Garcia, CFO da Mastercard

Desde fevereiro no cargo, executiva acumula mais de 15 anos em posições de liderança em grandes empresas como Carrefour, Johnson & Johnson, Azul e LATAM.

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Elis Rodrigues, CFO da General Mills

Com mais de 20 anos de carreira e desde fevereiro na posição, executiva acumula passagens por gigantes como Amazon e P&G.

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Christiane Ribeiro, head global de comunicações da Siemens AG

Brasileira construiu carreira de 24 anos na companhia alemã antes de ser nomeada para o cargo, em março.

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Ilca Sierra, CMO do McDonald’s no Brasil

Com mais de 20 anos de carreira e passagens por Samsung, Magazine Luiza e Grupo Casas Bahia, executiva assumiu em abril.

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Jörg Friedemann, CEO do Magalubank

No cargo desde maio, o executivo era diretor de RI do Nubank e acumula passagens por Citi e Goldman Sachs em 25 anos de carreira.

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Rogério Garchet, CEO da Eletronet

Com 20 anos de experiência no setor, o executivo assumiu em maio a liderança da operadora nacional de telecomunicações do grupo Eletrobras.

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Cíntia Moreira, CEO da Dengo

Executiva já liderava a área comercial da empresa e assume a presidência em junho com o compromisso de fortalecer a expansão da marca de chocolates bean-to-bar.

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Marcelle Paiva, VP do Hub de IA da Oracle na América Latina

Publicitária de formação, construiu carreira em grandes empresas de tecnologia, como SAP e TOTVS, e está há dez anos na Oracle, onde já foi COO e VP de cloud e, desde junho, lidera o novo hub de IA.

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Pablo Lorenzo, CEO do Carrefour na América Latina

Argentino com quase três décadas de empresa, assumiu a liderança das operações em julho.

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Maria Teresa Fornea, CEO da Endeavor Brasil

Fundadora da Bcredi, adquirida em 2021 pela Creditas, assumiu a liderança da organização de apoio ao empreendedorismo em agosto.

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Tito Barroso, CEO da Taco Bell

Em processo de transição para o cargo desde setembro, Tito Barroso assume em janeiro de 2026, quando a Yum! Brands, também dona de KFC e Pizza Hut, passa a ser a master franqueada no país.

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“Taco Bell Será Conhecida de Norte a Sul do Brasil”, Diz Novo CEO

Rodrigo Cury, CEO da Visa

Com quase 30 anos de experiência em bancos como Citi, Santander e BTG, assumiu a Visa em outubro com a missão de fortalecer o diálogo com o mercado e avançar em tecnologia.

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Gabriel Guimarães, presidente do Burger King no Brasil

Anunciado em novembro, até então, o executivo com mais de 10 anos de companhia atuava como presidente interino e CFO da ZAMP, detentora das marcas Burger King, Popeyes, Subway e Starbucks no país.

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Ricardo Camiz, presidente do Subway no Brasil

Também anunciado em novembro, iniciou a carreira como trainee na Ambev, onde permaneceu por mais de duas décadas até ocupar o cargo de country manager da companhia na Guatemala, Porto Rico e Costa Rica, posição que deixou para assumir o Subway.

Divulgação

Ricardo Camiz, novo presidente do Subway

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Henrique Braun, CEO global da Coca-Cola

Há 30 anos na companhia, executivo nascido na Califórnia e criado no Brasil liderou operações na China e Coreia, no Brasil e na América Latina antes de ser anunciado, em dezembro, como novo líder global.

Coca-Cola Nomeia Brasileiro Henrique Braun como Novo CEO

Thiago Lima Borges, CEO da Vivara

Com mais de 20 anos de experiência executiva, já atuou como CFO e diretor de relações com investidores do Grupo Smart Fit, além de ter passagens por empresas como Arezzo&Co e Braskem. Foi eleito em dezembro, na quinta troca de liderança da companhia em menos de dois anos.

Conheça o Novo CEO da Vivara, Thiago Lima Borges

Nancy Serapião, Head da Lexus no Brasil e Toyota Gazoo Racing

À frente da marca de luxo da Toyota desde 2023, a executiva passará a liderar também a divisão de automobilismo e alta performance da montadora japonesa, a partir de 1º de janeiro de 2026, como anunciado em dezembro.

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Negócios

Falta de Apoio das Empresas Afasta Mulheres da Liderança

Redação Informe 360

Publicado

2 dias atrás

no

30/12/2025

Por

Redação Informe 360

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Mulheres dizem estar menos interessadas em avançar na carreira, segundo um novo relatório da Lean In e da consultoria global McKinsey, enquanto algumas organizações reduzem seus esforços para apoiar o desenvolvimento profissional feminino.

O relatório Women In The Workplace 2025 reuniu respostas de mais de 9.500 profissionais, de 124 empresas. As participantes foram questionadas sobre o desejo de serem promovidas ao próximo nível, e os resultados revelam uma mudança de comportamento.

As mulheres agora têm menos probabilidade do que os homens de demonstrar interesse em promoção, especialmente nos cargos de entrada: 80% dos homens disseram querer avançar na carreira, contra apenas 69% das mulheres. “Estamos em uma encruzilhada”, afirma Sheryl Sandberg, ex-COO do Facebook e cofundadora da Lean In, organização que atua para acabar com a desigualdade de gênero no mercado de trabalho.

