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Cooperativismo: impulsionando o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Redação Informe 360

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no

O cooperativismo tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do Brasil. Por meio da união de pessoas com interesses comuns, o movimento cooperativista tem promovido a colaboração, a solidariedade e a autogestão, contribuindo para a geração de empregos, o fortalecimento das comunidades e a redução das desigualdades. Neste artigo, exploraremos a importância do cooperativismo para o Brasil e como a OCB (ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS BRASILEIRAS) tem contribuído para seus impactos positivos em diversos setores.

O que é cooperativismo? O cooperativismo é uma forma de organização econômica e social baseada na cooperação, na igualdade, na participação democrática e na distribuição equitativa de resultados. Por meio das cooperativas, os indivíduos se unem voluntariamente para atender a suas necessidades e interesses comuns, buscando benefícios mútuos e desenvolvimento sustentável. As cooperativas podem abranger diversos setores, como agricultura, crédito, consumo, saúde, trabalho, entre outros.

Geração de empregos e desenvolvimento local: Uma das principais contribuições do cooperativismo para o Brasil é a geração de empregos. As cooperativas promovem o empreendedorismo coletivo, permitindo que os membros se tornem donos de seus próprios negócios e gerem renda de forma autônoma. Além disso, as cooperativas são fortes impulsionadoras do desenvolvimento local, pois reinvestem seus lucros na própria comunidade, promovendo o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida.

Fortalecimento da agricultura familiar: O cooperativismo desempenha um papel fundamental no fortalecimento da agricultura familiar no Brasil. Por meio das cooperativas agrícolas, os pequenos produtores podem unir forças, compartilhar recursos, adquirir insumos a preços mais competitivos e ter acesso a mercados mais amplos. Dessa forma, as cooperativas garantem a inclusão e a sustentabilidade dos agricultores familiares, contribuindo para a segurança alimentar e a preservação do meio ambiente.

Acesso a crédito e serviços financeiros: O cooperativismo de crédito tem se destacado como uma alternativa aos serviços financeiros tradicionais no Brasil. As cooperativas de crédito oferecem acesso a empréstimos e serviços financeiros a taxas mais acessíveis, atendendo principalmente as pequenas e médias empresas e as pessoas de baixa renda. Além disso, por serem instituições financeiras cooperativas, os membros têm a oportunidade de participar das decisões e dos resultados.

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Inclusão social e combate à desigualdade: O cooperativismo também desempenha um papel importante na inclusão social e no combate à desigualdade. Ao promover a participação ativa e a valorização de todos os membros, independentemente de sua origem ou condição social, as cooperativas contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Além disso, ao compartilhar recursos e conhecimentos, as cooper

ativas possibilitam o acesso a oportunidades econômicas para aqueles que tradicionalmente estariam excluídos do mercado. Isso inclui pessoas de baixa renda, grupos marginalizados, jovens em busca de emprego e mulheres empreendedoras, entre outros. O cooperativismo promove a igualdade de oportunidades, permitindo que todos os membros participem ativamente e se beneficiem do desenvolvimento econômico.

Sustentabilidade e preservação do meio ambiente: O cooperativismo também desempenha um papel importante na promoção da sustentabilidade e na preservação do meio ambiente. Muitas cooperativas adotam práticas agrícolas sustentáveis, como o uso de técnicas de produção orgânica, a preservação dos recursos naturais e a redução do desperdício. Além disso, cooperativas de energias renováveis têm ganhado destaque, impulsionando a produção de energia limpa e contribuindo para a transição para um modelo energético mais sustentável.

Fomento à educação e capacitação: Outro aspecto relevante do cooperativismo é o fomento à educação e à capacitação dos membros. As cooperativas oferecem programas de formação e treinamento, promovendo o desenvolvimento de habilidades técnicas e gerenciais. Isso fortalece os membros e suas comunidades, permitindo uma gestão eficiente das cooperativas e impulsionando o crescimento e a inovação.

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O cooperativismo desempenha um papel fundamental no Brasil, impulsionando o desenvolvimento econômico e social de forma inclusiva e sustentável. Através da união de pessoas em torno de interesses comuns, as cooperativas geram empregos, fortalecem a agricultura familiar, promovem a inclusão social, oferecem acesso a serviços financeiros, preservam o meio ambiente e fomentam a educação. É essencial reconhecer a OCB nesse processo de construção por contribuir na promoção de um ambiente favorável para o
desenvolvimento das cooperativas brasileiras e a importância do cooperativismo como uma alternativa econômica viável e um meio de promover uma sociedade mais justa e igualitária.

