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Confira a lista de carros que vão sair de linha em 2023

Chevrolet, Renault, Kia e Jaguar aparecem na lista atualizada de carros que se despedem do Brasil este ano
Os anos passam e alguns carros naturalmente ficam pelo caminho, seja para ganhar uma versão mais moderna ou pela baixa demanda. A chegada do segundo semestre normalmente marca o início da despedida para alguns modelos.
O ano passado, por exemplo, ficou marcado pelo fim da linha de um dos modelos mais populares do Brasil, o Volkswagen Gol. Por enquanto, a lista oficial para 2023 é mais modesta e conta apenas com sete modelos até aqui.
Carros que se despedem em 2023
A Chevrolet é a montadora com mais carros aposentados até julho, serão quatro, incluindo dois elétricos que estearam faz pouco tempo. A Renault também aparece na lista junto da sul-coreana Kia e da marca de esportivos de luxo Jaguar.
Chevrolet Cruze
- As mudanças na linha Chevrolet começam pelo fim do Cruze.
- As versões hatch e sedan terão a produção encerrada na planta de Rosário, na Argentina, onde o carro era fabricado desde 2016.
- O modelo mais barato do Cruze sedan parte atualmente de R$ 149.390. Já o hatch é vendido apenas na versão RS por R$ 168.990.
- O motor nos dois é o 1.4 turbo de 153 cavalos com câmbio o automático de seis marchas.

Chevrolet Bolt
- Os elétricos Bolt e Bolt EUV também estão com os dias contados no Brasil.
- O hatch estreou por aqui em agosto do ano passado por R$ 329 mil.
- Já a versão SUV chegou menos cara há pouco mais de dois meses por R$ 279 mil. Apenas um lote de 200 unidades será vendido por aqui.
- A dupla utiliza o mesmo motor elétrico de 203 cavalos e 36,7 kgfm de torque instantâneo. Já a autonomia é de 390 km para o Bolt e 377 km para o Bolt EUV, segundo o Inmetro.
- Vale destacar que os modelos terão produção encerrada até nos Estados Unidos, mas voltam em nova versão com a plataforma Ultium da GM, baterias de longo alcance e upgrades na “acessibilidade e tecnologia”.

Kia Cerato
- A Kia deixará de vender o Cerato no mercado nacional por baixa demanda.
- No primeiro semestre, apenas 14 exemplares do carro foram vendidos.
- A marca sul-coreana ainda estuda se vai trazer a nova geração do sedan de volta ao Brasil em 2024.
- O modelo mais atual passou por mudanças no visual em 2021 e conta com motor 1.6 turbo.

Renault Captur
- O SUV Renault Captur também se despede em breve por baixa demanda no Brasil.
- O modelo foi um dos prejudicados pela guerra na Ucrânia. Vários componentes eram importados da Rússia, onde a marca francesa confirmou o fim das operações.
- A decisão impactou diretamente no futuro do Captur no Brasil, produzido em São José dos Pinhais (PR).

Jaguar F-Type
- O último da lista é um esportivo britânico. O Jaguar F-Type sairá de linha após onze anos de estrada com edição especial de despedida.
- O Brasil receberá 12 unidades do modelo que celebra os 75 anos da marca nos próximos meses.
- O F-Type 75 Years será vendido por R$ 612.977.
- A configuração especial tem carroceria cabriolet e motor 2.0 turbo de 300 cv.
- O fim do F-Type faz parte dos planos da marca de lançar mais carros eletrificados.

Com informações do Autoesporte
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Inverno começa neste domingo no Brasil e terá impacto do El Niño

O inverno no Hemisfério Sul começou oficialmente às 5h24 deste domingo (21). A estação mais fria do ano é marcada por temperaturas baixas e dias curtos e termina em 22 de setembro, quando abre espaço para a primavera.![]()
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Este ano, no entanto, por conta do El Niño, o inverno deverá ter temperaturas mais elevadas no Brasil. O início do fenômeno foi confirmado pela Agência dos Estados Unidos para Oceanos e Atmosfera (Noaa, na sigla em inglês)
O El Niño, que significa O Menino, em espanhol, se caracteriza pelo aquecimento da região equatorial do Oceano Pacífico. O nome foi dado por pescadores do Peru e do Equador que apelidaram o aquecimento das águas em referência ao Niño Jesus ou Menino Jesus.
“A gente pode não ter um inverno tão frio quanto a gente já teve”, diz o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Melquizedek Rafael Duarte da Silva.
“O El Niño acaba criando um bloqueio, principalmente próximo a São Paulo e não permite que as frentes frias avancem tanto para a região do Sudeste e também um pouco para a região Centro-Oeste”, explica.
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Além de temperatura mais elevadas nessas regiões, o fenômeno pode trazer mais chuvas.
“O El Niño favorece a ocorrência de mais chuvas na região Sul, podendo causar eventos extremos de chuva, com chuva muito forte um curto período de tempo. O inverno já é um período que chove na região Sul. Com acréscimos dos efeitos do El Niño, isso pode ser agravado”, diz Silva.
Previsões mais difíceis
Os reais efeitos, no entanto, são difíceis de ser previstos com muita antecedência. Segundo o meteorologista, com o aquecimento global e as mudanças climáticas, o tempo está mais difícil de ser previsto com meses de antecedência, por exemplo. Assim como as durações exatas dos fenômenos climáticos.
“As temperaturas mais quentes, por exemplo, podem ser sentidas por mais tempo. O que antes durava dois, três meses, a gente começa sentir por quatro, cinco meses. Isso acontece também com os períodos de estiagem, de chuva. Então, isso muda bastante a dinâmica da previsão climática para longo prazo”, diz o meteorologista.
O que é o inverno?
O inverno é um evento astronômico. É quando parte do planeta Terra está recebendo menos radiação do Sol. Enquanto o Hemisfério Sul, onde está o Brasil, conta com menor incidência solar, o Hemisfério Norte, que está no verão, recebe mais radiação.
Como o Brasil é um país de grande extensão territorial, a estação também é sentida de maneira diferente dependendo da localização. Na cidade mais ao sul do Brasil, Chuí (RS), durante os meses de inverno, o Sol nasce por volta das 7h30 e se põe por volta das 17h30, assim, os dias têm menos de 10 horas de luz.
Em Macapá, devido à localização exata na linha do Equador, o Sol nasce por volta das 6h15 e se põe às 18h15. A cidade não tem estações do ano bem definidas. Esses horários permanecem praticamente constantes o ano todo, com variações de apenas alguns minutos.
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Chuva na Rocinha superou em mais que duas vezes a média de junho

A comunidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, já soma mais que o dobro da média histórica de chuva para o mês de junho.![]()
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A estação pluviométrica do Sistema Alerta Rio na região anotou, das 12h de segunda-feira (15) até a tarde desta terça-feira (16), 254,6 milímetros (mm) de chuva. Tal volume é 146,1 mm superior à média para junho (108,5 mm).
A série histórica do Alerta Rio, iniciada em 1997, aponta ainda que a chuva do início desta semana foi a terceira mais intensa já observada pelo pluviômetro da Rocinha em 24 horas.
Outros cinco bairros da zona sul receberam volumes significativos de chuva nas últimas horas. Os mais atingidos na região foram Jardim Botânico, Laranjeiras, Vidigal, Urca e Copacabana.
Sirenes
De acordo com a Defesa Civil Municipal, às 14h07 desta terça-feira, as sete sirenes instaladas na Rocinha voltaram a ser acionadas em função do alto risco geológico, após os pluviômetros registrarem um acumulado de 188,2 mm de chuva em 24 horas.
O primeiro acionamento do Sistema de Alerta e Alarme foi registrado entre 7h17 e 11h40. O volume contínuo de chuva na cidade causa o encharcamento do solo e aumenta o risco de deslizamento de encostas.
Rompimento de tubulação
O Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) monitora o trabalho das equipes da Prefeitura do Rio na Estrada da Gávea, na Rocinha, na altura da Rua Portão Vermelho, após o rompimento de uma tubulação da concessionária Águas do Rio.
O vazamento causou deslizamento de terra na noite passada. A via, que chegou a ser totalmente interditada, está com uma faixa ocupada para o trabalho das equipes da Defesa Civil e da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb). Não houve vítimas.
A Fundação Geo-Rio fará o levantamento dos serviços necessários para iniciar uma obra de contenção, com implantação de sistema de drenagem, e a Comlurb removeu da encosta 70 toneladas de terra, com o apoio de 15 caminhões, três pás carregadeiras e 50 garis.
Na comunidade do Salgueiro, na Tijuca, na zona norte da cidade, também foi registrado deslizamento de terra, na Rua São Sebastião. Nenhum imóvel foi atingido e não houve interdição de via.
Recomendações
A prefeitura do Rio recomenda à população que não se desloque pelas regiões mais afetadas pela chuva. Veja outras orientações:
- Evite áreas sujeitas a alagamentos e/ou deslizamentos;
- Não force a passagem de veículos em áreas alagadas;
- Em casos de ventos fortes e/ou chuvas com descargas elétricas, evite ficar próximo a árvores ou em áreas descampadas;
- Verifique se há sinais de rachaduras em sua residência. Ao perceber trincas ou abalo na estrutura, acione a Defesa Civil pelo número 199 e evite ficar em casa;
- Moradores de áreas de risco precisam ficar atentos aos alertas sonoros. O acionamento das sirenes indica perigo de deslizamento e as pessoas devem se deslocar para os pontos de apoio estabelecidos pela Defesa Civil municipal;
Previsão do tempo
Na quarta (17) e na quinta-feira (18), o tempo no Rio ainda será influenciado pela entrada de ventos úmidos do oceano. A nebulosidade estará variada, e a previsão é de chuva fraca e isolada, a qualquer momento, desde quarta até o início da manhã do dia seguinte. Os ventos estarão fracos a moderados.
Já na sexta-feira (19), devido a um sistema de alta pressão, haverá redução de nebulosidade e não há previsão de chuva. Os ventos estarão moderados.
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Dois helicópteros se chocam e deixam seis mortos no Rio

Pelo menos seis pessoas morreram na manhã deste domingo (14) após a colisão no ar de dois helicópteros que caíram nos arredores da Avenida das Américas, altura do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. Os mortos são tripulantes das aeronaves.![]()
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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59. Cerca de 45 militares do Recreio dos Bandeirantes, com o apoio de equipes especializadas do Grupo de Ações Especiais, foram deslocados para o local.
Segundo os bombeiros, os helicópteros caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos, provocando um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos.
























