Saúde
Por que algumas pessoas têm um pé maior que o outro?

É comum que algumas pessoas apresentem um pé ligeiramente maior que o outro, uma condição conhecida como dismetria dos membros inferiores. Essa diferença pode ser sutil ou perceptível, variando de indivíduo para indivíduo.
Na maioria dos casos, trata-se de uma característica natural do corpo humano, mas em algumas situações pode estar associada a fatores genéticos, fisiológicos ou até a condições médicas.
Embora a diferença no tamanho dos pés não seja algo raro, poucas pessoas percebem que isso pode influenciar diretamente o equilíbrio, o conforto ao caminhar e até a escolha do calçado ideal. Mas por que essa diferença acontece? E como lidar com ela no dia a dia?
Por que algumas pessoas têm um pé maior que o outro?

Ter um pé maior que o outro não é considerado uma doença ou síndrome na maioria dos casos. Trata-se de uma característica natural que pode ser determinada geneticamente ou adquirida ao longo da vida.
No entanto, em algumas situações, essa diferença pode estar associada a condições médicas, como o crescimento desigual dos ossos durante a infância, fraturas mal consolidadas ou alterações neurológicas que afetam o desenvolvimento dos membros.
Por que isso acontece?
O crescimento assimétrico dos membros pode ocorrer devido a vários fatores. Durante a infância e adolescência, os ossos crescem a ritmos diferentes, e pequenas diferenças de tamanho podem se desenvolver naturalmente.
Além disso, traumas, fraturas ou lesões nos pés e tornozelos podem afetar o crescimento ósseo, resultando em uma discrepância de tamanho. Doenças neuromusculares, como paralisia cerebral, também podem interferir na formação simétrica dos membros.
A diferença no tamanho do pé pode ser resultado do crescimento desigual dos ossos, e não apenas da estrutura da pele e músculos. Isso pode ocorrer devido a estímulos irregulares no crescimento ósseo, alterações hormonais ou até predisposição genética.
Leia mais:
- Ossos quebrados: 8 mitos e verdades que você precisa conhecer
- Quais são as 10 doenças mais perigosas do mundo?
- Como um osso quebrado se cura? Entenda o processo de regeneração e recuperação óssea
Com que frequência isso acontece?

Estudos indicam que a maioria das pessoas possui algum grau de diferença entre os pés, embora seja, na maioria dos casos, uma variação mínima e imperceptível. Diferenças grandes são menos comuns, mas ainda assim fazem parte da diversidade natural do corpo humano.
Não há um grupo específico mais propenso a ter um pé maior que o outro. No entanto, atletas ou pessoas que realizam atividades físicas intensas podem perceber mais essa diferença devido ao desgaste desigual dos pés.
A diferença é perceptível?
Em grande parte das pessoas, a diferença é pequena, algo em torno de milímetros, e não causa impacto significativo. No entanto, em alguns casos, a discrepância pode ser maior e exigir adaptações, como o uso de palmilhas ou ajustes nos calçados. Quem tem uma diferença perceptível no tamanho dos pés pode ter dificuldades para encontrar sapatos confortáveis. Algumas soluções incluem:
- Comprar calçados do tamanho do pé maior e usar palmilhas para ajustar o menor.
- Procurar lojas que vendem pares de tamanhos mistos.
- Optar por calçados ajustáveis, como tênis com cadarços ou sandálias reguláveis.
Isso ocorre em outras partes do corpo?
Sim, assimetrias corporais são comuns. Muitas pessoas têm uma perna ligeiramente mais longa que a outra, braços de tamanhos diferentes ou até um lado do peito maior. Essas variações geralmente não afetam a funcionalidade do corpo, mas em casos extremos podem ser corrigidas com intervenções médicas.
É necessário correção estética?
A correção estética só é indicada quando a diferença de tamanho causa desconforto ou limitações funcionais. Em casos mais severos, procedimentos como cirurgias de alongamento ósseo podem ser considerados, mas na maioria das vezes, a adaptação com calçados adequados é suficiente.
Faz mal ter um pé maior que o outro?
Ter um pé maior que o outro não causa problemas na maioria dos casos. No entanto, quando a diferença é significativa, pode haver impactos na forma de andar, no equilíbrio e até na saúde dos pés. Alguns possíveis efeitos incluem:
- Desconforto ao caminhar e correr: o esforço desigual pode causar dores musculares e sobrecarga em um dos pés.
- Maior propensão a calos e unhas encravadas: o pé maior pode ficar mais apertado no calçado, gerando atrito e desconforto.
- Alterações posturais: em casos mais acentuados, pode haver um leve desequilíbrio na distribuição do peso corporal.
- Risco de lesões: a diferença no apoio pode aumentar a predisposição a torções e dores nas articulações.
Se a assimetria estiver causando desconforto ou dificuldades na locomoção, é recomendável procurar um ortopedista para avaliação e possíveis ajustes na forma de caminhar ou no uso de calçados.
Com informações de Pedorthic Association of Canada.
O post Por que algumas pessoas têm um pé maior que o outro? apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
Execução com injeção letal falha após duas doses de droga nos EUA

