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Natura é a única brasileira entre as melhores empresas para mulheres; veja top 10

Redação Informe 360

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Cerca de 70 mil mulheres avaliaram suas empresas em relação a questões como proporção de mulheres na liderança, igualdade salarial e oportunidades de carreira

A Natura &Co é a única empresa brasileira no ranking da Forbes das melhores companhias para mulheres trabalharem, e aparece na 55ª posição. A lista reúne 400 empresas do mundo todo que se destacam por práticas de gestão e iniciativas voltadas especificamente para questões de gênero. 

Entre as melhores colocadas estão MAIF, empresa francesa do setor de seguros, Estée Lauder Companies, americana dona de marcas de beleza e perfumaria como MAC, Estée Lauder e Clinique, e a alemã de tecnologia SAP.

As 10 melhores empresas do mundo para mulheres

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Embora as mulheres tenham avançado muito em oportunidades profissionais, sua participação na força de trabalho mundial continua muito aquém da dos homens. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, estima-se que 47% das mulheres em todo o mundo estejam trabalhando, em comparação com 72% dos homens. E, quando estão empregadas, as mulheres tendem a ocupar mais empregos informais e com piores condições.

Entretanto, há muitas razões para ser otimista quanto ao futuro profissional das mulheres. “Durante a pandemia, as mulheres deixaram a força de trabalho em taxas muito elevadas, mas neste momento, estão voltando ao mercado ​​– e agora a parcela das que trabalham está além dos níveis de fevereiro de 2020 em todo o mundo. Ver essa tendência é muito encorajador”,  diz Nicole Kyle, cofundadora da consultoria norte-americana CMP Research e bolsista da Ong Equality Now sobre o avanço dos direitos de mulheres e meninas.

Atração e retenção de talentos femininos

Além disso, muitas empresas estão reconhecendo que, para atrair e reter talentos femininos, é fundamental oferecer aos colaboradores benefícios como regimes de trabalho flexíveis, programas de desenvolvimento profissional e um propósito que se alinhe com os valores das mulheres. 

Para criar o ranking das empresas do mundo para mulheres trabalharem, a Forbes fez parceria com a consultoria global Statista e entrevistou aproximadamente 70 mil mulheres que trabalham para multinacionais em 37 países. 

As participantes foram questionadas se recomendariam o seu empregador a amigos ou familiares, e analisaram as práticas de gestão da empresa tanto em termos gerais como específicos ao gênero feminino. Também avaliaram se há igualdade salarial entre homens e mulheres, como é feita a gestão de casos de discriminação entre funcionários e se os homens e mulheres têm as mesmas oportunidades de crescimento na carreira.

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As mulheres também foram convidadas a avaliar outras empresas nos seus respectivos setores – por exemplo, se uma companhia posiciona sua marca para combater os estereótipos de gênero e se promove a igualdade por meio de campanhas de marketing e projetos sociais. 

Cada uma das empresas citadas foi analisada com base na porcentagem de mulheres ocupando cargos de liderança.

E todas essas informações foram reunidas para chegar às pontuações que determinaram a lista das 400 melhores empresas pelo mundo para mulheres trabalharem.

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Conheça as 10 faculdades que mais formaram bilionários nos EUA

Redação Informe 360

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As pessoas mais ricas dos Estados Unidos estudaram em faculdades de todo o país – desde pequenas escolas de artes liberais como Hobart e William Smith Colleges, onde a CEO da Fidelity Investments, Abigail Johnson, estudou história da arte, até grandes universidades públicas, como a Universidade de Indiana Bloomington, onde Mark Cuban se formou em administração.

