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Os 10 melhores jogos de corrida de 2024

Redação Informe 360

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Os jogos de corrida sempre foram uma paixão para muitos gamers, oferecendo uma mistura emocionante de velocidade, competição e adrenalina. Em 2024, a indústria de jogos continua a surpreender com títulos inovadores que prometem elevar a experiência de corrida a novos patamares. Com gráficos impressionantes, jogabilidade envolvente e uma variedade de estilos, os melhores jogos de corrida deste ano atendem tanto aos fãs de simulação realista quanto aos adeptos de corridas arcade.

Listamos 10 dos melhores jogos de corrida de 2024, destacando suas características únicas e o que os torna imperdíveis para os entusiastas do gênero. Prepare-se para acelerar e descobrir quais títulos merecem um lugar na sua coleção!

Quais os melhores jogos de corrida de 2024?

  • Gran Turismo 7
  • F1 24
  • Forza Motorsport
  • Need for Speed: Unbound
  • Assetto Corsa Competizione
  • EA Sports WRC
  • Horizon Chase Turbo: Senna Sempre
  • The Crew Motorfest
  • Dirt 3
  • Trackmania Turbo

Gran Turismo 7

Gran Turismo 7 continua a ser um dos pilares dos jogos de corrida em 2024. Com mais de mil veículos disponíveis e gráficos deslumbrantes, o jogo oferece uma experiência de simulação incomparável. O modo GT Simulation permite que os jogadores explorem uma campanha rica, desbloqueando novos carros e pistas enquanto aprimoram suas habilidades de direção. A fidelidade dos detalhes e a física realista fazem deste título uma escolha obrigatória para quem busca uma experiência autêntica nas pistas.

F1 24

Imagem: Epic Games/Reprodução

Lançado recentemente, F1 24 traz todas as emoções da Fórmula 1 para os consoles e PC. Com atualizações que refletem a temporada atual, incluindo pilotos e equipes, o jogo oferece uma jogabilidade refinada que captura a essência das corridas de alta velocidade. Os gráficos são impressionantes, e o realismo na recriação dos circuitos é notável, tornando-o um favorito entre os fãs do automobilismo.

Leia também:

  • Estilo Mario Kart: 5 jogos de corrida para PlayStation, Xbox e PC
  • Os 10 melhores jogos de corrida de todos os tempos
  • Gran Turismo: 10 jogos parecidos para quem gosta de corrida

Forza Motorsport

Imagem: Xbox/Reprodução

A série Forza Motorsport sempre foi sinônimo de qualidade, e a edição de 2023 não decepciona. Com um foco em simulação realista, este jogo apresenta uma ampla gama de carros e pistas, além de um modo online robusto que permite competições emocionantes com amigos ou jogadores do mundo todo. Os gráficos são deslumbrantes, proporcionando uma imersão total na experiência de corrida.

Need for Speed: Unbound

Imagem do jogo “Need for Speed Unbound” / Crédito: Electronic Arts
(divulgação)

A franquia Need for Speed retorna com Unbound, um título que combina elementos clássicos com inovações modernas. O jogo oferece um modo história envolvente e intensas perseguições policiais em um mundo aberto vibrante. Os jogadores podem personalizar seus veículos extensivamente, garantindo que cada corrida seja única e cheia de estilo.

Assetto Corsa Competizione

Imagem: BTSBrasil/Reprodução

Para aqueles que buscam uma simulação ainda mais profunda, Assetto Corsa Competizione é a escolha ideal. Este jogo é homologado pela FIA GT3 e oferece gráficos impressionantes e física realista dos veículos. O foco no multiplayer permite que os jogadores testem suas habilidades contra outros competidores em ambientes desafiadores.

EA Sports WRC

Imagem: Steam/Reprodução

EA Sports WRC é o título oficial do World Rally Championship e traz toda a emoção das corridas off-road para as telas. Com ambientes variados que incluem lama, neve e terrenos acidentados, o jogo desafia os jogadores a dominarem diferentes condições climáticas e superfícies. A atenção aos detalhes no dano dos veículos aumenta ainda mais o realismo da experiência.

Horizon Chase Turbo: Senna Sempre

Imagem: Nintendo/Divulgação

Celebrando a carreira do lendário piloto Ayrton Senna, Horizon Chase Turbo: Senna Sempre é um tributo emocionante ao automobilismo brasileiro. Com gráficos estilizados e jogabilidade arcade divertida, o jogo oferece pistas inspiradas em locais icônicos ao redor do mundo. O modo multiplayer local permite que amigos se unam para competir em corridas emocionantes.

The Crew Motorfest

Imagem: Ubisoft/Reprodução

The Crew Motorfest expande o conceito do primeiro jogo da série com um mundo aberto ainda mais vasto e diversificado. Os jogadores podem alternar entre carros, motos e até barcos enquanto exploram ambientes vibrantes inspirados em locais reais. A variedade de modos de jogo garante que sempre haja algo novo para descobrir.

Dirt 3

Imagem: Reprodução

Para os amantes do rally, Dirt 3 oferece uma experiência intensa com foco na simulação realista das corridas off-road. O jogo apresenta uma variedade de veículos clássicos e modernos, além de pistas desafiadoras que testam as habilidades dos jogadores em condições extremas.