Uma tentativa de execução por injeção letal falhou nesta quarta-feira (30), no Tennessee, nos Estados Unidos. Mesmo após receber duas doses de pentobarbital, a condenada Christa Gail Pike continuou respirando e precisou ser levada a um hospital.
Pike, de 50 anos, seria a primeira mulher executada no estado em mais de 200 anos. Após o procedimento malsucedido, o governador Bill Lee determinou uma investigação independente e suspendeu as execuções no Tennessee até o fim do ano.

Sobrevivência após aplicação da droga
O procedimento estava marcado para as 10h, mas foi suspenso temporariamente por uma série de decisões judiciais. Uma hora antes do horário previsto, um tribunal de apelações interrompeu a execução. Horas depois, a Suprema Corte dos EUA derrubou a decisão, e o procedimento foi realizado à noite.
Após a aplicação do pentobarbital, porém, Pike continuou respirando. Às 20h05, quando as persianas da sala foram fechadas pela segunda vez, testemunhas disseram que ela ainda respirava e, em alguns momentos, roncava.
O jornalista John North, da emissora WBIR, estava entre as testemunhas e descreveu o que viu:
“A respiração dela não estava bem. Estava meio forçada, ofegante.”
Pike foi levada ao hospital, mas não foram divulgadas informações posteriores sobre seu estado de saúde. Segundo Robin M. Maher, diretora-executiva do Death Penalty Information Center, o episódio não tem precedente conhecido. Ela afirmou que outras sete pessoas sobreviveram a execuções malsucedidas nos Estados Unidos, mas, nesses casos, as equipes não conseguiram acessar uma veia para aplicar os medicamentos.
O que aconteceu com o pentobarbital
O pentobarbital pertence à classe dos barbitúricos, medicamentos que reduzem a atividade do sistema nervoso central. Durante décadas, essas substâncias foram usadas como sedativos, anestésicos e no controle de convulsões, antes de serem substituídas pelos benzodiazepínicos por causa dos riscos associados ao uso.
Leia mais:
- Anvisa notifica Mercado Livre por venda de medicamentos em marketplace
- Canetas emagrecedoras: Ministério da Saúde pede avaliação de semaglutida e liraglutida para o SUS
- Medicamento elimina marcadores do câncer em 77,8% dos pacientes com condição que pode anteceder o mieloma
Em doses maiores, os barbitúricos podem provocar sono e anestesia. Nas quantidades utilizadas em execuções e eutanásia, o efeito esperado é interromper funções essenciais do organismo, como respiração e circulação.
A defesa de Pike afirma que os problemas já haviam surgido antes da aplicação. Em comunicado, os advogados mencionaram acesso venoso difícil, veias rompidas, pentobarbital degradado e ausência de atendimento médico de emergência. Também disseram que todo o procedimento ocorreu sob um protocolo mantido em sigilo pelo estado.
Durante a noite, os defensores recorreram à Justiça para tentar interromper a execução. Eles alegaram que Pike estava sendo submetida a uma “agonia desnecessária” e que seus direitos contra punições cruéis e incomuns estavam sendo violados.