Harvard - chensiyuan
Harvard – chensiyuan

Harvard já formou 28 bilionários

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Mas um quarto dos 813 cidadãos americanos na lista de bilionários da Forbes obtiveram seu diploma de graduação em apenas uma dúzia de universidades. Esse seleto grupo inclui duas grandes faculdades privadas da Califórnia, duas escolas estaduais e sete das oito universidades Ivy League – grupo composto por algumas das mais conceituadas instituições de ensino dos EUA. Na lista, a Universidade da Pensilvânia é, de longe, a faculdade com mais graduados bilionários, com 36 nomes, e cerca de dois terços estudaram na renomada Wharton School.

Não que você precise terminar a faculdade para ficar super-rico – basta perguntar a grandes empresários que desistiram do curso, como Mark Zuckerberg e o designer Tom Ford, ou grandes ídolos da música ou dos esportes, como Taylor Swift e LeBron James, que nem começaram o curso superior. Mas ter um diploma nessas escolas pode facilitar o processo e ajudar no networking.

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O que é preciso desenvolver para ser um líder do futuro

Redação Informe 360

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Lu Prezia
Lu Prezia

Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University, e Ricardo Rocha, CEO da acaso, discutem os desafios enfrentados pelas lideranças

Em um mundo em constante mudança, as habilidades que garantem o sucesso hoje podem ser irrelevantes amanhã. Para navegar neste cenário dinâmico, o líder do futuro deve ter um compromisso com o Life Long Learning, a aprendizagem contínua ao longo da vida.

“Os profissionais precisam do mindset e das habilidades necessárias para liderar em meio a incertezas e mudanças constantes”, afirma Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University e sócio da empresa de consultoria em estratégia Charrette LLC, durante o evento Teams of Tomorrow, na manhã desta quinta-feira (13).

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O encontro promovido pela Forbes e a SingularityU Brazil, na Le Cordon Bleu, em São Paulo, marcou o relançamento do programa Leading the Future, resultado de uma parceria entre as duas empresas. O curso se baseia na ideia de exponencialidade no mundo dos negócios e explora o papel dos líderes em guiar equipes e organizações em um cenário de incertezas.

“Liderança não é um cargo, é uma atitude”, diz Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil. Por isso, segundo ele, esse programa é tão necessário e atual. “Como veículo, temos a responsabilidade de colaborar para a formação de novas lideranças”, afirma Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil.

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Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil, e Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil

O programa online contém sete módulos que somam mais de 20 horas de conteúdo em diversos formatos. Durante as aulas, líderes irão se juntar a experts do mercado para entender como a tecnologia, aliada à teoria exponencial, pode ajudar diferentes setores a inovar. As inscrições podem ser feitas aqui.

Durante o evento, que reuniu líderes de recursos humanos de grandes companhias, Gary Bolles e Ricardo Rocha, CEO da startup acaso, lideraram discussões sobre o futuro do trabalho de forma colaborativa. Os especialistas trouxeram provocações, questionamentos e soluções para questões vivenciadas pelos executivos. “As pessoas estão cada vez mais desconectadas, não apenas do trabalho, mas umas das outras”, diz Rocha.

Fugindo das palestras tradicionais, o encontro teve como objetivo mostrar que, no futuro, não há espaço para hierarquias rígidas ou métodos tradicionais que, muitas vezes, bloqueiam o potencial das equipes.

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“O caminho é a colaboração”, diz Bolles, tanto em relação ao que ele chama de “tsunami da inteligência artificial” quanto no que diz respeito à chegada das novas gerações ao mundo corporativo.

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Petrobras provavelmente terá mudanças em diretoria

Redação Informe 360

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A Petrobras provavelmente terá mudanças em sua diretoria executiva até a próxima semana, afirmou a CEO da petroleira, Magda Chambriard, ao participar de um evento nesta quarta-feira com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio de janeiro.

A executiva disse ainda que há uma intenção de ajustar o perfil dos diretores que estão atualmente no cargo.

Chambriard tomou posse na liderança da petroleira no mês passado, com a saída de Jean Paul Prates, após Lula ter decidido pela troca de comando na estatal.

Forbes Brasil.

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