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Economia

Campos está entre as 100 cidades mais empreendedoras do País, diz ranking

Redação Informe 360

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O maior município do estado do Rio de Janeiro com 4 032,487km², está voltando a ser referência para o Brasil, após a implantação das novas políticas de fortalecimento da economia do governo Wladimir Garotinho colocando Campos, mais uma vez, em evidência no cenário nacional. Ranking oficial do governo federal, elaborada pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), aponta que o município está entre os 100 primeiros do país no Índice de Cidades Empreendedoras (ICE-2023). Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Mauro Silva, programas implantados ao longo dos dois últimos e investimentos em potenciais micro e pequenos empreendedores têm incentivado a criação de novos negócios em Campos. 

Secretário de Desenvolvimento Econômico, Mauro Silva.

“As principais características que fazem nossa cidade bem avaliada nesse ranking são o ambiente de negócios favorável, com baixo nível de burocratização para a abertura de novas empresas, e o capital humano de alta qualidade, por sermos um polo universitário e de formações diversas de nível médio. Somado a isso, o Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam) trabalha, prioritariamente, com linhas de crédito para pequenos empreendedores com juros que estão entre os mais baixos praticados no país”, destacou Mauro Silva, apontando alguns dos quesitos de destaque para Campos no levantamento que, entre os principais indicadores, avalia o trabalho do município na promoção de ambiente regulatório para o empreendedorismo, inovação, capital humano e acesso a capital (financiamentos).

O secretário frisa que a desburocratização dos processos de abertura de empresas e cadastros de microempreendedores individuais (MEIs) é prioridade do governo municipal. 

“O Fundo do Desenvolvimento de Campos (Fundecam) oferece empréstimos com taxas de juros bem abaixo das verificadas no mercado: 2% ao ano. Os valores oferecidos pelo Fundecam variam de R$ 3 mil a R$ 5 mil para Microcrédito, Economia Solidária e Fundecam Solidário. Para as microempresas, o valor saltou de R$ 6 mil para R$ 10 mil. Projetos de inovação tecnológica de pequenas empresas podem chegar a até R$ 50 mil dentro da nova linha de crédito para pequenos e microempresários lançada no final de outubro pelo prefeito Wladimir Garotinho. Campos vem despontando no cenário do empreendedorismo e novos negócios e o nosso desafio é dar continuidade a esse trabalho e gerar, cada vez mais, índices positivos para o município”.

O secretário afirma que Campos tem um ambiente fértil para se destacar no empreendedorismo. “Temos figurado, todos os anos, entre 7⁰ ou 8⁰ lugar em número de microempreendedores individuais no estado do Rio de Janeiro que, na pesquisa, ficou à frente do estado de São Paulo em no indicador ambiente regulatório. Como polo universitário e de formação profissional, Campos tem grande potencial em capital humano e, dessa forma, despontar no empreendedorismo”, acrescentou Mauro. 

PROGRAMAS – A Secretaria de Desenvolvimento Econômico tem obtido resultados significativos na área do empreendedorismo por meio de programas como o “Bora Empreender”, que foi um sucesso ano passado e que está sendo retomado agora. Entre abril e maio, a secretaria vai lançar o programa “Acelera”, para poder agilizar a situação de empresas e microempresas que já estão no mercado, mas que precisam de uma qualificação específica em alguns quesitos.

Fonte: SECOM PMCG – Por: Verônica Nascimento – Foto: César Ferreira

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Economia

Petrobras bate novo recorde na produção de barris de petróleo e gás

Redação Informe 360

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A produção média de óleo, Líquido de Gás Natural (LGN) e gás natural da Petrobras no primeiro trimestre de 2026 alcançou a marca recorde de 3,23 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed), 

O número é 3,7% superior ao quarto trimestre de 2025 e 16,1% acima do primeiro trimestre do ano passado, em função, principalmente, do ramp-up dos navios flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSOs) P-78, no campo de Búzios, Alexandre de Gusmão, no campo de Mero, Anna Nery e Anita Garibaldi nos campos de Marlim e Voador.

Neste trimestre, entraram em operação 10 novos poços produtores, sendo sete na Bacia de Campos e três na Bacia de Santos.