Crime de 1995 e investigação
Pike foi condenada pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, cometido em Knoxville em 1995. Ela tinha 18 anos na época. Pike e o então namorado foram condenados pelo espancamento e esfaqueamento da jovem, que era colega dos dois em uma instituição de treinamento profissional.
O caso ganhou repercussão nacional por detalhes como um pentagrama gravado no corpo da vítima. Esses elementos alimentaram o chamado “pânico satânico”, onda de temor sobre cultos satânicos que marcou os Estados Unidos nas décadas de 1980 e 1990.
O episódio desta quarta-feira não foi o primeiro problema do Tennessee com a aplicação do pentobarbital neste ano. Em maio, a execução de Tony Carruthers foi cancelada depois de mais de uma hora de tentativas frustradas para encontrar uma veia.
Agora, a investigação independente deverá esclarecer em que ponto o procedimento falhou. Entre as questões estão a aplicação do medicamento, sua condição e o protocolo adotado pelo estado. A única outra execução prevista para o período também fica suspensa durante a pausa determinada pelo governador.
O post Execução com injeção letal falha após duas doses de droga nos EUA apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
Japão realiza 1ª cirurgia do mundo com células-tronco no coração

Um hospital no Japão realizou a primeira cirurgia cardíaca do mundo utilizando lâminas de células do músculo cardíaco derivadas de células iPS. O procedimento foi feito em uma paciente de 50 anos com insuficiência cardíaca grave.
Liderada pelo cirurgião Yoshiki Sawa, a equipe implantou três lâminas de cardiomiócitos no coração da paciente. A terapia recebeu aprovação condicional do governo japonês em março e foi desenvolvida para pessoas que já esgotaram outras opções de tratamento.

Lâminas de células reprogramadas chegam aos hospitais
A operação durou cerca de uma hora e foi realizada no Hospital Osaka Keisatsu. Os cardiomiócitos são as células que formam o músculo do coração e permitem que ele se contraia a cada batimento, bombeando sangue para o organismo. No tratamento, essas células são produzidas a partir de células-tronco pluripotentes induzidas, conhecidas como iPS.
Leia mais:
- Cheiro do umbigo pode carregar sinais de doenças, como Parkinson e declínio cognitivo
- Células-tronco fazem 10 de 12 pacientes com diabetes tipo 1 pararem de usar insulina em seis meses
- OMS alerta sobre problema de coração: hábito diário pode prevenir problemas cardiovasculares e ajudar na condição física
As células iPS são obtidas pela reprogramação de células adultas especializadas, que retornam a um estado semelhante ao de células jovens. A partir delas, os pesquisadores conseguem produzir diferentes tipos de células, incluindo os cardiomiócitos usados na terapia.
A tecnologia foi desenvolvida por Sawa em parceria com o cientista Shinya Yamanaka, vencedor do Prêmio Nobel de 2012 por suas pesquisas com células iPS. A proposta é melhorar a função do músculo cardíaco e, com isso, favorecer o desempenho do coração e a capacidade de realizar atividades físicas.
Após a cirurgia, Sawa falou sobre a expectativa para a paciente: “Esperamos que isso melhore a qualidade de vida da paciente.”