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Nancy Serapião Assume Comando da Cadillac na América do Sul

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A Cadillac terá uma brasileira para comandar sua nova fase na América do Sul. A General Motors anunciou Nancy Serapião como diretora da Cadillac para a região a partir de 24 de agosto de 2026. A executiva chega à montadora em um momento decisivo: a marca norte-americana acaba de iniciar sua operação oficial no Brasil, primeiro mercado sul-americano a receber a Cadillac, e prepara uma entrada estruturada no segmento de luxo com três SUVs 100% elétricos.

A nomeação também dá pistas sobre a estratégia da GM. Nancy terá sob sua responsabilidade a condução dos negócios da Cadillac na América do Sul, incluindo estratégia comercial, vendas, produto, desenvolvimento da rede e experiência do cliente. Na prática, a missão será fazer com a Cadillac algo parecido com o que ela comandou na Lexus: dar identidade própria a uma marca de luxo dentro de um grupo automotivo global.

“Sua experiência no segmento de luxo, na construção de marcas e na gestão de negócios será fundamental para desenvolver a operação da Cadillac e a experiência que queremos oferecer aos nossos clientes na região”, afirma Rafael Santos, vice-presidente de Vendas, Pós-vendas e Marketing de Produto da GM América do Sul.

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Da Lexus à Cadillac

Nancy reúne mais de 15 anos de experiência na indústria automotiva de luxo, com passagens por Mercedes-Benz, BMW e Toyota. Na Lexus, braço premium da Toyota, esteve à frente de uma fase de reposicionamento no Brasil, marcada pela abertura de lojas próprias, atendimento dedicado e rede especializada para o mercado de luxo.

O movimento ajudou a “descolar” a Lexus da Toyota na percepção do consumidor brasileiro. Sob sua gestão, a rede de concessionárias da marca cresceu mais de 60% e chegou a 15 pontos no país. No primeiro semestre de 2026, as vendas da Lexus passaram de 557 para 705 unidades, alta de 26,6%.

Desde janeiro, Nancy também comandava a Toyota Gazoo Racing, divisão de automobilismo e alta performance da fabricante japonesa. Fora das montadoras, integra o Conselho de Inovação e Competitividade da Fiesp. Sua formação combina base técnica e gestão: é técnica em Mecânica pelo Senai-JF, graduada em Administração de Empresas e pós-graduada em Inteligência Competitiva pela Business School São Paulo.

Como está a chegada da Cadillac ao Brasil

A General Motors oficializou a chegada da Cadillac ao Brasil no começo deste ano, encerrando um período em que a presença da marca dependia principalmente de importações pontuais feitas por dealers independentes. Agora, a operação passa a ser conduzida pela própria GM, com rede dedicada, serviços oficiais e um plano claro de entrada no topo do mercado.

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O portfólio inicial será formado por três SUVs elétricos: Optiq, Lyriq e Vistiq. Os preços ainda não foram divulgados, mas a estratégia aponta para uma ofensiva na faixa mais alta do segmento premium, em linha com o posicionamento global da marca.

A estreia comercial está prevista para o fim do ano, em um período próximo ao GP de São Paulo, no início de novembro. O movimento coincide com a entrada da Cadillac na Fórmula 1, aproximando a chegada ao showroom brasileiro de uma nova fase da marca no automobilismo global.

Três SUVs elétricos para abrir a operação

O Lyriq será um dos pilares da chegada da Cadillac ao Brasil. O SUV usa a plataforma de baterias da GM, traz pack de 102 kWh e terá opções de tração traseira ou integral. Dentro da nova fase elétrica da marca, é o modelo que melhor traduz a linguagem de design e tecnologia que a Cadillac quer levar aos mercados globais.

O Optiq será a porta de entrada da gama elétrica no país. Mais compacto, o SUV passou a ter, em 2026, tração traseira como configuração padrão, com 315 cv e autonomia estimada em pouco mais de 500 km com carga completa, segundo dados internos globais da marca.

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No topo do portfólio estará o Vistiq, SUV de três fileiras voltado a famílias e executivos que precisam de mais espaço. Equipado com dois motores e tração integral, também usa bateria de 102 kWh. São 615 cv, aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos no modo Velocity Max e autonomia estimada de cerca de 500 km.

Até agora, a Cadillac optou por não trazer oficialmente o Escalade, SUV de grande porte que é um dos modelos mais conhecidos da marca. A ausência chama atenção porque ele é justamente o Cadillac mais importado de forma independente no Brasil: até julho, foram 76 unidades.