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Embora a pesquisa faça perguntas sobre ambição há mais de uma década, os resultados deste ano mostram o maior gap entre gêneros já registrado — e é a primeira vez que o resultado é estatisticamente significativo. “Isso não se aplica a todas as mulheres em todas as empresas”, explica Sandberg. “A queda na ambição está concentrada entre mulheres que sentem que seus ambientes de trabalho já não investem em seu crescimento.”

Empresas reduzem programas com foco na liderança feminina

A pesquisa mostra que muitas organizações reduziram programas voltados a apoiar mulheres a avançar na carreira. Em uma parte do relatório, profissionais de recursos humanos foram questionados sobre as políticas de suas empresas. Muitas organizações deixaram de priorizar iniciativas como treinamentos contra vieses de gênero e esforços para fortalecer a diversidade. Quase uma em cada seis afirmou ter reduzido equipes ou recursos dedicados à diversidade e inclusão. Ainda assim, a maioria das organizações entrevistadas afirma continuar comprometida com essas iniciativas.

Rachel Thomas, CEO e cofundadora da Lean In, afirma que, se as mulheres sentem falta de apoio e percebem “ventos contrários” nos níveis mais altos, podem se tornar menos ambiciosas. De fato, os pesquisadores descobriram que mulheres que contam com o apoio de mentores e líderes seniores demonstram o mesmo interesse por promoções que seus colegas homens. “Quando as mulheres recebem as mesmas tarefas desafiadoras, oportunidades de treinamento em liderança e acesso a gestores, essa lacuna de ambição simplesmente não existe”, acrescenta Sandberg.

A pesquisa mostrou claramente que os homens recebem mais desses recursos. Homens em cargos de entrada têm maior probabilidade do que mulheres de contar com um mentor ou defensor da sua carreira (45% contra 31%), receber tarefas desafiadoras (32% contra 22%) e ser indicados para promoção (28% contra 22%).

Talvez o dado mais impressionante seja que homens em cargos iniciais têm o dobro de chances de ocupar posições de gestão de pessoas em comparação com suas colegas mulheres. “Isso significa que eles têm mais chances de desenvolver as habilidades e a exposição que levam ao avanço na carreira”, explica Thomas.

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Tendências culturais também podem influenciar

Essa mudança na ambição feminina não ocorre isoladamente. Além de as empresas estarem recuando em iniciativas que ajudam mulheres a progredir em suas carreiras, tendências culturais também as puxam na direção oposta. Alguns argumentam que tendências virais como “lazy-girl job” ou “snail-girl” — funções com menos estresse e mais flexibilidade — indicam que mulheres jovens estão abandonando a cultura da hiperprodutividade. Ao mesmo tempo, as redes sociais difundem conteúdos sobre “tradwives” (esposas tradicionais), que celebram ficar em casa e adotar papéis de gênero convencionais. Até mesmo o conceito de “stay-at-home girlfriends” — mulheres jovens que não têm empregos formais e se dedicam à casa, ao autocuidado e à rotina doméstica, sustentadas financeiramente por um parceiro — passou a fazer parte do debate.

Para além do direito individual de escolher como conduzir a própria vida e a carreira, Sandberg avalia que essas tendências refletem ideias antigas que seguem sendo prejudiciais às mulheres e à sua independência. “Existem mulheres que têm a possibilidade financeira e desejam ser esposas e mães em tempo integral. Essa é uma ótima escolha e pode ser uma vida muito plena e importante”, diz. “Mas a maioria das mulheres não tem essa opção. Financeiramente, a maioria precisa sair de casa para trabalhar e sustentar suas famílias.”

O que as empresas podem fazer para reduzir as desigualdades de gênero

Existem várias medidas que as empresas podem adotar para reverter a queda na ambição feminina e apoiar as carreiras das mulheres. Segundo Thomas, uma das ações mais essenciais é monitorar resultados: quem recebe apoio, quem tem acesso a treinamentos de liderança e quem é promovido. Acompanhar o acesso às oportunidades e garantir equidade é fundamental para criar um ambiente de trabalho em que as mulheres possam prosperar.

O relatório também recomenda que as empresas garantam que decisões de contratação e promoção sejam baseadas em mérito e que capacitem gestores para impulsionar o desenvolvimento de carreira de seus times. “Quando os gestores apoiam o avanço profissional, as mulheres têm uma probabilidade significativamente maior de receber aumentos ou promoções em comparação com aquelas cujos gestores não oferecem esse apoio”, afirma o relatório.

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O estudo aponta ainda que, de modo geral, as mulheres se sentem menos confortáveis do que os homens para se posicionar e assumir riscos no trabalho. Thomas destaca que mentoria e apoio é uma das formas mais eficazes de ajudar profissionais a avançar na carreira. No entanto, isso costuma ser prejudicado pela tendência de gestores apoiarem pessoas semelhantes a eles próprios — ou seja, homens tendem a patrocinar outros homens. Para combater isso, ela defende que as organizações incentivem explicitamente líderes seniores a olhar além de seus círculos habituais e impulsionar profissionais com diferentes origens.

“Entendam que o campo de jogo não é nivelado para as mulheres, e o sistema não é justo para elas. E entendam que, para extrair o melhor desempenho de cada funcionário, é preciso garantir que o sistema funcione para todos”, afirma Sandberg. Ela diz estar “preocupada” com o futuro. Os resultados deste ano refletem um retrocesso para as mulheres, já que os avanços conquistados ao longo da última década estagnaram ou foram revertidos. Empresas e lideranças precisam agir para mudar essa trajetória.

*Kim Elsesser é colaboradora sênior da Forbes USA. Ela é especialista em vieses inconscientes de gênero e professora de gênero na UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles).

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