O que os primeiros testes mostraram
A aprovação condicional da terapia veio depois de testes com oito pacientes que tinham doença cardíaca isquêmica, causada pelo estreitamento das artérias coronárias. Todos apresentaram redução dos sintomas, enquanto quatro também tiveram melhora na função cardíaca.
Os resultados iniciais ajudam a explicar por que a equipe pretende ampliar o número de procedimentos. O plano é realizar operações semelhantes em 75 pacientes até 2033 e acompanhar os resultados para avaliar a eficácia e a segurança da técnica.
Para essa nova etapa, alguns pontos serão especialmente importantes:
- acompanhar os pacientes por um período prolongado;
- verificar se os benefícios observados nos primeiros testes se repetem em um grupo maior;
- avaliar a segurança da terapia ao longo do acompanhamento;
- reunir dados que permitam uma análise mais ampla dos resultados.
A expectativa é que a terapia seja autorizada de forma definitiva depois que seus benefícios e sua segurança forem comprovados ao longo dos próximos sete anos.
O Japão também concedeu aprovação condicional, em março, a outro tratamento baseado em células iPS, desta vez para a doença de Parkinson. A terapia utiliza as células transplantadas no cérebro.
A cirurgia cardíaca inicia uma nova etapa para o uso clínico dessa tecnologia regenerativa no país. Os próximos procedimentos devem fornecer mais informações sobre a segurança e os efeitos do tratamento.
O post Japão realiza 1ª cirurgia do mundo com células-tronco no coração apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
Cheiro do umbigo pode carregar sinais de doenças, como Parkinson e declínio cognitivo

O cheiro do umbigo pode esconder mais informações sobre a saúde do que se imaginava. Um estudo preliminar descobriu que os perfis químicos presentes em amostras coletadas da região podem apresentar diferenças entre pessoas saudáveis e indivíduos com doença de Parkinson, comprometimento cognitivo leve ou Covid-19.
A pesquisa envolveu apenas 24 participantes e foi conduzida como prova de conceito. Os resultados, portanto, ainda não permitem afirmar que o umbigo possa ser utilizado para diagnosticar doenças.
A região do umbigo funciona naturalmente como um reservatório de células mortas da pele, sebo e suor, além de abrigar bactérias que se alimentam desse material. A combinação desses elementos produz compostos que contribuem para o odor característico da região.
Esses compostos fazem parte de um conjunto de compostos orgânicos voláteis (VOCs), moléculas pequenas que contêm carbono e evaporam facilmente quando entram em contato com o ar. Elas podem deixar o organismo por meio do suor, da respiração, da urina, da saliva e dos óleos produzidos pela pele.
O perfil desses compostos pode variar de acordo com diferentes fatores, como alimentação e medicamentos. Doenças também podem alterar a composição química dos odores produzidos pelo corpo.
Pesquisadores analisaram o cheiro do corpo
- Para investigar se essas diferenças poderiam ajudar a identificar doenças, pesquisadores utilizaram uma técnica de análise chamada espectroscopia fotoacústica baseada em laser;
- O método foi aplicado a amostras coletadas de três regiões do corpo: interior do nariz, área próxima à concha da orelha e umbigo;
- Os pesquisadores recrutaram 24 pessoas, divididas em quatro grupos de seis participantes: pessoas com Parkinson, pessoas com comprometimento cognitivo leve, indivíduos com Covid-19 e um grupo de controle saudável;
- Cada participante teve as três regiões coletadas durante aproximadamente dez segundos com um cotonete estéril. As amostras foram então seladas e congeladas até o momento da análise.
No laboratório, os pesquisadores colocaram os cotonetes em um suporte especialmente desenvolvido e passaram ar sintético altamente purificado sobre eles. O procedimento transportou os compostos orgânicos voláteis para um espectrômetro fotoacústico baseado em laser.
Quando os VOCs absorvem a luz infravermelha emitida pelo laser, a energia absorvida aquece o gás ao redor das moléculas. Isso provoca uma expansão que produz pequenas ondas de pressão, semelhantes a sons, que podem ser detectadas por um sensor extremamente sensível.
Como diferentes moléculas absorvem a luz infravermelha com intensidades diferentes em determinados comprimentos de onda, os pesquisadores conseguiram criar uma espécie de “impressão digital” espectral da mistura química presente em cada amostra.
Depois, uma técnica estatística chamada análise de componentes principais foi utilizada para procurar padrões e verificar se amostras de pessoas com a mesma condição apresentavam características semelhantes.
Umbigo apresentou diferenças entre os grupos
As diferenças mais claras apareceram nas amostras do nariz e do umbigo. No caso do umbigo, os perfis químicos apresentaram padrões distintos entre os grupos. A maior separação ocorreu entre participantes saudáveis e aqueles com comprometimento cognitivo leve.
As amostras de pessoas com Parkinson e Covid-19 ficaram entre esses grupos, com alguma sobreposição entre os padrões.
Os pesquisadores também tiveram a oportunidade de verificar se um dos padrões permanecia estável ao longo do tempo.
Duas semanas depois das primeiras medições, foram coletadas amostras de outras três pessoas com Parkinson. Quando esses novos dados foram acrescentados à análise, eles ficaram agrupados junto às amostras originais de participantes com Parkinson.
Os pesquisadores, porém, ressaltam que o resultado é preliminar, já que foram apenas três participantes adicionais. Ainda assim, a concentração das novas amostras no mesmo grupo sugere que o padrão observado pode não ser apenas uma característica de pessoas específicas em um determinado dia.

