Tecnologia
Escova de dentes elétrica parou de funcionar? Veja se tem conserto e o que fazer

Dispositivos que unem praticidade e higiene ganham um reforço quando a tecnologia entra em cena. Esse é o caso dos itens usados para a saúde bucal. Porém, diferente de objetos manuais, podem apresentar falhas. Mas o que fazer se a sua escova de dentes elétrica parou de funcionar? Será que tem conserto? Ou é melhor comprar uma nova?
As respostas para essas perguntas variam, dependendo da marca. No entanto, em todos os casos há algumas soluções básicas que podem ser muito úteis. Entenda agora, quais são e mais algumas curiosidades sobre o dispositivo de higiene bucal.
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Quanto tempo dura uma escova de dentes elétrica?
Inicialmente, é preciso entender que a escolha da marca contribui muito para sua longevidade. Então, a princípio, é necessário escolher uma escova bem avaliada.
Além disso, a frequência que uma escova de dentes elétrica é usada e a pressão aplicada durante a escovação também afetam sua vida útil. Sem contar, os cuidados com o dispositivo, que contam ainda mais. Nesse caso, é importante armazenar em um local seco e em posição vertical e lavar bem o item após o uso.

Sobretudo, uma escova de dentes elétrica pode durar muito tempo, bastando apenas fazer as manutenções adequadas, como carregamento ou a troca de bateria. Por outro lado, assim como uma escova comum, é necessário trocar a parte em que ficam as cerdas a cada três meses. O que seria o mesmo tempo em que trocamos as escovas convencionais.
Contudo, se algum componente que não for “substituível” na escova elétrica estiver danificado, é necessário trocar todo o dispositivo, pois pode prejudicar a escovação. Esse seria o caso de escovas elétricas com cabeças rachadas ou quebradas, conexões soltas e até mesmo, botões com defeito são indicadores.
O que fazer com escova elétrica que parou de funcionar?
Antes de mais nada, é necessário entender as orientações da marca do seu dispositivo elétrico em caso de defeito. Em outras palavras, se a sua escova de dente elétrica parou de funcionar, você pode recorrer aos canais que a marca disponibiliza para encontrar a solução.
No caso da Oral B, por exemplo, uma das escovas de dente elétricas mais vendidas no Brasil, em 2023, segundo o Mercado Livre, a marca tem diversas orientações sobre problemas com a bateria dos dispositivos. Em uma página do site oficial da marca é possível ler as soluções em um artigo intitulado “Problema de bateria com a minha escova de dentes elétrica”.

No geral, as orientações indicam que o consumidor verifique itens de tomada elétrica, superfície onde o item está sendo carregado e se a escova foi devidamente desligada.
Em outro artigo no site da Oral B, a marca coloca medidas a serem falhas na cabeça de substituição da escova de dentes elétrica quando o componente para de girar.
Outras marcas como Philips, que tem parceria com a Colgate em um modelo de escova elétrica, também apresenta orientações para os problemas de funcionamento mais recorrentes dos seus dispositivos. Um desses, é o caso da falta de vibração no modelo Sonicare. Entre as dicas estão:
- Fazer a limpeza do botão liga/desliga;
- Verificar carregamento total da bateria;
- Fazer o teste de uso em uma fonte de ligação diferente;
- Verificar a luz indicadora da bateria.
Além disso, a marca também oferece suporte caso nenhum dos itens acima funcione em: https://www.philips.com.br/c-w/support-home/support-contact-page.html
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CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor

A percepção do público em geral sobre a inteligência artificial virou centro de um debate no setor. Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic — desenvolvedora do assistente Claude —, respondeu publicamente a críticas que o acusam de alimentar um clima de desconfiança em relação ao avanço da tecnologia nos Estados Unidos.
A reação do executivo ocorreu após declarações do investidor Gavin Baker. O investidor afirmou que os alertas de Amodei sobre os riscos potenciais da IA ajudaram a motivar a rejeição popular à expansão da infraestrutura do setor, como a construção de novos centros de dados. Para Baker, o líder da Anthropic deveria atuar como um defensor mais otimista da própria indústria.

Equilíbrio entre riscos e benefícios
Amodei rebateu a ideia de que sua comunicação seja focada apenas nos cenários negativos. O executivo apontou que busca manter o discurso equilibrado entre os perigos reais e as oportunidades da tecnologia.
Como exemplo, citou o ensaio Machines of Loving Grace, publicado por ele com o objetivo de apresentar uma visão positiva sobre como a inteligência artificial pode transformar diferentes áreas da sociedade.
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Ainda assim, o CEO reconheceu que a percepção pública sobre a IA é predominantemente negativa. Para ele, no entanto, a origem desse cenário não está nos avisos dados pelos executivos das empresas do setor.
Crise de confiança e entrega de resultados
Na visão de Amodei, a rejeição decorre de uma crise de confiança acumulada ao longo de décadas entre a população, o governo e a indústria de tecnologia. Segundo o executivo, o público teme que as novidades corporativas tragam prejuízos ao usuário comum.
Amodei também destacou que a crítica mais justa que as empresas de IA enfrentam é a falta de entregas concretas proporcional ao tamanho das promessas feitas.
- Falta de benefícios perceptíveis: O executivo admitiu que a indústria ainda não entregou todas as transformações positivas que prometeu para a sociedade.
- Foco no produto: Para ele, a cobrança do público e do mercado deveria focar na entrega real dessas melhorias, e não nas estratégias de marketing das empresas.
O debate sobre a regulamentação do setor
O papel do governo na fiscalização da inteligência artificial é outro ponto central da discussão. A Anthropic apoiou projetos de lei nos Estados Unidos, como a proposta da Califórnia que exige regras de transparência para modelos de grande porte.
Em resposta a quem defende que regulamentar o setor serve apenas para concentrar o mercado nas mãos das maiores companhias, Amodei classificou essa visão como simplista. O executivo afirmou que as propostas de políticas públicas elaboradas pela Anthropic buscam impor exigências mais rigorosas às grandes empresas de ponta, sem criar barreiras que impeçam o crescimento de concorrentes menores.
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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.
A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.
Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.
Por que o tombo de patinete é tão grave?
A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares.
“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).
Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.
Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva.
“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.
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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.
O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.
Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.
Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões
O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.
Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.
“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

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Acusações contra Facebook e Instagram
- O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
- Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
- As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
- Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.
Meta nega acusações
A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.
O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.
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