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Gol Anuncia André Fehlauer Como Novo CEO

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A Gol Linhas Aéreas anunciou André Fehlauer como novo CEO. O executivo assume o posto no início de setembro e sucede Celso Ferrer, que estava na posição desde 2022 e deixa a companhia para assumir a presidência da Boeing para a América Latina e o Caribe.

“Ao longo de mais de 20 anos nesta companhia, tive o privilégio de crescer ao lado de pessoas extraordinárias, compartilhar desafios, superar momentos difíceis e celebrar conquistas”, diz Ferrer. “Deixo minha posição confiante de que a companhia vive um dos momentos mais promissores de sua história.”

André Fehlauer retorna à Gol, onde trabalhou anteriormente por oito anos e chegou a ser CEO da Smiles na Argentina e no Brasil.

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Em sua posição mais recente, atuava como CEO da Livelo. Com mais de 30 anos de carreira, é formado em administração e também soma passagens por empresas como Citi e Credicard.

Além do novo CEO, a Gol também anunciou que Albert Perez, atual COO, assumirá responsabilidades adicionais como presidente e COO.

Perez ingressou na Gol no primeiro semestre de 2024. Soma mais de duas décadas de experiência no setor de aviação e passagens por empresas como Avianca, JetSMART e Vueling.

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Desemprego Juvenil Global Cresce em Meio À Lenta Geração de Empregos e Ao Risco da IA, Diz ONU

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O desemprego juvenil global aumentou em 2025, à medida que o crescimento econômico mais fraco, as tensões geopolíticas e a criação de empregos em ritmo lento tornaram mais difícil para os jovens encontrarem trabalho, afirmou a OIT (Organização Internacional do Trabalho), alertando que a IA pode agravar as crescentes pressões no mercado de trabalho.

A taxa global de desemprego entre jovens de 15 a 24 anos subiu para 12,4% no ano passado, ante 12,3% em 2023, o que equivale a 67 milhões de jovens nessa faixa etária em todo o mundo, de acordo com um novo relatório da agência de trabalho da ONU.

O aumento marcou uma reversão das melhorias observadas após a pandemia da Covid-19 e refletiu uma deterioração tanto na quantidade quanto na qualidade dos empregos disponíveis para os jovens trabalhadores, afirmou o relatório.

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A OIT informou que a proporção de jovens que não estão empregados, nem estudando, nem em treinamento também subiu ligeiramente para 20%, representando mais de 257 milhões de pessoas.

“O quadro está se agravando de forma quase universal”, afirma o relatório, observando que o desemprego juvenil aumentou entre 2023 e 2025 em oito das 11 sub-regiões do mundo. As taxas também subiram em países de renda alta, renda média-baixa e renda baixa.

Mais atingidos

O desemprego juvenil foi mais alto nos Estados Árabes, com 26,2%, seguido pelo Norte da África, com 22,6%, segundo o relatório. Algumas das piores deteriorações ocorreram em economias mais ricas, com o desemprego juvenil na América do Norte subindo de 8,3% em 2023 para 9,8% em 2025. No norte, sul e oeste da Europa, a taxa ficou em 15%.

A agência destacou o declínio dos empregos que exigem qualificação média, incluindo funções de escritório, administrativas, de vendas e na indústria, que tradicionalmente têm servido de porta de entrada no mercado de trabalho para jovens que concluem o ensino médio ou a universidade.

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“A redução dos empregos associados a ocupações de qualificação média significa filas de espera mais longas e aumento do desemprego para os jovens com ensino médio que buscam esses empregos”, afirma o relatório.

A tendência pode se intensificar à medida que a IA transforma os locais de trabalho. A OIT estima que 6,1% dos empregos atualmente ocupados por pessoas de 15 a 29 anos estão em postos mais expostos a mudanças relacionadas à IA.

Se apenas 10% desses empregos desaparecessem completamente, cerca de 5,6 milhões de jovens trabalhadores, principalmente em países de alta renda, poderiam enfrentar o desemprego, mudanças de carreira ou sair da força de trabalho, afirmou o relatório.

Embora o impacto de longo prazo da IA permaneça incerto, o relatório afirma que os riscos não devem ser subestimados.

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Ao mesmo tempo, os empregos em setores que exigem alta qualificação, como ciências, engenharia, saúde e tecnologia da informação, continuam a se expandir na maioria dos países.

Nas economias em desenvolvimento, no entanto, muitos jovens não podem arcar com o desemprego prolongado e, em vez disso, aceitam empregos precários. Quase nove em cada dez jovens trabalhadores em países de baixa renda e de renda média-baixa permanecem no emprego informal, sem proteções trabalhistas e sociais adequadas.

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