Exploração e Produção

As plataformas do campo de Búzios alcançaram no primeiro trimestre deste ano, o recorde de produção diária operada de 1,037 milhão de barris de óleo no dia 20 de março e recorde de exportação de gás de 12,4 milhões de m³ no dia 25 de março.

Já a produção do campo de Mero superou a marca histórica de 700 mil barris de petróleo em um único dia. O resultado foi alcançado pela entrada em operação de mais um poço, interligado ao FPSO Alexandre de Gusmão.

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As plataformas da Bacia de Santos alcançaram o recorde diário de exportação de gás de 44,8 milhões de m³ no dia 28 de março.

“O fortalecimento da confiabilidade operacional dos sistemas de produção sustentou um elevado patamar de eficiência dos ativos, abrangendo tanto o pré-sal quanto o pós-sal, em linha com o desempenho consistente observado nos últimos trimestres”, informou a estatal. 

Agencia Brasil

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Economia

Nova pesquisa revela que brasileiro prefere emprego com carteira assinada

Redação Informe 360

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Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.

De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho.

“Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI. 

Principais números da pesquisa

36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);

18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;

12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;

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10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;

9,3% preferem abrir o próprio negócio;

6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);

20% não encontraram oportunidades atrativas.

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Preferência entre jovens

Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.

41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT;

38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.

Segundo Claudia Perdigão, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.

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Renda complementar

O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.

Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.

Alta satisfação

A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.

95% estão satisfeitos com o emprego atual;

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70% se dizem muito satisfeitos;

4,6% estão insatisfeitos;

1,6% muito insatisfeitos.

A mobilidade no mercado é limitada:

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20% buscaram outro emprego recentemente;

35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;

6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo.

O tempo no emprego também influencia:

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36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;

9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.

Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.

Edição: Graça Adjuto

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Economia

Galeão é arrematado por R$ 2,9 bilhões pela espanhola Aena

Redação Informe 360

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O Aeroporto Internacional do Galeão – Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, foi leiloado nesta segunda-feira (30) por R$ 2,9 bilhões. O valor representa um ágio de 210,88% sobre o mínimo estabelecido em edital, de R$ 932 milhões. A empresa vencedora foi a espanhola Aena, que fez a melhor proposta sobre a oferta de contribuição inicial.

No Brasil, a Aena já controla aeroportos como o de Congonhas (em São Paulo), Recife, Maceió, João Pessoa e Aracaju. A vencedora concorreu com outras duas empresas: a Zurich Airport – que opera os aeroportos de Florianópolis, Macaé, Natal e Vitória – e a RIOgaleão, atual controladora do aeroporto.

O leilão foi vencido após 26 lances em uma etapa em viva-voz, já que, na primeira etapa, a de apresentação de envelopes, a Zurich Airport e a Aena fizeram exatamente a mesma proposta, de R$ 1,5 bilhão. Já a atual controladora do aeroporto, a RIOgaleão, ofertou R$ 934.045.874,00 durante a abertura de envelopes 9na primeira etapa).

O certame de venda assistida foi realizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na sede da B3, no centro da capital paulista. O evento contou com a participação do ministro Silvio Costa Filho.

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Atualmente, a gestão do aeroporto é da RIOgaleão (Rio de Janeiro Airport), controlada pela Vinci Airports (70%) e Changi Airports (30%).

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O terminal foi concedido em um modelo de venda assistida, uma solução desenhada junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para modernização regulatória e reequilíbrio econômico-financeiro. A concessionária vencedora vai assumir o controle total do aeroporto, já que a Infraero, que hoje detém 49% da operação, deixará o negócio.

No leilão, a empresa vencedora também assumiu o compromisso de pagar à União uma contribuição variável anual correspondente a 20% do faturamento bruto da concessão até o ano de 2039.

O aeroporto do Galeão é uma das principais portas de entrada de turistas estrangeiros no país e também desempenha papel relevante na malha doméstica. Em 2025, o terminal registrou a movimentação de cerca de 18 milhões de passageiros, o equivalente a 13% do tráfego aéreo nacional.

Agencia Brasil

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