Trackmania Turbo

Imagem: Steam/Reprodução

Por fim, Trackmania Turbo se destaca como um dos melhores jogos arcade de corrida em 2024. Com pistas criativas e desafiadoras projetadas pela comunidade, o jogo permite que os jogadores experimentem sua criatividade ao construir suas próprias corridas. A jogabilidade rápida e frenética garante diversão instantânea para todos os tipos de jogadores.

Em resumo, os melhores jogos de corrida de 2024 oferecem uma diversidade incrível para todos os gostos dentro do gênero. Desde simulações realistas como Gran Turismo 7 até experiências arcade divertidas como Horizon Chase Turbo, há algo para cada tipo de jogador neste ano emocionante no mundo dos games. Se você é um entusiasta das corridas ou apenas procura por diversão rápida nas pistas virtuais, esses títulos certamente não vão decepcionar!

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Tecnologia

CEO da Anthropic: rejeição à IA é crise de confiança no setor

Redação Informe 360

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A percepção do público em geral sobre a inteligência artificial virou centro de um debate no setor. Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic — desenvolvedora do assistente Claude —, respondeu publicamente a críticas que o acusam de alimentar um clima de desconfiança em relação ao avanço da tecnologia nos Estados Unidos.

A reação do executivo ocorreu após declarações do investidor Gavin Baker. O investidor afirmou que os alertas de Amodei sobre os riscos potenciais da IA ajudaram a motivar a rejeição popular à expansão da infraestrutura do setor, como a construção de novos centros de dados. Para Baker, o líder da Anthropic deveria atuar como um defensor mais otimista da própria indústria.

Logo da Anthropic em primeiro plano em um smartphone; ao fundo, imagem desfocada de Dario Amodei
Anthropic – Imagem: Thrive Studios ID/Shutterstock

Equilíbrio entre riscos e benefícios

Amodei rebateu a ideia de que sua comunicação seja focada apenas nos cenários negativos. O executivo apontou que busca manter o discurso equilibrado entre os perigos reais e as oportunidades da tecnologia.

Como exemplo, citou o ensaio Machines of Loving Grace, publicado por ele com o objetivo de apresentar uma visão positiva sobre como a inteligência artificial pode transformar diferentes áreas da sociedade.

Leia mais:

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  • Qual é o modelo aberto de IA mais popular do mundo? Não é nenhum feito nos EUA
  • Como a Anthropic vai marcar textos do Claude para cumprir lei da União Europeia
  • IA chinesa pode ter superado a Anthropic em teste de segurança cibernética

Ainda assim, o CEO reconheceu que a percepção pública sobre a IA é predominantemente negativa. Para ele, no entanto, a origem desse cenário não está nos avisos dados pelos executivos das empresas do setor.

Crise de confiança e entrega de resultados

Na visão de Amodei, a rejeição decorre de uma crise de confiança acumulada ao longo de décadas entre a população, o governo e a indústria de tecnologia. Segundo o executivo, o público teme que as novidades corporativas tragam prejuízos ao usuário comum.

Amodei também destacou que a crítica mais justa que as empresas de IA enfrentam é a falta de entregas concretas proporcional ao tamanho das promessas feitas.

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  • Falta de benefícios perceptíveis: O executivo admitiu que a indústria ainda não entregou todas as transformações positivas que prometeu para a sociedade.
  • Foco no produto: Para ele, a cobrança do público e do mercado deveria focar na entrega real dessas melhorias, e não nas estratégias de marketing das empresas.

O debate sobre a regulamentação do setor

O papel do governo na fiscalização da inteligência artificial é outro ponto central da discussão. A Anthropic apoiou projetos de lei nos Estados Unidos, como a proposta da Califórnia que exige regras de transparência para modelos de grande porte.

Em resposta a quem defende que regulamentar o setor serve apenas para concentrar o mercado nas mãos das maiores companhias, Amodei classificou essa visão como simplista. O executivo afirmou que as propostas de políticas públicas elaboradas pela Anthropic buscam impor exigências mais rigorosas às grandes empresas de ponta, sem criar barreiras que impeçam o crescimento de concorrentes menores.

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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Redação Informe 360

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Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.

A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.

Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.

Por que o tombo de patinete é tão grave?

A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares. 

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“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

Homem sentado na rua, com cara de dor, após cair de patinete elétrico
Parte considerável dos feridos em quedas de patinete eram jovens sem equipamentos de segurança – Imagem: bbernard/Shutterstock

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).

Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.

Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva. 

“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.

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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Redação Informe 360

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Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.

O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.

Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.

Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões

O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.

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Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.

“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

Julgamento. Ao fundo, logo da Meta na tela de um notebook; à frente, um martelo de juiz
Julgamento começa na próxima semana – Imagem: mundissima/Shutterstock

Leia mais:

  • 7 truques criativos para utilizar no Instagram
  • 4 configurações de privacidade do Facebook para mudar agora mesmo!
  • Meta usa IA como filtro para barrar menores nas redes sociais

Acusações contra Facebook e Instagram

  • O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
  • Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
  • As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
  • Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.

Meta nega acusações

A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.

O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.

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