Eleições 2024
TRE-RJ pede participação dos partidos no combate à violência política

Nesta segunda-feira (2), o presidente do TRE-RJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, reuniu-se com representantes dos partidos políticos no auditório do Palácio da Democracia, nova sede da Justiça Eleitoral fluminense. O presidente pediu apoio aos partidos políticos para evitar que se repitam episódios recentes de conflitos físicos entre concorrentes ao pleito.
“Peço que conversem com suas bases, candidatos e cabos eleitorais para pedir que as campanhas sejam feitas com respeito e sem conflitos físicos”, rogou o presidente. “A política é a arte da conversa, brigas como as que ocorreram recentemente não fazem bem para o partido e para os candidatos. Eles devem brigar com palavras apenas, isso é o que se espera do político”, complementou.
O desembargador informou também que manterá diálogo com os órgãos de segurança, para evitar conflitos e brigas políticas nas ruas.
Alteração de locais de votação
O presidente Henrique Figueira também pediu apoio na divulgação das alterações dos locais de votação. “O TRE-RJ irá fazer uma campanha para divulgar essas alterações, mas é importante contarmos com a participação dos partidos e dos candidatos”, afirmou o desembargador.
Cerca de 450 locais de votação foram alterados no estado, o que impacta 1 milhão de eleitoras e eleitores fluminenses.
“Algumas dessas alterações foram motivadas por questões de segurança, por serem localizadas em áreas conflagradas, mas são diversas as razões que podem provocar a mudança, como o fechamento de um colégio”, afirmou o presidente. Há a preocupação de os novos locais não ficarem a uma distância maior de 1,5 km do antigo endereço.
“Essa proximidade é importante, porque temos uma abstenção alta e não queremos fazer com que a localidade seja um fator para desestimular o eleitor a exercer o seu direito de voto”, concluiu o magistrado.
A reunião também teve a participação do coordenador do Núcleo da Fiscalização da Propaganda Eleitoral (NPFE), juiz Bruno Monteiro Rulière, que tirou algumas dúvidas sobre as campanhas eleitorais.
Fonte: TRE-RJ
Eleições 2024
Donald Trump é eleito presidente dos Estados Unidos

O republicano Donald Trump será o próximo presidente dos Estados Unidos após conquistar mais de 270 delegados no colégio eleitoral, segundo projeção não oficial, mas historicamente aceita, feita por serviço elaborado por estatísticos a pedido de institutos e meios de comunicação. A vitória foi cravada às 7h32 (horário de Brasília), quando o republicano garantiu 276 delegados.
Nos Estados Unidos, a apuração é de responsabilidade de cada estado, ou seja, a contagem pode demorar semanas. Com isso, a projeção permite saber com antecedência quem será o vencedor. Vitórias na Geórgia e na Pensilvânia foram decisivas.
Vencedor em 2016, o magnata perdeu as eleições de 2020 para Joe Biden e volta à Casa Branca após 4 anos, consolidando-se como “dono” da direita norte-americana. O vice-presidente é JD Vance.
O novo governo prometeu aprofundar o corte de impostos, reduzir a inflação, recuperar a indústria americana e adotar políticas duras contra produtos chineses. A campanha também foi marcada por promessas de realizar a maior deportação de estrangeiros da história americana e fechar as fronteiras contra imigrantes.
Denunciado pela vasta proliferação de desinformação e ataque xenófobos, Trump volta para a Casa Branca quatro anos depois de ser derrotado para Joe Biden usando a frágil situação econômica do país como cabo eleitoral
Eleições 2024
Eleição presidencial nos EUA, o que dizem as pesquisas?

A corrida eleitoral nos Estados Unidos está se revelando uma das mais disputadas dos últimos tempos, com uma situação incomum a menos de uma semana das eleições.
Segundo novas pesquisas da CNN, Kamala Harris e Donald Trump seguem empatados na Geórgia e na Carolina do Norte. A Geórgia foi um dos estados que garantiu a vitória de Joe Biden em 2020. A Carolina do Norte, por sua vez, votou pelos republicanos nas últimas três eleições.
Faltando pouco tempo para o fim da corrida presidencial, os candidatos encontram dificuldade para firmar uma margem de eleitores que garanta os votos nos chamados “estados-pêndulo” do sul do país.
De acordo com a pesquisa, 48% dos eleitores da Geórgia afirmam que devem votar em Trump. Já 47% declaram voto em Kamala.
Na Carolina do Norte, o cenário é o inverso: 48% para Kamala, contra 47% de Trump.
Colaborou* CNN Brasil
Eleições 2024
Eleitor tem 60 dias para justificar ausência: veja como fazer

Os eleitores que não comparecerem às urnas no próximo domingo (6) terão prazo de 60 dias para justificar ausência. A justificativa é necessária porque o voto é obrigatório no Brasil para maiores de 18 anos, sendo facultativo para maiores de 70 anos e jovens entre 16 e 18 anos.![]()
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No dia da eleição, o cidadão pode fazer sua justificativa de ausência por meio do aplicativo e-Título da Justiça Eleitoral (disponível para Android ou iOS) ou por meio de pontos físicos montados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) no dia do pleito. A justificativa também pode ser feita após as eleições.
A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor use preferencialmente o aplicativo para fazer a justificativa. O app pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais da Apple e Android até sábado (5), na véspera do pleito. No dia da eleição, o download será suspenso pela Justiça Eleitoral para evitar instabilidade. O acesso será retomado na segunda-feira (7).
Ao acessar o e-Título, o cidadão deve preencher os dados solicitados e enviar a justificativa, que será direcionada a um juiz eleitoral. O eleitor também deverá pagar a multa estipulada pela ausência nos turnos de votação. Cada turno equivale a R$ 3,51 de multa.
A data limite para justificar a ausência no primeiro turno é 5 de dezembro de 2024. No segundo turno, o prazo termina em 7 de janeiro de 2025.
Punição
Deixar de votar e justificar nos dois turnos acarreta duas faltas. A partir da terceira ausência sem justificativa, o eleitor é considerado faltoso e pode ter o título cancelado para as próximas eleições. Os eleitores que estão no exterior não votam, portanto, não precisam justificar.
A restrição no título cria diversas dificuldades, como ficar impedido de tirar passaporte, fazer matrícula de escolas e universidades públicas e tomar posse em cargo público após prestar concurso.
Voto em trânsito
Os eleitores que não estiverem em suas cidades no primeiro e segundo turnos das eleições de outubro não poderão votar e devem fazer a justificativa. A restrição ocorre porque não há possibilidade de voto em trânsito nos pleitos municipais.
O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingir mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.
Agencia Brasil
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