Leia mais:
- Parkinson: tratamento usa células-tronco no cérebro para repor dopamina
- Esteira inteligente usa algoritmos para ‘prever’ Alzheimer e Parkinson
- “Marca-passo” cerebral ajuda pacientes com Parkinson a voltar a caminhar
Análise pode ficar mais simples no futuro
A experiência também indicou que um equipamento mais simples poderia ser suficiente para identificar os padrões.
Na análise inicial, os pesquisadores percorreram uma ampla faixa de comprimentos de onda infravermelha. Ao procurar quais comprimentos carregavam as informações mais úteis, descobriram que apenas cinco comprimentos de onda individuais conseguiam separar os grupos de maneira quase tão eficiente quanto a faixa mais informativa do espectro.
Isso significa que equipamentos desenvolvidos futuramente poderiam ser menores, mais simples e potencialmente mais baratos do que o sistema completo utilizado no experimento.
Estudo ainda tem limitações importantes
Apesar dos resultados, os pesquisadores destacam limitações significativas.
A primeira é o número reduzido de participantes. Com apenas 24 pessoas, o estudo serve como prova de conceito, mas não permite concluir que o umbigo possa ser usado para diagnosticar problemas de saúde.
A idade dos participantes também representa uma questão importante. Os pesquisadores observaram que a idade estava associada a diferenças nas impressões digitais espectrais. Além disso, dentro do pequeno grupo analisado, idade e diagnóstico estavam muito relacionados, o que impediu separar completamente os efeitos de cada um.
Com uma amostra maior, seria possível investigar se os padrões associados às doenças permanecem independentemente do envelhecimento.
Outro ponto é que o experimento foi realizado em condições rigorosamente controladas de laboratório. No mundo real, fatores, como sabonete, perfume, higiene pessoal e contaminantes ambientais, poderiam alterar a composição química das amostras.
Por isso, estudos maiores, com grupos pareados por idade e realizados em condições mais próximas da vida cotidiana, ainda serão necessários para verificar se os padrões observados realmente estão associados às doenças.
Por enquanto, os pesquisadores tratam os resultados como uma indicação de que os compostos presentes no odor do corpo podem representar uma possível área de investigação para métodos não invasivos de identificação de doenças.
O post Cheiro do umbigo pode carregar sinais de doenças, como Parkinson e declínio cognitivo apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
- Negócios1 semana atrás
STF Mantém Suspensão de Multas da NR-1 sobre Saúde Mental no Trabalho

Saúde1 semana atrásCanetas emagrecedoras: Ministério da Saúde pede avaliação de semaglutida e liraglutida para o SUS
Negócios1 semana atrásA Brasileira Que Lidera a Expansão Global do Canva na Era da IA

Tecnologia1 semana atrásCaso Hugging Face: agentes de IA da OpenAI tentaram enganar detector de robôs durante ataque à plataforma
- Tecnologia1 semana atrás
Confira o Olhar Digital News na íntegra (24/09/2026)

Tecnologia1 semana atrásTelescópio Hubble atinge marca impressionante no espaço

Saúde7 dias atrásAnvisa investiga 13 casos de doença rara ligada a canetas para diabetes e controle do peso

Tecnologia7 dias atrásOpenAI suspende treinamento de IA após agentes agirem por conta própria em sites dos EUA




















